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21 de maio de 2026

Agro Mato Grosso

Cacique Raoni recebe alta médica após 7 dias na UTI em MT

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O cacique Raoni Metuktire, de 94 anos, apresentou recebeu alta médica nesta quinta-feira (20) após uma semana internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Dois Pinheiros, em Sinop, a 503 km de Cuiabá. A informação foi divulgada pela unidade de saúde.

Conforme o hospital, ele deixou a unidade em condição estável e seguiu em transporte aéreo assistido até sua região de residência, em município próximo a Sinop (MT), acompanhado por um familiar e com suporte da equipe médica do hospital, que realizou a condução até o local de embarque.

“O paciente seguirá em acompanhamento clínico domiciliar, com orientações para monitoramento diário do quadro respiratório, manutenção rigorosa das medicações previamente prescritas, fisioterapia respiratória contínua, acompanhamento nutricional adequado e cuidados permanentes, em razão das comorbidades pré-existentes e da idade avançada”, informou.

Na última quinta-feira (14), o líder indígena foi internado para tratar um quadro de pneumonia. Ele já havia sido hospitalizado no dia 7 de maio para tratar uma hérnia crônica e recebeu alta médica dois dias depois.

Segundo a equipe médica, ele possui múltiplas comorbidades pré-existentes, entre elas Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), além de cardiopatia com uso de marcapasso e insuficiência cardíaca. Ele foi transferido para a UTI como medida preventiva, devido à necessidade de monitoramento contínuo, considerando a idade avançada e a fragilidade clínica.

Internado em Sinop, cacique Raoni cancelou agenda de compromissos

Internado em Sinop, cacique Raoni cancelou agenda de compromissos

Em julho de 2020, o cacique foi internado em um hospital de Colíder após ter passado mal. Ele chegou a ser transferido de avião para Sinop com complicações gastrointestinais e desidratação.

Em setembro do mesmo ano, ele foi novamente internado com diagnóstico de pneumonia pela equipe médica de sua aldeia, localizada no Parque Indígena do Xingu, no norte de Mato Grosso. Raoni recebeu alta médica nove dias depois. Ainda neste período, também apresentou um quadro depressivo após a morte da mulher dele, Bekwyjkà Metuktire.

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Os feitos de Raoni

O líder indígena é uma das vozes mais influentes do Brasil na defesa dos indígenas e do meio ambiente. Ele iniciou seu ativismo em 1954, aprendeu português, e foi uma voz importante para o reconhecimento dos direitos dos povos indígenas na Constituição de 1988.

Veja a trajetória de Raoni:

🎬Raoni ganhou destaque internacional em 1977, quando um documentário sobre sua vida foi exibido no Festival de Cannes, na França;

🎸Em 1989, visitou 17 países durante uma turnê internacional ao lado do ex-baixista Sting da banda inglesa The Police;

🏰Em 2012, foi recebido pelo então presidente da França, François Hollande, no Palácio do Eliseu. Na ocasião, pediu pela preservação da Amazônia e dos povos que vivem na região;

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📃Em 2020, recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). O título é concedido a pessoas que possuem destaque na sua área de atuação ou que sejam personalidades respeitadas pelo trabalho com a sociedade;

🌳Em 2023, acompanhou o presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) ao subir a rampa do Palácio do Planalto;

⛪Em 2024, entregou uma carta ao Papa Francisco, durante um encontro no Vaticano, em Roma, para falar sobre as mudanças e catástrofes climáticas;

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Agro Mato Grosso

De advogada a produtora rural: Flávia Garcia Cid transforma fazenda em referência nacional em óleos essenciais

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Vencedora do Prêmio Mulheres do Agro 2025, produtora paranaense alia inovação, sustentabilidade e soluções biológicas em segmento em expansão. Inscrições para a 9ª edição do prêmio se encerram em 7 de junho.

São Paulo, maio de 2026 – No agronegócio onde a produção de commodities como soja e milho é proeminente, a história de Flávia Garcia Cid foge do tradicional. De advogada a empresária do campo, Flávia tornou a Fazenda Jaracatiá, em Querência do Norte (PR), em um polo de produção de plantas aromáticas, óleos essenciais e bioinsumos. Sua dedicação ao segmento a consagrou como uma das maiores produtoras de óleos essenciais orgânicos certificados do Brasil, com mais de 200 hectares de cultivo. O país é um dos três maiores exportadores mundiais de óleos essenciais, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Além disso, Flávia foi uma das vencedoras da categoria Grande Propriedade do Prêmio Mulheres do Agro em 2025, promovido pela Bayer em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e que está com as inscrições abertas. Ela destaca a importância de as produtoras rurais participarem da iniciativa para dar visibilidade a seus trabalhos e impacto no setor. “O meu conselho para as mulheres que querem se inscrever no prêmio é: não hesitem, pois todas podem e serão valorizadas. Fazemos parte de uma rede que só funciona com todas atuando, e cada papel é importante.”

A transição de Flávia para o agro começou em 1999, ao lado do marido. Sem experiência prévia no setor, ela abraçou o desafio de implantar o cultivo de plantas aromáticas após uma viagem despretensiosa, que despertou no casal o interesse nas propriedades terapêuticas das plantas para o cuidado e bem-estar humano. A paixão pelo campo e o desejo de inovar guiaram sua jornada. Para a produtora, a trajetória comprova que “tudo é possível quando se coloca o coração e a dedicação ao trabalho”.

Tecnologia e ESG no DNA

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A Fazenda Jaracatiá opera com um modelo de negócios inovador e verticalizado. Flávia implementou uma indústria de destilação própria, desenvolvendo maquinários específicos para culturas não convencionais e controlando todo o processo, do cultivo à comercialização direta para grandes empresas farmacêuticas, cosméticas e de aromaterapia. Um diferencial é a produção de bioinsumos a partir de resíduos de sua própria atividade, posicionando-se no mercado de insumos – neste caso totalmente naturais e de base vegetal – para grãos e pastagens.

A propriedade também é referência em práticas ESG, utilizando energia solar e biogás, promovendo a conservação da mata nativa via Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), reutilizando resíduos e otimizando a gestão hídrica com tecnologia, além de operar com desperdício zero. No âmbito social, foi criado o Instituto Fazenda Jaracatiá, para atuar junto a comunidades vizinhas com foco em suas necessidades e capacitação.

Essas práticas de ponta renderam à produtora prêmios como o Fazenda Sustentável (Globo Rural, 2024) e Produtor 4.0 (AgroBIT, 2024), além da vitória na categoria “Grande Propriedade” do Prêmio Mulheres do Agro em 2025, promovido pela Bayer em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG).

Prêmio Mulheres do Agro 2026

Em sua 9ª edição, o Prêmio Mulheres do Agro reforça o compromisso da Bayer com o reconhecimento de produtoras rurais que contribuem para um agronegócio mais inovador, sustentável e inclusivo. Desde sua criação, a iniciativa já recebeu mais de 1.500 inscrições e reconheceu mulheres de diferentes regiões do país por suas boas práticas no campo.

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“Olho para a Flávia que subiu ao palco para receber o prêmio e vejo que é possível uma pessoa que almejava se aposentar, sem experiência no agro, hoje ser reconhecida e impactar tantas outras mulheres. É a prova de que, com paixão e esforço, podemos ir muito além do que imaginamos”, incentiva Flávia.

Em um ano simbólico, em que a Bayer celebra 130 anos de atuação no Brasil, a cerimônia de premiação ocorrerá durante um evento proprietário realizado pela Bayer e a ABAG, no segundo semestre, em São Paulo.

Daniela Barros, Diretora de Comunicação da Divisão Agrícola da Bayer no Brasil, destaca que “ao longo dos últimos anos, o Prêmio Mulheres do Agro se consolidou como uma importante plataforma de reconhecimento das mulheres no campo. Nesta nova edição, queremos ampliar ainda mais a visibilidade dessas histórias e fortalecer as conexões entre as produtoras, o setor e toda a cadeia do agronegócio.”

As produtoras rurais interessadas em participar podem se inscrever até o dia 7 de junho pelo site oficial do prêmio. Para concorrer, as candidatas devem comprovar atuação alinhada aos pilares de sustentabilidade, governança e impacto social.

Sobre a Bayer
Guiada por sua missão “saúde para todos, fome para ninguém”, a Bayer é uma empresa global que atua para desenvolver soluções inovadoras que respondam a alguns dos maiores desafios da humanidade nas áreas de saúde e agricultura. Fundada na Alemanha em 1863 e presente em mais de 80 países, está no Brasil há 130 anos — seu segundo maior mercado no mundo — com negócios nos segmentos de Agricultura, Farmacêutico e Saúde do Consumidor. É comprometida com a inovação, a diversidade e a sustentabilidade, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento para promover avanços que unam produtividade, preservação ambiental e acesso à saúde de qualidade. Mais informações no site.

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Sobre a ABAG
Com mais de 3 décadas de atuação, a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) é a única entidade que reúne, em uma só voz, todos os elos da cadeia produtiva, do campo à indústria, distribuição e serviços. Promove uma visão integrada e de futuro para o agronegócio brasileiro, fomentando o desenvolvimento sustentado e a bioeconomia, ao mesmo tempo em que aproxima o setor de seus principais públicos estratégicos. A ABAG tornou-se referência na articulação de alianças nacionais e internacionais, estimulando conexões, diálogos e inovação, mobilizando a força de suas mais de 80 associadas para dinamizar o setor e ampliar o protagonismo de toda a cadeia.

Informações à imprensa: 
JeffreyGroup
agrobayer@jeffreygroup.com

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Agro Mato Grosso

Custo da produção de algodão em Mato Grosso sobe 1% I agro.mt

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O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) informou os dados do projeto CPA-MT¹, a estimativa do custeio do algodão para a safra 2026/27 que ficou em R$ 10,6 mil/hectare em abril, alta de 1,05% em relação a março. O aumento foi justificado, principalmente, pela elevação das despesas com macronutrientes, em função das tensões no mercado internacional, com destaque para o Estreito de Ormuz, que impacta a logística e os preços globais.

Com isso, o custo operacional efetivo (COE) do algodão aumentou 0,55% no mês, ficando estimado em R$ 15.227 mil/hectare. Dessa forma, considerando a produtividade média de 119,82 @/ha de pluma, o cotonicultor precisa vender o produto a pelo menos R$ 127,09/@ para cobrir o custo.

Com os preços mais atrativos da fibra nos últimos meses, o IMEA constatou busca dos produtores por proteção de margens e travamento de custos, avançando na comercialização da safra 2026/27, que estava atrasada, mas superou a média dos últimos anos.

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Agro Mato Grosso

Valtra apresenta soluções em mecanização para a cultura do café I MT

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Série A3F garante alta performance e economia de combustível em cultivos adensados

No dia 24 de maio é celebrado o Dia Nacional do Café, data que marca o início da colheita nas principais regiões produtoras do país. E por se tratar de um dos principais exportadores mundiais de café, os produtores brasileiros necessitam cada vez mais de máquinas agrícolas adaptadas aos seus desafios. Entre os principais obstáculos no dia a dia da cafeicultura está a operação em áreas de difícil acesso e em cultivos adensados, onde a ergonomia e o design do maquinário se tornam fatores decisivos para a produtividade.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta crescimento de pouco mais de 17% na atual safra de café, em relação ao ciclo anterior, estimando que a produção brasileira supere as 66 milhões de sacas beneficiadas. Segundo eles, a expansão é explicada pela entrada de novas áreas em produção, pela combinação de condições climáticas favoráveis e pelo uso crescente de tecnologias e insumos. É exatamente para atender a esse aumento de demanda produtiva, que o produtor precisa tomar decisões bem pensadas na escolha do maquinário.

“Operar em espaçamentos reduzidos sem danificar a lavoura e proporcionar um conforto operacional exige um projeto específico. Para operar nessas condições indicamos um trator como a Série A3F, resultado de sete anos de pesquisa e desenvolvimento com a participação direta de produtores do setor, sendo criado sob medida para o trabalho no café”, ressalta Winston Quintas, coordenador de Marketing e Produto Trator Valtra.

Para garantir alta produtividade, o sistema hidráulico da Série A3F (com modelos de 69 a 99 cv) foi desenvolvido considerando os desafios da cultura: o levante de três pontos possui a maior capacidade de levante da categoria (25% superior à média), além de válvulas de controle remoto de alta vazão capaz de operar com as colhedoras mais modernas do mercado. Além disso, os motores 3 cilindros da Série proporciona uma redução de até 12% no consumo de combustível, mantendo a sustentação da rotação mesmo nas operações mais pesadas, como o uso de trinchas.

Além do bem-estar interno, a máquina precisa “vestir” a lavoura. Para evitar a propagação de pragas e prejuízos físicos às plantas e aos frutos, o trator conta com uma cabine estreita, mas ao mesmo tempo muito ampla e um design externo arredondado, ideal para operações nas entrelinhas da cultura adensada sem causar interferências. A agilidade nas manobras, fator crítico em espaços limitados, é assegurada pelo excelente raio de giro de sua categoria.

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A Valtra acompanha de perto a evolução da cafeicultura no Brasil e entende que essa cultura exige soluções específicas. É por isso que investimos continuamente em pesquisa e desenvolvimento para oferecer maquinários que respeitam as particularidades da lavoura e colocam a segurança e o conforto do operador no centro de uma operação produtiva em constante crescimento”, conclui Winston Quintas.

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