Agro Mato Grosso
Tremor de magnitude 3,1 atinge região próxima de cidade com 6 mil habitantes em MT

O prefeito de Cocalinho Márcio Baco (União) disse a imprensa que a população não sentiu nada, a princípio.
Um tremor de magnitude 3.1 foi registrado próximo ao município de Cocalinho, a 780 km de Cuiabá, no domingo (15). Ninguém ficou ferido.
O comunicado foi divulgado nesta terça-feira (17) pela Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP).
O prefeito de Cocalinho Márcio Baco (União) disse que a população não sentiu nada, a princípio.
“No primeiro momento, ninguém sentiu nada, só se teve algo que alguém sentiu mais concreto. Nem na cidade não ouvi comentário”, afirmou.
Com base nas estações da rede, o tremor de terra ocorreu por volta de 22h16. O município tem 6.220 habitantes, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A última vez que houve um abalo sísmico no estado foi no dia 20 de janeiro, em Barão de Melgaço, com magnitude de 2.1, região do Pantanal.
A rede explica que os tremores de terra de baixa magnitude costuma ser relativamente comum e ocorrem quase todas as semanas, mas a maior parte deles não é sentida pela população.
“Os sismos naturais, na sua grande maioria, se devem às grandes pressões geológicas que atuam na crosta terrestre”, diz, no comunicado.
A RSBR é coordenada pelo Observatório Nacional (ON/MCTI) com apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM).
Agro Mato Grosso
Mulher desaparecida há 6 dias é encontrada viva em garimpo na Terra Indígena Sararé

Mislene de Souza, de 37 anos, foi encontrada debilitada em área de difícil acesso e levada a hospital após resgate.
Mislene de Souza, de 37 anos, que estava desaparecida na região da Terra Indígena Sararé, em Pontes e Lacerda (MT), foi encontrada com vida pelo Corpo de Bombeiros, nesta sexta-feira (1º). Ela havia sido vista pela última vez no dia 25 de abril, após se separar da irmã em uma área de garimpo.
Conforme a polícia, Mislene prestava serviços no garimpo quando saiu do local e não foi mais vista.
Segundo os bombeiros, as buscas começaram no dia 28, depois que um familiar comunicou o desaparecimento. As equipes da 8ª Companhia Independente Bombeiro Militar atuaram com apoio de um binômio cinotécnico (condutor e cão de busca), da Força Nacional de Segurança, que utilizou drone com sensor térmico, e de voluntários.
Os militares informaram que enfrentaram dificuldades durante a operação por causa da mata fechada, do relevo irregular e da presença de morros, cânions com cursos d’água, quedas d’água e trechos úmidos e escorregadios.
De acordo com os bombeiros, a vítima foi encontrada debilitada e com dificuldade para se movimentar. No local, os bombeiros realizaram o atendimento pré-hospitalar, com avaliação e estabilização, antes de iniciar a retirada da mata.
Para o resgate, a mulher foi colocada em uma maca tipo envelope (imagem abaixo). Devido ao terreno íngreme, as equipes utilizaram técnicas de salvamento em altura, com sistemas de ancoragem e cabos de sustentação para garantir a segurança durante o deslocamento.
O resgate durou mais de 4 horas. Após ser retirada da mata, a vítima foi encaminhada a uma unidade hospitalar para atendimento médico.
A suspeita é que a vítima tenha se perdido na mata. No entanto, a causa ainda será investigada.
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Mislene de Souza foi encontrada debilitada — Foto: Corpo de Bombeiros
Agro Mato Grosso
Drones e tecnologia viram aliados contra incêndios em terras indígenas MT

Segundo dados da plataforma de monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o estado registrou, neste ano, mais de 700 focos de calor.
A tecnologia vem se consolidando como uma nova aliada na prevenção de incêndios em áreas indígenas de Mato Grosso. Um projeto desenvolvido pelo Ibama, por meio do Prevfogo, em parceria com a Fundação Bunge, tem capacitado indígenas para o uso de ferramentas como drones e sistemas de geoprocessamento no monitoramento e combate às queimadas.
Em 2025, foram realizados dois treinamentos em pilotagem de drones e um curso de geoprocessamento aplicado ao manejo integrado do fogo. Ao todo, 66 brigadistas foram capacitados, entre eles 24 indígenas, de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Pará e Maranhão.
A ação teve início há um ano com um projeto piloto em Canarana, a 838 km de Cuiabá, que beneficiou diretamente as etnias Xavante e Boe Bororo. A atuação é definidada pelo Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais responsável por deteminar quantos brigadistas serão treinados, e quais comunidades indígenas farão parte da ação.
De acordo com Leandro Morilha, gerente de projetos sociais, os drones permitem mapear áreas de difícil acesso, apoiar o planejamento de ações preventivas como aceiros e queimas controladas, além de aumentar a segurança dos brigadistas durante incêndios, ao possibilitar o monitoramento à distância e a definição de rotas mais seguras.
“Em essência, os drones se tornam um ‘olhar aéreo’ para os brigadistas, que já possuem um profundo conhecimento do terreno e das dinâmicas do fogo, potencializando suas estratégias e ações no dia a dia”, explicou.
O fogo em MT
Segundo dados da plataforma de monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o estado registrou, neste ano, mais de 700 focos de calor, sendo 468 apenas no bioma Amazônia. No mesmo período no ano passado foram registrado 222 focos em todo o estado.
No último dia (29), o governo de Mato Grosso decretou estado de emergência ambiental entre os meses de abril e dezembro devido ao aumento do risco de incêndios florestais. Com o decreto, fica proibido o uso do fogo para limpeza e manejo de áreas entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026.
Agro Mato Grosso
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