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Tecnologia do Agro

BASF lança fungicida Kilymos® na Abertura da Colheita do Arroz 2026

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Produto exclusivo para arroz combina triciclazol e Revysol®; e chega ao mercado em um cenário de safra marcada por desafios de rentabilidade

Na Abertura da Colheita do Arroz 2026 ocorre o lançamento do fungicida Kilymos®, desenvolvido exclusivamente para a cultura do arroz pela BASF. O produto chega ao mercado em um momento em que o setor arrozeiro brasileiro atravessa uma combinação de fatores decisivos. Clima favorável para produtividade. Redução de área motivada por preços do grão. Pressão constante de doenças, impulsionada por condições de calor e umidade.

O lançamento ocorre durante um dos principais encontros técnicos e institucionais da cadeia produtiva do arroz no país, realizado em Capão do Leão/RS. O evento reúne produtores, pesquisadores, cooperativas, indústria e representantes do setor público. A escolha do palco reforça a estratégia da companhia de apresentar a inovação diretamente no ambiente onde decisões técnicas definem o desempenho das lavouras.

O ciclo 2025/26 dá sequência a um período de duas safras consecutivas com condições climáticas consideradas favoráveis ao cultivo do arroz no Brasil. A safra anterior, 2024/25, figurou entre as maiores da história em volume produzido. O clima contribuiu para a expressão do potencial produtivo das lavouras. Chuvas bem distribuídas. Temperaturas adequadas ao desenvolvimento das plantas. Esse cenário repete-se no ciclo atual, apesar de atrasos pontuais no início do plantio em algumas regiões, causados por excesso de precipitações.

Mesmo com o ambiente climático positivo, o produtor enfrenta um contexto de mercado mais restritivo. Dados de preços indicam forte retração no valor do grão ao longo de um intervalo de doze meses. A redução impacta diretamente a tomada de decisão sobre área plantada, investimentos em tecnologia e estratégias de manejo. O resultado aparece na diminuição da área cultivada em algumas regiões, ainda que a expectativa de produtividade permaneça elevada.

Eficiência do sistema produtivo

Nesse cenário, a sustentabilidade econômica da atividade passa a depender, de forma ainda mais intensa, da eficiência do sistema produtivo. Produtividade assume papel central. Manejo adequado ganha peso estratégico. A redução de perdas torna-se um fator determinante para a manutenção da rentabilidade. Dentro desse contexto, o controle de doenças foliares ocupa posição de destaque no custo e no resultado final da lavoura.

O manejo de doenças representa hoje o segundo maior segmento dentro dos investimentos relacionados aos defensivos agrícolas. A cultura desenvolve-se majoritariamente em regiões de clima tropical e subtropical. Essas condições favorecem a ocorrência e a severidade de doenças fúngicas. Calor, alta umidade, molhamento foliar frequente e períodos de nebulosidade criam o ambiente ideal para a infecção e a disseminação de patógenos.

Principais doenças

Entre as principais doenças que afetam o arroz no Brasil, a brusone destaca-se pelo potencial de dano, explica Matheus Scherer, Gerente de Marketing de Cultivos Arroz da BASF. Causada pelo fungo Pyricularia grisea, a doença pode comprometer praticamente toda a produção quando não manejada de forma adequada. Em situações extremas, as perdas podem atingir patamares próximos de 100%, dependendo da suscetibilidade varietal, das condições climáticas e da ausência de controle químico eficiente.

A mancha-parda, provocada pelo fungo Bipolaris oryzae, apresenta distribuição mais regional, mas mantém relevância econômica. Em lavouras sem manejo adequado, as perdas podem variar entre 20% e 30%. A doença afeta folhas e grãos, impactando produtividade e qualidade industrial.

Outra enfermidade que tem ganhado atenção nos últimos ciclos é a mancha das bainhas, causada por Rhizoctonia solani. A doença mostra maior incidência em determinadas regiões produtoras, como áreas da fronteira oeste do Rio Grande do Sul. O avanço da mancha das bainhas interfere no enchimento de grãos e reduz o potencial produtivo das plantas.

A relação entre clima e doenças aparece como um fator determinante para a definição das estratégias de manejo. Regiões com maior frequência de chuvas, como áreas produtoras de Santa Catarina próximas ao litoral, enfrentam pressão elevada de doenças foliares. No Tocantins, o clima mais tropical, com altas temperaturas associadas à umidade, exige programas de manejo mais intensos, com maior número de aplicações fungicidas ao longo do ciclo. No Rio Grande do Sul, além de calor e umidade, a nebulosidade frequente atua como elemento adicional de risco.

Diante desse quadro, o manejo preventivo assume papel central. A estratégia começa na escolha de cultivares com algum nível de resistência genética, especialmente à brusone. O programa segue com o tratamento de sementes e aplicações preventivas no estágio vegetativo. O período mais crítico concentra-se na fase reprodutiva, entre a diferenciação floral e a plena floração. Nesse intervalo, a ausência de intervenção eleva significativamente o risco de perdas econômicas.

Fungicida Kilymos®

É nesse contexto técnico que a BASF posiciona o fungicida Kilymos®. O produto foi desenvolvido exclusivamente para a cultura do arroz, desde a concepção da formulação até a definição do posicionamento agronômico. O fungicida combina dois ingredientes ativos com modos de ação distintos. O triciclazol, reconhecido pelo controle eficiente da brusone; e o Revysol®, triazol exclusivo da BASF, voltado ao controle de manchas foliares com amplo espectro, diz Matheus Scherer.

O triciclazol apresenta histórico consolidado no manejo da brusone, com ação preventiva e curativa. Atua diretamente sobre o principal alvo da cultura. O Revysol®, por sua vez, representa uma inovação dentro do grupo dos triazóis. A molécula oferece alta eficiência contra diferentes patógenos causadores de manchas, além de características físico-químicas que ampliam a segurança e a flexibilidade de uso.

A combinação desses dois ingredientes ativos confere ao Kilymos® um posicionamento diferenciado dentro dos programas de manejo. O produto atua sobre a principal doença do arroz e amplia o controle sobre mancha-parda e mancha das bainhas. Essa associação oferece uma bula completa para a rizicultura brasileira.

Entre os diferenciais técnicos do Kilymos®, destaca-se a elevada taxa de absorção foliar. Estudos internos indicam que o Revysol® pode apresentar absorção significativamente superior à de outros fungicidas. Após a penetração, o ingrediente ativo se distribui e se mantém armazenado nos tecidos da planta, o que contribui para um efeito residual prolongado.

Essa característica confere maior tolerância do produto às intempéries climáticas. Chuvas após a aplicação e períodos de calor intenso exercem menor influência sobre a eficiência do controle. O fungicida mantém desempenho elevado mesmo sob condições adversas, comuns em regiões produtoras de arroz irrigado.

Outro aspecto técnico associado ao Revysol® envolve a tecnologia conhecida como Power Flex. A molécula apresenta flexibilidade estrutural, o que permite melhor encaixe no sítio de ação do fungo. Essa característica amplia o poder de ligação do ingrediente ativo e dificulta o desenvolvimento de resistência por parte dos patógenos. Mesmo diante de mutações, a molécula mantém capacidade de atuação, o que prolonga a vida útil da tecnologia no campo.

Kilymos®: preventivo e curativo

O amplo espectro de controle do Kilymos® resulta em maior previsibilidade para o produtor, ensina Matheus. O produto atua de forma preventiva e curativa dentro do programa de manejo. Essa versatilidade facilita o ajuste das aplicações conforme as condições climáticas, o estágio da cultura e a pressão de doenças observada em cada região.

Do ponto de vista produtivo, resultados de campo indicam incrementos médios de produtividade associados ao uso do fungicida dentro de programas bem estruturados de manejo. O ganho se reflete em maior número de sacas colhidas por hectare, com impacto direto sobre a rentabilidade da lavoura.

Além da produtividade, o controle eficiente de doenças contribui para a qualidade do grão. Menor incidência de manchas e danos fisiológicos melhora o padrão industrial e comercial do arroz colhido. O resultado beneficia não apenas o produtor, mas toda a cadeia produtiva, do beneficiamento à comercialização.

Inovação e realidade

O lançamento do Kilymos® durante a Abertura da Colheita do Arroz simboliza, para a BASF, a conexão entre inovação e realidade do campo, explica Graziela Morais, Gerente de Marketing Cultivos e Portfolio Arroz e Trigo da empresa. A Companhia mantém histórico de investimentos em pesquisa e desenvolvimento voltados ao cultivo do arroz no Brasil. O novo fungicida reforça essa estratégia ao oferecer uma solução desenhada especificamente para as demandas da cultura.

A BASF figura entre as Companhias que mais investem em tecnologias para o arroz no país, acrescenta Graziela. O portfólio inclui soluções para diferentes etapas do manejo, com foco em produtividade, sustentabilidade e segurança operacional. O Kilymos® passa a ocupar um espaço estratégico dentro desse conjunto, complementando ferramentas já disponíveis para ações preventivas e curativas.

No Sul e no Norte do Brasil, onde os sistemas de produção apresentam diferenças climáticas e operacionais, o produto mostra potencial de adaptação. Em regiões com programas de manejo mais intensos, como o Tocantins, o fungicida se integra a esquemas robustos de aplicações. No Sul, atua como ferramenta central no controle das principais doenças do ciclo.

O Kilymos® responde a um momento de transição do setor arrozeiro, conta Graziela. A busca por eficiência cresce diante da pressão sobre preços. A redução de perdas assume papel estratégico. Tecnologias capazes de garantir estabilidade produtiva passam a ter peso decisivo na sustentabilidade do negócio.

Atenção: este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Uso agrícola. Venda sob receituário agronômico. Consulte sempre um agrônomo. Informe-se e realize o manejo integrado de pragas. Descarte corretamente as embalagens e os restos dos produtos. Leia atentamente e siga as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita. Utilize os equipamentos de proteção individual.

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Agro Mato Grosso

Talking Tractor, da Valtra, terá versão em português na Agrishow 2026

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Conceito estreia no Brasil com foco em telemetria e suporte ao operador

A Valtra apresenta no Brasil o Talking Tractor durante a Agrishow 2026. A solução usa inteligência artificial para interação por voz e texto entre operador e máquina. O sistema integra dados técnicos, manuais e telemetria em uma interface acessível na cabine.

O conceito teve estreia global na Agritechnica 2025, na Alemanha. Agora chega ao país com adaptação para português e espanhol. A empresa realizou tropicalização para uso na América Latina. A proposta inclui rápida transferência de tecnologias globais ao mercado regional.

O Talking Tractor funciona por meio de um tablet conectado ao trator via Bluetooth. O operador faz perguntas por voz. O sistema responde com dados técnicos, orientações operacionais e informações de desempenho. O acesso inclui manuais completos, frequências de manutenção e procedimentos básicos.

Dados de telemetria

A plataforma também explora dados de telemetria. O operador consulta consumo de combustível, histórico de operações e desempenho recente. O sistema entrega respostas rápidas e contextualizadas. A interação busca apoio direto na tomada de decisão durante o trabalho.

O desenvolvimento utilizou acervo técnico da fabricante, guias de agricultura digital e registros operacionais. A integração ocorre com o Valtra Connect. O conceito permite uso em máquinas novas ou adaptadas com telemetria ativa.

A proposta responde a um cenário de escassez de mão de obra qualificada, explica Fabio Dotto, diretor de marketing de produto Valtra. A empresa busca ampliar a eficiência operacional com suporte direto ao operador. A tecnologia facilita acesso à informação e reduz dependência de conhecimento prévio aprofundado.

O sistema permite uso durante a operação, com áudio via cabine ou fones. A interação mantém foco na atividade agrícola. A interface também apresenta conteúdos visuais, como checklists e ilustrações técnicas.

Dados do Brasil

Dados utilizados no sistema incluem operações reais realizadas no Brasil. A empresa pretende garantir aderência às condições locais, diz Dotto. O objetivo inclui maior precisão nas recomendações e maior confiança do usuário.

A Valtra posiciona o Talking Tractor como prova de conceito. A solução ainda não tem data de lançamento comercial no país. A empresa indica expansão futura de funcionalidades, com ampliação do uso da inteligência artificial em campo.

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Tecnologia do Agro

Bayer leva portfólio integrado para as culturas de soja e milho à Tecnoshow

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Rio Verde, 6 de abril de 2026 – De 6 a 10 de abril, a Bayer estará presente na 23ª edição da Tecnoshow Comigo, em Rio Verde (GO). Durante o evento, a empresa apresentará um portfólio que inclui novidades em tecnologias para proteção de cultivos, sementes de alto desempenho e biotecnologia. Entre as inovações estão herbicidas pré-emergentes e pós-emergentes, além de um novo fungicida eficaz no combate a doenças no campo.
Os lançamentos acompanham o protagonismo de Goiás, consolidado como o terceiro maior produtor de soja do país. Com uma colheita estimada em 20,2 milhões de toneladas para a safra 2025/26, o estado é peça-chave para o recorde nacional projetado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), de 177,9 milhões de toneladas do grão. O aumento de 3,7% na produção brasileira de soja, em relação ao ciclo anterior, reforça a necessidade de soluções que ajudem o produtor, especialmente em um cenário de desafios climáticos e fitossanitários crescentes.
Com um investimento global de 2 bilhões de euros anuais em pesquisa e desenvolvimento, a Bayer é uma das empresas que mais investem em inovação no setor. Somente no Brasil, a previsão é de que mais de 20 formulações sejam lançadas pela companhia até 2030.

Manejo integrado para combater pragas e doenças nas lavouras

No manejo de plantas daninhas, a companhia apresenta na Tecnoshow soluções voltadas ao controle de espécies de difícil manejo, como caruru e pé-de-galinha, que seguem entre os principais desafios das áreas agrícolas do Cerrado, devido ao elevado potencial competitivo e ao impacto direto na produtividade quando não são controladas adequadamente.
Entre os destaques está o Xtendimax 2, nova geração da tecnologia à base de dicamba. A formulação foi desenvolvida para reduzir os riscos de volatilidade e de deriva e para ampliar a segurança operacional e a flexibilidade de uso na cultura da soja. Inserido em programas de manejo integrado, o produto contribui para o controle de plantas daninhas, como a buva e o caruru, e tem previsão de chegada ao mercado na safra 2026/27.
O portfólio é ampliado com o lançamento do Convintro Duo, que traz um ativo inédito (diflufenican com DFF Technology) ao país para o manejo de ervas resistentes na pré-emergência da soja. Para a cultura do milho, a companhia apresenta o Adengo, herbicida também para pré-emergência com amplo espectro de controle.
No tratamento de sementes, a Bayer apresenta o lançamento do Bayer Guardião, solução desenvolvida para o controle de pragas, doenças e nematoides que afetam o estabelecimento inicial das lavouras de soja, milho, trigo e algodão.
Para uma lavoura de alta performance, a companhia traz o Verango Prime, nematicida de alta performance, eficiente contra fungos de solo e seletivo para organismos benéficos, que alia flexibilidade de uso, com modalidades de aplicação no sulco de plantio ou em barra de aplicação. Em complemento à proteção da parte aérea, o inseticida Curbix atua no controle de percevejos e cigarrinhas, e conta com a tecnologia NanoTrust, exclusiva da Bayer, para oferecer rápido efeito de choque e período prolongado de controle nas culturas de soja e milho.
No manejo de doenças, o portfólio da Bayer tem a Família Fox, composta por Fox Xpro, Fox Supra e pelo recente lançamento Fox Ultra. Composto por protioconazol, impirfluxam e trifloxistrobina, o Fox Ultra inaugura um novo patamar no controle da ferrugem asiática, da podridão das vagens e dos grãos, da mancha-alvo e das doenças de final de ciclo. A tecnologia de formulação Leafshield proporciona maior flexibilidade no momento da aplicação, mesmo em condições climáticas adversas, com 80% do produto absorvido em até uma hora para garantir a proteção da lavoura.
Sementes e biotecnologias

O investimento em pesquisa e desenvolvimento foca ainda na cultura do milho, essencial para a estratégia anual do agricultor goiano. A Bayer leva à Tecnoshow híbridos do cereal com materiais de alto teto produtivo e adaptação regional. Entre os da Dekalb, estão: DKB 360 PRO3, com estabilidade produtiva; o DKB 356 PRO4, que alia produtividade e sanidade; e o DKB 358 PRO4, material com sanidade foliar e de colmo. Na linha Agroceres, estão: AG 8701 PRO4, tolerante ao complexo de molicutes e viroses; o AG 8450 PRO4, para ambientes acima de 100 sacos/ha; e o novo AG 8000 PRO4 (8602PRO4), com tolerância ao complexo de bipolaris e integridade de colmo.

Já na Agroeste, compõem o portfólio o AS 1868 PRO4, com boa adaptabilidade e estabilidade; o AS 1877 PRO4, moderadamente tolerante ao complexo de enfezamento; além do lançamento AS 1951 PRO4 (8709PRO4), com performance produtiva em ambientes acima de 150 scs/ha.
No âmbito nacional, em 2026, a empresa lançará nove híbridos; desses, três para a safra de verão e seis para a safrinha, o que consolidará um portfólio com mais de 50 híbridos comerciais, com foco em soluções completas e regionalizadas para os produtores.
Para soja, a Bayer leva a Rio Verde o portfólio da Monsoy, com materiais da biotecnologia Intacta 2 Xtend (i2x), que reúnem alto potencial produtivo, adaptação de plantio, bom suporte de planta e resistência ou tolerância a doenças e nematoides. Entre as variedades estão: M 7535 i2x e a M 7222 TF i2x, com teto produtivo e estabilidade; e as cultivares precoces M 6930 i2x e a M 7601 i2x, com resistência ao nematoide de galha e material adaptado às áreas de reforma de cana-de-açúcar, respectivamente.
Os visitantes também terão a oportunidade de conhecer a próxima geração de biotecnologia para soja, Intacta 5+. Com previsão de comercialização na safra 2027/28, a tecnologia oferecerá tolerância a cinco herbicidas e proteção contra as principais lagartas que afetam o ciclo da cultura.

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Agro Mato Grosso

Potência e resultado da Valtra no campo trás satisfação ao produtor em MT

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O cultivo de grãos, seja ele de soja, milho, arroz, feijão, sorgo, algodão, trigo ou demais cereais, exige diferentes processos e máquinas especializadas. A Valtra possui anos de experiência e dispõe de soluções de alta eficiência para otimizar cada etapa da sua operação – do preparo da área para o cultivo, passando pelo plantio, tratos culturais até a colheita. Conheça cada m² da sua lavoura e tome ações para otimizar as operações e adequar o nível de investimento em cada parte dos talhões.

Com janelas de plantio cada vez mais estreitas, é fundamental ter agilidade para entrar e sair da lavoura no momento ideal. Os produtos Valtra proporcionam ótimo desempenho e precisão nas operações, com potencial de incrementar até duas sacas por hectare trabalhado e o rendimento operacional em até 15%.

Economize até 10% em combustível e 15% na aplicação de insumos utilizando as soluções tecnológicas da Valtra. Faça as contas e comprove os resultados de otimizar o rendimento e maximize sua capacidade operacional durante todo o ciclo produtivo de grãos.

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Planejamento da produção:

essa etapa é realizada no escritório com o planejamento das operações e do tráfego das máquinas durante a safra por meio do Farm Solutions. Pré-estabeleça o trajeto das máquinas durante as operações e reduza a compactação do solo ou da área trabalhada em até 25%.

Preparo do solo:

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o portfólio de produtos Valtra viabiliza a sistematização da área de cultivo e a intensificação sustentável da agricultura. As vantagens se traduzem em ganhos de eficiência no uso da água e nutrientes, ampliando a produtividade da lavoura em até 15%. O levantamento de informações de altimetria por meio do sinal de correção da Rede RTK e o Piloto Automático permitem controle de rastro de passada e facilitam o dimensionamento das operações, como: delimitação dos talhões; planejamento de projetos de linhas para execução por piloto automático ou para cultivo em nível; nivelamento e construção de taipas para irrigação da cultura do arroz.

Plantio:

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as soluções para deposição de sementes e adubo contemplam diferentes perfis de produtores e extensões de áreas agricultáveis, visando uma operação de alta qualidade. Os Tratores Valtra possuem diferentes níveis de potência, atendendo às variações de propriedades e de necessidades tecnológicas. E o amplo portfólio de Plantadeiras Valtra entrega uma lavoura uniforme e permite trabalhar em taxa fixa e variável de insumos tanto de sementes quanto adubos, de acordo com o pacote tecnológico Precision Planting disponível em cada série. Conte com informações em tempo real para uma reação rápida do operador, e amplie a eficiência e a produtividade.

Tratos culturais:

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obtenha máxima performance e produtividade da lavoura com práticas de manejo voltadas à aplicação correta e segura de tratos culturais. Pulverizadores e o Distribuidor Valtra possibilitam aplicação exata de defensivos e fertilizantes, respectivamente, ao longo de toda operação, sem perdas ou excessos. Otimize a aplicação de insumos em sua área, reduza falhas e sobreposição, evite desperdícios e execute práticas agrícolas mais sustentáveis.

Colheita:

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disponha de processos de colheita mecanizada que garantem rendimento operacional superior, com menores perdas e maior produtividade. As Colheitadeiras Axiais Valtra foram desenvolvidas pensando nas necessidades dos agricultores: aumentar a produtividade e reduzir as perdas e consumo de combustível e os custos de operação. Proporcionam mais agilidade e uma colheita mais rápida graças ao exclusivo sistema de alimentação TriZone e uma das maiores áreas de trilha e separação do mercado com alta capacidade de processamento de grãos e de Piloto Automático, que evita sobreposição com aproveitamento total da largura da plataforma.

 

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