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Abate de bovinos em Mato Grosso registra recorde em janeiro

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Foto: Sistema Famato/Reprodução

Mato Grosso enviou para o abate 641,04 mil bovinos em janeiro. O volume é considerado recorde para o mês e 5,45% superior ao registrado em dezembro de 2025.

Segundo o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT), 310,55 mil cabeças enviadas para a indústria frigorífica mato-grossense eram fêmeas, 21,36% a mais que o observado em dezembro.

Em termos de participação nos abates, as fêmeas avançaram 6,35 pontos percentuais frente ao último mês de 2025. Em contrapartida, ao se comparar com janeiro do ano passado, os abates de fêmeas caíram 5,86%, o que sinaliza um início de movimento de redução nos envios para os abates.

Já o número de machos enviados para o gancho somou 330,49 mil cabeças, queda de 6,13%.

“O aumento dos abates no período foi impulsionado pelo descarte de matrizes vazias da estação de monta, aliado à maior entrada de animais terminados no mercado”, explica o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) em seu boletim semanal.

De acordo com análise do Imea, a expectativa para fevereiro é de recuo no envio de animais para a indústria. O motivo é um menor número de dias úteis no mês e do feriado de Carnaval.


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Com foco em seguro rural e endividamento, Sérgio Bortolozzo é reeleito presidente da SRB

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Foto: Divulgação/SRB

O Conselho Superior da Sociedade Rural Brasileira (SRB) reelegeu Sérgio Bortolozzo para a presidência da entidade no triênio 2026–2028. A decisão foi tomada nesta terça-feira (10), em São Paulo.

Produtor rural, Bortolozzo já ocupou cargos de liderança em organizações do agronegócio, como a Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), a Maizall e a Câmara Setorial do Milho e Sorgo do Ministério da Agricultura, além da própria SRB.

Na nova gestão, ele terá como vice-presidentes Marcelo Schunn Diniz Junqueira, João Adrien e Ricardo Sassi. Ao ser reconduzido ao cargo, Bortolozzo afirmou que a entidade pretende manter a atuação em defesa do produtor rural e da atividade agrícola.

Segundo o presidente, a agenda prioritária para os próximos três anos inclui temas como o endividamento do setor rural, a viabilidade econômica da produção, o fortalecimento do seguro rural e a defesa do direito de propriedade. A entidade também deve seguir na interlocução com governos estaduais e federal.

Na foto, a nova diretoria da SRB; Ricardo Sassi, Marcelo Schunn Diniz Junqueira, Sérgio Bortolozzo e João Adrien.

Balanço da gestão anterior

No mandato 2023–2025, a SRB ampliou a atuação institucional e a participação em debates sobre política agrícola, reforma tributária, segurança jurídica e direito de propriedade, além de reforçar a presença em discussões no Congresso Nacional e em órgãos do Executivo.

Entre as pautas acompanhadas pela entidade no período estão a discussão de um novo modelo de seguro rural voltado a regiões mais vulneráveis e a regulamentação do Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), como instrumento de incentivo econômico ao produtor.

Representatividade e articulação internacional

Durante a gestão, foi criado o Comitê de Mulheres da SRB, com o objetivo de ampliar a participação feminina na entidade e em agendas estratégicas do setor. A iniciativa também integrou missões internacionais aos Estados Unidos nos últimos dois anos.

A SRB participou ainda da elaboração de memorandos de intenções com a Indian Chamber of Food and Agriculture (ICFA) e com a Federação das Associações Rurais do Mercosul (FARM), voltados à cooperação internacional e a discussões relacionadas ao acordo entre União Europeia e Mercosul e à sanidade animal.

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Exportações de café do Brasil caem 31% em janeiro, indica Cecafé

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Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

As exportações brasileiras de café começaram 2026 em ritmo mais lento. Dados do Cecafé mostram que o país embarcou 2,780 milhões de sacas de 60 kg em janeiro, volume 30,8% inferior ao registrado no mesmo mês de 2025. Em receita cambial, os embarques renderam US$ 1,175 bilhão, o que representa recuo de 11,7% na comparação anual.

Segundo o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, o desempenho reflete uma combinação de fatores de mercado. O movimento de baixa dos preços internacionais, observado desde janeiro e intensificado em fevereiro, aliado à valorização do real frente ao dólar, reduziu a competitividade do produto brasileiro. Além disso, o cenário doméstico também influenciou o fluxo de negócios com o exterior.

De acordo com Ferreira, os produtores seguem capitalizados após anos de preços firmes, o que diminui a pressão por vendas imediatas. Ao mesmo tempo, os estoques de café arábica permanecem limitados durante a entressafra, enquanto os cafés canéforas, como conilon e robusta, têm sido direcionados majoritariamente ao abastecimento do mercado interno. Esse conjunto de condições ajuda a explicar a retração mais acentuada nos volumes exportados.

A expectativa da entidade é de uma possível reação nos próximos meses. No caso dos cafés canéforas, a aproximação da nova safra, a partir de maio, pode favorecer a retomada dos embarques. Para o arábica, a perspectiva é semelhante, mas condicionada à entrada mais efetiva da safra 2026/27, prevista para o segundo semestre.

Arábica lidera, mas registra queda

O café arábica manteve a liderança nas exportações brasileiras em janeiro. Foram embarcadas 2,347 milhões de sacas, o equivalente a 84,4% do total exportado no mês. Apesar da predominância, o segmento apresentou retração de 29,1% em relação a janeiro do ano passado.

Na sequência, o café solúvel respondeu por 9% das vendas externas, com 249.148 sacas enviadas ao exterior. O volume também recuou na comparação anual. Já os cafés canéforas (conilon e robusta) somaram 181.559 sacas, representando 6,5% do total e registrando queda de 45,6%.

O segmento de café torrado e torrado e moído teve participação residual. As exportações dessa categoria atingiram 2.317 sacas, mantendo baixa representatividade na pauta exportadora.

Alemanha e EUA lideram compras

A Alemanha permaneceu como o principal destino do café brasileiro em janeiro, com a importação de 391.704 sacas, o que corresponde a 14,1% dos embarques totais. Mesmo na liderança, o volume destinado ao país europeu recuou em relação ao ano anterior.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 385.841 sacas adquiridas e participação de 13,9%. Na sequência, figuram Itália, Bélgica e Japão, completando o grupo dos cinco maiores compradores do produto brasileiro no período.

Cafés diferenciados

Os chamados cafés diferenciados, que incluem produtos de qualidade superior ou com certificações de sustentabilidade, responderam por 21,2% das exportações totais em janeiro. O Brasil embarcou 588.259 sacas dessa categoria, volume inferior ao observado no mesmo mês de 2025.

A receita gerada pelos cafés especiais somou US$ 272,7 milhões, correspondendo a 23,2% do faturamento total obtido com as exportações de café no mês. A Alemanha também liderou as compras nesse segmento, seguida por Estados Unidos, Itália, Bélgica e Holanda.

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Cadastro de áreas de soja em Mato Grosso encerra neste domingo

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

O prazo para que os sojicultores de Mato Grosso regularizem o cadastro de suas unidades de produção termina neste domingo, 15 de fevereiro. O registro junto ao Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea-MT) é obrigatório e pode ser realizado digitalmente pelo Sistema de Defesa Sanitária Vegetal (Sisdev) ou em uma das 141 unidades físicas da autarquia.

Para efetivar o processo, o produtor deve declarar dados estratégicos da safra, como a localização geográfica exata, o total de hectares plantados e a variedade da semente utilizada. Até o dia 26 de janeiro, o Indea-MT havia contabilizado o registro de 8.175 unidades de produção, o que representa cerca de sete milhões de hectares declarados por 4.697 sojicultores.

O volume atual ainda está abaixo do consolidado na safra 2024/25, quando o estado monitorou mais de 11,3 milhões de hectares de soja. O cadastramento é a principal ferramenta do estado para o controle sanitário e o combate a pragas que podem comprometer a economia local, como a ferrugem asiática. O descumprimento da norma impacta diretamente no bolso do produtor devido ao valor da Unidade Padrão Fiscal (UPF).

“Quem não se cadastrar fica sujeito à aplicação de multa de 10 Unidades Padrão Fiscal (UPFs)”. informa o órgão. Com a cotação atual, a sanção financeira é de R$ 2.543,60 por propriedade rural não declarada.

Para facilitar o processo e evitar o deslocamento às unidades físicas na reta final, o Indea-MT disponibilizou atendimento via WhatsApp (clique aqui) para suporte técnico. Os dados consolidados de plantio por safra são públicos e podem ser consultados no portal oficial do instituto (confira aqui), garantindo transparência sobre a ocupação do solo mato-grossense.


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