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14 de maio de 2026

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Agudo recebe oficina sobre prevenção de desastres climáticos no meio rural

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A oficina “Riscos no Campo e Planejamento Comunitário” foi realizada nesta quinta-feira (14), na Câmara de Vereadores de Agudo, no Rio Grande do Sul, com foco em planejamento para prevenir, reduzir e enfrentar desastres climáticos no meio rural. A atividade reuniu agricultores, extensionistas, representantes da defesa civil, bombeiros, estudantes e agentes públicos em um município atingido pelos eventos extremos de maio de 2024.

Segundo a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Agudo e outros cinco municípios — Santa Maria, Faxinal do Soturno, Dona Francisca, Restinga Seca e Paraíso do Sul — foram incluídos na ação porque tiveram áreas rurais fortemente afetadas pelo desastre climático registrado em maio de 2024.

A oficina foi ministrada por Abner Willian Quintino de Freitas, mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Tecnologias da Informação e Gestão em Saúde da Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e fundador da startup Hopeful, sediada no Parque Científico e Tecnológico da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). De acordo com a organização, a empresa atua desde 2017 com treinamento de indivíduos e instituições em situações de desastre.

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O projeto é coordenado pelo Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA), da Seapi, com participação da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul/Associação Sulina de Crédito e Assistência Rural (Emater/RS-Ascar), além de instituições de pesquisa, saúde pública e universidades. Em Agudo, também estão em andamento ações financiadas pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), como a recuperação de matas ciliares e a instalação de uma unidade demonstrativa de sistema agroflorestal.

Na parte técnica, o treinamento aborda procedimentos antes, durante e após desastres, além de práticas de conservação de solo e água, uso de bioinsumos e sistemas agroflorestais. A proposta é fortalecer a capacidade de resposta das comunidades rurais e acelerar a recuperação produtiva de áreas atingidas.

A oficina integra o projeto “Uma só saúde na agropecuária: diagnóstico e resiliência a desastres no contexto das mudanças climáticas no Estado do Rio Grande do Sul”, coordenado pelo pesquisador José Reck Júnior, do DDPA. Segundo a Seapi, uma nova oficina deve ser realizada ainda em 2026 e uma publicação técnica será produzida ao fim do projeto.

Fonte: agricultura.rs.gov.br

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Conab participa da 13ª FEIRAFES em Valente e apresenta ações para o Semiárido baiano

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) participa, a partir desta quinta-feira (14), da 13ª Feira da Agricultura Familiar, Economia Solidária e Reforma Agrária do Semiárido da Bahia (FEIRAFES), em Valente (BA). A programação segue até domingo (17), na Praça da Jazida, com exposição e venda de produtos, atividades técnicas e ações voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar na região.

Segundo a Superintendência Regional da Bahia da Conab (Sureg/BA), a estatal será representada por Francisco Lopes, gerente de Operações no estado, que também integra a mesa de abertura. A proposta da participação institucional é apresentar programas e instrumentos públicos ligados ao apoio à comercialização, ao abastecimento e ao escoamento da produção familiar no Semiárido baiano.

A FEIRAFES reúne agricultores familiares dos 20 municípios do Território do Sisal, além de expositores de outras áreas do Semiárido da Bahia e de estados do Nordeste. De acordo com a organização, o evento foi estruturado com articulação regional entre o Território do Sisal, a Bacia do Jacuípe e o Portal do Sertão, e hoje alcança escala macrorregional.

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Na feira, os produtores levam itens como animais da caprinovinocultura, alimentos beneficiados, produtos da culinária regional, artesanato e outras iniciativas produtivas. A programação também inclui torneios leiteiros de caprinos, julgamento e premiação de caprinos e ovinos, seminários, oficinas, intercâmbios, dias de campo e espaços de troca de conhecimento.

Tecnicamente, a presença da Conab se insere no eixo de políticas públicas voltadas à compra de alimentos da agricultura familiar e à conexão entre produção e mercado. Esse tipo de ação tende a ampliar a visibilidade dos empreendimentos locais e a facilitar o acesso dos produtores a canais institucionais e privados, com reflexos sobre renda, circulação de mercadorias e abastecimento regional.

Fonte: gov.br

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Setor produtivo de Mato Grosso vê barreira comercial em decisão da União Europeia

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Foto: Sistema Famato/Reprodução

O setor produtivo de Mato Grosso avalia com cautela e equilíbrio a recente decisão da União Europeia de suspender a importação de proteínas animais do Brasil. As principais lideranças do estado enxergam a medida como uma possível barreira comercial disfarçada de exigência sanitária, uma vez que o setor já adota controles rigorosos. O foco das entidades agora está em evitar o oportunismo da indústria nos preços e em reforçar a parceria com grandes players, como a China.

A posição das associações mato-grossenses surge após o bloco europeu excluir o Brasil, no último dia 12 de maio, da lista de países autorizados a exportar carnes, ovos e animais. A justificativa oficial é o não cumprimento de regras contra o uso de antibióticos e antimicrobianos como promotores de crescimento. A restrição passa a valer em setembro e ocorre logo após o início do acordo comercial entre União Europeia e Mercosul, em 1º de maio.

Para os produtores locais, a exclusão do Brasil, enquanto vizinhos como Argentina e Colômbia foram mantidos, levanta suspeitas sobre as reais motivações do bloco. O setor produtivo de Mato Grosso defende que a qualidade e a sustentabilidade da produção estadual são as garantias para superar o desafio. Além disso, destacam que a dependência do mercado europeu é baixa se comparada ao volume absorvido pelos 165 países que compram a carne brasileira.

A estratégia agora é aguardar a atuação técnica do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para esclarecer possíveis mal-entendidos sanitários. Caso a questão técnica não avance, os produtores cobram uma postura diplomática firme para garantir o respeito aos acordos comerciais. O sentimento geral entre os criadores é de confiança na competitividade mato-grossense, acreditando que a demanda internacional, especialmente a asiática, continuará firme no segundo semestre.

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Avaliação da pecuária e mercado externo

O presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luís Fernando Conte, afirma que a notícia pegou o país de surpresa, mas ressalta que a União Europeia representa pouco mais de 3% das exportações. Para ele, o foco deve ser a manutenção do bom contato com outros mercados, como a China, maior comprador do setor. Conte alerta ainda que o mercado não deve aceitar pressões antecipadas da indústria para a redução dos preços pagos aos produtores.

“O mercado europeu não representa tanto assim para nós. Exportamos para 165 países. A China é de longe o nosso maior país exportador. Então acho que a gente precisa se concentrar e conduzir isso com bastante calma. Não pode haver por parte da indústria agora um oportunismo de tentar baixar preço antes mesmo dessa medida entrar em vigor”, destaca Luís Fernando Conte em entrevista ao Canal Rural Mato Grosso.

Para o presidente da Acrimat, a capacidade técnica brasileira é suficiente para sanar as dúvidas europeias, mas a diplomacia precisa estar atenta a interesses comerciais ocultos. “Vamos avaliar se por trás disso tem de fato alguma questão sanitária ou se tem alguma coisa, uma barreira comercial e aí a gente precisa diplomaticamente também impor algumas regras. O Ministério tem a capacidade de solucionar”, afirma o dirigente.

Suinocultura, suíno, controle
Foto: Embrapa Suínos e Aves

Competitividade e barreiras comerciais

O setor de suinocultura também manifestou preocupação, mas reforça que as imposições europeias sobre o uso de antimicrobianos já fazem parte do controle rigoroso adotado em Mato Grosso. O presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho, avalia que o Brasil é alvo constante de sanções justamente por sua alta competitividade em preço e qualidade, o que incomoda os mercados concorrentes.

Tannure Filho frisa que o produtor mato-grossense faz o dever de casa e que o mundo não pode prescindir do que é produzido no estado. “O mundo precisa do Brasil, o mundo precisa do Mato Grosso, o mundo precisa do nosso produto. Os Estados Unidos impuseram toda aquela questão tarifária e o Brasil seguiu vendendo normalmente. Na suinocultura não é diferente. Entra ano, sai ano, nós somos bombardeados”, explica o presidente da Acrismat ao Canal Rural Mato Grosso.

De acordo com o presidente da associação, a saída será o aprimoramento dos controles para provar a excelência sanitária da suinocultura local. “Essa condição que a União Europeia está colocando de um controle mais rigoroso no uso de promotor de crescimento, de antimicrobianos nós já fazemos isso. Então nós vamos melhorar ainda mais o controle disso e assim vamos conseguir contornar a situação”, conclui Frederico Tannure Filho.

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SLC registra aumento de quase 5% na produtividade, mas tem queda no faturamento

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Foto: Wenderson Araujo/Trilux/CNA

A SLC Agrícola aumentou a área de produção da safra 2025/26 em 12,8% ante o ciclo anterior, alcançando 830,3 mil hectares, anunciou a empresa ao lançar seus resultados financeiros do primeiro trimestre de 2026.

A soja permanece como a principal cultura da companhia, respondendo por 51,1% da área total, com 424,6 mil hectares, e produtividade estimada em 4.146 kg por hectare (69 sacas/ha), 4,7% acima do registrado na última temporada.

Contudo, a SLC registrou seis fazendas com produtividade acima de 4.800 kg por hectare (80 sacas/ha).

Em relação ao balanço dos três primeiros meses do ano, houve queda de 2,7% no faturamento ante ao mesmo período de 2025, com receita líquida de R$ 2,3 bilhões. De acordo com a empresa, o decréscimo se deve ao menor volume faturado de algodão em pluma, soja e caroço de algodão no trimestre.

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“Neste trimestre, o faturamento da soja foi impactado pelo mix de fazendas, cuja produtividade foi abaixo da média geral da companhia”, salienta a SLC.

A empresa ainda salienta que o desempenho observado no faturamento da soja no primeiro trimestre reflete um evento pontual, não representativo do desempenho anual, com expectativa de normalização ao longo dos próximos períodos, à medida que a melhor produtividade das demais regiões seja incorporada aos resultados.

Assim, o lucro líquido no primeiro trimestre foi de R$ 236,1 milhões, refletindo a redução do lucro bruto, além do aumento das despesas.

O EBITDA ajustado no primeiro trimestre foi de R$ 695,2 milhões, com margem de 30,7%, refletindo queda de 26,3% na comparação anual. “Esse desempenho foi impactado principalmente pela redução no resultado bruto das culturas, especialmente da soja, além do aumento das despesas administrativas e comerciais”, justifica a SLC.

A empresa avalia que a compressão de margem tende a ser revertida, com o faturamento de volumes de fazendas com maior produtividade nos próximos trimestres. A geração de caixa livre apresentou melhora de 4,6%, ainda que negativa, refletindo a sazonalidade do período e a maior necessidade de capital de giro para pagamentos de insumos da safra.

Irrigação e insumos

Durante o primeiro trimestre de 2026, a SLC Agrícola deu início à segunda fase das obras de irrigação na Fazenda Piratini, localizada em Jaborandi, na Bahia, com escavações para os reservatórios e canais de irrigação.

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Atualmente, a companhia conta com 19 mil hectares irrigados, com previsão de alcançar 53 mil hectares nos próximos anos, ampliando a previsibilidade produtiva, rentabilidade e a valorização das terras.

Por fim, a empresa ressalta que já realizou a compra de 100% dos fosfatados e 85% do cloreto de potássio, com 4,3% de aumento em dólar, tendo como base o planejamento agrícola da safra 2026/27. Os defensivos também já foram adquiridos, com 74,3% do volume necessário, e com queda de 6,3% em dólar.

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