Sustentabilidade
A largada para a safra de soja 2026/2027: o desafio de plantar com margens apertadas e mudanças de tempo – MAIS SOJA

Por Gustavo Rocha*
Com a chegada de setembro e o fim oficial do período de vazio sanitário nos principais estados produtores, o campo brasileiro se prepara para dar a largada na safra de soja 2026/2027. Os tratores estão revisados e as sementes aguardam nos galpões, mas o momento exato de colocar a plantadeira na terra exigirá, mais do que nunca, extrema precisão. Entramos em um ciclo agrícola onde a margem para erros é mínima, e a estratégia agronômica precisará caminhar lado a lado com um planejamento financeiro disciplinado.
A narrativa de que o Brasil cresce apenas abrindo novas fronteiras ficou no passado. O avanço territorial da soja está praticamente estagnado, figurando como a menor taxa de expansão em 20 anos. Contudo, isso não significa estagnação de volume, muito pelo contrário!
Mesmo com menos áreas abertas, o Brasil não apenas manterá sua liderança global, como tem fôlego para registrar um novo recorde histórico. O segredo está da porteira para dentro: uma forte expectativa de ganho em produtividade. Segundo projeções da Datagro, a eficiência das lavouras deve saltar para 3.763 kg/ha, o que eleva o potencial da safra nacional para 185,6 milhões de toneladas. O produtor brasileiro provará nesta safra que é possível fazer muito mais com o mesmo hectare, utilizando a tecnologia como principal aliada.
Produziremos como nunca, mas com margens apertadas
No entanto, as expectativas positivas com o volume escondem desafios conjunturais. Os dados consolidados do 11º Levantamento da Safra de Grãos, divugados em agosto pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), somados às análises de mercado, apontam para o “paradoxo do recorde”: produziremos como nunca, mas as margens financeiras estão mais justas do que nunca, operando muito próximas do chamado breakeven, ou ponto de equilíbrio, em que a receita total se igual aos custos totais – o que na prática significa que não houve lucro nem prejuízo.
Medidas anunciadas pelo Governo Federal
No final de junho, o Governo Federal fez dois importantes anúncios que impactam pequenos, médios e grandes produtores rurais.
Para o Plano Safra 2026/2027, foram anunciados R$ 525,1 bilhões para a agricultura empresarial, um acréscimo de R$ 9 bilhões sobre os R$ 516,2 bilhões do ciclo anterior, com aumento de 1,7%.
Já para o Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/2027, foram anunciados 97,3 bilhões em recursos. Um montante que será destinado para crédito, seguro agrícola, compras públicas, extensão rural e assistência técnica. Do total, R$ 85,2 bilhões serão para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Um aumento de quase 9% em relação à safra anterior. Dentro do pacote, também estão a redução das taxas de juros e a ampliação dos limites de financiamento.
Esses recursos para custeio, comercialização e investimentos serão a principal alavanca para garantir o fluxo de caixa do produtor ao longo dos próximos meses. Porém, somado ao desafio financeiro, há sempre o impacto do clima. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém o alerta sobre a continuidade do El Niño, com efeitos que devem se estender até 2027. As previsões indicam riscos reais de chuvas irregulares e ondas intensas de calor na região Centro-Oeste entre agosto e outubro. Isso transforma a janela de abertura do plantio em um verdadeiro xadrez. Plantar no pó ou aguardar a consolidação das chuvas? A decisão definirá o estande de plantas e, consequentemente, o teto produtivo de toda a safra.
É importante frissar também que não há milagres quando se trata de plantar e colher. Além de um bom planejamento, a plantação também demanda uso de produtos que a projetam quando o tempo fica seco demais ou a chuva cai em excesso. Se no dia a dia, nós seres humanos, fazemos uso de vitaminas e remédios, a planta ali a céu aberto, também carece desses cuidados. Um bom exemplo, é um produto lançado recentemente pela Agrichem – marca da Nutrien com foco em nutrição vegetal – que traz mais mobilidade e translocação de potássio pela planta na comparação com concorrentes tradicionais. Chamado de Supa K, o fertilizante apresenta, do ponto de vista prático de manejo, diferenciais fundamentais como um baixo índice salino e menor ponto de deliquescência. Para o produtor que enfrenta o estresse térmico e hídrico do El Niño, isso se traduz em segurança fisiológica e menor dependência da umidade relativa do ar para que o nutriente seja efetivamente absorvido.
Experiência somada à inovação
A safra de soja 2026/2027 não será lembrada apenas pelos seus volumes, mas pela resiliência e profissionalismo de quem a plantou. Diante de margens espremidas e de um clima volátil, a sorte deixa de ser uma variável aceitável. O sucesso da soja brasileira neste ciclo residirá puramente na eficiência técnica, na adoção de tecnologias de ponta em sementes e nutrição, e em uma gestão financeira rigorosa. É hora de aliar o conhecimento milenar de olhar para o céu com a tecnologia moderna de proteger a lavoura e olhar para a planilha. A safra já começou, e ela será vencida na excelência dos detalhes.
Sobre o autor: Gustavo Rocha é engenheiro agrônomo formado pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e gerente de Marketing da Agrichem.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Farsul cobra ANP por ações urgentes contra risco de diesel no RS – MAIS SOJA

A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) protocolou, nesta segunda-feira (14 de setembro de 2026), um ofício urgente direcionado ao Diretor-Geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Artur Watt Neto. O documento manifesta profunda preocupação com os novos relatos de restrições e atrasos na entrega de óleo diesel aos produtores rurais gaúchos, justamente no momento em que se inicia o plantio da safra de verão.
No ofício assinado pelo presidente da Farsul, Domingos Velho Lopes, a entidade lembra que um cenário semelhante ocorreu entre março e abril deste ano, durante a colheita do arroz e da soja. Naquela ocasião, mesmo com a Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) operando normalmente e com estoques suficientes no estado, produtores, Transportadores-Revendedores-Retalhistas (TRRs), postos e municípios enfrentaram severas limitações de fornecimento, com registros de operações agrícolas interrompidas e preços do diesel comercializado chegando a alcançar até R$ 9,00 por litro. As dificuldades atingiram cerca de 170 municípios, afetando serviços públicos essenciais.
Estudos da Assessoria Econômica da Farsul apontam que a alta de 21,1% no preço do diesel S10 (que saltou de R$ 5,97 para R$ 7,23 por litro) poderia acrescentar R$ 612,2 milhões aos custos diretos das operações mecanizadas nas principais lavouras do estado. Em um cenário mais crítico, com o combustível a R$ 9,00 por litro, as perdas potenciais poderiam chegar a R$ 1,47 bilhão.
Agora, o problema reaparece em um momento de janela agronômica bastante limitada. A Farsul adverte que a falta de combustível pode atrasar a implantação das culturas, reduzir a área plantada e comprometer a produtividade. Além disso, o encarecimento do diesel encarece a produção e o transporte, gerando reflexos diretos na economia e nos preços dos alimentos ao consumidor.
A entidade também destaca que, conforme boletim da Abicom, o preço nacional do diesel permaneceu abaixo da paridade de importação durante todo o mês de agosto, com defasagem de até R$ 2,56 por litro. A subvenção de R$ 1,00 por litro anunciada pelo Governo Federal em 9 de setembro é vista como uma medida que precisa resultar urgentemente em oferta efetiva, regularidade de entregas e redução de preços.
Solicitações à ANP
Diante da urgência imposta pelo calendário agrícola, a Farsul cobra da ANP a adoção imediata das seguintes providências:
- Fiscalização imediata das distribuidoras que operam no Rio Grande do Sul, com foco no atendimento aos TRRs, postos independentes e municípios do interior;
- Divulgação atualizada e regionalizada dos estoques, pedidos recebidos, volumes entregues, recusas e prazos de atendimento;
- Esclarecimento dos critérios utilizados pelas distribuidoras na alocação dos volumes disponíveis;
- Apuração de eventuais recusas injustificadas, retenção de produto, discriminação entre compradores ou limitação artificial da oferta;
- Informações sobre o calendário de importações e os efeitos práticos da subvenção anunciada pelo Governo Federal;
- Apresentação dos resultados das apurações realizadas durante a crise de março e abril, bem como de um plano de contingência para os períodos de plantio e colheita.
Por fim, a Farsul reforça que permanece à disposição para encaminhar informações que auxiliem na identificação dos pontos de restrição, reiterando que o acesso a diesel disponível no momento adequado e a preço economicamente viável é condição indispensável para a produção de alimentos, a manutenção de empregos e a proteção do consumidor brasileiro.
Sustentabilidade
Subsolagem ou escarificação? Diagnóstico do solo define operação mais adequada no campo – MAIS SOJA

Foto de capa: Assessoria
A presença de camadas compactadas no solo pode limitar o desenvolvimento das raízes, dificultar a infiltração de água e comprometer o estabelecimento das culturas. Para corrigir o problema, operações como escarificação e subsolagem podem ser utilizadas, mas a escolha deve partir de um diagnóstico da área, principalmente da profundidade em que está localizada a camada compactada.
De acordo com Henrique Moscatelli, engenheiro agrônomo, inteligência de mercado e marketing da Piccin Equipamentos, a profundidade de trabalho é o principal fator que diferencia as duas operações. “A subsolagem é mais profunda, podendo chegar a 45 centímetros, com hastes mais robustas e maior espaçamento entre elas, o que também exige mais potência do trator. Já o escarificador atua nas camadas mais superficiais, até cerca de 30 centímetros, com possibilidade de menor revolvimento e manutenção da palhada na superfície”, explica.
Antes de levar o implemento ao campo, é importante identificar em qual profundidade a compactação ocorre. Alguns sinais podem ser observados diretamente na lavoura, como manchas de plantas com menor desenvolvimento, germinação desuniforme, pontos de encharcamento e alterações no crescimento das raízes. “Ao retirar uma planta com cuidado, é possível observar se as raízes estão verticalizadas e aprofundando normalmente ou se apresentam crescimento lateralizado, como se estivessem achatadas. Mas, para uma análise mais precisa, o penetrômetro é o equipamento mais indicado porque permite identificar em qual profundidade está a camada compactada”, afirma o especialista.
Em áreas maiores, diferentes pontos podem ser avaliados para a elaboração de um mapa de compactação do talhão. A abertura de trincheiras também permite observar diretamente o perfil do solo e o comportamento das raízes. A Embrapa recomenda que o diagnóstico combine observações de campo, análise do sistema radicular, abertura de trincheiras e uso de equipamentos capazes de medir a resistência do solo à penetração.
Quando a compactação está concentrada nos primeiros 30 centímetros, condição que pode ocorrer em áreas com histórico de gradagens e tráfego de máquinas, a escarificação pode atender à necessidade com menor mobilização do perfil. Dependendo da configuração do equipamento, a operação também pode contribuir para a manutenção da palhada na superfície e ser utilizada em situações específicas dentro de sistemas de plantio direto, desde que constatada a necessidade de intervenção.
Já quando a camada de impedimento está abaixo desse limite, a subsolagem pode ser uma alternativa. Entre as situações que podem exigir atuação em maior profundidade estão áreas com histórico de pisoteio animal, integração lavoura-pecuária, cabeceiras de talhões e pontos submetidos repetidamente ao tráfego de máquinas.
Mais profundidade não significa melhor resultado
Um dos erros mais comuns é associar uma operação mais profunda a uma descompactação necessariamente mais eficiente. Na prática, trabalhar abaixo da camada que precisa ser rompida aumenta o esforço de tração, o consumo de combustível e o desgaste do equipamento, sem necessariamente proporcionar ganho agronômico.
O problema inverso também pode ocorrer. Quando o equipamento trabalha acima da camada compactada, rompe apenas a parte superficial do perfil e mantém o impedimento ao desenvolvimento das raízes. “Operar mais fundo do que o necessário aumenta a exigência de potência, o consumo de combustível e o desgaste do conjunto sem ganho. Se trabalhar mais raso que a camada compactada, existe uma impressão de que o serviço foi realizado, mas o impedimento continua ali e o comportamento da raiz não muda”, destaca Moscatelli.
O diagnóstico também ajuda a evitar que problemas de outra natureza sejam confundidos com compactação. Limitações químicas do solo, como acidez ou deficiência de nutrientes, por exemplo, exigem estratégias específicas de correção e não serão solucionadas apenas com uma operação mecânica.
Umidade interfere na eficiência
Além da profundidade, a condição de umidade do solo no momento da operação é determinante. O ideal é que o perfil esteja em condição friável, quando apresenta umidade suficiente, mas se desfaz com facilidade ao ser pressionado. Com o solo muito úmido, a haste pode comprimir as paredes do sulco em vez de promover a ruptura desejada.
Em condições excessivamente secas, aumenta a resistência à passagem do implemento e, consequentemente, a demanda de tração. “O solo precisa estar friável. Nessa condição, a haste consegue romper uma faixa maior do que apenas a linha de contato da ponteira. Solo úmido demais não traz bom resultado e solo seco demais exige muita tração”, explica o especialista.
O espaçamento das hastes também influencia a qualidade da operação. Segundo Moscatelli, uma referência é trabalhar com distância equivalente a aproximadamente uma a 1,5 vez a profundidade de atuação. Espaços excessivos podem deixar faixas sem rompimento, enquanto uma configuração muito fechada aumenta o revolvimento e a demanda energética. Orientações técnicas da Embrapa também apontam relações próximas a essa faixa para favorecer a ruptura do solo entre as hastes.
Nivelamento do implemento e estado das ponteiras completam os cuidados. O equipamento deve permanecer paralelo ao terreno para manter profundidade uniforme, enquanto ponteiras desgastadas podem perder eficiência de penetração e aumentar a demanda de potência.
Equipamento deve acompanhar a necessidade da área
A definição da profundidade de trabalho também deve orientar a escolha do equipamento. Para diferentes condições de campo, a Piccin possui linhas de escarificadores e subsoladores com configurações distintas. Entre os escarificadores está o EPCR 300, com configurações de cinco a 25 hastes e trabalho de até 260 milímetros de profundidade.
Para operações mais profundas, a empresa dispõe da linha de subsoladores SP, com versões de três a 11 hastes e profundidades entre 200 e 450 milímetros, além de configurações com sistemas de desarme para situações com pedras e outros obstáculos. Na linha com controle remoto, o SPCR 500 pode atingir 500 milímetros. A fabricante também possui a linha Advanced, com configuração modular e trabalho entre 200 e 550 milímetros de profundidade, além de opções de espaçamento e sistemas de desarme de acordo com a aplicação.
Para Moscatelli, a escolha deve começar pelo diagnóstico da área. “Observe como está a lavoura, faça uma avaliação com penetrômetro ou abra uma trincheira para descobrir em qual profundidade está a camada compactada. Com esse dado em mãos, é possível identificar o equipamento adequado para aquela condição. A profundidade da compactação é que deve definir a operação, e não o contrário”, conclui.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Clima instável, produção menor – MAIS SOJA

As lavouras de milho safrinha do Paraná enfrentaram condições climáticas adversas e distintas na temporada 2025/26. Estiagens pontuais e altas temperaturas afetaram o desenvolvimento das plantas na fase inicial da cultura.
No oeste do estado, Gabriel Redivo destinou 960 hectares ao milho. O plantio levou pouco mais de duas semanas, entre o final de janeiro e o dia 14 de fevereiro. As chuvas foram escassas em março e abril, e reduziram o potencial produtivo em 40%, conta o produtor. A média ficou entre 82 e 90 sacas/hectare.
A família de Gabriel atua no agronegócio do Paraná desde os anos 1970. O avô materno dele, Adolfo Oto Midding, deixou o município catarinense de Videira para arrendar a propriedade de um familiar na divisa de Santa Tereza do Oeste e São Pedro do Iguaçu, em 1977. Pouco depois, com recursos relativos a uma herança, comprou uma área de terra vizinha aproveitando uma época em que os valores não eram tão elevados. Era um período em que a mecanização recém estava se iniciando e os produtores costumavam apostar em três culturas. Era soja no verão e trigo no inverno. Naquela época, já pelo início dos anos 1980, Adolfo começou a fazer experimento com o plantio do milho com matraca no meio das linhas de soja. Como a colheita ainda era manual, permitia o consórcio das duas culturas. Era o esboço da safrinha nascendo já que naquela época o milho era um cultivo de verão.
Atualmente, a soja ocupa 100% da área no verão enquanto o milho cobre 70% do total no inverno. Seis anos atrás, Gabriel e o avô Adolfo decidiram apostar em uma terceira cultura. Passaram a dedicar 190 hectares ao feijão. O plantio normalmente é no final de fevereiro e a colheita acontece entre maio e junho. A última safra rendeu 38 sacas/hectare para um nível médio de investimento.
Odelir, o pai de Gabriel, se ocupa de outra atividade da família em Santa Tereza do Oeste, próximo a Cascavel (PR). Assim, Adolfo, de 84 anos, é quem divide com Gabriel os afazeres e as decisões sobre a lavoura. “Ele se envolve e vai todo dia à lavoura”, diz o neto. Como um bom descendente de germânicos, ele fala fluentemente o idioma de seus antecessores. E foi no idioma de seus ancestrais, que ele lamentou a eliminação da seleção alemã de futebol pela derrota para o Paraguai pela Copa do Mundo.
Milho safrinha 2026
Produtividade média (sacas/hectare)
- MT – 116,58 (+1,6%)
- MS – 88,33 (+41,6%)
- PR – 99,50 (+20,5%)
- GO – 82,86 (-24,3%)
- Brasil – 98,50 (-9%)
Produção por estado (milhões toneladas)
- MT – 52,66 (-3,5%)
- MS – 11,92 (-13,7%)
- PR – 17,61 (-0,1%)
- GO – 10,01 (-31%)
- Brasil – 106,79 (-7,9%)
- Fonte: IBGE, julho 2026
Centro-oeste
Maior produtor agrícola brasileiro, o Mato Grosso colheu grandes volumes de milho apesar da redução da produtividade em 6,4%. Levantamento realizado pelo IBGE e divulgado em julho aponta a produção de 52,66 milhões de toneladas. Algumas regiões tiveram clima menos favorável que a área da atuação da C.Vale. “Os produtores conseguiram plantar, em sua grande maioria, dentro da melhor janela de plantio e o clima também ajudou com chuvas regulares e melhor distribuídas. Pragas e doenças foram bem manejadas e não tiveram impacto significativo. A soma destes fatores resultou em boas médias de produtividade”, avalia Renato Rambo, gerente da C.Vale para o Mato Grosso.
Em Mato Grosso do Sul, a combinação de estiagens, ataque de lagartas e chuva no ciclo reprodutivo complicou o desempenho da cultura, segundo o gerente regional da cooperativa Jeferson Salatti. “Apesar dessas adversidades, a produtividade oscila entre 80 e 120 sacas por hectare, garantindo um resultado considerado normal para o estado. Segundo ele, o desempenho “comprova a eficiência da gestão do produtor no campo”.
Fonte: Assessoria de Imprensa C.Vale, disponível em Sistema Ocepar
Autor:Assessoria de Imprensa C.Vale, disponível em Sistema Ocepar
Site: Sistema Ocepar
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