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20 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Abiove atualiza projeções e aponta avanço no esmagamento acumulado de soja – MAIS SOJA

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 A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) atualizou as estatísticas e projeções do Complexo Soja para o ano de 2026. Os dados consolidados indicam a continuidade do ritmo produtivo e processador no país, acompanhando o comportamento da oferta nacional e o atendimento aos mercados interno e externo.

De acordo com as projeções divulgadas pela entidade, a produção nacional de soja em grão está estimada em 180,4 milhões de toneladas, dado que acompanha o levantamento oficial da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). As exportações do grão estão projetadas em 115,4 milhões de toneladas, enquanto o volume destinado ao esmagamento industrial alcança 63,3 milhões de toneladas. A estimativa para as importações de soja em grão situa-se em 900 mil toneladas.

No segmento de derivados, a produção de farelo de soja é projetada em 48,7 milhões de toneladas, com volume exportado ajustado para 25,3 milhões de toneladas, representando uma alta de 1,6% em relação à estimativa anterior. Para o óleo de soja, a produção prevista é de 12,7 milhões de toneladas, com embarques ao exterior projetados em 1,7 milhão de toneladas e importação em 125 mil toneladas.

“A revisão das estimativas reflete a manutenção do dinamismo no processamento nacional de soja e a sólida demanda externa, impulsionada pelo avanço nas exportações de farelo. O crescimento contínuo do esmagamento no acumulado do ano reforça a capacidade operacional e a competitividade do setor industrial brasileiro. Seguimos acompanhando as variáveis de oferta e demanda com prudência para garantir o abastecimento dos mercados interno e externo”, afirma Daniel Furlan Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da ABIOVE.

Processamento Mensal e Acumulado

Em junho de 2026, o processamento mensal de soja somou 4,95 milhões de toneladas. Esse volume representa um recuo de 5,3% em comparação a maio de 2026 e uma elevação de 7,3% em relação a junho de 2025, quando ajustado pelo percentual amostral.

No acumulado do ano até junho, o volume processado alcançou 28,30 milhões de toneladas, o que corresponde a um aumento de 7,7% em relação ao mesmo período de 2025, também considerando o ajuste amostral.

As informações são da Abiove.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Colheita do milho avança e chega a 63,9% da área monitorada pelo Projeto SIGA-MS – MAIS SOJA

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A colheita do milho segunda safra 2025/2026 alcançou 63,9% da área monitorada pelo Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc. O percentual está 2,9 pontos percentuais abaixo do observado no mesmo período da safra 2024/2025.

A Região Norte apresenta o maior percentual de área colhida, com 76,4%, seguida pela Região Centro, com 64,9%, e pela Região Sul, que alcançou 61,6%.

Em relação às condições das lavouras, 69% da área avaliada apresenta boas condições, enquanto 19,7% estão classificadas como regular e 11,3% como ruim. Os maiores percentuais de lavouras em condições desfavoráveis estão concentrados nas regiões Centro e Sul-Fronteira.

O avanço da colheita ocorre em um cenário de transformação no uso das áreas agrícolas de Mato Grosso do Sul. Nesta safra, foram cultivados 2,206 milhões de hectares de milho, o equivalente a 46% da área ocupada pela soja.

A mudança está relacionada, principalmente, à adequação ao Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), que levou produtores a redirecionarem parte das áreas para outras culturas e atividades, como sorgo, chia, carinata, milheto, melancia e pastagens.

Para o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, os números refletem um processo de reorganização do calendário agrícola e das estratégias adotadas pelos produtores. “A redução da área de milho não representa uma diminuição da atividade agrícola em Mato Grosso do Sul, mas uma mudança na composição das culturas. O produtor está ajustando o planejamento da propriedade às condições de risco climático e às oportunidades de mercado, buscando maior segurança e eficiência no uso da área”.

Previsão indica contraste entre calor e entrada de frente fria

O monitoramento do CEMTEC/SEMADESC aponta a manutenção de um evento El Niño de intensidade forte a muito forte, com probabilidade de 90% de atuação no segundo semestre.

Para os próximos dias, a previsão indica temperaturas elevadas, de até 40°C, principalmente nas regiões Norte e Pantanal. Na sequência, a entrada de uma frente fria deve provocar queda nas temperaturas na metade sul do estado, com mínimas previstas entre 7°C e 11°C.

O boletim completo pode ser acessado clicando aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Títulos privados do agro movimentam R$ 580,78 bilhões em CPR no início da safra 2026/27 – MAIS SOJA

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou as finanças privadas do agro. Em julho de 2026, os estoques de Cédula de Produto Rural (CPR) totalizaram R$ 580,78 bilhões, distribuídos em 372 mil cédulas, com ticket médio de R$ 1,56 milhão. Considerando apenas os títulos emitidos em julho, primeiro mês da safra 2026/27, foram registrados R$ 37,53 bilhões em novas CPR.

Os estoques de Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) somaram R$ 560,37 bilhões. Pelas regras atuais do Manual de Crédito Rural, pelo menos 60% desse valor, equivalente a R$ 336,22 bilhões, precisa ser reaplicado no financiamento do setor agropecuário. Desse montante, pelo menos 45%, ou R$ 151,30 bilhões, precisa ser direcionado ao crédito rural oficial. Os valores consideram recursos destinados à safra atual e contratos ainda em aberto de safras anteriores.

Em julho, os estoques de Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e de Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA) foram de R$ 174,20 bilhões e R$ 30,21 bilhões, respectivamente.

No caso dos Fundos de Investimento em Cadeias Agroindustriais (Fiagro), considerando os dados de junho de 2026, o patrimônio líquido totalizou R$ 64,13 bilhões, distribuídos em 285 fundos.

Os dados são do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário da Secretaria de Política Agrícola do Mapa.

Fonte: MAPA



 

FONTE

Autor:MAPA

Site: MAPA

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Sustentabilidade

Quinta-feira deve seguir registrando preços de milho estáveis no Brasil – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de milho deve ter estabilidade nas cotações nesta quinta-feira. Os agentes encontram impasse nas negociações, fator que sustenta a manutenção dos preços. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago opera em alta, enquanto o dólar sobe frente ao real.

O mercado brasileiro de milho apresentou preços sustentados em um ambiente de negócios travado no decorrer desta quarta-feira. Os produtores seguiram mais retraídos na fixação da oferta, especulando com possíveis valorizações no curto prazo. Esse comportamento foi sustentado pelo avanço recente dos contratos futuros, além da melhora observada na paridade de exportação, fatores que contribuíram para elevar as expectativas dos vendedores.

Os consumidores mantiveram uma postura relativamente comedida nas negociações. Em várias localidades, parte da indústria está recebendo volumes firmados anteriormente. Ainda assim, já foi possível observar parte dos compradores adotando uma atuação mais ativa na busca por lotes, mas com dificuldades em encontrar volumes disponíveis nos níveis de preço desejados.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 69,50/72,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 69,00/71,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 61,00/63,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 62,00/64,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 68,00/70,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 68,00/70,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 61,00/63,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 56,00/59,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 60,00/62,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em dezembro operam com avanço de 4,25 centavos de dólar, ou 0,85%, cotados a US$ 5,02 1/4 por bushels.

* O mercado segue no território positivo, apoiado pela alta do petróleo, pela queda do dólar e por sinais de menor potencial produtivo das lavouras norte-americanas. Os participantes da Pro Farmer Crop Tour avaliam condições inferiores às do ano passado em importantes regiões produtoras dos Estados Unidos.

* No oeste de Iowa, a produtividade média do milho foi estimada em 191,80 bushels por acre no Distrito 1, 189,73 no Distrito 4 e 190,59 no Distrito 7. No ano passado, as estimativas eram de 197,89, 207,25 e 195,03 bushels por acre, respectivamente.

* Em Illinois, a Pro Farmer projetou produtividade média de 184,19 bushels por acre, abaixo da média de 199,15 bushels por acre dos últimos três anos e dos 199,57 bushels por acre estimados na expedição do ano passado.

* Os dados reforçam as preocupações com o potencial produtivo da safra norte-americana, especialmente em um momento considerado crítico para a definição dos rendimentos das lavouras.

* Ontem (19), os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,73, alta de 9,75 centavos, ou 2,10% relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,98, avanço de 10,00 centavos, ou 2,04% por bushel em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra avanço de 0,28%%, a R$ 5,1918. O Dollar Index registra recuo de 0,04%, a 98.786 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas na Europa operam com índices baixos. Paris, -0,32%. Frankfurt, -0,60%. Londres, -0,34%.

* As principais bolsas da Ásia operaram altas. Xangai, +0,24%. Japão, +1,36%.

* O petróleo opera com alta. Setembro do WTI em NY: US$ 88,81 o barril (+3,47%).

AGENDA

15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.

15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

20:30 – Japão: Índice de Preços ao Consumidor (CPI, julho).

– Final do Crop Tour da Pro Farmer nos Estados Unidos e divulgação das estimativas de produtividade e safra dos EUA para milho e soja.

– China: Banco do Povo da China anuncia taxa preferencial de empréstimos (LPR).

—–Sexta-feira (21/08)

16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.

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