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Sábado é dia de vacinar: Cuiabá terá 4 pontos gratuitos contra a raiva para cães e gatos

Atendimento ocorre das 8h às 12h. Ação abrange moradores do Parque Atalaia, Chácara dos Pinheiros, Jardim Fortaleza e Osmar Cabral
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e da Coordenadoria de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA), realiza neste sábado (15) uma ação de vacinação antirrábica gratuita para cães e gatos em quatro pontos da Capital. O atendimento será das 8h às 12h.
A vacinação é destinada a animais com mais de três meses de idade e será realizada simultaneamente nos bairros Parque Atalaia, Chácara dos Pinheiros, Jardim Fortaleza e Osmar Cabral.
A ação tem como objetivo ampliar a proteção dos animais contra a raiva, doença grave que também pode ser transmitida aos seres humanos. A vacinação é uma das principais medidas de prevenção e controle da doença.
Os tutores poderão levar seus pets para receber a dose em um dos seguintes locais:
Centro Comunitário do Parque Atalaia: Rua G, Quadra 61
Centro Comunitário da Chácara dos Pinheiros: Rua Nossa Senhora da Guia, s/n
Centro Comunitário do Jardim Fortaleza: Rua F-12, s/n
Residencial Francisca Borba, no Osmar Cabral: Rua 13, Quadra 16, nº 07
A orientação é que os tutores levem os animais de forma segura e adequada, evitando situações que possam causar acidentes durante o atendimento.
A campanha também integra uma estratégia de ampliação da vacinação antirrábica em diferentes regiões de Cuiabá. Pet shops, centros comunitários e empresas interessados em se tornar pontos parceiros podem entrar em contato com a equipe responsável pelo e-mail [ccz.saude@cuiaba.mt.gov.br](mailto:ccz.saude@cuiaba.mt.gov.br).
Para outras informações sobre a ação, os tutores podem entrar em contato pelo telefone (65) 3318-6059.
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Partidos perdem identidade com alianças e pautas eleitorais, avalia cientista político

Os partidos políticos perderam parte de sua identidade com a abertura das alianças para o apoio a projetos eleitorais paralelos. O movimento deve tornar ainda mais difíceis de distinguir os já pouco definidos traços de unidade partidária no Brasil.
O cientista político João Edisom afirma que lideranças filiadas aos partidos estão trocando a unidade dos grupos por pautas pontuais do contexto político, vistas como capazes de gerar maior engajamento entre os eleitores.
Segundo ele, essa mudança ajuda a explicar as alianças firmadas em Mato Grosso para a campanha eleitoral, marcadas por tantas exceções quanto o número de regras.
Todos os maiores partidos liberaram seus correligionários para apoiar candidatos de sua preferência pessoal, mesmo quando eles integram alianças eleitorais adversárias.
“Nós estamos vivendo uma complexidade partidária, isso nunca ocorreu antes na política. A estrutura dos partidos está se perdendo com as alianças sem limites. Os membros não entendem o partido”, disse.
O cientista político explica que a mudança faz parte da própria dinâmica da política e da necessidade de sobrevivência dos políticos em suas carreiras. A novidade, segundo ele, está na extrapolação desse aspecto para fora da organização das siglas.
Os estatutos partidários têm sido preteridos por pautas ideológicas limitadas a determinado momento histórico e vistas como tendo grande potencial para conquistar eleitores, tanto à direita quanto à esquerda.
“Os políticos estão defendendo umas coisas que são racionalmente absurdas, porque é necessário todo um processo muito difícil para serem mudadas. Sejam elas as supostas ameaças à soberania nacional ou o domínio do Brasil pela China, por exemplo”, disse.
Para João Edisom, esses assuntos são capazes de agregar votos porque mobilizam as paixões dos eleitores, seja pelo medo de que determinadas especulações se tornem verdadeiras, alimentado pela falta de informação, seja pelo desvio para outras ideias, como o patriotismo.
O cientista político afirma que o cenário atual apresenta sinais mais preocupantes do que uma eventual metamorfose da chamada velha política. Na avaliação dele, os partidos estão se confundindo na busca pelo poder de maneira cada vez mais passional.
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Marcos Troyjo é nomeado “fellow” do MIT para 2026

Economista e diplomata brasileiro vai pesquisar as transformações da economia global e os impactos da geopolítica sobre comércio, tecnologia e investimentos
O economista, diplomata e ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Marcos Troyjo, foi nomeado Robert E. Wilhelm Fellow 2026 pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), uma das mais prestigiadas instituições acadêmicas do mundo.
A nomeação foi feita pelo Center for International Studies (MIT CIS), centro dedicado à pesquisa e ao debate sobre relações internacionais. No MIT, o título de fellow é concedido a profissionais de reconhecida trajetória para que desenvolvam pesquisas, participem de debates acadêmicos e compartilhem sua experiência com professores e estudantes. A Wilhelm Fellowship é voltada a líderes com atuação relevante em questões internacionais.
Durante sua permanência no instituto, Troyjo deverá se dedicar ao estudo das transformações da ordem econômica internacional e da crescente aproximação entre economia, segurança, tecnologia e geopolítica.
Entre os temas que estarão no centro de seu trabalho estão a reconfiguração da globalização, as mudanças nas cadeias globais de produção, o futuro do comércio e dos investimentos internacionais e os efeitos estratégicos da inteligência artificial.
Troyjo também vem desenvolvendo o conceito de “ESG 2.0”, que amplia a discussão tradicional sobre o tema ao incorporar as dimensões de economia, segurança e geopolítica.
A trajetória que o levou ao MIT reúne experiências no governo brasileiro, em instituições multilaterais e na academia. Troyjo foi secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais e vice-ministro da Economia, além de ter participado das negociações do acordo comercial entre União Europeia e Mercosul.
Entre 2020 e 2023, presidiu o Novo Banco de Desenvolvimento, instituição criada pelos países do Brics, tornando-se o primeiro brasileiro a comandar o banco e o primeiro ocidental a presidir uma instituição multilateral sediada na Ásia.
Na área acadêmica, foi cofundador e codiretor do BRICLab, na Columbia University, onde também lecionou economia internacional. Troyjo ainda teve vínculos acadêmicos com instituições como University of Oxford, Cornell University, INSEAD e Fundação Dom Cabral.
Criada em 2004, a Wilhelm Fellowship já recebeu ex-chefes de governo, ministros das Relações Exteriores, diplomatas, assessores de segurança nacional, militares e dirigentes de organizações internacionais.
Com a nomeação, Troyjo passa a integrar durante 2026 o ambiente acadêmico do MIT em um momento de profundas mudanças na economia mundial, marcado pela reorganização das cadeias produtivas, avanço da inteligência artificial e crescente influência da geopolítica sobre as relações comerciais e financeiras internacionais.
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Circo do Bananinha estreia nesta sexta (14) em Várzea Grande; veja local

Atração montou lona na região da Rodovia Mário Andreazza e promete movimentar as noites da cidade por 30 dias
Várzea Grande recebe, a partir desta sexta-feira (14), uma atração que promete reunir famílias e levar diversão à comunidade: o Circo do Bananinha. A estreia será realizada na região da Mário Andreazza, na rotatória do Posto Papito.
A atração permanecerá em Várzea Grande por 30 dias, oferecendo ao público a oportunidade de acompanhar apresentações circenses e viver momentos de lazer e entretenimento ao longo desse período.
A chegada do circo à cidade conta com o apoio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), por meio da Superintendência de Cultura de Várzea Grande, que tem auxiliado na vinda da atração para o município.
Para a superintendente de Cultura, Luh Arruda, a presença do circo representa mais uma oportunidade de aproximar a população da arte e fortalecer o acesso à cultura.
“O circo tem uma representatividade cultural muito grande para a nossa comunidade. É uma arte que atravessa gerações, reúne as famílias e proporciona momentos de alegria, encantamento e convivência. Nosso papel enquanto Superintendência de Cultura é também apoiar e incentivar a presença dessas manifestações em Várzea Grande, fazendo com que a população tenha cada vez mais acesso à cultura”, destacou Luh Arruda.
Com sua linguagem popular e acessível, o circo faz parte da memória cultural de muitas famílias brasileiras e mantém viva uma tradição que une apresentações artísticas, humor e entretenimento. A estreia do Circo do Bananinha reforça a proposta de ampliar as opções culturais e de lazer disponíveis para os moradores de Várzea Grande.
A SMECEL, por meio da Superintendência de Cultura, destaca que o apoio à iniciativa faz parte do trabalho de incentivo e valorização das diferentes manifestações culturais que chegam ao município.
Com Prefeitura de Várzea Grande
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