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Bebê morre após dormir no colo do pai em Várzea Grande

Um bebê de apenas 4 meses morreu no último sábado (25), dentro da casa da família, no bairro Jardim Icaraí, em Várzea Grande. A criança, identificada como Henrique Morais Pinto de Arruda, era filho de dois advogados conhecidos na região.
Segundo informações repassadas pelos familiares, o menino havia adormecido no colo do pai e, em seguida, foi levado para o quarto. Pouco tempo depois, ao voltar ao local para ligar o ar-condicionado, a mãe percebeu que o bebê não reagia e estava com coloração arroxeada nos lábios.
Diante da situação, Henrique foi levado às pressas ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande. No hospital, a equipe médica tentou reanimar a criança com manobras de emergência, mas ele não resistiu.
Até o momento, não há confirmação sobre o que causou a morte. O caso foi registrado pela Polícia Civil, que abriu investigação e aguarda os resultados dos exames periciais.
A Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso (OAB-MT) divulgou uma nota lamentando a morte do bebê e prestando solidariedade à família. A entidade destacou a dor pela perda precoce e desejou força aos pais, parentes e amigos neste momento difícil.
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Polícia Civil prende esposa de apontado como braço direito de líder de facção ao desembarcar em MT

Mulher retornava de viagem à Europa e teve mandado cumprido no Aeroporto Marechal Rondon; investigação aponta atuação em esquema de lavagem de dinheiro ligado ao crime organizado
A Polícia Civil prendeu, na madrugada desta sexta-feira (31.7), uma mulher de 31 anos investigada por integrar facção criminosa e atuar na lavagem de capitais. Ela foi detida no momento em que desembarcava no Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, após retornar de viagem à Europa.
A prisão foi realizada por policiais da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) com apoio da Polícia Federal.
A investigada é um dos alvos da Operação Replay, deflagrada simultaneamente nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande (MT), Balneário Camboriú e Itapema (SC) e Rio de Janeiro (RJ), nesta quinta-feira (30), pela Draco e GCCO. Como estava em viagem internacional no momento do cumprimento das ordens judiciais, o mandado de prisão preventiva foi cumprido assim que ela desembarcou em Mato Grosso.
*Esposa de investigado*
A mulher é esposa de um investigado apontado como braço financeiro e homem de confiança de uma das principais lideranças da organização criminosa investigada.
Segundo a investigação, embora não possuísse renda formal compatível, ela movimentava expressivos valores em diversas contas bancárias, sendo apontada como responsável por ocultar e dissimular recursos provenientes das atividades ilícitas da facção criminosa.
*Operação Replay*
A Operação Replay é desdobramento das investigações que deram origem às operações Apito Final, Fair Play e Tempo Extra. A nova fase foi desenvolvida a partir da extração e análise de dados telemáticos obtidos nas investigações anteriores.
Segundo a investigação, as provas reunidas indicam a divisão de funções entre os envolvidos, o uso de contas bancárias de terceiros e a aquisição de bens em nome de pessoas sem capacidade financeira compatível, com o objetivo de ocultar a movimentação de recursos
.
As medidas patrimoniais determinadas pela Justiça atingem aproximadamente R$ 17,28 milhões em imóveis e veículos, incluindo apartamentos e casas de alto padrão em Mato Grosso e Santa Catarina, além de terrenos e veículos. Também foi requerido o bloqueio financeiro de até R$ 15,324 milhões, valor relacionado à movimentação financeira identificada durante as investigações.
*Comando era mantido de dentro da prisão*
A investigação identificou que um dos investigados continuava transmitindo orientações de dentro de uma unidade de segurança máxima do sistema penitenciário estadual.
De acordo com as apurações, as comunicações analisadas fazem referência ao repasse de orientações sobre movimentação de valores, registros financeiros e contato com outros investigados que permaneciam em liberdade.
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Mercado da soja tem ritmo lento e registra pequenas oscilações nos preços

O mercado brasileiro de soja teve uma sessão lenta, sem muitas novidades. Conforme avalia o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os movimentos registrados na Bolsa de Chicago foram pequenos e não provocaram alterações relevantes no mercado físico. O dólar também exerceu impacto limitado sobre as cotações.
Silveira destaca que, de maneira geral, as variações de preços foram apenas nominais, entre R$ 0,50 e R$ 1,00 por saca. O analista acrescenta que o produtor permaneceu bastante afastado das negociações, assim como os demais players.
“As indústrias também mostraram pouco apetite por compras, e nos portos não houve registro de volumes mais expressivos”, resume.
Preços da soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): recuou de R$ 140,00 para R$ 139,00.
- Santa Rosa (RS): recuou de R$ 141,00 para R$ 140,00.
- Em Cascavel (PR): caíram de R$ 134,00 para R$ 131,00.
- Em Rondonópolis (MT): avançaram de R$ 127,00 para R$ 128,00.
- Dourados (MS): recuou de R$ 127,50 para R$ 127,00.
- Rio Verde (GO): permaneceu em R$ 128,00.
- Paranaguá (PR): recuou de R$ 145,00 para R$ 143,00.
- Em Rio Grande (RS): caíram de R$ 146,00 para R$ 145,00.
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta sexta-feira (31), na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), acentuando as perdas da semana e reduzindo os ganhos mensais. Apesar do anúncio de novas vendas de produto americano, a previsão de chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias pressionou os contratos.
Na semana, novembro teve desvalorização de 5,3%. Mas no balanço de julho, os contratos acumularam valorização de 3,8%.
Precipitações neste período são banéficas ao desenvolvimento das lavouras. Agosto é um mês chave para a definição do potencial produtivo da safra americana. Até o momento, apesar das temperaturas elevadas recentes, as indicações são positivas.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 252.000 toneladas de soja para destinos não revelados, a serem disponibilizadas na temporada 2026/27.
Três fatores contribuíram para os ganhos em Chicago em julho. O petróleo voltou a subir com a tensão no Oriente Médio escalonando. A demanda chinesa pelo produto americano se aqueceu e, completando o cenário positivo, boletins apontando clima seco e altas temperaturas sobre o cinturão produtor americano garantiram picos característicos desse mercado de clima.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com baixa de 1,50 centavo de dólar, ou 0,12%, a US$ 11,70 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 11,87 1/2 por bushel, com retração de 1,25 centavo de dólar ou 0,10%.
Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,60 ou 0,81% a US$ 314,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 67,26 centavos de dólar, com perda de 0,96 centavo ou 1,40%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,13%, sendo negociado a R$ 5,0685 para venda e a R$ 5,0665 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0615 e a máxima de R$ 5,0875. Na semana, a moeda recuou 0,23% Em julho, a perda ficou em 1,83%.
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Foragida por homicídio é presa ao procurar delegacia para registrar ocorrência em Poconé

Mulher de 37 anos buscava solicitar medidas protetivas com base na Lei Maria da Penha, mas teve mandado de prisão preventiva cumprido durante o atendimento
A Polícia Civil prendeu, nesta sexta-feira (31.07), em Poconé, uma mulher, de 37 anos, que estava foragida da Justiça de Mato Grosso pelo crime de homicídio.
A prisão foi realizada por volta das 9h45, quando a mulher procurou a Delegacia de Poconé para registrar um boletim de ocorrência por lesão corporal e requerer medidas protetivas de urgência, com base na Lei Maria da Penha.
Porém, enquanto realizava os procedimentos de praxe, a policial civil que atendia o caso constatou que havia um mandado de prisão preventiva contra a mulher, expedido pela Primeira Vara Criminal de Cáceres, pelo crime de homicídio.
Diante da situação, a equipe da Delegacia de Poconé cumpriu o mandado de prisão e a mulher foi conduzida para a cela da unidade policial, onde ficou à disposição da Justiça.
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