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26 de outubro de 2026

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IPCF cai 7% em agosto e melhora poder de compra de fertilizantes

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O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF) encerrou agosto em 1,26, ante 1,35 em julho, o que representa queda de 7%. Segundo a Mosaic, o movimento foi resultado da valorização das commodities agrícolas combinada à redução nos preços dos fertilizantes. Nesse cenário, o poder de compra do produtor rural avançou no período.

A leitura do IPCF indica uma relação mais favorável entre a receita potencial do produtor e o custo de aquisição de fertilizantes. Em agosto, o dólar teve leve alta de cerca de 1%, com efeito limitado sobre o índice, de acordo com a Mosaic.

Do lado das commodities agrícolas, a alta média foi de 6% no mês. A cana-de-açúcar liderou os avanços, com valorização de 8%, seguida pela soja, com alta de 5%. O milho subiu 4% e o algodão avançou 1%.

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A sustentação dos preços agrícolas refletiu as expectativas em torno da safra norte-americana de soja e milho, as condições climáticas em regiões produtororas e as incertezas sobre os impactos do El Niño na próxima safra no Brasil.

No mercado de fertilizantes, a combinação entre preços mais baixos do insumo e commodities em valorização contribuiu para ampliar a capacidade de compra do produtor. O resultado de agosto mostra um ambiente mais favorável para a aquisição de fertilizantes na comparação com julho.

Para os próximos meses, o mercado acompanha o cenário geopolítico no Oriente Médio, pela relevância logística e comercial da região para a cadeia global de fertilizantes. Os efeitos do El Niño também seguem no radar, diante do potencial de influência sobre o plantio e o desenvolvimento das lavouras no país.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Preços do feijão avançam, com oferta restrita dos melhores grãos

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Os preços dos feijões carioca e preto registraram alta na maior parte das regiões acompanhadas pelo Centro de Pesquisas em Economia Aplicada (Cepea), de acordo com o levantamento divulgado na segunda-feira (26). Segundo o Centro de Pesquisas, o feijão-preto se valorizou em todas as praças monitoradas.

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Para o feijão carioca de qualidade superior, Barreiras-BA foi a região que apresentou maior valorização, crescendo 1,29% em relação ao dia anterior (vendido a R$ 314 por saca de 60kg). Entretanto, o maior preço ficou por conta de São Paulo-SP, que se mantém a R$ 353,48 (não aumentou e nem diminuiu).

Já o carioca de menor qualidade chegou a crescer 2,03% no leste goiano (média de R$ 294,02 por saca), mas os maiores preços seguem sendo os de São Paulo (R$ 338,88, também sem alteração).

O feijão preto, campeão de crescimento neste levantamento semanal, aumentou 2,43% em Itapeva-SP, que também foi onde o produto alcançou o maior valor – R$ 298,75 por saca.

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Para mais detalhes sobre a cotação em diferentes polos, acesse a página do Cepea.

Segundo os pesquisadores, isso ocorre diante da demanda de reposição do varejo e da oferta restrita de lotes de melhor qualidade. No campo, as condições climáticas continuam sendo acompanhadas de perto pelos agentes, por influenciarem o plantio da primeira safra de 2026/27 e no início da colheita em São Paulo.

O monitoramento de preços das três safras de feijão pelo Cepea, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), já completa 2 anos. Ao longo desse tempo, a pesquisa passou a abranger 51 praças de comercialização, distribuídas por 15 estados e pelo Distrito Federal, nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Plantio da soja avança em Mato Grosso e passa de 75% da área

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A semeadura da soja em Mato Grosso alcançou 75,81% da área estimada no ciclo 2026/27. A extensão supera os 60,05% da safra 2025/26 cultivados no mesmo período do ano passado e a média das últimas cinco safras de 64,31%. Para o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o resultado visto em campo amplia a perspectiva de que uma maior parte da área de milho segunda safra seja plantada dentro da janela ideal.

Conforme levantamento divulgado no último dia 23 de outubro pelo Instituto, o plantio da oleaginosa registrou um avanço semanal de 23,95 pontos percentuais, superando os 23,05 pontos percentuais observados entre os dias 2 e 9 de outubro.

O ritmo acelerado, pontua o Imea, decorre da melhora das condições de cultivo. Nas três primeiras semeadas de plantio liberado em Mato Grosso havia uma cautela diante da falta de chuva e da baixa umidade do solo.

Entre as regiões produtivas, o Médio-Norte deve desligar as máquinas ainda nesta semana. Por lá, 96,60% da área já recebeu as sementes. Os trabalhos também estão acelerados no Oeste do estado, onde 86,78% das áreas já foram semeadas. No Norte 78,70%.

As demais regiões se encontram abaixo dos 70%, com destaque para o Sudeste com 59,04%. Já o Centro-Sul, Noroeste e Nordeste semearam 67,35%, 64,71% e 63,08% de suas respectivas áreas.

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Milho já acumula 6,41% de queda nos preços, segundo Cepea

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A queda nos preços de milho no mercado nacional continua, segundo cotações divulgadas na segunda-feira (26). O Centro de Estudos em Economia Avançada (Cepea) explica que a alta disponibilidade é o que pressiona os valores para baixo.

A redução no valor já soma 6,41% ao mês, com as sacas de 60kg vendidas a, em média, R$ 64,27.

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O cereal passou por uma sequência de boas safras e a perspectiva é de que as próximas também tragam bons volumes. Os pesquisadores do Cepea afirmam que produtores têm se mostrado mais flexíveis na comercialização, com receio de novas desvalorizações e/ou para formar caixa.

Ainda segundo o Cepea, a retração das cotações internacionais, somada à desvalorização do dólar, também tem reduzido a paridade de exportação e contribuído para as baixas no mercado interno.

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Assim como no mercado interno, os preços nos portos recuaram, mas de forma mais intensa, pressionados pelas quedas das cotações futuras e do dólar na última semana.

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