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Locação de máquinas agrícolas pode ser impulsionada com Reforma Tributária; entenda

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Tradicional na locação de máquinas da linha amarela, a Armac chega à 31ª Agrishow com a promessa de expandir a sua presença no agro ao crescer das atuais 18 lojas para 30 ao longo de 2026 em estados com maior Valor Bruto de Produção (VBP), como Mato Grosso, Goiás, São Paulo e Paraná.

Contudo, para isso, encontra um empecilho que independe do tamanho de seu parque fabril, superior a 12 mil máquinas: a profissionalização do produtor rural.

De acordo com o diretor de Negócios da companhia, Mairon Karr, a ausência de um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) constituído, condição que afeta dos pequenos aos grandes agricultores, impede o usufruto de um dos principais benefícios do modelo de empréstimo de maquinário: a redução da cobrança de PIS/Cofins.

O executivo acredita, no entanto, que a Reforma Tributária, que passa a exigir de produtores o Cadastro até 2027, atuantes ou não como pessoa jurídica, tende a impulsionar a locação, ainda que, a princípio, de forma modesta.

“Uma expansão maior depende, também, de uma questão cultural típica do produtor rural brasileiro, já que muitos não abrem mão do sentimento de ter uma máquina própria em sua fazenda, de um bem que passarão para os filhos”, destaca.

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Pensando justamente nisso, a Armac entrou no mercado de seminovos há um ano e já percebeu aumento de faturamento, registrado em R$ 2 bilhões em 2025. Para 2026, ainda que não divulguem números prévios, o desempenho superior no primeiro trimestre dá pistas de incremento e, também, de maior participação do agro no negócio, atualmente entre 25% e 30%.

*O jornalista viajou para a Agrishow a convite da organização

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Agro Mato Grosso

Custo do algodão sobe e pressiona produtor em MT

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O custo para produzir algodão em Mato Grosso na safra 2026/2027 registrou aumento de 2,64% em apenas um mês, atingindo R$ 10.531,50 por hectare. Os dados são do projeto CPA-MT, desenvolvido em parceria entre o Senar-MT e o Imea.

A elevação foi impulsionada principalmente pelos fertilizantes e corretivos, que tiveram alta de 6,27% em relação a fevereiro. O avanço nos preços está ligado à restrição na oferta de insumos e ao aumento dos custos logísticos, influenciados por tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Com isso, o custo total da cultura, que inclui outras despesas além do custeio direto, também apresentou crescimento de 1,56% no período, chegando a R$ 18.630,38 por hectare.

Outro ponto de atenção é a comparação com a safra anterior. Em fevereiro, a estimativa para o ciclo 2026/2027 ainda estava 0,67% abaixo da safra 2025/2026. No entanto, em março, o cenário se inverteu, e o custo atual já aparece 0,88% acima do registrado no ciclo passado.

Diante desse contexto, a análise técnica aponta que o aumento nos custos, especialmente com fertilizantes e corretivos, tende a reduzir a margem de rentabilidade do produtor, sobretudo em um período de maior demanda por insumos.

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Banco do Brasil projeta R$ 3 bilhões em propostas de financiamento na Agrishow

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O Banco do Brasil (BB) estima receber R$ 3 bilhões em propostas de financiamento durante a 31ª edição da Agrishow, realizada entre domingo (26) e sexta-feira (1º), em Ribeirão Preto (SP).

Segundo nota divulgada pela instituição nesta segunda-feira (27), o volume previsto abrange operações para máquinas, armazenagem, irrigação e tecnologia destinadas à agricultura familiar, médios produtores e agricultura empresarial.

De acordo com o banco, a oferta de crédito na feira será concentrada em linhas já conhecidas do produtor rural.

Para aquisição de máquinas e implementos, o BB informou que disponibiliza o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota), o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural Investimento (Pronamp Investimento) e o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar Mais Alimentos (Pronaf Mais Alimentos).

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Na área de armazenagem, a instituição oferece o Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA). Para tecnologia e práticas de produção, estão disponíveis o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro) e o Programa de Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro), voltado, entre outros pontos, a plantio direto e recuperação de pastagens.

Para o custeio da safra 2026/2027, o banco informou que trabalha com taxas do Plano Safra, a partir de 8% ao ano para médios produtores e a partir de 11% ao ano para agricultura empresarial. A nota não detalha o volume projetado por linha de crédito, nem a distribuição regional das propostas dentro da feira.

Na prática, a estimativa de R$ 3 bilhões sinaliza foco em investimentos de capital e preparação antecipada para a próxima safra. O alcance efetivo desse volume, porém, dependerá da formalização das propostas apresentadas durante o evento.

A Agrishow segue até sexta-feira (1º), e o desempenho das propostas deve indicar o ritmo da demanda por crédito para investimento e custeio no início do ciclo 2026/2027.

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Brasil adere a programa de pesquisa para agricultura sustentável da OCDE

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Foto: Freepik

O governo brasileiro formalizou a adesão ao Programa de Pesquisa Cooperativa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para Agricultura e Sistemas Alimentares Sustentáveis, conforme informou o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em nota.

A carta de adesão foi entregue durante reunião na sede da organização, em Paris, ocorrida na última sexta-feira (24), com a participação do secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luís Rua, e do representante do Brasil junto às Organizações Internacionais Econômicas em Paris, o embaixador Sarquis J. B. Sarquis.

Pela OCDE, participaram o secretário-geral adjunto, Yasushi Masaki, e a diretora de Comércio e Agricultura, Marion Jansen.

Segundo a pasta, a entrada do Brasil no programa reforça a contribuição do país em pesquisa agropecuária, especialmente em agricultura tropical.

“O Brasil conta com uma rede de instituições de pesquisa, universidades e centros de excelência, com destaque para a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), cuja atuação tem sido parte central dos ganhos de produtividade e sustentabilidade da agricultura nacional. A participação no programa permitirá ao Brasil ampliar sua presença nas discussões da OCDE sobre agricultura, segurança alimentar, sustentabilidade e inovação”, disse o ministério na nota.

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Há expectativa de que a adesão gere redução de custos de cooperação internacional, com acesso à rede de intercâmbio científico, bolsas de pesquisa, conferências, workshops e simpósios apoiados pelo programa.

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Agro MT