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Incêndio em secador de soja mobiliza bombeiros por quatro horas no interior de MT

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Foto: Corpo de Bombeiros de Mato Grosso

Um incêndio em um silo de grãos mobilizou o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso no domingo (8), em Porto Alegre do Norte (1.031 quilômetros de Cuiabá). As chamas atingiram o secador de uma empresa de agronegócios, exigindo uma operação de combate e resfriamento que durou cerca de quatro horas. Apesar do susto e do risco de perda da carga de soja, não houve registro de feridos.

O alerta para o 2º Núcleo Bombeiro Militar (2º NBM) ocorreu por volta das 11h30. Ao chegarem à unidade, as equipes identificaram que o fogo estava concentrado na parte superior do secador. A estratégia imediata foi atacar as chamas pelo topo da estrutura, uma manobra técnica para evitar que o incêndio se espalhasse por todo o complexo de armazenamento.

Para conter o avanço do fogo, os militares utilizaram 15 mil litros de água, contando com o apoio de duas viaturas de combate e um caminhão-pipa da própria empresa. Além do combate direto, o protocolo de segurança exigiu o isolamento do material e a retirada rápida da soja de dentro do equipamento para evitar que o calor residual desse início a novos focos.

De acordo com as autoridades, a operação foi considerada bem-sucedida por impedir danos estruturais permanentes ao silo. O incidente serve de alerta para o setor produtivo da região, já que falhas em secadores são causas recorrentes de prejuízos no armazenamento de grãos durante o pico da safra.


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Com foco em seguro rural e endividamento, Sérgio Bortolozzo é reeleito presidente da SRB

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Foto: Divulgação/SRB

O Conselho Superior da Sociedade Rural Brasileira (SRB) reelegeu Sérgio Bortolozzo para a presidência da entidade no triênio 2026–2028. A decisão foi tomada nesta terça-feira (10), em São Paulo.

Produtor rural, Bortolozzo já ocupou cargos de liderança em organizações do agronegócio, como a Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), a Maizall e a Câmara Setorial do Milho e Sorgo do Ministério da Agricultura, além da própria SRB.

Na nova gestão, ele terá como vice-presidentes Marcelo Schunn Diniz Junqueira, João Adrien e Ricardo Sassi. Ao ser reconduzido ao cargo, Bortolozzo afirmou que a entidade pretende manter a atuação em defesa do produtor rural e da atividade agrícola.

Segundo o presidente, a agenda prioritária para os próximos três anos inclui temas como o endividamento do setor rural, a viabilidade econômica da produção, o fortalecimento do seguro rural e a defesa do direito de propriedade. A entidade também deve seguir na interlocução com governos estaduais e federal.

Na foto, a nova diretoria da SRB; Ricardo Sassi, Marcelo Schunn Diniz Junqueira, Sérgio Bortolozzo e João Adrien.

Balanço da gestão anterior

No mandato 2023–2025, a SRB ampliou a atuação institucional e a participação em debates sobre política agrícola, reforma tributária, segurança jurídica e direito de propriedade, além de reforçar a presença em discussões no Congresso Nacional e em órgãos do Executivo.

Entre as pautas acompanhadas pela entidade no período estão a discussão de um novo modelo de seguro rural voltado a regiões mais vulneráveis e a regulamentação do Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), como instrumento de incentivo econômico ao produtor.

Representatividade e articulação internacional

Durante a gestão, foi criado o Comitê de Mulheres da SRB, com o objetivo de ampliar a participação feminina na entidade e em agendas estratégicas do setor. A iniciativa também integrou missões internacionais aos Estados Unidos nos últimos dois anos.

A SRB participou ainda da elaboração de memorandos de intenções com a Indian Chamber of Food and Agriculture (ICFA) e com a Federação das Associações Rurais do Mercosul (FARM), voltados à cooperação internacional e a discussões relacionadas ao acordo entre União Europeia e Mercosul e à sanidade animal.

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Exportações de café do Brasil caem 31% em janeiro, indica Cecafé

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Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

As exportações brasileiras de café começaram 2026 em ritmo mais lento. Dados do Cecafé mostram que o país embarcou 2,780 milhões de sacas de 60 kg em janeiro, volume 30,8% inferior ao registrado no mesmo mês de 2025. Em receita cambial, os embarques renderam US$ 1,175 bilhão, o que representa recuo de 11,7% na comparação anual.

Segundo o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, o desempenho reflete uma combinação de fatores de mercado. O movimento de baixa dos preços internacionais, observado desde janeiro e intensificado em fevereiro, aliado à valorização do real frente ao dólar, reduziu a competitividade do produto brasileiro. Além disso, o cenário doméstico também influenciou o fluxo de negócios com o exterior.

De acordo com Ferreira, os produtores seguem capitalizados após anos de preços firmes, o que diminui a pressão por vendas imediatas. Ao mesmo tempo, os estoques de café arábica permanecem limitados durante a entressafra, enquanto os cafés canéforas, como conilon e robusta, têm sido direcionados majoritariamente ao abastecimento do mercado interno. Esse conjunto de condições ajuda a explicar a retração mais acentuada nos volumes exportados.

A expectativa da entidade é de uma possível reação nos próximos meses. No caso dos cafés canéforas, a aproximação da nova safra, a partir de maio, pode favorecer a retomada dos embarques. Para o arábica, a perspectiva é semelhante, mas condicionada à entrada mais efetiva da safra 2026/27, prevista para o segundo semestre.

Arábica lidera, mas registra queda

O café arábica manteve a liderança nas exportações brasileiras em janeiro. Foram embarcadas 2,347 milhões de sacas, o equivalente a 84,4% do total exportado no mês. Apesar da predominância, o segmento apresentou retração de 29,1% em relação a janeiro do ano passado.

Na sequência, o café solúvel respondeu por 9% das vendas externas, com 249.148 sacas enviadas ao exterior. O volume também recuou na comparação anual. Já os cafés canéforas (conilon e robusta) somaram 181.559 sacas, representando 6,5% do total e registrando queda de 45,6%.

O segmento de café torrado e torrado e moído teve participação residual. As exportações dessa categoria atingiram 2.317 sacas, mantendo baixa representatividade na pauta exportadora.

Alemanha e EUA lideram compras

A Alemanha permaneceu como o principal destino do café brasileiro em janeiro, com a importação de 391.704 sacas, o que corresponde a 14,1% dos embarques totais. Mesmo na liderança, o volume destinado ao país europeu recuou em relação ao ano anterior.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 385.841 sacas adquiridas e participação de 13,9%. Na sequência, figuram Itália, Bélgica e Japão, completando o grupo dos cinco maiores compradores do produto brasileiro no período.

Cafés diferenciados

Os chamados cafés diferenciados, que incluem produtos de qualidade superior ou com certificações de sustentabilidade, responderam por 21,2% das exportações totais em janeiro. O Brasil embarcou 588.259 sacas dessa categoria, volume inferior ao observado no mesmo mês de 2025.

A receita gerada pelos cafés especiais somou US$ 272,7 milhões, correspondendo a 23,2% do faturamento total obtido com as exportações de café no mês. A Alemanha também liderou as compras nesse segmento, seguida por Estados Unidos, Itália, Bélgica e Holanda.

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Cadastro de áreas de soja em Mato Grosso encerra neste domingo

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

O prazo para que os sojicultores de Mato Grosso regularizem o cadastro de suas unidades de produção termina neste domingo, 15 de fevereiro. O registro junto ao Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea-MT) é obrigatório e pode ser realizado digitalmente pelo Sistema de Defesa Sanitária Vegetal (Sisdev) ou em uma das 141 unidades físicas da autarquia.

Para efetivar o processo, o produtor deve declarar dados estratégicos da safra, como a localização geográfica exata, o total de hectares plantados e a variedade da semente utilizada. Até o dia 26 de janeiro, o Indea-MT havia contabilizado o registro de 8.175 unidades de produção, o que representa cerca de sete milhões de hectares declarados por 4.697 sojicultores.

O volume atual ainda está abaixo do consolidado na safra 2024/25, quando o estado monitorou mais de 11,3 milhões de hectares de soja. O cadastramento é a principal ferramenta do estado para o controle sanitário e o combate a pragas que podem comprometer a economia local, como a ferrugem asiática. O descumprimento da norma impacta diretamente no bolso do produtor devido ao valor da Unidade Padrão Fiscal (UPF).

“Quem não se cadastrar fica sujeito à aplicação de multa de 10 Unidades Padrão Fiscal (UPFs)”. informa o órgão. Com a cotação atual, a sanção financeira é de R$ 2.543,60 por propriedade rural não declarada.

Para facilitar o processo e evitar o deslocamento às unidades físicas na reta final, o Indea-MT disponibilizou atendimento via WhatsApp (clique aqui) para suporte técnico. Os dados consolidados de plantio por safra são públicos e podem ser consultados no portal oficial do instituto (confira aqui), garantindo transparência sobre a ocupação do solo mato-grossense.


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