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27 de julho de 2026

Sustentabilidade

Em maio, IBGE prevê safra de 350,4 milhões de toneladas para 2026 – MAIS SOJA

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A estimativa de maio de 2026 para a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas é de 350,4 milhões de toneladas, 1,2% maior (ou mais 4,3 milhões de toneladas) que a obtida em 2025 (346,1 milhões de toneladas), com crescimento de 0,5% (ou mais 1,7 milhão de toneladas) à estimativa de abril de 2026.

  • Estimativa de Maio/2026 – 350,4 milhões de toneladas
  • Variação Maio 2026/Abril 2026 – (0,5%) +1,7 milhão de toneladas
  • Variação safra 2026/safra 2025 – (1,2%) 4,3 milhões de toneladas

A área a ser colhida foi de 83,2 milhões de hectares, com aumento de 2,0% (ou 1,6 milhão de hectares) frente a 2025. Frente à estimativa de abril, a área a ser colhida foi de -0,1% (queda de 110 463 hectares).

O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que, somados, representaram 92,8% da estimativa da produção e respondem por 87,6% da área a ser colhida. Para a soja, a estimativa de produção foi de 174,6 milhões de toneladas.

Quanto ao milho, a estimativa foi de 139,4 milhões de toneladas (29,8 milhões de toneladas de milho na 1ª safra e 109,6 milhões de toneladas de milho na 2ª safra).

A produção do arroz (em casca) foi estimada em 11,2 milhões de toneladas. Para o trigo, a estimativa de produção foi de 7,2 milhões de toneladas. A produção do algodão herbáceo (em caroço) foi estimada em 9,1 milhões de toneladas; e a do sorgo em 5,6 milhões de toneladas.

No que se refere à produção, frente a 2025, ocorrem acréscimos de 5,1% para a soja e de 3,9% para o sorgo. E ocorrem decréscimos de 8,1% para o algodão herbáceo (em caroço); de 11,4% para o arroz em casca; de 1,7% para o milho (crescimento de 15,8% para o milho 1ª safra e declínio de 5,5% para o milho 2ª safra); de 5,8% para o feijão e de 7,8% para o trigo.

Quanto à área a ser colhida, em relação ao ano anterior, houve acréscimos de 1,1% na da soja; de 3,3% na do milho (aumentos de 10,7% no milho 1ª safra e de 1,5% no milho 2ª safra) e de 9,3% na do sorgo. Houve reduções de 5,0% na área a ser colhida do algodão herbáceo (em caroço); de 11,6% na do arroz em casca; e de 4,4% na do feijão.

Centro-Oeste lidera a produção em maio de 2026, com 175,9 milhões de toneladas

Entre as Grandes Regiões, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou a seguinte distribuição: Centro-Oeste, 175,9 milhões de toneladas (50,2%); Sul, 92,4 milhões de toneladas (26,4%); Sudeste, 30,8 milhões de toneladas (8,8%), Nordeste, 29,8 milhões de toneladas (8,5%) e Norte, 21,5 milhões de toneladas (6,1%). A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou variação anual positiva para a Região Sul (7,1%) e a Nordeste (7,5%), e negativas para a Centro-Oeste (-1,5%), a Sudeste (-0,9%) e a Norte (-3,8%). Quanto à variação mensal, apresentaram crescimentos na produção a Região Sul (0,3%), Sudeste (0,6%) e a Centro-Oeste (0,8%). E apresentaram declínio Nordeste (-0,3%) e Norte (-0,2%).

Frente a abril, houve aumentos nas estimativas da produção do sorgo (2,9% ou 156 539 t), da cevada (1,8% ou 11 700 t), do café arábica (1,1% ou 28 265 t), do milho 2ª safra (1,0% ou 1 046 643 t), do algodão herbáceo (0,8% ou 75 480 t), do café canephora (0,7% ou 9 915 t), da aveia (0,7% ou 9 296 t), do milho 1ª safra (0,5% ou 152 323 t) e da soja (0,3% ou 481 293 t), bem como declínios do gergelim (-3,9% ou -13 957 t), da uva (-1,7% ou -36 692 t), do feijão 1ª safra (-1,4% ou -13 928 t), do feijão 2ª safra (-1,3% ou -14 899 t), do trigo (-1,2% ou -84 926 t) e do feijão 3ª safra (-0,7% ou -5 471 t) .

Na distribuição da produção pelas Unidades da Federação, o Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos, com participação de 31,0%, seguido pelo Paraná (13,6%), Rio Grande do Sul (10,7%), Goiás (10,6%), Mato Grosso do Sul (8,3%) e Minas Gerais (5,5%), que, somados, representaram 79,7% do total.

As principais variações absolutas positivas nas estimativas da produção, em relação ao mês anterior, ocorreram no Mato Grosso (819 121 t), no Mato Grosso do Sul (525 293 t), no Paraná (261 100 t), em Minas Gerais (197 527 t), no Tocantins (28 476 t), em Alagoas (10 097 t), no Rio Grande do Norte (4 292 t) e no Maranhão (379 t). As variações negativas ocorreram em Pernambuco (-79 227 t), em Rondônia (-73 981 t), no Piauí (-22 504 t) e no Ceará (-1 982 t).

ALGODÃO HERBÁCEO (em caroço) – A estimativa para a produção de algodão herbáceo (em caroço) foi de 9,1 milhões de toneladas, crescimento de 0,8% em relação ao mês anterior. Em relação a 2025, a queda nas estimativas de produção chega a 8,1%, com recuos de 5,0% na área plantada e de 3,3% na produtividade. O Mato Grosso, maior produtor nacional, com cerca de 68,7% do total, estimou uma produção de 6,2 milhões de toneladas, uma retração de 13,1% em relação a 2025, com reduções de 8,4% na área cultivada e 5,1% no rendimento médio.

CAFÉ (em grão) – A produção brasileira, considerando-se as duas espécies, arábica e canephora, foi estimada em 4,0 milhões de toneladas, ou 66,8 milhões de sacas de 60 kg, acréscimos de 1,0% em relação ao mês anterior e de 16,0% em relação ao volume produzido em 2025, sendo um recorde na série histórica da pesquisa, considerada a partir de 2002, quando houve mudança na unidade de medida e passou-se a divulgar café em grão. Para o café arábica, a produção estimada foi de 2,7 milhões de toneladas ou 44,4 milhões de sacas de 60 kg, aumento de 1,1% em relação ao mês anterior. O clima tem beneficiado as lavouras do Centro-Sul e para a safra de 2026 aguarda-se uma bienalidade positiva. Para o café canephora, a estimativa da produção foi de 1,3 milhão de toneladas ou 22,4 milhões de sacas de 60 kg, acréscimos de 0,7% em relação ao mês anterior e de 6,8% em relação ao volume produzido em 2025. A produção estimada para o café canephora, em 2026, deve ser recorde da série histórica do IBGE.

CEREAIS DE INVERNO (em grão) – Para o trigo (em grão), a produção estimada alcançou 7,2 milhões de toneladas, declínios de 1,2% em relação ao mês anterior e de 7,8% em relação a 2025. O declínio da área cultivada do trigo na safra de 2026 deve-se aos preços do cereal, que estão apresentando baixa rentabilidade, bem como ao desânimo dos produtores, que vêm tendo perdas de produção e na qualidade do cereal, nas últimas safras, em função dos problemas climáticos na Região Sul. A produção da aveia (em grão) foi estimada em 1,3 milhão de toneladas, aumento de 0,7% em relação ao mês anterior e declínio de 3,0% em relação ao volume produzido em 2025. Os maiores produtores do cereal são o Rio Grande do Sul, com 922,3 mil toneladas, declínio de 1,4% em relação ao volume colhido em 2025; e Paraná, com 256,5 mil toneladas, aumento de 2,7% em relação a abril e declínio de 0,3% em relação ao volume colhido em 2025. Para a cevada (em grão), a produção estimada foi de 678,7 mil toneladas, aumentos de 1,8% em relação ao mês anterior e de 7,2% em relação ao volume produzido em 2025. Os maiores produtores brasileiros da cevada são o Paraná, com 552,6 mil toneladas, crescimentos de 2,2% em relação a abril e de 12,1% em relação ao volume produzido em 2025, devendo participar com 81,4% na safra brasileira em 2026; e o Rio Grande do Sul, com uma produção de 100,4 mil toneladas, declínio de 13,4% em relação ao volume produzido em 2025.

FEIJÃO (em grão) – A estimativa de maio para a produção de feijão, considerando-se as três safras, deve alcançar 2,8 milhões de toneladas, reduções de 1,2% em relação ao mês anterior e de 5,8% sobre a safra 2025. Esse volume de produção deve atender ao consumo interno brasileiro, em 2026, possivelmente não havendo necessidade da importação do produto. Minas Gerais ultrapassou o Paraná e aparece como o maior produtor nacional, prevendo 531,6 mil toneladas ou 18,7% de participação. Em seguida, o Paraná com 526,1 mil toneladas ou 18,5% de participação; o Mato Grosso com 388,6 mil toneladas ou 13,7% de participação; e Goiás com 342,3 mil toneladas ou 12,1% de participação. A estimativa da produção da 1ª safra de feijão foi de 975,1 mil toneladas, representando 34,3% de participação nacional dentre as três safras, sendo 1,4% menor que o mês anterior. A 2ª safra de feijão foi estimada em 1,1 milhão de toneladas, correspondendo a 39,3% de participação entre as três safras. No comparativo com o mês de abril, houve redução de 1,3% na estimativa da produção. A Região Sul, que deve responder por 34,4% total da safra, reduziu sua estimativa de produção em 10,6% em relação ao mês de abril, sendo o Paraná o maior produtor, com 332,1 mil toneladas ou 29,7% do total da safra. Para a 3ª safra, a estimativa de produção foi de 748,1 mil toneladas, redução de 0,7% em relação a abril. No comparativo anual, há redução de 3,2% na estimativa da produção em função da redução de área (-1,6%) e do rendimento médio (-1,7%). Os maiores produtores dessa safra são Goiás, com 245,8 mil toneladas; Minas Gerais, com 177,9 mil toneladas; Mato Grosso, com 169,6 mil toneladas; e São Paulo, com 121,5 mil toneladas.

GERGELIM (em grão) – A produção brasileira do gergelim, em 2026, deve alcançar 345,1 mil toneladas, decréscimo de 3,9% em relação ao mês anterior. A área a ser colhida apresenta um crescimento de 0,2%, enquanto o rendimento médio, de 620 kg/ha, deve retrair 4,0%. A área a ser plantada na safra corrente deve alcançar 556,6 mil hectares, refletindo destaque de crescimento da importância da cultura nos últimos anos para o país. A partir da safra 2026, o IBGE passou a acompanhar a produção dessa espécie, já que sua importância vem crescendo no contexto da agricultura brasileira. O principal produtor brasileiro é o Mato Grosso, com 210,6 mil toneladas, devendo participar com 61,0% da produção nacional. Em maio, a estimativa da produção apresenta um declínio de 6,5%, em relação ao mês anterior, com retrações de 0,1% na área a ser e colhida e de 6,5% no rendimento médio.

MILHO (em grão) – A estimativa da produção do milho foi de 139,4 milhões de toneladas, representando um crescimento de 0,9% em relação ao mês anterior, com crescimento de 1,0% no rendimento médio, que alcançou 6 056 kg/ha. Em relação a 2025, a queda de 1,7% na estimativa resulta do declínio de 4,8% no rendimento médio, já que houve crescimentos de 2,6% na área plantada e de 3,3% na área a ser colhida.

O milho 1ª safra apresentou uma estimativa da produção de 29,8 milhões de toneladas, crescimento de 0,5% em relação ao mês anterior, resultado do aumento 1,6% no rendimento médio, já que houve declínio de 1,1% na área a ser colhida. Em relação ao ano anterior, a produção encontra-se 15,8% maior, resultado dos crescimentos de 10,7% na área colhida e de 4,6% no rendimento médio. O estado com maior produção de milho 1ª safra é o Rio Grande do Sul, com participação nacional de 21,6% e uma produção estimada em 6,4 milhões de toneladas.

A estimativa da produção do milho 2ª safra foi de 109,6 milhões de toneladas, crescimento de 1,0% em relação a abril, com elevações de 0,2% na área e de 0,8% no rendimento médio. Em relação ao ano anterior, a estimativa da produção apresenta redução de 5,5%, resultado do declínio de 6,9% no rendimento médio, já que a área apresenta crescimento de 1,5%.

 O Mato Grosso é o maior produtor de milho na 2ª safra, participando com 48,1% do total nacional e obtendo uma estimativa de produção de 52,7 milhões de toneladas, 3,5% inferior ao ano anterior. O segundo maior produtor de milho 2ª safra, o Paraná, obteve uma estimativa de produção de 17,5 milhões de toneladas, participando com 16,0% do total nacional e sendo 0,9% superior ao mês anterior. Goiás, terceiro maior produtor nacional do milho 2ª safra, com participação de 12,2%, obteve uma estimativa de produção de 13,3 milhões de toneladas, com declínio de 8,2% em relação ao volume produzido em 2025, sendo resultado das reduções de 2,9% na área e de 5,5% no rendimento médio.

SOJA (em grão) – A estimativa da produção nacional da oleaginosa alcançou novo recorde na série histórica, totalizando 174,6 milhões de toneladas, com aumento de 0,3% em relação a abril e de 5,1% frente ao volume obtido em 2025. Estima-se que a produção brasileira tenha um incremento de 4,0% no rendimento médio anual, alcançando 3 617 kg/ha, contribuindo para que o volume colhido da oleaginosa represente mais da metade do total de cereais, leguminosas e oleaginosas produzidos no país em 2025. Por sua vez, a área total cultivada deve alcançar 48,3 milhões de hectares, crescimento de 1,1% em comparação ao ano anterior. O Mato Grosso, maior produtor nacional da oleaginosa, estimou uma produção de 50,7 milhões de toneladas, crescimento de 0,3% em relação ao mês anterior e de 1,0% em relação ao volume colhido no ano anterior.

SORGO (em grão) – A estimativa da produção do sorgo alcançou 5,6 milhões de toneladas, aumento de 2,9% no comparativo com abril. Em relação ao ano anterior, a produção deve aumentar 3,9%, impulsionada pela expansão de 9,1% na área plantada, compensando a queda de 5,0% no rendimento médio. Os maiores produtores de sorgo são: Goiás, com 1,9 milhão de toneladas e participação de 33,4% no total nacional; e Minas Gerais, com 1,4 milhão de toneladas e participação de 25,0%.

UVA – A produção brasileira deve alcançar 2,1 milhões de toneladas. queda de 3,0% em relação a 2025, e recuo de 1,7% frente ao levantamento de abril. A área colhida foi ajustada para 83,6 mil hectares, declínio de 2,9% frente ao ano de 2025, ao passo que o rendimento médio nacional permaneceu em patamar elevado, em 25,6 mil kg/ha, 0,2% inferior ao obtido em 2025.

Fonte: IBGE


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FONTE

Autor:IBGE

Site: IBGE

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Agro Mato Grosso

FMC lança fungicida Onsuva® para citros na Coopercitrus Expo 2026

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Empresa leva soluções para cana-de-açúcar e cereais à maior feira da cooperativa e apresenta oficialmente o Onsuva®, novo fungicida para o manejo de doenças dos citros

A FMC, empresa global de ciências para agricultura, participa da Coopercitrus Expo 2026, realizada entre 27 e 31 de julho, em Bebedouro (SP), reforçando uma parceria construída ao longo de muitos anos com a Coopercitrus e apresentando tecnologias para a cana-de-açúcar, citros e cereais. Entre os destaques da participação está o lançamento do fungicida Onsuva® para citricultura, novidade que amplia o portfólio da companhia com mais tecnologia e inovação.

Leonardo Brusantin, gerente da cultura de cana-de-açúcar da FMC

“A Coopercitrus Expo é um momento importante para reforçarmos uma parceria sólida, construída ao longo de muitos anos, e estarmos próximos dos cooperados. Levaremos um portfólio robusto para diferentes culturas e apresentaremos, em primeira mão na feira, o Onsuva® para citros, ampliando nossas soluções para o manejo de doenças nessa cultura tão importante para a cooperativa e seus produtores”, destaca Leonardo Brusantin, gerente da cultura de cana-de-açúcar da FMC.
Com formulação exclusiva à base da molécula fluindapir, o fungicida já é referência no manejo das principais doenças da soja, milho e algodão e agora passa a integrar o portfólio destinado à citricultura. O produto oferece controle eficiente do complexo de manchas dos citros, incluindo pinta preta (Phyllosticta citricarpa), Alternaria spp.Cercospora spp. e antracnose, protegendo folhas e frutos e contribuindo para ganhos de produtividade e qualidade.
“O Onsuva® chega para compor o nosso portfólio que já é muito completo e robusto para citricultura. Esse novo fungicida tem como a proposta agregar ao manejo de doenças e elevar ainda mais o padrão de proteção dos pomares, oferecendo mais eficiência para o controle das principais doenças dos citros e contribuindo para a produtividade e a qualidade da produção”, ressalta Brusantin.
A FMC ainda apresenta um portfólio completo para a cana-de-açúcar, uma das principais culturas de investimento da companhia. Entre os destaques está o Boral® Full, herbicida que combina duas moléculas em uma única formulação para ampliar o controle de plantas daninhas de folhas largas e estreitas, oferecendo maior seletividade, flexibilidade de aplicação e segurança no manejo da cana-de-açúcar.
Outro destaque é o Reator®, herbicida pré-emergente seletivo e desenvolvido com tecnologia exclusiva de microencapsulação. O produto proporciona liberação gradual do ingrediente ativo conforme a disponibilidade de umidade no solo, mantendo elevado desempenho no manejo de plantas daninhas como capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) e picão-preto (Bidens pilosa), tanto em períodos úmidos quanto em condições mais secas.
A companhia também evidencia o Verimark®, inseticida à base de diamidas antranílicas indicado para o controle de importantes pragas, como Sphenophorus levis, cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata) e broca-da-cana (Diatraea saccharalis). Sua alta sistemicidade garante proteção prolongada das plantas, enquanto sua seletividade contribui para a preservação dos inimigos naturais e para o equilíbrio do sistema produtivo.
A participação na Coopercitrus Expo inclui ainda o Premio® Star, com amplo espectro de controle e atuação simultânea sobre diferentes pragas, e o Malathion®, que oferece efeito de choque e rápida ação, sendo fundamental em estratégias de manejo integrado para melhoria da qualidade da colheita.
No portfólio de biológicos, o destaque é o Sofero™ Fall, tecnologia baseada em feromônio que atua na interrupção do ciclo reprodutivo da Spodoptera frugiperda, reduzindo a formação de novas gerações da praga de forma altamente seletiva e compatível com programas de manejo integrado de pragas. Sua formulação microencapsulada favorece a estabilidade e amplia a permanência no campo, aumentando a eficiência do manejo em momentos críticos das culturas.

 

Campanha exclusiva com o programa Bônus Mais

Durante a Coopercitrus Expo, a FMC também promove uma campanha em parceria com a Coopercitrus por meio do programa Bônus Mais.
Os produtores que adquiriremBoral®, Boral® Full e Stone® durante a feira terão acesso a condições comerciais diferenciadas dentro do programa, reforçando a estratégia conjunta de oferecer tecnologias inovadoras e, também, vantagens exclusivas aos cooperados.
Além disso, a companhia lança uma campanha promocional voltada aos produtores rurais. Na compra dos inseticidas Benevia®, Dimexion® e Verimark®, os clientes poderão ser premiados conforme o volume adquirido.
Os produtores que atingirem os volumes mínimos de 200 litros de Benevia®, 500 litros de Dimexion® ou 80 litros de Verimark® serão contemplados com uma Mini Starlink, ampliando a conectividade no campo. Já aqueles que alcançarem 2.000 litros de Benevia®, 5.000 litros de Dimexion® ou 800 litros de Verimark® receberão um iPhone 17 Pro.
“Nossa parceria com a Coopercitrus vai muito além da participação na feira. Trabalhamos juntos para levar inovação, tecnologia e benefícios concretos aos cooperados, contribuindo para uma agricultura cada vez mais produtiva e sustentável”, conclui o gerente.

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Sustentabilidade

Mercado de soja tem preços firmes, mas retenção dos produtores limita os negócios

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O mercado brasileiro de soja voltou a registrar cotações firmes, impulsionadas pela alta da Bolsa de Chicago e pelos prêmios, que seguem em patamares elevados. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os portos chegaram a testar a faixa de R$ 150,00 por saca no mercado spot, enquanto as ofertas para outubro ficaram entre R$ 155,00 e R$ 157,00, com prazos de pagamento mais longos.

Silveira destaca que o mercado interno também segue indicando cotações elevadas, sustentadas pelo basis positivo e pela demanda compradora. Segundo ele, as ofertas continuam escassas, com menor volume disponível de soja e algumas regiões mais pressionadas.

O analista acrescenta que os produtores seguem retendo a soja, o que limitou o volume de negócios ao longo da sessão. Apesar disso, ele ressalta que a semana foi marcada por preços significativamente altos e que, mesmo com negociações moderadas, as cotações representam excelentes oportunidades neste momento.

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Confira como ficaram as cotações de soja no Brasil:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 142,00 para R$ 144,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 143,00 para R$ 145,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 136,00 para R$ 138,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 130,00 para R$ 132,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,50 para R$ 130,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 131,00 para R$ 133,00
  • Paranaguá (PR): avançou de R$ 147,00 para R$ 149,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 148,00 para R$ 150,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), ampliando os ganhos acumulados na semana. Após um movimento de realização de lucros durante a manhã, os fundamentos voltaram a prevalecer e levaram os preços aos melhores patamares em cerca de três anos. A posição novembro acumulou valorização de 4,2% na semana.

Os agentes seguem atentos às condições climáticas nos Estados Unidos. As previsões indicam temperaturas elevadas e pouca chuva, cenário que pode comprometer o potencial produtivo da safra norte-americana.

Outro fator de sustentação para a oleaginosa é a demanda aquecida nos Estados Unidos. O mercado continua repercutindo os acordos firmados entre Pequim e Washington, que impulsionaram as compras por parte dos asiáticos e deram suporte adicional às cotações.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 10,50 centavos de dólar, ou 0,84%, a US$ 12,48 por bushel. A posição novembro encerrou cotada a US$ 12,53 1/2 por bushel, com valorização de 9,75 centavos de dólar, ou 0,78%.

Nos subprodutos, o farelo para setembro subiu US$ 2,00, ou 0,60%, para US$ 330,80 por tonelada. Já o óleo de soja, com vencimento em setembro, fechou a 73,47 centavos de dólar por libra-peso, com queda de 1,22 centavo, ou 1,63%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,03%, cotado a R$ 5,0803 para venda e R$ 5,0783 para compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0498 e a máxima de R$ 5,0903. Na semana, a divisa acumulou queda de 0,58%.

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Sustentabilidade

Publicada portaria que regulamenta a equalização de juros das operações do Plano Safra 2026/2027 – MAIS SOJA

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Foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (23) a portaria que estabelece os critérios, limites, normas operacionais e procedimentos para o pagamento da equalização das taxas de juros pelo Tesouro Nacional às instituições financeiras que operam financiamentos rurais no âmbito do Plano Safra 2026/2027.

A norma aplica-se aos financiamentos rurais concedidos no ano agrícola compreendido entre 1º de julho de 2026 e 30 de junho de 2027, bem como às operações de capital de giro contratadas até 30 de dezembro de 2026 destinadas a cooperativas agropecuárias no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro).

Os recursos contemplam diversas linhas de crédito rural, entre elas Custeio Empresarial, Custeio Pronamp, Inovagro, Moderfrota, PCA, Prodecoop, Proirriga, RenovAgro, Procap-Agro e linhas voltadas à produção sustentável.

Ao todo, 26 instituições financeiras, entre bancos, cooperativas de crédito e agências de fomento, estão autorizadas a operacionalizar as linhas de crédito com equalização de juros.

Os recursos estão divididos entre R$ 97,5 bilhões destinados aos médios e grandes produtores e R$ 44,3 bilhões destinados à agricultura familiar.

Fonte: MAPA



 

FONTE

Autor:MAPA

Site: MAPA

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