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14 de maio de 2026

Sustentabilidade

Embrapa, Simbiose e Bioma levam inovação para reduzir dependência do Brasil de fertilizantes fosfatados com a Caravana Solo Vivo, Fósforo Ativo – MAIS SOJA

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A Cogny, maior ecossistema de biológicos do mundo, que integra empresas como Simbiose, Bioma, Biagro, Biograss e Biojet, anuncia a realização da “Caravana Solo Vivo, Fósforo Ativo”, uma iniciativa em parceria com a Embrapa que irá percorrer importantes regiões agrícolas do Brasil entre maio e julho deste ano. O objetivo é demonstrar, na prática, os benefícios do uso de solubilizadores de fósforo no manejo nutricional das lavouras. O SolubPhos e o BiomaPhos, desenvolvidos em parceria, destacam-se por proporcionar maior eficiência no uso de fertilizantes fosfatados, reduzindo a dependência desse insumo em um cenário de pressão global sobre oferta e preços, agravado pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Com início marcado para esta terça-feira (12/5), a primeira rodada tem passagens por Ciudad del Este, no Paraguai, Cascavel (PR), Ponta Grossa (PR), Dourados (MS) e Itapetininga (SP). A caravana reunirá consultores, agrônomos, decisores técnicos e produtores referência em uma agenda que combina capacitação técnica, visitas a campo e encontros com especialistas. As apresentações serão lideradas pelas pesquisadoras da Embrapa Milho e Sorgo, Dra. Christiane Paiva e Dra. Flávia Santos, responsáveis pelo desenvolvimento dos solubilizadores de fósforo SolubPhos (Simbiose) e BiomaPhos (Bioma), e pela especialista em fósforo Msc. Bruna Feix, representando o Programa ExtraPhos da Cogny.

“Com o apoio da Embrapa e da nossa equipe técnica, o produtor terá a oportunidade de entender, na prática, como os solubilizadores aumentam a eficiência no uso de fertilizantes fosfatados, promovendo melhor aproveitamento nutricional da lavoura sem comprometer a produtividade, mesmo com doses menores de fertilizante fosfatado”, afirma Ivan C. Zorzzi, líder de agronomia da Cogny. “A proposta da caravana é realizar um diagnóstico próximo da realidade de cada produtor e demonstrar, com base em mais de duas décadas de pesquisa e validação em campo, como integrar essas tecnologias ao manejo agrícola”, detalha Zorzzi.

O avanço dos custos dos fertilizantes tem ampliado a pressão sobre a rentabilidade no campo e reforçado a busca do produtor por tecnologias capazes de aumentar a eficiência nutricional das lavouras. Levantamento da consultoria StoneX apontou altas de até 63% em alguns produtos, movimento impulsionado pelas tensões geopolíticas, restrições logísticas e instabilidades no fornecimento global de matérias-primas. “Nesse cenário, os solubilizadores microbiológicos da Bioma e Simbiose ganham espaço ao serem essências para a planta a acessar nutrientes já presentes no solo, permitindo otimizar o uso dos fertilizantes tradicionais e reduzir parte da dependência externa desses insumos”, explica Zorzzi.

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A programação da Caravana Solo Vivo, Fósforo Ativo inclui uma imersão sobre manejo da fertilidade com foco em fósforo, uso de solubilizadores de fosfato e visitas técnicas personalizadas. A agenda já está confirmada para a segunda rodada nos dias 26, 27 e 28 de maio, com passagem por Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Campo Novo do Parecis e Primavera do Leste, todas no Mato Grosso. Os interessados podem procurar representantes da Simbiose e da Bioma para obter mais informações sobre as inscrições.

Solução brasileira que transforma lavouras no mundo todo

A tecnologia desenvolvida entre Bioma, Simbiose e Embrapa já ultrapassou as fronteiras brasileiras, sendo exportada para países da Europa e Estados Unidos. “Os resultados em diferentes regiões mostram que é uma tecnologia robusta, com alto potencial de retorno ao produtor. Hoje, já são dezenas de milhões de hectares tratados. A proposta da Caravana é levar esse conhecimento técnico e evidências de campo sobre nossa tecnologia, conectando ciência e prática”, afirma Ivan C. Zorzzi.

Sobre a Simbiose

A Simbiose possui o maior portfólio de insumos microbiológicos da América Latina. Com mais de 15 anos de experiência no mercado e uma fábrica na cidade de Cruz Alta (RS), a companhia se consolidou como referência na produção de biodefensivos agrícolas e inoculantes feitos à base de microrganismos. Investindo em ciência e desenvolvimento, possui ainda parceria com a Embrapa e diversos centros universitários pelo país para levar ao campo a mais alta tecnologia em insumos biológicos. 

Sobre a Bioma

A Bioma desenvolve soluções tecnológicas na linha de inoculantes, fertilizantes e biodefensivos, buscando equilíbrio hormonal e nutricional das plantas juntamente com um controle eficiente de pragas e doenças, por meio da formulação de produtos essenciais e de máxima qualidade que resultam em maior produtividade dos cultivos. Em parceria com instituições de pesquisa e ensino, a empresa é responsável por um dos portfólios de produtos mais completos e diversificados do mercado nacional de microbiológicos.

Sobre a Cogny

A Cogny é o maior ecossistema de insumos biológicos do mundo, que reúne as empresas Simbiose, Bioma, Biagro, Biograss e Biojet. Com DNA em tecnologia e inovação, possui um amplo portfólio de produtos no País e a maior capacidade produtiva mundial de inoculantes. A companhia tem seis plantas industriais, localizadas nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás, além de 17 centros de distribuição no Brasil com atuação também na Argentina. A Cogny também integra a Orygen Research, o maior centro privado de Pesquisa e Desenvolvimento de microbiológicos do Brasil focado no agronegócio.

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 Fonte: Assessoria de imprensa



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Sustentabilidade

Avaliação elenca as cultivares de trigo mais produtivas na Região Sul – MAIS SOJA

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O Ensaio de Cultivares de Trigo avaliou a produtividade de 30 cultivares na safra 2025, com experimentos a campo nos estados do Rio Grande do Sul e no Paraná.

O Ensaio de Cultivares de Trigo é um trabalho cooperativo que conta com a participação das principais instituições que atuam em pesquisas com trigo no Sul do Brasil, visando identificar o melhor desempenho das cultivares em uso no mercado. Na safra 2025, participaram da condução dos experimentos dez empresas: Biotrigo Genética, Coopatrigo, Embrapa, FAPA, IFRS, OR Genética de Sementes, RTC/CCGL, SEAPI/RS, Setrem e Unijuí.

A rede de ensaios foi conduzida em nove municípios no Rio Grande do Sul e dois no Paraná, seguindo protocolos pré-determinados pela Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale, a fim de  garantir maior precisão e confiabilidade nos resultados de  desempenho de cada cultivar. Ao final da safra 2025, foi compilado o ranking de produtividade das 30 cultivares avaliadas. A média de produtividade variou entre 80 a 100 sacos por hectare (sc/ha). Confira abaixo as 10 cultivares mais produtivas segundo o Ensaio:

A cultivar Xiru Capataz foi destaque no Ensaio de Cultivares, ocupando o primeiro lugar na média de rendimentos, com 100 sc/ha. Xiru Capataz foi lançada em 2024 pela Xiru Agrogenética e conta com base genética Embrapa. A cultivar foi avaliada durante três anos até o lançamento, quando apresentou produtividade 13% superior às testemunhas, representando um ganho de +10,9 sacas por hectare. Xiru Capataz tem classe comercial Trigo Pão (W 250), com ciclo médio/precoce (maturação em 132 dias) e sanidade equilibrada, com comportamento de resistência superior para oídio, ferrugem da folha, VNAC e boa resposta ao déficit hídrico e alumínio.

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Outro destaque no Ensaio foi a cultivar Borak, com 99 sacos por hectare. Trigo Pão (W 255), com ciclo médio de 135 dias, a cultivar apresenta resistência à geada na fase vegetativa, com excelente sanidade para doenças foliares. A estatura baixa das plantas e o colmo forte permitem o maior aporte de nitrogênio e densidade de plantas, o que aumenta o potencial de rendimento na lavoura. O trigo Borak é produto da parceria da Embrapa com a Cotripal.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Trigo João Leonardo Pires, “os resultados servem como subsídio para assistência técnica na indicação de opções para o produtor, além de orientar pesquisadores avaliando a resposta dos materiais na interação entre genótipo e ambiente”.

Novas linhas de melhoramento em trigo

Os avanços no melhoramento genético da Embrapa buscam adequar a oferta de cultivares às demandas do mercado. Nesse sentido, o programa de melhoramento da Embrapa tem direcionado esforços em duas novas plataformas genéticas: trigos precoces com estatura muito baixa (Nano), que permitem maior segurança em sistemas com elevado uso de insumos e condições favoráveis ao acamamento; e trigos com período entre semeadura e espigamento mais longo (Amplyum), ampliando a janela de semeadura e cobrindo o solo de forma antecipada, tornando esse trigo, também, uma planta de serviço para o sistema de produção.

Os trigos da linha Amplyum são desenvolvidos com subperíodo da emergência ao espigamento mais longo que pode chegar a 126 dias, cerca de 20 a 40 dias extras em comparação com as cultivares em uso na Região Sul. Essa característica permite ao produtor flexibilidade desde a implantação da lavoura, com semeadura antecipada, garantindo a cobertura do solo mais cedo sem aumentar riscos de perda por geada.  Além, disso, a cultivar apresenta um período de enchimento de grãos compatível (e até menor) com as demais cultivares, garantindo a colheita em momento que não atrase a semeadura da soja na sequência.

Na linha Nano, o melhoramento está selecionando plantas com estatura muito baixa (60 cm em média) e com colmo firme, capazes de reduzir os riscos de acamamento. Essa plataforma genética busca aumentar a segurança do trigo em condições que favoreçam o acamamento, ocasionadas por vários fatores de manejo e de ambiente.

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“Estamos trabalhando no desenvolvimento de cultivares que atendam às necessidades do mercado, capazes de aliar elevado rendimento de grãos à  maior eficiência no uso de recursos e insumos. Isso é possível por meio da genética, associada à arquitetura de planta, sanidade, produtividade e qualidade tecnológica, somada ao aprimoramento das técnicas de manejo”, explica o pesquisador Ricardo Castro, da equipe de melhoramento genético da Embrapa Trigo.

Fonte: Embrapa


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FONTE

Autor:Joseani M. Antunes (MTb 9693/RS) Embrapa Trigo

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Site: Embrapa

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Sustentabilidade

Defensivos para milho verão retomam crescimento e avançam 21%, para R$ 2,9 bilhões, no ciclo 2025-26 – MAIS SOJA

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Principal empresa de pesquisas de mercado para o agronegócio, a Kynetec Brasil acaba de divulgar o levantamento FarmTrak Milho Verão 2025-26. A pesquisa mostra que o mercado de defensivos para o cereal teve recuperação de 21% frente à safra anterior, subindo de R$ 2,4 bilhões para R$ 2,9 bilhões.

De acordo com o gerente de pesquisas da consultoria, Lucas Alves, o resultado decorreu, principalmente, do aumento da área plantada, de 3,9 milhões de hectares (+9%) e da variação, de 17 para 18, no número de tratamentos realizados, em média, nas propriedades, um crescimento de 6%.

O FarmTrak Milho Verão da Kynetec apontou ainda que os herbicidas seguem na posição de principal categoria de produtos, com 31% do mercado total ou R$ 900 milhões. Inseticidas movimentaram R$ 826 milhões, equivalentes a 28% e fungicidas, R$ 580 milhões, 20%. Tratamentos de sementes, nematicidas e outros insumos representaram 14%, 3% e 4%, respectivamente, R$ 594 milhões no total.

Conforme Lucas Alves, o estudo FarmTrak trouxe à luz o registro de alta na utilização de fungicidas em geral. “São dados relevantes. A adoção saiu de 67% em 2019-20 para 75% no último ciclo”, esclarece o executivo. “Mesmo em áreas destinadas à silagem, essa relação foi de 24% para 52% no período.”

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“Das mudanças de comportamento, apuramos que os fungicidas ‘stroby mix’, que historicamente constituíam a principal ferramenta, permanecem importantes, mas foram superados pelos produtos ‘premium’”, ele revela.

Na safra 2019-20, enfatiza Alves, os ‘stroby mix’ correspondiam a 52% da área tratada por fungicidas. “Estes produtos permanecem importantes. Contudo, somam hoje 30% da área tratada, ao passo que os ‘premium’ já responderam por 38% na safra 2025-26.”

O levantamento FarmTrak Milho Verão resultou de quase 2 mil entrevistas feitas, pessoalmente, com produtores das principais áreas de milho do Brasil: Goiás, Mapiba – Maranhão, Piauí e Bahia -, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e São Paulo.

Sobre a Kynetec

A Kynetec é líder global em análises e insights de dados agrícolas, especializada em saúde animal, nutrição animal, proteção de cultivos, máquinas agrícolas, sementes-biotecnologia e fertilizantes. Possui equipes localizadas em 30 países e fornece dados provenientes de 80 países. No Brasil, a Kynetec Brasil adquiriu o controle das consultorias Spark Inteligência Estratégica e MQ Solutions. Mais informações clique aqui.

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Fonte: Assessoria


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Sustentabilidade

Safra de soja deve bater novo recorde e chegar a 180 milhões de toneladas

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Colheita de soja. Foto: Agência Marca Studio Criativo

A produção brasileira de soja na safra 2025/26 deve atingir 180,1 milhões de toneladas, de acordo com o 8º levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa alta de 5% em relação ao ciclo anterior e consolida um novo recorde para a cultura no país.

Segundo a estatal, o avanço da soja é um dos principais fatores por trás da estimativa recorde para a produção nacional de grãos, projetada em 357,9 milhões de toneladas. A oleaginosa deve acrescentar cerca de 8,6 milhões de toneladas em comparação com a safra passada.

  • Fique por dentro das principais notícias da soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

A área plantada com soja está estimada em 48,7 milhões de hectares, crescimento de 2,9% sobre 2024/25. Já a produtividade média deve subir 2,1%, passando para 3.698 quilos por hectare.

Clima favoreceu desenvolvimento das lavouras

A Conab destaca que as condições climáticas registradas em abril ajudaram o desenvolvimento das lavouras em diferentes regiões produtoras. No Sul, os volumes de chuva favoreceram os cultivos de segunda safra e elevaram a umidade do solo. Já em áreas de Mato Grosso e do Norte do país, os acumulados também ficaram acima da média.

Por outro lado, parte do Centro-Oeste e do Sudeste registrou redução da umidade do solo, cenário que trouxe restrições principalmente para milho e feijão de segunda safra.

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El Niño entra no radar

O levantamento também chama atenção para o aquecimento das águas do Pacífico Equatorial. Segundo a análise climática da Conab, há indicação de transição das condições de neutralidade para um evento de El Niño nos próximos meses.

De acordo com o Instituto Internacional de Pesquisa em Clima (IRI), a probabilidade de formação do fenômeno entre maio e julho é de 88%.

Para o trimestre de maio a julho, a previsão aponta chuvas acima da média em parte das regiões Norte e Nordeste, além de áreas de Mato Grosso e Rio Grande do Sul. No Matopiba, porém, a tendência é de redução gradual da umidade do solo ao longo do período.

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