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12 de junho de 2026

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Brasil adere a programa de pesquisa para agricultura sustentável da OCDE

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Foto: Freepik

O governo brasileiro formalizou a adesão ao Programa de Pesquisa Cooperativa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para Agricultura e Sistemas Alimentares Sustentáveis, conforme informou o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em nota.

A carta de adesão foi entregue durante reunião na sede da organização, em Paris, ocorrida na última sexta-feira (24), com a participação do secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luís Rua, e do representante do Brasil junto às Organizações Internacionais Econômicas em Paris, o embaixador Sarquis J. B. Sarquis.

Pela OCDE, participaram o secretário-geral adjunto, Yasushi Masaki, e a diretora de Comércio e Agricultura, Marion Jansen.

Segundo a pasta, a entrada do Brasil no programa reforça a contribuição do país em pesquisa agropecuária, especialmente em agricultura tropical.

“O Brasil conta com uma rede de instituições de pesquisa, universidades e centros de excelência, com destaque para a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), cuja atuação tem sido parte central dos ganhos de produtividade e sustentabilidade da agricultura nacional. A participação no programa permitirá ao Brasil ampliar sua presença nas discussões da OCDE sobre agricultura, segurança alimentar, sustentabilidade e inovação”, disse o ministério na nota.

Há expectativa de que a adesão gere redução de custos de cooperação internacional, com acesso à rede de intercâmbio científico, bolsas de pesquisa, conferências, workshops e simpósios apoiados pelo programa.

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Seapi erradica foco de greening e amplia monitoramento em Palmitinho

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A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) concluiu, nesta quinta-feira (11), a erradicação do foco de greening (HLB) e o monitoramento em um raio de 500 metros ao redor da propriedade onde a doença foi identificada em Palmitinho, no Médio Alto Uruguai. Desde a confirmação do primeiro registro no Rio Grande do Sul, em 8 de junho, servidores do Estado e da União atuam na contenção do foco.

Segundo a Seapi, cerca de 60 plantas com sintomas compatíveis com a doença foram identificadas e erradicadas na área de contenção. As ações abrangeram 26 imóveis localizados no raio inicial de monitoramento.

A próxima etapa será conduzida pelo Departamento de Defesa Vegetal (DDV) da Seapi, com levantamento fitossanitário em um raio de 2,4 quilômetros ao redor do foco. De acordo com o material divulgado, essa nova fase deve abranger aproximadamente 230 imóveis.

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As medidas em andamento incluem remoção de plantas infectadas, controle do psilídeo Diaphorina citri, inseto transmissor da bactéria associada ao greening, e monitoramento das propriedades no entorno da área afetada. Os trabalhos são realizados em conjunto com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), conforme as diretrizes do Programa Nacional de Prevenção e Controle do Huanglongbing (PNCHLB).

A principal hipótese informada para a introdução da doença no Rio Grande do Sul é o uso de mudas irregulares já contaminadas. Por isso, o DDV orienta produtores e consumidores a utilizar exclusivamente mudas produzidas conforme a legislação federal, com origem comprovada, rastreabilidade e garantia fitossanitária.

A identificação do foco ocorreu após monitoramento da Defesa Vegetal. Entre novembro de 2025 e março de 2026, foram instaladas 374 armadilhas em 77 municípios, com 4.326 leituras para detecção do psilídeo. Em 2025, a Seapi realizou 211 inspeções em pomares de 65 municípios e coletou 13 amostras suspeitas, todas com resultado negativo. Em 2026, até a confirmação do foco em Palmitinho, haviam sido feitas outras 47 inspeções em 19 municípios, também sem registros positivos.

De acordo com a Seapi, o greening afeta todas as espécies de citros, não tem tratamento curativo e pode reduzir a produtividade, comprometer a qualidade dos frutos e levar à morte das plantas. O material divulgado não informa prazo para conclusão do novo levantamento em raio de 2,4 quilômetros.

Fonte: agricultura.rs.gov.br

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IDR-Paraná recebe 11 veículos para reforçar extensão rural no estado

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O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) recebeu, na tarde desta quinta-feira (11), 11 veículos novos para reforçar a frota usada no trabalho de extensão rural no estado. A entrega simbólica foi realizada na Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), em Curitiba. Segundo o material divulgado, o investimento total foi de cerca de R$ 1 milhão, com recursos do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e contrapartida do IDR-Paraná.

De acordo com as informações divulgadas, foram entregues 11 veículos modelo Polo, da Volkswagen, novos e equipados. Os recursos para a compra foram formalizados em contrato firmado em 2023. Do valor global, cerca de R$ 974 mil vieram do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), enquanto aproximadamente R$ 65 mil foram aportados pelo IDR-Paraná.

A cerimônia contou com a participação de representantes do governo estadual e do ministério. Em declaração divulgada no material, o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Natalino Avance de Souza, afirmou que os veículos foram adquiridos para fortalecer a extensão rural e apoiar as atividades realizadas pelos extensionistas em diferentes comunidades do meio rural paranaense.

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A superintendente do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) no Paraná, Leila Klenk, também destacou, segundo o texto, a importância da melhoria de infraestrutura para o atendimento à agricultura familiar. Ainda conforme o material, os veículos serão usados para dar suporte ao serviço de assistência técnica e extensão rural.

Após a entrega, os automóveis passarão a integrar a frota já existente do instituto. O texto informa que eles serão destinados a pontos estratégicos para a atuação dos extensionistas no campo.

O material fornecido não detalha quais regiões do Paraná receberão os veículos, nem informa critérios de distribuição, cronograma operacional ou número de produtores que deverão ser atendidos com o reforço da frota.

Com a incorporação dos 11 veículos, o IDR-Paraná amplia a estrutura disponível para as ações de extensão rural. O material divulgado, no entanto, não informa metas de atendimento, prazos operacionais ou impactos mensuráveis para os produtores.

Fonte: agricultura.pr.gov.br

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Colheita de café no Brasil alcança 30% da safra 2026/27, mas segue atrasada

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Foto: Pixabay.

A colheita da safra brasileira de café 2026/27 avançou para 30% da área estimada até o dia 10 de junho, conforme levantamento semanal da Safras & Mercado. O índice representa um crescimento de sete pontos percentuais em relação à semana anterior, mas ainda permanece abaixo dos 35% registrados no mesmo período de 2025 e da média de 33% observada nos últimos cinco anos.

O café canéfora (conilon/robusta) continua liderando os trabalhos de campo, com 43% da produção já colhida. Apesar do avanço, o percentual também está abaixo do desempenho do ano passado e da média quinquenal, ambos em 49%.

No Espírito Santo, principal estado produtor de conilon do país, a colheita alcançou 39% da safra. Segundo o analista da Safras & Mercado, Gil Barabach, o atraso está relacionado principalmente à maturação mais tardia das lavouras nesta temporada.

Já a colheita do café arábica atingiu 23% da produção. O desempenho fica abaixo dos 26% registrados em igual período de 2025 e da média de 25% dos últimos cinco anos. De acordo com Barabach, as chuvas têm dificultado o avanço dos trabalhos, especialmente na região Sul de Minas Gerais.

Apesar dos atrasos observados até o momento, as perspectivas para a safra seguem positivas. Segundo o analista, os primeiros resultados apontam boa qualidade dos grãos, com destaque para a peneira, indicador importante para a valorização comercial do café brasileiro.

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