Sustentabilidade
Alta tecnologia na nutrição das plantas garante produtividade e rentabilidade na produção de soja

A safra de soja 2025/26 desponta com projeções otimistas no volume de produção. A estimativa nacional da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é alcançar um recorde de 180,1 milhões de toneladas. Para manter números positivos, porém, o sojicultor enfrenta um cenário complexo para proteger a margem de lucro em um momento de preços pressionados e alta nos custos de produção.
A resposta para esse desafio passa necessariamente pelo incremento na produtividade por hectare, sem a necessidade de aumentar a área de cultivo. Como os valores das sementes, insumos, maquinário e mão-de-obra estabelecidos, o investimento em fertilizantes de alta performance é um meio para diluir custos fixos da fazenda e elevar a rentabilidade do produtor. Uma nutrição adequada contribui para ampliar o volume colhido na mesma área.
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Para que a planta consiga expressar todo o seu potencial produtivo e entregar esse volume extra, a busca pela máxima eficiência nutricional torna-se um ponto-chave de sobrevivência. Considerando, principalmente, as sucessivas safras recordes, o cuidado com o solo é fundamental. A reposição dos nutrientes contribui para essa eficiência na produção, evitando, sobretudo, desperdícios.
Com base em ciência e pesquisa, Yara, líder mundial em nutrição de plantas, conta em seu portfólio com uma inovação de alto desempenho para o manejo das lavouras: o YaraBasa FULL. A tecnologia foi testada e comprovada em mais de 25 pesquisas de campo e mais de 100 lavouras demonstrativas distribuídas em regiões estratégicas de produção de soja no Brasil.
Do ponto de vista financeiro, o retorno sobre o investimento é altamente atrativo. Análises demonstram que, em média, o produtor que faz um investimento adicional equivalente a 1 ou 1,5 saca de soja por hectare no pacote tecnológico obtém um retorno médio de 4,5 sacas — uma proporção de 1 para 3 em apenas seis meses de ciclo.
Para os produtores que buscam o chamado “teto produtivo”, a aplicação do YaraBasa FULL associado ao programa nutricional “Super Soja”, que engloba soluções foliares e bioinsumos, pode elevar esse ganho para até 7,2 sacas adicionais por hectare. Considerando a produtividade média nacional de 70 sacas por hectare, isso representa um ganho real de cerca de 10%. “Após a aplicação da solução, alcancei um bom arranque inicial no cultivo de soja. Mesmo passando por uma estiagem ao terminar de granar, consegui nove sacas por hectare”, conta Amaral Mendonça, produtor rural da Fazenda Cachoeira, em Santana do Itararé (PR).
Tecnologia melhora a exploração do solo e a absorção de água e nutrientes
O YaraBasa FULL é a evolução natural da já consagrada linha YaraBasa, sendo a marca mais reconhecida pelos agricultores e carro-chefe em vendas por sua alta performance. A solução inovadora integra macronutrientes (NPK), micronutrientes e bioinsumos no mesmo grânulo.
Utilizando uma tecnologia patenteada, o fertilizante conta com o recobrimento YaraAmplix OPTIBMZ, que une micronutrientes de alta eficiência com substâncias húmicas. Esse revestimento permite estabilizar o produto e manter a sua estrutura física, garantindo uma aplicação mais segura e contínua, melhorando ainda mais o desempenho do fertilizante.
Na prática agronômica, o impacto dessa combinação é imediato desde a base da planta. Os nutrientes bem-posicionados estimulam diretamente o sistema radicular. Com raízes mais profundas e bem desenvolvidas, a soja consegue absorver mais água e nutrientes, o que garante maior resistência para enfrentar condições adversas e estresses abióticos, como o estresse hídrico.
“Uma planta bem nutrida resulta em uma estrutura vegetal mais aprimorada, com maior formação de ramos e, consequentemente, mais posições para a formação e fixação de flores e vagens. O resultado direto pode ser visto na balança: os grãos ficam consideravelmente mais pesados. Em nossas lavouras demonstrativas, já foi possível registrar o aumento do peso de mil sementes (PMS) de 140 gramas para 180 gramas”, comenta Leonardo Soares, Gerente Agronômico da Yara Brasil.
Sustentabilidade e eficiência de mãos dadas
Além do ganho econômico direto, a nova tecnologia dialoga com a urgência climática global. Aumentar a produtividade otimizando o uso de cada nutriente adicionado ao solo é, por si só, uma prática sustentável.
Plantas nutridas com o YaraBasa FULL produzem mais biomassa e apresentam lavouras mais uniformes, o que eleva a capacidade de captura de carbono. Essa dinâmica melhora a saúde do solo e reduz consideravelmente a pegada de carbono por saca de soja produzida, atendendo às exigências de um mercado global cada vez mais atento à sustentabilidade.
Essa nova solução da Yara é produzida inteiramente no Brasil, com formulação nas unidades de Rio Grande (RS) e Ponta Grossa (PR) – a estrutura fabril recebeu investimento de R$20 milhões para trabalhar com o novo produto. “O produtor que adota uma nutrição correta e tecnológica no momento de plantio, evita desperdícios, protege sua rentabilidade e lidera a agricultura do futuro”, ressalta Leonardo Soares.
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Sustentabilidade
Soja/BR: Semeadura atinge 54,3% do país com avanços no Centro-Oeste e progresso no Sul – MAIS SOJA

Soja/BR: 54,3% semeado. Em MT, a implantação avança para os talhões marginais, com as lavouras exibindo bom desenvolvimento vegetativo e quadro fitossanitário normal, embora haja heterogeneidade pontual no estabelecimento das lavouras.
Em MS, as chuvas dificultaram a semeadura e os manejos preventivos. Em GO, o plantio avança impulsionado pela antecipação do calendário e pela regularidade das chuvas. As lavouras estão em emergência e desenvolvimento inicial. Em MG, o plantio progrediu devido às chuvas moderadas e a boa umidade do solo.
Em SP, a semeadura ganhou ritmo com a redução das chuvas. Os solos com boa umidade favorecem a germinação e a emergência. No PR, a maioria das lavouras apresenta bom desenvolvimento e o plantio avança nas janelas de tempo seco.
Em SC, a semeadura evoluiu de forma lenta e desigual, limitada pela saturação do solo e pelo atraso na colheita do trigo. Está mais adiantada no Oeste e no Extremo Oeste e ainda inicial nos Planaltos e na Serra. No RS, a umidade do solo favoreceu o bom andamento da semeadura, sobretudo nas áreas bem drenadas, com boa emergência das primeiras lavouras.
No PA, as chuvas, embora irregulares, incentivaram o plantio. Na BA, a semeadura foi finalizada no manejo irrigado e iniciada no sequeiro, nas áreas com chuvas mais significativas. No TO, a semeadura avançou com a ocorrência das chuvas, mas segue em atraso no Sul e no Norte do estado.
No MA, prossegue a semeadura na região Sul, nos Gerais de Balsas. No PI, a semeadura segue em ritmo descompassado pela irregularidade das chuvas no Sudoeste do estado.
Previsão Agrometeorológica (03/11/2026 a 09/11/2026)
N-NE: Os maiores acumulados de chuva devem se concentrar no Oeste AM. Acumulados entre 20 e 40 mm são previstos em áreas do AC, de RR, de RO, do Sul PA e do TO. Na maior parte das localidades no Oeste do AP e no Norte e Nordeste do PA, não são esperados acumulados significativos. No Nordeste, não há previsão de chuvas para a maior parte do Norte da Região. São previstos acumulados abaixo de 10 mm no Centro-Sul do MA e do PI. No Oeste e Sul da BA, são previstos acumulados mais expressivos somente a partir do começo da próxima semana. No geral, as condições ainda serão desfavoráveis para um maior avanço na semeadura dos cultivos de primeira safra no PA e na maior parte do Matopiba.
CO: A condição varia entre tempo estável a pancadas de chuva isoladas. Acumulados entre 10 e 30 mm deverão ocorrer especialmente no Centro-Sul e Oeste de MT, além de MS, GO e DF. A partir do fim de semana, há previsão de temporais principalmente em MS e Sul de MT, com acumulados que também devem aumentar em GO e DF. Apesar das chuvas intensas, as condições serão, no geral, favoráveis ao manejo e ao desenvolvimento das lavouras.
SE: Na primeira metade da semana, há previsão de instabilidades na porção mais central da região, desde o Oeste de MG até a divisa do RJ com o ES. Volumes de chuva mais expressivos deverão ocorrer em SP, especialmente, no Centro-Leste, na maior MG, no Norte do RJ e no Sul do ES, com maiores acumulados a partir da quinta-feira. No Norte de MG, os maiores acumulados devem ocorrer somente a partir do domingo. No Oeste de SP e no Oeste de MG, são previstos volumes baixos a moderados. No geral, as condições serão favoráveis ao manejo e ao desenvolvimento das lavouras.
S: A semana será de tempo instável, com pancadas de chuvas e possibilidade de queda de granizo nos três estados. No RS, são previstos acumulados expressivos, especialmente, no Centro e Oeste, com impactos principalmente aos cultivos de inverno. Em SC e no PR, os acumulados também serão significativos, com danos pontuais às lavouras. No Norte do PR e no Sul do RS, os volumes serão menores. Apesar dos temporais e das chuvas intensas, a
umidade no solo e os intervalos de tempo firme deverão favorecer o manejo e o desenvolvimento da maioria das lavouras.
Fonte: Conab

Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Trigo/BR: Colheita avança no Sul, mas clima reduz produtividade e qualidade dos grãos – MAIS SOJA

Trigo/BR: 66,9% colhido. No RS, os produtores seguem intensificando o ritmo da colheita em razão da sequência de dias sem chuva. A produtividade e a qualidade dos grãos permanecem mais baixos em relação ao projetado no início da safra, influenciadas pelas condições climáticas e pelo nível de manejo adotado nas lavouras.
No PR, a colheita avançou e a qualidade das lavouras remanescentes reduziu. O produto colhido apresenta PH e falling number abaixo dos padrões de qualidade exigidos. Em SC, a colheita avança com perdas de produtividade e qualidade em razão da elevada precipitação. No Extremo Oeste e no Oeste, a colheita está em andamento. Nos Planaltos e na Serra Catarinense, de calendário mais tardio, a cultura está entre as fases de enchimento de grãos e maturação.
Na BA, GO, MG, MS e SP a colheita está encerrada
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Mercado brasileiro de milho deve ter dia lento nos negócios – MAIS SOJA

O mercado brasileiro de milho pode ter uma quarta-feira de movimentação lenta nos negócios, em meio ao impasse de produtores e compradores no que tange aos preços. O dólar opera em queda frente ao real, mas a recente escalada deve fazer com que os produtores segurem as intenções de venda, apostando em preços mais elevados para o cereal. Na ponta compradora, porém, a demanda deve seguir fraca, uma vez que os consumidores estão bem ofertados do cereal. No cenário internacional, a pressão de oferta proveniente do avanço da colheita nos Estados Unidos mantém a Bolsa de Chicago em queda.
O mercado brasileiro de milho teve um retorno do feriado de negociações fracas. Segundo o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, os produtores acreditam que as cotações podem subir devido ao câmbio, já os consumidores não veem espaço para altas devido à oferta e ao bom clima para a safra de verão.
No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 67,00/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 66,00/69,00 a saca.
No Paraná, a cotação ficou em R$ 56,00/60,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 60,00/62,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 66,00/67,00 a saca.
No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 68,00/70,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 61,00/63,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 57,00/60,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 52,00/56,00 a saca em Rondonópolis.
CHICAGO
* Os contratos com entrega em dezembro de 2026 estão cotados a US$ 4,40 1/2 por bushel, queda de 2,00 centavos em relação ao fechamento anterior.
* O mercado estende perdas, pressionados pelo avanço da colheita nos Estados Unidos e pelas preocupações com o ritmo mais lento da demanda externa pelo produto norte-americano. O desempenho negativo do petróleo em Nova York também contribui para o cenário de baixa.
* Ontem (3), os contratos de milho com entrega em dezembro/26 fecharam a US$ 4,42 1/2 por bushel, com baixa de 5,75 centavos, ou 1,28%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/27 fechou a sessão a US$ 4,56 1/4 por bushel, recuo de 5,75 centavos, ou 1,24%, em relação ao fechamento anterior.
CÂMBIO
* O dólar comercial registra baixa de 0,57% a R$ 5,4547. O Dollar Index registra queda de 0,48% a 101,376 pontos.
INDICADORES FINANCEIROS
* As principais bolsas da Ásia fecharam mistas. China, +2,11%. Japão, -1,42%.
* As principais bolsas na Europa operam firmes. Paris, +1,42%. Frankfurt, +1,52%. Londres, +1,19%.
* O petróleo opera em baixa. Dezembro do WTI em NY: US$ 95,12 o barril (-1,00%).
AGENDA
10:30 – EUA: Balança comercial de bens e serviços de setembro.
12:30 – EUA: Relatório semanal da Administração de Informações de Energia (EIA) sobre estoques de petróleo referente à semana de 30 de outubro.
18:30 – Definição da taxa Selic pelo Copom/BC.
– Resultados financeiros da Minerva, da Vibra e da Prio.
20:50 – Japão: Ata da reunião de política monetária do Banco do Japão (BoJ).
—–Quinta-feira (05/11)
07:00 – Zona do euro: Índice de Preços ao Produtor (PPI) de setembro.
09:00 – Reino Unido: Ata da reunião do Comitê de Política Monetária do Banco da Inglaterra.
09:00 – Reino Unido: Decisão sobre as taxas de juros do Banco da Inglaterra.
09:00 – Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física do Brasil/IBGE.
10:30 – EUA: Dados de exportação semanal de grãos/USDA.
15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.
15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.
16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.
– Resultados financeiros da PetroRecôncavo e do Brasil Agro.
20:30 – Japão: Pesquisa preliminar do trabalho – salários, emprego e horas trabalhadas de setembro.
—–Sexta-feira (06/11)
10:30 – EUA: Relatório de emprego dos Estados Unidos de outubro.
15:00 – Balança comercial consolidada de outubro/MDIC.
16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.
– Resultado financeiro da Fertilizantes Heringer.
Autor/Fonte: Arno Baasch – arno@safras.com.br) / (Agência Safras)
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