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16 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Alta tecnologia na nutrição das plantas garante produtividade e rentabilidade na produção de soja

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A safra de soja 2025/26 desponta com projeções otimistas no volume de produção. A estimativa nacional da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é alcançar um recorde de 180,1 milhões de toneladas. Para manter números positivos, porém, o sojicultor enfrenta um cenário complexo para proteger a margem de lucro em um momento de preços pressionados e alta nos custos de produção.

A resposta para esse desafio passa necessariamente pelo incremento na produtividade por hectare, sem a necessidade de aumentar a área de cultivo. Como os valores das sementes, insumos, maquinário e mão-de-obra estabelecidos, o investimento em fertilizantes de alta performance é um meio para diluir custos fixos da fazenda e elevar a rentabilidade do produtor. Uma nutrição adequada contribui para ampliar o volume colhido na mesma área.

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Para que a planta consiga expressar todo o seu potencial produtivo e entregar esse volume extra, a busca pela máxima eficiência nutricional torna-se um ponto-chave de sobrevivência. Considerando, principalmente, as sucessivas safras recordes, o cuidado com o solo é fundamental. A reposição dos nutrientes contribui para essa eficiência na produção, evitando, sobretudo, desperdícios.

Com base em ciência e pesquisa, Yara, líder mundial em nutrição de plantas, conta em seu portfólio com uma inovação de alto desempenho para o manejo das lavouras: o YaraBasa FULL. A tecnologia foi testada e comprovada em mais de 25 pesquisas de campo e mais de 100 lavouras demonstrativas distribuídas em regiões estratégicas de produção de soja no Brasil.

Plantação em Tocantins utiliza solução YaraBasa FULL

Do ponto de vista financeiro, o retorno sobre o investimento é altamente atrativo. Análises demonstram que, em média, o produtor que faz um investimento adicional equivalente a 1 ou 1,5 saca de soja por hectare no pacote tecnológico obtém um retorno médio de 4,5 sacas — uma proporção de 1 para 3 em apenas seis meses de ciclo.

Para os produtores que buscam o chamado “teto produtivo”, a aplicação do YaraBasa FULL associado ao programa nutricional “Super Soja”, que engloba soluções foliares e bioinsumos, pode elevar esse ganho para até 7,2 sacas adicionais por hectare. Considerando a produtividade média nacional de 70 sacas por hectare, isso representa um ganho real de cerca de 10%. “Após a aplicação da solução, alcancei um bom arranque inicial no cultivo de soja. Mesmo passando por uma estiagem ao terminar de granar, consegui nove sacas por hectare”, conta Amaral Mendonça, produtor rural da Fazenda Cachoeira, em Santana do Itararé (PR).

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Tecnologia melhora a exploração do solo e a absorção de água e nutrientes

O YaraBasa FULL é a evolução natural da já consagrada linha YaraBasa, sendo a marca mais reconhecida pelos agricultores e carro-chefe em vendas por sua alta performance. A solução inovadora integra macronutrientes (NPK), micronutrientes e bioinsumos no mesmo grânulo.

Utilizando uma tecnologia patenteada, o fertilizante conta com o recobrimento YaraAmplix OPTIBMZ, que une micronutrientes de alta eficiência com substâncias húmicas. Esse revestimento permite estabilizar o produto e manter a sua estrutura física, garantindo uma aplicação mais segura e contínua, melhorando ainda mais o desempenho do fertilizante.

Na prática agronômica, o impacto dessa combinação é imediato desde a base da planta. Os nutrientes bem-posicionados estimulam diretamente o sistema radicular. Com raízes mais profundas e bem desenvolvidas, a soja consegue absorver mais água e nutrientes, o que garante maior resistência para enfrentar condições adversas e estresses abióticos, como o estresse hídrico.

“Uma planta bem nutrida resulta em uma estrutura vegetal mais aprimorada, com maior formação de ramos e, consequentemente, mais posições para a formação e fixação de flores e vagens. O resultado direto pode ser visto na balança: os grãos ficam consideravelmente mais pesados. Em nossas lavouras demonstrativas, já foi possível registrar o aumento do peso de mil sementes (PMS) de 140 gramas para 180 gramas”, comenta Leonardo Soares, Gerente Agronômico da Yara Brasil.

Sustentabilidade e eficiência de mãos dadas

Além do ganho econômico direto, a nova tecnologia dialoga com a urgência climática global. Aumentar a produtividade otimizando o uso de cada nutriente adicionado ao solo é, por si só, uma prática sustentável.

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Plantas nutridas com o YaraBasa FULL produzem mais biomassa e apresentam lavouras mais uniformes, o que eleva a capacidade de captura de carbono. Essa dinâmica melhora a saúde do solo e reduz consideravelmente a pegada de carbono por saca de soja produzida, atendendo às exigências de um mercado global cada vez mais atento à sustentabilidade.

Essa nova solução da Yara é produzida inteiramente no Brasil, com formulação nas unidades de Rio Grande (RS) e Ponta Grossa (PR) – a estrutura fabril recebeu investimento de R$20 milhões para trabalhar com o novo produto. “O produtor que adota uma nutrição correta e tecnológica no momento de plantio, evita desperdícios, protege sua rentabilidade e lidera a agricultura do futuro”, ressalta Leonardo Soares.

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Sustentabilidade

Efeitos da compactação do solo vão além da redução do volume de raízes – MAIS SOJA

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A compactação do solo constitui um dos principais fatores limitantes ao crescimento das plantas e, consequentemente, à produtividade das culturas agrícolas. Na soja, além de desempenharem funções essenciais na absorção de água e nutrientes, as raízes estabelecem uma importante relação simbiótica com bactérias do gênero Bradyrhizobium, responsáveis pela fixação biológica de nitrogênio (FBN), que constitui a principal fonte de N para a cultura.

Nesse contexto, a compactação do solo pode provocar uma série de efeitos negativos sobre o desenvolvimento da soja, abrangendo desde a restrição ao crescimento e à distribuição do sistema radicular, limitando o acesso das raízes às camadas mais profundas do solo, até alterações na nodulação e na fixação biológica de nitrogênio. Além disso, condições de compactação podem favorecer ambientes com menor aeração e drenagem, alterando as condições físicas do solo e podendo contribuir para o desenvolvimento de determinados patógenos de solo, de origem fúngica e parasitária.

Esses efeitos podem comprometer a formação dos componentes de produtividade e, consequentemente, o rendimento final da cultura. Entre as principais alterações físicas decorrentes da compactação estão o aumento da densidade e da resistência mecânica do solo e a redução do volume total de poros, especialmente dos macroporos (Debiasi; Santos; Gonçalves, 2021).

Conforme observado por Rosa et al. (2019), o aumento da resistência do solo à penetração decorrente da compactação pode refletir negativamente em diferentes características de crescimento e componentes de produtividade da soja. Os autores observaram alterações em variáveis como altura de plantas, diâmetro do caule, número de legumes e número de folhas, com impactos negativos sobre o desempenho produtivo da cultura.

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Resultados semelhantes foram observados por Savioli et al. (2021). Ao avaliar a influência da compactação do solo sobre os componentes de produtividade da soja, os autores verificaram que o número de legumes (vagens) por planta, o número de grãos por planta e a massa de grãos estiveram entre os componentes mais afetados. Os resultados indicaram influência negativa significativa da compactação sobre esses componentes a partir da densidade do solo de 1,3 g cm⁻³ (Mg m⁻³).

Figura 1. Massa seca de grãos de soja em função de diferentes densidade de solo. (1,1; 1,2; 1,3; 1,4 e 1,5 g cm-3).
Fonte: Savioli et al. (2021)

Esses resultados reforçam a importância das condições físicas do solo para o adequado desenvolvimento da soja e evidenciam os impactos que a compactação pode exercer sobre a formação dos componentes de produtividade e o rendimento final da cultura. Dessa forma, o diagnóstico e o manejo da compactação do solo devem integrar as estratégias de manejo da lavoura, buscando favorecer o crescimento radicular, a exploração do perfil do solo e o aproveitamento de água e nutrientes.

Além dos efeitos diretos sobre o crescimento e a produtividade, a compactação do solo também pode influenciar a capacidade das plantas de tolerar períodos de restrição hídrica. A redução do crescimento radicular e do acesso das raízes às camadas mais profundas pode limitar a exploração de água armazenada no perfil, especialmente durante períodos de déficit hídrico. Assim, o manejo adequado da estrutura do solo constitui uma importante estratégia para melhorar as condições de desenvolvimento da soja e contribuir para maior resiliência da cultura diante de condições de estresse hídrico.



Referências:

DEBIASI, H.; SANTOS, J. C. F.; GONÇALVES, S. L. COMPACTAÇÃO DO SOLO. Embrapa, 2021. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/web/agencia-de-informacao-tecnologica/cultivos/soja/producao/manejo-do-solo/compactacao-do-solo >, acesso em: 16/09/2026.

ROSA, H. A. et al. INFLUÊNCIA DA COMPACTAÇÃO DO SOLO EM PARÂMETROS PRODUTIVIDOS DA CULTURA DA SOJA. Revista Técnico-Científica do CREA-PR, 2019. Disponível em: < https://revistatecie.crea-pr.org.br/index.php/revista/article/view/548/333 >, acesso em: 16/09/2026.

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SAVIOLI, M. R. et al. Componentes de produção da soja sob níveis de compactação do solo. Acta Iguazu, Cascavel, v.10, n.2, p. 1-12, 2021. Disponível em: < https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/26312 >, acesso em: 16/09/2026.

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Exportações e expectativas de compras públicas sustentam preços – MAIS SOJA

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A concorrência entre os mercados interno e externo, somada à expectativa de compras governamentais, mantém os preços do arroz em casca firmes no Rio Grande do Sul.

De acordo com o Cepea, negócios voltados ao fechamento de navios aconteceram a valores próximos de R$ 90/sc de 50 kg, no Porto do Rio Grande (RS), nos últimos dias, levando produtores a ampliar a oferta, especialmente nas regiões próximas ao terminal. Ao mesmo tempo, parte das indústrias domésticas reduziu a atuação diante da dificuldade em acompanhar os valores da exportação.

Segundo o Centro de Pesquisas, a disputa ocorre em um contexto de maior demanda das indústrias por matéria-prima. Em agosto, o beneficiamento de arroz no estado avançou, e os preços ao consumidor também registraram alta.

Fonte: Cepea

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FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Depois de meses de alta, inadimplência dá primeiro sinal de trégua em MT e Cuiabá – MAIS SOJA

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Mato Grosso encerrou agosto de 2026 com uma leve queda na inadimplência dos consumidores no estado, 2,23% na comparação entre julho e agosto. Os números apurados pelo SPC Brasil para a Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá) mostram que o mês trouxe o primeiro sinal de redução no ano entre quase 1,5 milhão de consumidores mato-grossenses em idade adulta que estão com restrição de crédito.

O mesmo recuo apareceu na quantidade de dívidas em atraso, que caiu 2,38% no mês, mesmo acumulando alta de 8,90% em 12 meses.

Entre os mato-grossenses inadimplentes, o perfil é majoritariamente masculino (53,42% ante 46,56% de mulheres) e concentrado na faixa entre 30 e 49 anos.

O valor médio das dívidas no estado é de R$ 6.119,63, somando-se todos os débitos por consumidor, com tempo médio de atraso de 29,5 meses. Em torno de 35,70% das dívidas estão em aberto entre um e três anos e outras 40,13% ultrapassam os três anos.

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Os bancos concentram a maior fatia dos débitos, com 54,81%, seguidos por comércio, com 21,94%, outros segmentos (10,91%), água e luz (8,17%) e comunicação (4,17%).

Cuiabá

Na capital, aproximadamente 258 mil consumidores adultos apresentaram restrição de crédito em agosto. Na comparação mês a mês, o SPC Brasil apontou queda de 2,52% no total de inadimplentes cuiabanos. Em relação à quantidade de dívidas em atraso, a redução foi de 2,95% no mês.

O perfil dos inadimplentes cuiabanos também é predominantemente masculino (52,10% ante 47,90% de mulheres), com idade média de 45,4 anos — ligeiramente acima da média estadual — e concentração também entre 30 e 49 anos.

Em Cuiabá, o valor médio das dívidas é de R$ 6.631,99, acima da média estadual, com tempo médio de atraso de 30,2 meses. Mais da metade das dívidas da capital, 58,28%, está em aberto há mais de um ano, distribuídas entre as faixas de um a três anos (34,93%), três a quatro anos (17,48%) e quatro a cinco anos (24,35%).

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Os bancos também lideram entre os credores na capital, com 61,09% das dívidas registradas, seguidos por comércio, 14,85%, água e luz (8,76%), outros segmentos (12,33%) e comunicação (2,97%).

“Os números mostram que a inadimplência ainda é uma realidade que pesa no bolso do consumidor cuiabano e mato-grossense, mas o recuo mensal é um indício importante de que as famílias estão conseguindo se reorganizar. Do lado do comércio, isso significa reforçar o diálogo com o cliente, oferecer condições de negociação viáveis e ajudar quem quer voltar a comprar e a pagar em dia. A CDL Cuiabá segue acompanhando esses indicadores para orientar o lojista sobre a melhor forma de negociar com o consumidor”, observou o presidente da CDL Cuiabá, Júnior Macagnam.

CDL Cuiabá – Com 53 anos de história e cerca de 10 mil empresas associadas, a CDL Cuiabá tem como missão transformar a Capital em um dos melhores lugares para empreender e morar. Com origem no comércio varejista, hoje a entidade representa empresários e empresárias de diferentes setores, oferecendo facilidades como economia operacional, certificação digital, inteligência para concessão de crédito, telefonia móvel, redução de custos com energia e proteção de crédito em parceria com o SPC Brasil.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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