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Politica

Deputada Coronel Fernanda fecha primeiro semestre com destaque na defesa de MT em Brasília

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Em apenas seis meses de 2025, a deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT) consolidou sua atuação como uma das vozes mais ativas na defesa de Mato Grosso e do protagonismo feminino no Congresso Nacional.

Com uma agenda intensa e diversificada, a parlamentar teve papel de destaque nas áreas de infraestrutura, segurança pública, agricultura, inclusão social, defesa dos povos indígenas e promoção dos direitos das mulheres.

Neste período, também assumiu a Procuradoria da Mulher da Câmara dos Deputados, reforçando seu compromisso com a representatividade feminina e o combate à violência contra a mulher.

Logo no início do ano, Coronel Fernanda assumiu a coordenação de Políticas de Abastecimento da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), sendo a única representante de Mato Grosso entre os coordenadores nacionais da bancada ruralista.

A deputada também conseguiu a aprovação de importantes projetos na Comissão de Agricultura, incluindo o parecer favorável ao Projeto de Lei 3558/2024, que estabelece critérios para novos assentamentos rurais, além de seis requerimentos que tratam de temas estratégicos como o Plano Safra, seguro rural e impactos de demarcações indígenas.

Na área de infraestrutura, a parlamentar liderou articulações junto ao Governo Federal e ao DNIT para destravar obras fundamentais para o estado, como a pavimentação da BR-158, corredor logístico vital para o escoamento da produção agrícola.

Com forte atuação social, Coronel Fernanda destinou cerca de R$ 5 milhões em emendas para a construção das primeiras “Casas do Autista” em Cuiabá, com capacidade de atendimento a 250 crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Além disso, garantiu mais de R$ 4,9 milhões para investimentos em segurança pública no estado, beneficiando a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros, o PROERD e a Polícia Penal.

No campo da defesa dos direitos humanos, a deputada presidiu uma missão oficial da Câmara dos Deputados a Roraima, onde acompanhou de perto a situação das comunidades Yanomami e cobrou soluções concretas para garantir segurança, saúde e dignidade à população indígena.

Coronel Fernanda também fortaleceu o protagonismo feminino na política nacional. Em junho, participou do Encontro Nacional de Mandatárias do PL Mulher, ao lado da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, reforçando seu compromisso com a representatividade e a defesa das pautas femininas.

“Minha missão é ser a voz de Mato Grosso em Brasília. Cada ação, cada projeto e cada recurso conquistado têm um objetivo claro: melhorar a vida das pessoas, defender quem produz, garantir direitos e fortalecer a segurança pública. Seguimos firmes, com muito trabalho e responsabilidade”, afirmou a deputada.

O balanço do primeiro semestre de 2025 mostra que Coronel Fernanda mantém sua marca de atuação combativa, municipalista e alinhada aos interesses de Mato Grosso.



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Agro Mato Grosso

Max Russi admite apoio da AL para criação de cidade: “Força do agro” MT

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), avaliou que há ambiente político favorável para a criação de um novo município em Mato Grosso, a partir de uma área localizada entre Diamantino e São José do Rio Claro.

A proposta, que ainda não foi formalizada, tem sido chamada informalmente de “Gilmarlândia”, em referência ao ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal, cuja família possui propriedades na região apontada para sediar a futura cidade.

Max Russi participou, no último domingo (22), de um encontro promovido pelo produtor rural Eraí Maggi, que reuniu lideranças políticas e representantes do setor produtivo para discutir a viabilidade do projeto. Segundo o parlamentar, caso a proposta chegue oficialmente ao Legislativo, há condições políticas para que avance.

De acordo com o presidente da Assembleia, a história de Mato Grosso mostra que muitos municípios surgiram a partir do fortalecimento do agronegócio e do aumento da população atraída pelo desenvolvimento econômico. Para ele, o movimento articulado em torno do Eraí segue esse mesmo caminho e conta com diálogo junto ao Governo do Estado, à Assembleia e a outros poderes.

A área cogitada para a implantação do município deverá ser desmembrada de Diamantino e São José do Rio Claro e fica a cerca de 150 km ao norte da cidade natal do ministro Gilmar Mendes, em um ponto estratégico no entroncamento das rodovias MT-249 e MT-010, nas proximidades de uma usina e de um rio.

Segundo Eraí Maggi, a proposta tem como foco atender famílias de trabalhadores rurais que vivem nas propriedades do entorno, levando serviços básicos como educação, saúde, infraestrutura, habitação e opções de lazer. Apesar das articulações políticas já existentes, a ideia ainda não foi apresentada formalmente às câmaras municipais nem à Assembleia Legislativa e segue em fase inicial..

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Politica

PL de autoria de Max Russi reconhece Folia de Reis como patrimônio histórico de MT

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O texto ainda reconhece a cidade de Dom Aquino como a capital mato-grossense das Folias de Reis

Em sessão ordinária desta quinta-feira (19) foi aprovado em segunda votação o Projeto de Lei 1875/2025, de autoria do deputado Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que declara a tradicional Folia de Reis como integrante do patrimônio histórico, artístico e cultural de Mato Grosso. O projeto também reconhece o município de Dom Aquino como a “Capital Mato-grossense das Folias de Reis”.

“Nós precisamos valorizar e incentivar iniciativas que fortaleçam a Folia de Reis, uma tradição cultural presente em diversos municípios de Mato Grosso. É uma manifestação que faz parte da cultura brasileira, e o nosso estado não é diferente. O objetivo é fortalecer, preservar e dar ainda mais reconhecimento a essa festa”, ressaltou Max Russi.

A tradicional festa ocorre em diversos municípios do estado e é uma das mais emblemáticas do país, trazendo à vida a passagem bíblica da visita dos Três Reis Magos ao menino Jesus.

A cidade de Dom Aquino preserva práticas, cantos, trajes, instrumentos e saberes que se mantêm vivos graças à atuação diligente de mestres e brincantes, como são chamados os festeiros.

Com a aprovação da lei, os municípios poderão adotar medidas de incentivo, como a prioridade em programas estaduais de apoio à cultura tradicional e popular, promoção de eventos, festivais e mostras anuais em parceria com o poder executivo municipal, universidades, centros culturais e entidades civis; apoio a ações que incentivem a participação de jovens e a transmissão do saber tradicional.

O projeto segue agora para a sanção do governador Mauro Mendes.

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Agro Mato Grosso

Governo de MT nega que liminar isenta empresa de Blairo Maggi de imposto

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O governador Mauro Mendes negou que o produtor rural e ex-governador Blairo Maggi tenha privilégio de isenção fiscal por decisão judicial. Segundo ele, nenhuma lei estadual ampara o benefício fiscal a exportadores por meio de liminar.

“Não existe [liminar]. A lei é muito clara com relação a isso [regras para isenção ou redução de imposto]. As pessoas desconhecem a legislação. Mato Grosso tem um regime tributário que para você exportar é preciso pagar ICMS”, disse.

A informação sobre a liminar (decisão judicial provisória) a favor da empresa de Blairo Maggi foi divulgada há alguns dias pelo senador Jayme Campos (União Brasil). Conforme ele, a tal liminar retirava a obrigação da Amaggi de pagar o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab).

O Fethab é uma taxa cobrada exclusivamente de produtores rurais em Mato Grosso. Nasceu com o objetivo de gerar fonte de investimento para a infraestrutura, mas passou por várias modificações ao longo dos anos.

Conforme o governador, existem as opções para as empresas exportadores em Mato Grosso de pagar ou o Fethab ou o ICMS. Alguns optam pelo fundo, outras criam um conta corrente fiscal para permanecer a contribuir pelo ICMS.

“Não é preciso nenhuma liminar para isso. O ICMS que é pago tem que ser devolvido pela Lei Kandir. Algumas empresas optaram por pagar o ICMS, fazer conta corrente para exportação e se ficar algum saldo, pleitear a exportação”, disse.

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