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4 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Ceema: Alta em Chicago e forte demanda aquecem mercado e elevam preços da soja no Brasil – MAIS SOJA

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A cotação da soja, em seu primeiro mês, voltou a subir, se consolidando acima dos US$ 12,00/bushel. O fechamento desta quinta-feira (23) ficou em US$ 12,37, contra US$ 11,95 uma semana antes. Durante a semana o bushel chegou ao seu mais alto valor desde o final de maio de 2024.

Três motivos estão no centro deste novo quadro de preços: o clima nos EUA e a continuidade da especulação em torno de possíveis perdas nas lavouras de soja daquele país; a continuidade dos novos conflitos, mais agudos, entre Rússia e Ucrânia, que elevam os preços do trigo, puxando a soja, assim como mexem com o preço do gás e do petróleo; e a retomada da guerra entre Irã e EUA após o fracasso do cessarfogo recente, fato que eleva ainda mais o preço do petróleo, provocando fortes altas do óleo de soja em Chicago.

Como o farelo igualmente reagiu, o grão acabou sendo mais valorizado. De fato, o barril do Brent, petróleo que serve de referência para o mercado mundial, que estava em US$ 72,16 no dia 1º de julho, pulou 19,4% em 22 dias, atingindo a US$ 86,15 no dia 23/07. Isso levou a libra-peso do óleo de soja, em Chicago, para 75,48 centavos de dólar ainda no dia 22/07, após ter recuado para 66,74 centavos no dia 30/06. Ou seja, em 23 dias de julho o óleo ganhou 13,1% naquela bolsa. Quanto ao farelo de soja,o mesmo atingiu a US$ 331,60/tonelada curta no dia 22/07, sendo esta a mais alta cotação em quase dois meses.

Afora isso, e confirmando que, apesar de o clima mais seco, a safra estadunidense ainda caminha bem, o USDA informou que, no dia 19/07, apenas 8% das lavouras de soja estavam em condições entre ruins a muito ruins. Outras 26% estavam regulares e 66% se encontravam em condições entre boas a excelentes.

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Com isso, o mercado brasileiro aqueceu, com os prêmios se mantendo elevados, ao redor de US$ 1,50/bushel e, em alguns casos, um pouco melhor, enquanto o preço no balcão, ao produtor no interior, subiu. No Rio Grande do Sul, as principais praças passaram a praticar R$ 125,00/saco, enquanto no restante do país os valores giraram entre R$ 116,00 e R$ 127,00/saco.

Dito isso, importante se faz alertar que, em Congresso da SOBER ocorrido nesta semana em Porto Alegre, pesquisadores chineses apontaram que a China espera, até 2030, reduzir em 25% sua dependência pela soja importada, e até 2050 reduzir a mesma em 50%. Já há algum tempo, neste espaço, estamos comentando esta tendência chinesa e suas razões. Se isso se confirmar, teremos uma verdadeira “revolução” na produção de soja mundial em geral e brasileira em particular, fato que poderá atingir, negativamente, muitos produtores.

Dentro de tal contexto, informações procedentes da China (cf. Alfândega local) dão conta de que as importações de soja dos EUA, por parte da China, recuaram 20,6% em junho, em comparação com junho de 2025. Recentes acordos entre os dois países indica que os chineses iriam comprar 25 milhões de toneladas de soja estadunidense, anualmente, até 2028. Porém, isso ainda precisará ser comprovado, diante das novas investidas de tarifaço de Donald Trump.

Por enquanto, tem-se que a China importou 1,27 milhão de toneladas de soja dos Estados Unidos em junho, enquanto as importações do Brasil aumentaram 13,7%, em relação ao mesmo período do ano anterior, passando de 10,62 milhões de toneladas em junho do ano passado para 12,08 milhões de toneladas em junho de 2026. O total de chegadas de soja atingiu o maior nível já registrado para o mês de junho, alcançando 13,55 milhões de toneladas, impulsionado pelos fortes suprimentos brasileiros e pelo desembaraço de cargas atrasadas nos portos. No período de janeiro a junho, as importações de soja dos Estados Unidos caíram 42,4% em relação ao ano anterior, para 9,31 milhões de toneladas, enquanto os embarques do Brasil aumentaram 9,1%, para 34,75 milhões de toneladas. De forma total, a China diminuiu 21% suas compras de soja em junho, embora tenha aumentado os volumes comprados do Brasil.

O fato é que a soja estadunidense está mais cara do que a brasileira, porém, a China continua comprando, mesmo que menos volumes, dos EUA. Na prática, “as compras são classificadas como “políticas” pelo mercado, apesar dos preços mais elevados. A China já comprou 427 navios até agora, concentrados nos embarques setembro – 15 barcos – e outubro – 27 embarcações. Do Brasil, foram adquiridos 47 navios e cinco entre Argentina, Uruguai e Canadá” (cf. Marex). Segundo ainda especialistas, no curto prazo a soja brasileira continuará mais barata que a estadunidense, ajudando nossas exportações. Espera-se que o Brasil exporte, em 2026, 113 milhões de toneladas de soja, sendo que 86 milhões deste total irá para a China, o que demonstra a nossa enorme dependência para com este mercado e o tamanho do impacto que poderemos ter nos próximos anos caso os chineses efetivamente reduzam suas importações.

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Com isso, no Brasil os preços estão nos melhores níveis depois de muito tempo, o que remete a alertar os produtores para que aproveitem a oportunidade, fazendo novas médias de comercialização, caso consigam e desejem. Lembrando que a colheita nos EUA começa em outubro e, se não houver quebra de safra naquele país, haverá natural pressão baixista sobre os preços. Hoje, os preços no porto de Rio Grande já superaram os R$ 150,00/saco, tendo chegado a R$ 160,00 no dia 22/07 com entrega em novembro/26 e pagamento em maio/27 (cf. Brandalizze Consulting).

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


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FONTE
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Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

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Sustentabilidade

Trigo fecha em baixa em Chicago com negociações de paz e avanço das safras no Hemisfério Sul – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (3) em baixa. O mercado foi pressionado pelas expectativas em torno das negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, que podem facilitar os embarques de grãos pelo Mar Negro, e pelo avanço das safras de trigo no Hemisfério Sul, ampliando as perspectivas de oferta global.

O Kremlin confirmou nesta terça-feira que a Rússia participará de negociações trilaterais com Ucrânia e Estados Unidos em Abu Dhabi, nos dias 10 e 11 de novembro. O encontro havia sido anunciado na segunda-feira pelo enviado norte-americano Steve Witkoff. Os esforços diplomáticos para encerrar o conflito, aliados ao aumento das exportações russas pelo Mar Báltico, reduziram as preocupações com as interrupções nos embarques pelo Mar Negro.

No cenário de oferta, a consultoria russa IKAR reduziu nesta terça-feira sua projeção para o potencial de exportação de trigo da Rússia na temporada comercial 2026/27, de 42 milhões para 39,5 milhões de toneladas. Na Ucrânia, a colheita de grãos alcançou 44,6 milhões de toneladas em 8,7 milhões de hectares até 3 de novembro, o equivalente a aproximadamente 75% da área semeada, segundo o Ministério da Agricultura do país.

Segundo a Dow Jones, a diferença entre as incertezas geopolíticas e a queda dos preços do trigo evidencia a necessidade de distinguir os riscos potenciais de oferta das condições imediatas de abastecimento. Os especialistas destacam que a Bolsa de Rosário elevou recentemente sua estimativa para a safra argentina de trigo, enquanto a colheita australiana ganha ritmo.

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Ainda de acordo com os comentários, o avanço da colheita no Hemisfério Sul e os desdobramentos no Mar Negro serão determinantes para o comportamento das cotações. A demanda pelo trigo norte-americano também dependerá, em parte, da competitividade dos preços do produto dos Estados Unidos, considerando os custos de entrega em relação aos de outras origens.

Os contratos com entrega em dezembro fecharam cotados a US$ 5,99 3/4 por bushel, com baixa de 6,75 centavos de dólar, ou 1,11%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em março encerraram a US$ 6,10 3/4 por bushel, com recuo de 8,75 centavos de dólar, ou 1,41%.

Fonte: Agência Safras



FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

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Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Complexo de fungos causadores de doenças de solo desafia produtividade do algodão – MAIS SOJA

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O Brasil é o maior exportador e o terceiro maior produtor mundial de algodão. Para que a safra brasileira continue em ascensão, é fundamental que o produtor esteja atento aos diversos desafios fitossanitários. “Em sistemas de cultivo contínuo, o acúmulo de patógenos de plantas transmitidos pelo solo, como os causadores da podridão de carvão e da podridão radicular seca, aumenta a pressão dessas doenças e compromete severamente a produtividade dessa importante cultura”, alerta Thalles Cardoso Mattoso, engenheiro agrônomo e especialista em desenvolvimento de mercado da Biotrop, empresa líder em soluções naturais e biológicas para a agricultura.

A podridão de carvão, causada por Macrophomina phaseolina, destrói os tecidos subterrâneos, provocando necrose, escurecimento e apodrecimento das raízes, o que bloqueia o fluxo de água e nutrientes para o resto da planta, entre outros danos, enquanto a podridão seca, causada pelo Fusarium solani, apodrece e resseca as raízes. Com menos raiz funcional, a planta absorve menos água e nutrientes, murcha, cresce menos e pode tombar e morrer, principalmente na germinação e emergência.

“Não podemos nos esquecer da ação devastadora do Rhizoctonia solani, um dos patógenos mais agressivos do algodão no Brasil, que provoca lesões e estrangulamento na região do colo da plântula, promovendo tombamento e morte da planta”, reforça o engenheiro agrônomo.

A saída para combater estas doenças está em realizar um rígido manejo preventivo da lavoura para proteger as plantas do algodão da ação destes e de outros fungos logo no início. “A recomendação, para estes e outros desafios que podem ocorrer na lavoura, é fazer bom planejamento pré-cultivo, com rotação de culturas, uso de cultivares resistentes e preparo do solo, além do tratamento de sementes e uso do sulco de semeadura com soluções fungicidas, nematicidas e inseticidas”, orienta Thalles Mattoso. “São em situações como estas, onde é exigido um manejo eficiente para atacar os patógenos, que os biológicos se destacam como ferramentas estratégicas.”

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Entre as soluções biológicas disponíveis no mercado, o Biomagno, bionematicida e biofungicida desenvolvido pela Biotrop, se destaca por promover amplo espectro de ação contra os fungos causadores da podridão seca, podridão de carvão e tombamento. As bactérias presentes em sua formulação protegem as raízes disputando espaço e liberando lipopeptídeos antimicrobianos, o que impede as doenças de se instalarem.

“Quando incluído no tratamento de sementes ou no sulco de plantio, Biomagno entra em contato com o sistema radicular inicial da plântula do algodão e começa a se multiplicar e a colonizar seu sistema, com efeito que perdura durante todo o ciclo da cultura”, detalha o especialista da Biotrop. “O Biomagno é a única solução biológica que contém uma cepa de Bacillus thuringiensis, cujas toxinas promovem a morte de juvenis e ovos de nematoides”, conta o profissional.

“O manejo biológico é estratégico para a proteção das plantas contra os fungos. Além de contribuir para o desenvolvimento esperado da lavoura, os biológicos têm mínimo impacto ambiental. Ao incluir biológicos no manejo, estamos falando em maior rentabilidade por hectare ao final do ciclo”, conclui Thalles Mattoso.

Sobre a Biotrop

De origem brasileira e com atuação integralmente voltada a soluções biológicas e naturais para o agronegócio, a BIOTROP é reconhecida entre as líderes do segmento. Guiada por um forte DNA de inovação, conta com Centros de pesquisa no Brasil e no exterior, além de modernos Centros Avançados de Multiplicação de Microrganismos em Curitiba (PR) e Jaguariúna (SP). Com uma ampla rede de distribuidores parceiros no Brasil e em forte expansão internacional, oferece aos agricultores de diferentes países tecnologias que impulsionam uma agricultura sustentável, produtiva e rentável. Desde 2023, integra o Grupo BioFirst, líder global em tecnologias biológicas e naturais, presente em mais de 70 países. Mais informações: clique aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa

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Sustentabilidade

El Niño pode encarecer insumos e frete das empresas em 2027 – MAIS SOJA

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O impacto do El Niño na economia brasileira deve extrapolar o calendário meteorológico e pressionar os custos operacionais do setor produtivo ao longo de 2027. O quarto boletim do Painel El Niño 2026–2027, elaborado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), aponta 95% de probabilidade de o fenômeno atingir intensidade muito forte entre outubro e dezembro de 2026. A previsão indica chuva acima da média no Sul e estiagem em faixas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Apesar de o pico climático ocorrer no fim deste ano, a transmissão do choque de oferta para a planilha das empresas será defasada. Estudo do Banco Central sobre episódios anteriores mostra que o impacto na alimentação no domicílio acumula mais de 11 pontos percentuais em quatro trimestres. Já relatórios do BC e estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI) projetam alta média de até 5% nos preços internacionais das commodities agrícolas em 12 meses. No campo logístico, o desequilíbrio afeta a navegação nos rios do Norte e o tráfego rodoviário no Sul, encarecendo os fretes.

Para Dema Oliveira, CEO e fundador da Goshen Land, a maior vulnerabilidade das companhias está no descompasso entre o evento climático e o reajuste das tabelas de suprimentos. “O clima muda primeiro, e o custo chega depois, quando a quebra de safra, o frete mais caro e o reajuste dos contratos se espalham pela cadeia. Quem olha só para o calendário do clima percebe o problema tarde”, afirma.

O executivo ressalta que o risco operacional raramente está restrito ao endereço da empresa, concentrando-se na cadeia estendida de suprimentos. A falta de visibilidade sobre a origem primária das matérias-primas expõe os negócios desafios imprevisíveis. “Muitas companhias conhecem bem o fornecedor direto, mas não sabem de onde vêm os insumos dele. É nesses elos mais distantes que a dependência de uma única região aparece. Um insumo agrícola que encarece, uma estrada comprometida ou uma matéria-prima mais difícil de repor chegam ao negócio como atraso, despesa extra e aperto no caixa, mesmo para quem opera longe das áreas atingidas”, explica.

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Para conter riscos sem comprometer a liquidez, a orientação é mapear os insumos críticos, calcular o tempo de reposição (lead time) e buscar rotas e fornecedores alternativos. Formar estoques de segurança reduz a chance de parada de fábrica, mas imobiliza capital e eleva custos de armazenagem. Além disso, a recomendação é renegociar antecipadamente os contratos com transportadoras, fornecedores e seguradoras, ajustando cláusulas de reajuste e força maior antes que a volatilidade se consolide.

Na prática, a estruturação dessa blindagem operacional exige um plano de ação em três etapas imediatas. Primeiro, a auditoria da cadeia de suprimentos deve classificar os itens por grau de essencialidade e vulnerabilidade geográfica, identificando previamente matérias-primas substitutas com homologação técnica pronta para uso.

Em seguida, as empresas precisam estabelecer acordos operacionais flexíveis (SLA) e diversificar as rotas de escoamento, prevendo a migração do modal aquaviário para o rodoviário ou vice-versa em momentos de seca severa ou enchente.  Por fim, recomenda-se a criação de um comitê multifuncional de gerenciamento de riscos que monitore mensalmente indicadores pluviométricos e índices de frete, permitindo acionar compras antecipadas de oportunidade antes das escaladas de preço.

“O que a empresa precisa saber é quais itens não podem ficar sem, quais são difíceis de substituir e quanto custaria, em dias parados e em margem, reagir só depois que o problema aparecer”, conclui o especialista.

Sobre a Goshen Land

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A Goshen Land é uma empresa especializada em expansão de negócios. Fundada por Dema Oliveira, ex-executivo da Samsung e da TIM, desenvolveu a metodologia das “7 Inteligências da Expansão” para apoiar empresas em estratégias de crescimento sustentável. Apenas em 2025, mais de 600 organizações passaram por seus programas, que, segundo a empresa, contribuíram para a geração de R$ 3 bilhões em receitas entre os negócios atendidos. Entre as organizações que já participaram de suas iniciativas estão Unilever, Claro, TIM, Caixa Econômica Federal e Bradesco.

Fonte: Assessoria de imprensa



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