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7 de outubro de 2026

Sustentabilidade

CEPEA/ABIOVE: Safra recorde e avanço do processamento sustentam expansão da cadeia em 2026 – MAIS SOJA

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Estudos realizados pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), apontam que o PIB da cadeia da soja e do biodiesel pode avançar 6,87% em 2026. Segundo pesquisadores do Cepea/Abiove, esse resultado está atrelado à colheita de uma safra recorde no Brasil (2025/26) e à intensificação do processamento do grão por parte da indústria. Com isso, o PIB da cadeia produtiva deve representar 21,2% do PIB do agronegócio em 2026 e 4,8% do PIB nacional. O avanço projetado para 2026 soma-se ao forte crescimento observado em 2025, quando o PIB da cadeia produtiva expandiu 11,72%.

Dados do Cepea/Abiove mostram crescimentos em todos os segmentos da cadeia. Para insumos, o aumento é estimado em 2,57%, devido à expansão da área e da produção de soja e ao avanço do manejo no campo, que resultam em maior demanda por sementes, fertilizantes, defensivos e tecnologias. Para a soja, o crescimento deve ser de 7,26%, o que decorre do avanço da produção, estimada em patamar recorde de 180,56 milhões de toneladas em 2025/26, conforme a Conab. A combinação entre aumento de área e ganhos de produtividade – com uso de tecnologia e condições climáticas favoráveis – sustenta esse desempenho.

Na agroindústria, pesquisadores do Cepea/Abiove apontam que a elevação para 2026 é estimada em 7,74%, impulsionada pela maior oferta do grão e por demandas firmes pelos derivados, que estimulam o esmagamento no ano. Para as rações, as perspectivas positivas estão pautadas nas expectativas de avanço das cadeias pecuárias, conforme o Sindirações. No caso do biodiesel, destaque em crescimento na agroindústria (de expressivos 10,93%), a produção no primeiro trimestre de 2026 superou a do mesmo trimestre do ano passado, refletindo a maior demanda, ainda em decorrência da adoção do B15 desde agosto de 2025.

Segundo pesquisadores do Cepea/Abiove, a estimativa de avanço de 6,89% no PIB dos agrosserviços em 2026 é explicada pela maior produção de soja e pela ampliação do processamento, que elevam a demanda por transporte, armazenagem, comercialização e demais serviços associados ao escoamento do grão e dos derivados.

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Considerando os valores agregados por tonelada, estimativas realizadas com base em informações disponíveis até o primeiro trimestre de 2026 apontam que o PIB gerado por tonelada de soja produzida e processada (R$ 6.710) representou 3,84 vezes o PIB gerado pela soja produzida e exportada diretamente (R$ 1.747).

MERCADO DE TRABALHO – O número de pessoas ocupadas na cadeia produtiva da soja e do biodiesel totalizou 2,54 milhões de trabalhadores no primeiro trimestre de 2026, aumento de 3,29% em relação ao mesmo período do ano anterior. Com esse contingente, a participação da cadeia produtiva foi de 2,49% na economia brasileira e de 11,21% no agronegócio, ambas ligeiramente superiores às registradas em 2025.

Na comparação entre o primeiro trimestre de 2026 e o mesmo período do ano anterior, o Cepea/Abiove aponta crescimento do emprego nos insumos (1,81%), na agroindústria (9,23%) e nos agrosserviços (6,09%), enquanto redução foi observada na produção de soja (-6,74%) – pesquisadores do Cepea/Abiove destacam que esta retração no primeiro trimestre de 2026 parece consolidar uma tendência de queda da PO na cultura, que já passou por diminuições em 2023, 2024 e 2025.

Já a forte expansão para a agroindústria está atrelada sobretudo ao crescimento no subsegmento de esmagamento e refino (+6.101 pessoas ocupadas). Para biodiesel e rações também houve expansão do mercado de trabalho, de 595 e 1.212 pessoas ocupadas, respectivamente. O comportamento do mercado de trabalho no início de 2026 esteve alinhado aos resultados produtivos da agroindústria.

No primeiro trimestre, a geração de empregos por mil toneladas foi de 26 trabalhadores na soja produzida e processada, 3,97 vezes superior à da soja produzida e exportada (6,5 trabalhadores).

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COMÉRCIO EXTERIOR – As exportações da cadeia da soja e do biodiesel totalizaram 29,6 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2026, volume 5,95% superior ao registrado no mesmo período de 2025. Em valor, as vendas externas somaram US$ 12,3 bilhões, avanço de 11,8%, impulsionado tanto pelo aumento do volume embarcado quanto pela elevação de 5,52% nos preços médios de exportação da cadeia.

Para a soja em grão, pesquisadores do Cepea/Abiove apontam que o avanço nos volumes embarcados refletiu a colheita da safra recorde brasileira e a firme demanda internacional. Os preços internacionais da soja, por sua vez, foram sustentados especialmente pela valorização do petróleo e pelas expectativas de expansão dos biocombustíveis.

Quanto ao óleo, a forte demanda internacional por matérias-primas destinadas à produção de biodiesel e diesel renovável, especialmente na América do Norte e na Ásia, impulsionou as exportações do derivado. Em relação aos preços, a valorização do petróleo e o avanço das políticas de biocombustíveis também sustentaram as cotações internacionais.

As exportações brasileiras de farelo de soja foram sustentadas pela demanda internacional aquecida, com destaque para o aumento dos envios ao Oriente Médio e ao Sudeste Asiático. Contudo, o aumento do esmagamento nos principais produtores mundiais e a maior oferta de farelos concorrentes, como canola e girassol, ampliaram a disponibilidade global. Como resultado, apesar do crescimento dos embarques, os preços médios de exportação registraram leve recuo no primeiro trimestre de 2026.

Outras informações: https://www.cepea.esalq.usp.br/  e por meio da Comunicação Cepea, com a pesquisadora Nicole Rennó: cepea@usp.br

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Fonte: CEPEA

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Sustentabilidade

Área de soja cultivada em Goiás na safra 2026/27 deve aumentar 0,9% – Seapa – MAIS SOJA

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Em entrevista à Agência Safras, o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, Ademar Leal, destacou que a área a ser cultivada com soja na safra 2026/27 no estado deverá aumentar 0,9% em relação à temporada anterior e deve atingir 5,1 milhões de hectares. “Para Goiás, a Conab projeta inicialmente uma produtividade média de 3.900 quilos por hectare, que tende a ser 0,1% menor ante à temporada anterior”, comenta.

Ele destaca que a expectativa está relacionada, entre outros fatores, aos riscos climáticos associados ao próximo ciclo, embora o aumento da área semeada deva compensar essa redução e permitir uma produção de soja estimada em 20,3 milhões de toneladas.

Ademar sinaliza que a confirmação de um El Niño de forte intensidade aumenta a preocupação dos produtores de Goiás com a disponibilidade hídrica no início da safra 2026/27. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), as principais regiões produtoras do estado apresentam previsão de baixos volumes de chuva e temperaturas elevadas, mantendo a umidade do solo em níveis reduzidos. “Esse cenário exige cautela na implantação das lavouras de soja e milho no sistema sequeiro, uma vez que chuvas isoladas podem não garantir a umidade necessária para a germinação e estabelecimento uniforme das plantas”, alerta.

Com a proximidade do plantio da soja, prevista para ocorrer com maior intensidade neste mês de outubro, a aquisição e o recebimento de sementes, fertilizantes e defensivos passam a ser prioridade no planejamento dos produtores.

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Custo de produção aparece como ponto de atenção em Goiás

Ele afirma que os custos de produção para a safra 2026/27 aparecem como um ponto de atenção em Goiás, devido ao peso de insumos como fertilizantes, sementes e combustíveis. O valor por hectare depende da tecnologia adotada, da região e das condições de compra de cada produtor. “A capacidade de investir em tecnologia varia conforme a situação financeira de cada produtor. Para a próxima safra, a tendência é de maior cautela na escolha desses investimentos, diante dos custos de produção e demais variáveis de mercado. A prioridade deve recair sobre tecnologias com retorno esperado para a realidade de cada propriedade, sem comprometer o custeio da lavoura”, analisa.

Segundo Ademar, o crédito rural permanece como um importante instrumento de financiamento da produção agropecuária em Goiás. Os recursos disponibilizados pelo Plano Safra 2026/2027 estão sendo contratados pelos produtores, contemplando as modalidades destinadas ao custeio, comercialização e investimentos. “O crédito de custeio continua sendo fundamental para viabilizar a aquisição de sementes, fertilizantes, defensivos, combustível e demais insumos necessários à produção. Além dos recursos do Plano Safra, os produtores contam com outras fontes de financiamento, incluindo recursos de instituições financeiras, cooperativas de crédito e mecanismos de financiamento privado” avalia.

Quanto ao endividamento dos produtores, Ademar entende que o acompanhamento dos indicadores de crédito rural permite identificar tendências e orientar políticas e instrumentos de apoio ao setor. “Goiás possui uma agropecuária diversificada e uma estrutura de financiamento consolidada. A manutenção de um ambiente de crédito adequado é fundamental para assegurar a continuidade dos investimentos, da produção e da competitividade do agro goiano”, conclui.

Fonte: Agência Safras

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FONTE

Autor:Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Dólar volta a cair e deve manter mercado brasileiro de soja pressionado – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de soja deve ter mais um dia de preços pressionados, com o dólar voltando a cair e seguindo abaixo de R$ 5,00. A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera no território positivo, mas os ganhos neste início de manhã não são animadores. Sem mudanças bruscas ao longo do dia, a comercialização vai seguir totalmente travada.

Na segunda-feira, o mercado brasileiro de soja registrou forte queda nas cotações, em uma sessão completamente travada em termos de comercialização. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que o recuo brusco do dólar pressionou fortemente as ofertas dos compradores, enquanto os vendedores permaneceram fora do mercado.

“O dólar teve uma queda brusca, enquanto os prêmios ficaram estáveis no spot e Chicago subiu pouco. Com isso, as cotações no físico derreteram”, resume Silveira.

No mercado físico, em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 152,50 para R$ 147,00, enquanto em Santa Rosa (RS) caiu de R$ 153,50 para R$ 148,00. Em Cascavel (PR), as cotações passaram de R$ 149,00 para R$ 143,00. Em Rondonópolis (MT), os preços recuaram de R$ 147,00 para R$ 141,00, enquanto em Dourados (MS) caíram de R$ 147,00 para R$ 145,00. Já em Rio Verde (GO), a cotação recuou de R$ 147,00 para R$ 141,00.

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Nos portos, em Paranaguá (PR), a saca caiu de R$ 160,00 para R$ 154,00. Em Rio Grande (RS), as referências recuaram de R$ 161,50 para R$ 156,00.

CHICAGO
  • A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera com ganhos. A posição novembro/26 do grão avançava 0,66%, cotada a US$ 12,89 1/4 por bushel.
  • O mercado estende os ganhos do pregão anterior, sustentado por compras técnicas e pela desvalorização do dólar frente a outras moedas, o que melhora a competitividade do produto norte-americano. Em contrapartida, a previsão de clima mais seco e favorável segue contribuindo para o avanço da colheita nos Estados Unidos, limitando a alta.
CÂMBIO
  • O dólar comercial registra baixa de 0,71%, a R$ 4,9671. O Dollar Index registra baixa de 0,30%, a 101,855 pontos.
INDICADORES FINANCEIROS
  • As principais bolsas da Ásia fecharam em alta. China, feriado. Japão, +1,05%.
  • As principais bolsas na Europa operam em alta. Paris, +0,45%. Frankfurt, +0,60%. Londres, +0,29%.
  • O petróleo opera em forte baixa. Novembro do WTI em NY: US$ 87,14 o barril (-2,51%).
AGENDA
Terça-feira (06/10)

Primeiro dia do 12º Safras Agriweek.

China: Feriado. Mercados financeiros fechados.

  • 11:30 – Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral.
  • 15:00 – Balança comercial parcial de setembro/MDIC.
  • 20:30 – Japão: Pesquisa preliminar do trabalho – salários, emprego e horas trabalhadas de agosto.
Quarta-feira (07/10)

Segundo dia do 12º Safras Agriweek.

China: Feriado. Mercados financeiros fechados.

  • 03:00 – Alemanha: Produção industrial de agosto.
  • 08:00 – IGP-DI de setembro e os componentes: IPA-DI, IPC-DI e INCC-DI/FGV.
  • 11:30 – EUA: Relatório Semanal de Petróleo da EIA.
  • 15:00 EUA: Ata da reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc).
Quinta-feira (08/10)
  • 03:00 – Alemanha: Balança comercial de agosto.
  • 08:30 – Zona do euro: Ata das discussões da última reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).
  • 09:30 – Dados de exportação semanal de grãos dos EUA/USDA.
  • 15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.
  • 15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.
  • 16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.
Sexta-feira (09/10)
  • 09:00 – IPCA e INPC de setembro IBGE.
  • 13:00 EUA: Relatório de oferta e demanda mundial e norte-americana para grãos/USDA/Wasde.
  • 16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE
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Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Previsões para outubro apontam chuvas acima da média no Sul e temperaturas elevadas no Norte – MAIS SOJA

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O mês de setembro foi marcado por elevados volumes de chuva, especialmente na região Sul do Brasil. Esse cenário contribuiu para aumentar o armazenamento de água no solo, influenciando tanto o desenvolvimento das culturas quanto o andamento das operações agrícolas. Em contrapartida, grande parte das regiões Norte e Nordeste apresentaram baixos volumes de precipitação, resultando em menor reposição hídrica e redução do armazenamento de água no solo.

Para outubro, as projeções indicam a manutenção de um cenário de maior concentração de chuvas na região Sul. De acordo com as previsões apresentadas pelo professor Fábio Marin no Boletim do Sistema TempoCampo/Esalq, a primeira quinzena do mês deve registrar maiores volumes de precipitação no Sul, mas também com boas condições de chuva para as regiões Sudeste e Centro-Oeste. Esse cenário pode ser importante para o estabelecimento das lavouras de verão, especialmente em áreas que dependem da regularização das condições de umidade do solo para o início da semeadura.

Em relação à anomalia de precipitação prevista para outubro, a tendência é de volumes de chuva acima da média histórica no Sul do Brasil, com excedentes que podem ser significativamente superiores aos valores normalmente observados para o período. Caso as previsões se confirmem, o excesso de umidade poderá limitar o avanço das operações de semeadura das culturas de verão, tornando necessário um planejamento mais criterioso das atividades agrícolas ao longo do mês. Para as demais regiões do país, as projeções apontam menor variação nas anomalias de precipitação, com tendência de ocorrência de chuvas próximas à normalidade para o período.

Figura 1. Previsão de anomalias de precipitação (mm), valido para outubro de 2026. INMET, 6 de outubro de 2026.
Fonte: INMET (2026)

Esse comportamento, típico de anos sob influência do El Niño, tende a ser ainda mais evidente diante da maior intensidade do fenômeno, reforçando a necessidade de cautela e de um planejamento mais criterioso na condução das práticas agrícolas. Caso as projeções se confirmem, o acumulado de precipitação em outubro poderá superar 200 mm em grande parte da região Sul do Brasil (Figura 2).

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Figura 2. Precipitação total prevista (mm) para outubro de 2026. INMET, 6 de outubro de 2026.
Fonte: INMET (2026)

Em relação às condições de temperatura previstas para outubro, novembro e dezembro, Fábio Marin destaca uma maior probabilidade de ocorrência de temperaturas acima da média na região Norte do país. Já nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, a tendência é de temperaturas próximas à média histórica para o período.

Esse cenário, especialmente diante da maior intensidade e influência do fenômeno El Niño, reforça a necessidade de um planejamento estratégico e criterioso na implantação e condução das culturas agrícolas, buscando antecipar possíveis impactos e mitigar os efeitos de eventuais adversidades climáticas ao longo do ciclo produtivo.

Confira abaixo as atualizações completas para o mês de outubro, trazidas pelo professor Fábio Marin no Boletim do Sistema TempoCampo/Esalq.


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Referências:

INMET. CLIMA. Instituto Nacional de Meteorologia, 2026. Disponível em: < https://clima.inmet.gov.br/progp/0 >, acesso em: 06/10/2026.

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