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4 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Capacidade de armazenagem agrícola cresce 1,1% e chega a 233,8 milhões de toneladas no 2 semestre de 2025

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No 2º semestre de 2025, a capacidade disponível para armazenamento no Brasil foi de 233,8 milhões de toneladas, 1,1% superior ao semestre anterior. O número de estabelecimentos (9.668) cresceu 0,5% frente ao primeiro semestre de 2025.

Neste período, apenas a Região Sul apresentou redução no número de estabelecimentos, enquanto as demais apresentaram aumento, com destaque para a Região Norte, que subiu 4,7%; seguido do Nordeste (1,9%); Sudeste (1,5%) e Centro-Oeste (0,3%).

Em relação aos estoques dos cinco principais produtos agrícolas existentes nas unidades armazenadoras, em 31/12/2025, os estoques de milho representaram o maior volume (22,8 milhões de toneladas), seguidos pelos estoques de soja (7,3 milhões), trigo (6,0 milhões), arroz (2,9 milhões) e café (0,8 milhão). Estes produtos constituem 90,3% do total estocado entre os produtos monitorados por esta pesquisa, sendo os 9,7% restantes compostos por algodão, feijão preto, feijão de cor, e outros grãos e sementes. No total, a pesquisa levantou 44,1 milhões de toneladas de produtos que monitora.

Capacidade dos silos atinge 124,7 milhões de toneladas, com alta de 1,2%

O total de capacidade útil disponível no Brasil para armazenamento, registrado no segundo semestre de 2025, em estabelecimentos ativos na pesquisa, foi de 233,8 milhões de toneladas, 1,1% superior ao semestre anterior. Em termos de capacidade útil armazenável, os silos predominam no País, tendo alcançado 124,7 milhões de toneladas, o que representa 53,3% da capacidade útil total. Em relação ao semestre anterior, os silos apresentaram um acréscimo de 1,2% na capacidade.

Na Região Sul, os silos são responsáveis por 65,6% da capacidade armazenadora regional. A Região concentra 42,7% da capacidade total de silos do País.

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Os armazéns convencionais, estruturais e infláveis predominam na Região Sul (34,1%), seguida pela Região Sudeste (32,2%). Essas Regiões são, respectivamente, grandes produtoras de arroz e café, produtos que são armazenados em sacarias e que utilizam este tipo de armazém. O Sul e o Sudeste, juntos, correspondem a 66,3% da capacidade total de armazéns convencionais, estruturais e infláveis do país.

Na distribuição dos tipos de armazenagem, por Unidade da Federação, o Rio Grande do Sul possui o maior número de estabelecimentos de armazenagem (2.444), seguido do Mato Grosso, com 1.799 e Paraná, com 1.372 unidades.

Mato Grosso possui a maior capacidade de armazenagem do País, com 64,2 milhões de toneladas. Deste total, 58,8% são do tipo graneleiros e 37,1% são silos. O Rio Grande do Sul e o Paraná possuem 38,9 e 35,7 milhões de toneladas de capacidade, respectivamente, sendo o silo o tipo de armazém predominante nesses Estados. A capacidade instalada está diretamente relacionada com a distribuição da produção de grãos no País.

Entre os dez municípios com maior capacidade instalada no País, sete se encontram no Mato Grosso, sendo Sorriso o que possui maior capacidade do País com 5,9 milhões de toneladas . Os armazéns graneleiros são responsáveis por 76,4% da capacidade total municipal, que é o maior produtor nacional de soja e milho. Sorriso responde por 9,1% da capacidade de armazenagem do Estado e, juntamente a Nova Mutum, Primavera do Leste, Sinop, Campo Novo do Parecis, Sapezal e Lucas do Rio Verde respondem por 37,8% da capacidade estadual.

Em Goiás, o destaque é a municipalidade de Rio Verde, que responde por 14,5% da capacidade de armazenagem do Estado. Ponta Grossa se destaca com a maior capacidade de armazenagem instalada do Paraná e o sétimo município do País, com 2,6 milhões de toneladas, sendo o graneleiro o principal tipo de estrutura (48,8%), seguido pelos silos, com 41,4%.

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Em São Paulo, o destaque é Santos, onde se encontra o maior porto do país, que possui 15,0% da capacidade de armazenamento estadual, sendo predominantes os graneleiros com 60,5% da capacidade de armazenagem santista.

A série histórica da Pesquisa de Estoques mostra que desde 1997, a capacidade útil total instalada teve um acréscimo de 112,5%, passando de 110,0 para 233,8 milhões de toneladas.

Fonte: IBGE



FONTE

Autor:IBGE

Site: IBGE

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Sustentabilidade

Trigo/BR: Colheita avança no Sul, mas clima reduz produtividade e qualidade dos grãos – MAIS SOJA

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Trigo/BR: 66,9% colhido. No RS, os produtores seguem intensificando o ritmo da colheita em razão da sequência de dias sem chuva. A produtividade e a qualidade dos grãos permanecem mais baixos em relação ao projetado no início da safra, influenciadas pelas condições climáticas e pelo nível de manejo adotado nas lavouras.

No PR, a colheita avançou e a qualidade das lavouras remanescentes reduziu. O produto colhido apresenta PH e falling number abaixo dos padrões de qualidade exigidos. Em SC, a colheita avança com perdas de produtividade e qualidade em razão da elevada precipitação. No Extremo Oeste e no Oeste, a colheita está em andamento. Nos Planaltos e na Serra Catarinense, de calendário mais tardio, a cultura está entre as fases de enchimento de grãos e maturação.

Na BA, GO, MG, MS e SP a colheita está encerrada

Fonte: Conab

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Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho deve ter dia lento nos negócios – MAIS SOJA

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 O mercado brasileiro de milho pode ter uma quarta-feira de movimentação lenta nos negócios, em meio ao impasse de produtores e compradores no que tange aos preços. O dólar opera em queda frente ao real, mas a recente escalada deve fazer com que os produtores segurem as intenções de venda, apostando em preços mais elevados para o cereal. Na ponta compradora, porém, a demanda deve seguir fraca, uma vez que os consumidores estão bem ofertados do cereal. No cenário internacional, a pressão de oferta proveniente do avanço da colheita nos Estados Unidos mantém a Bolsa de Chicago em queda.

O mercado brasileiro de milho teve um retorno do feriado de negociações fracas. Segundo o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, os produtores acreditam que as cotações podem subir devido ao câmbio, já os consumidores não veem espaço para altas devido à oferta e ao bom clima para a safra de verão.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 67,00/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 66,00/69,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 56,00/60,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 60,00/62,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 66,00/67,00 a saca.

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No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 68,00/70,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 61,00/63,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 57,00/60,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 52,00/56,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em dezembro de 2026 estão cotados a US$ 4,40 1/2 por bushel, queda de 2,00 centavos em relação ao fechamento anterior.

* O mercado estende perdas, pressionados pelo avanço da colheita nos Estados Unidos e pelas preocupações com o ritmo mais lento da demanda externa pelo produto norte-americano. O desempenho negativo do petróleo em Nova York também contribui para o cenário de baixa.

* Ontem (3), os contratos de milho com entrega em dezembro/26 fecharam a US$ 4,42 1/2 por bushel, com baixa de 5,75 centavos, ou 1,28%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/27 fechou a sessão a US$ 4,56 1/4 por bushel, recuo de 5,75 centavos, ou 1,24%, em relação ao fechamento anterior.

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CÂMBIO

* O dólar comercial registra baixa de 0,57% a R$ 5,4547. O Dollar Index registra queda de 0,48% a 101,376 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia fecharam mistas. China, +2,11%. Japão, -1,42%.

* As principais bolsas na Europa operam firmes. Paris, +1,42%. Frankfurt, +1,52%. Londres, +1,19%.

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* O petróleo opera em baixa. Dezembro do WTI em NY: US$ 95,12 o barril (-1,00%).

AGENDA

10:30 – EUA: Balança comercial de bens e serviços de setembro.

12:30 – EUA: Relatório semanal da Administração de Informações de Energia (EIA) sobre estoques de petróleo referente à semana de 30 de outubro.

18:30 – Definição da taxa Selic pelo Copom/BC.

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– Resultados financeiros da Minerva, da Vibra e da Prio.

20:50 – Japão: Ata da reunião de política monetária do Banco do Japão (BoJ).

—–Quinta-feira (05/11)

07:00 – Zona do euro: Índice de Preços ao Produtor (PPI) de setembro.

09:00 – Reino Unido: Ata da reunião do Comitê de Política Monetária do Banco da Inglaterra.

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09:00 – Reino Unido: Decisão sobre as taxas de juros do Banco da Inglaterra.

09:00 – Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física do Brasil/IBGE.

10:30 – EUA: Dados de exportação semanal de grãos/USDA.

15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.

15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

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16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Resultados financeiros da PetroRecôncavo e do Brasil Agro.

20:30 – Japão: Pesquisa preliminar do trabalho – salários, emprego e horas trabalhadas de setembro.

—–Sexta-feira (06/11)

10:30 – EUA: Relatório de emprego dos Estados Unidos de outubro.

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15:00 – Balança comercial consolidada de outubro/MDIC.

16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.

– Resultado financeiro da Fertilizantes Heringer.

Autor/Fonte: Arno Baasch – arno@safras.com.br) / (Agência Safras)

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Sustentabilidade

Arroz/BR: Semeadura atinge 50,9% no país com avanço no RS e progresso nas demais regiões – MAIS SOJA

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Arroz/BR: 50,9% semeado. No RS, o clima foi mais estável e permitiu bom avanço do plantio. Ao todo, cerca de 60% da área estadual está semeada, com bom desenvolvimento geral da cultura. No TO, as chuvas recentes permitiram o preparo e a sistematização das áreas de várzea, iniciando o plantio do arroz irrigado.

Em SC, mesmo com a baixa luminosidade, as temperaturas amenas e o excesso hídrico, o plantio avança e se aproxima do final. As lavouras apresentam danos pontuais por conta desse cenário climático.

No MA, a semeadura do arroz irrigado foi finalizada, restando as áreas tardias de arroz sequeiro. No PR, o clima foi mais favorável e permitiu a retomada do plantio. As condições das lavouras são consideradas boas.

Fonte: Conab

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FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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