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16 de maio de 2026

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Mato Grosso aprova lei que restringe transição de gênero em menores de idade

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Texto de Gilberto Cattani proíbe hormonioterapia e cirurgias em crianças e adolescentes

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou na sessão desta quarta-feira (13/05) o Projeto de Lei nº 1545/2023, de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que proíbe a realização de hormonioterapia para fins de redesignação sexual e procedimentos cirúrgicos de afirmação de gênero em crianças, adolescentes e demais pessoas consideradas incapazes no estado.

A proposta estabelece que os procedimentos só poderão ser realizados em pessoas maiores de 18 anos e legalmente capazes, conforme previsto no Código Civil Brasileiro.

Segundo Gilberto Cattani, o projeto tem como objetivo garantir proteção integral a menores de idade diante de procedimentos considerados irreversíveis.

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“Esse projeto não tem a intenção de tirar a liberdade de ninguém decidir o que quer fazer da própria vida quando atingir a maioridade. O que nós buscamos é proteger crianças, adolescentes e pessoas consideradas incapazes de tomar decisões muito sérias e, muitas vezes, irreversíveis, em uma fase da vida em que ainda não possuem maturidade e entendimento suficientes sobre as consequências desses procedimentos”, afirmou o deputado.

Na justificativa, o parlamentar afirma que procedimentos hormonais e cirúrgicos relacionados à redesignação sexual podem causar alterações permanentes no corpo e, por isso, devem ser restritos à fase adulta.

O texto aprovado também prevê punições previstas na legislação vigente para profissionais, empresas e responsáveis que descumprirem a norma. Para Gilberto Cattani, a medida trata da proteção de crianças e adolescentes e do dever do poder público de prevenir situações que possam causar impactos permanentes aos menores.

Agora, o projeto segue para análise do Governo do Estado.

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Artesão indígena de MT fatura R$ 68 mil em um único dia na Bienal do Ibirapuera

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Bancos de madeira esculpidos por Peti Waura conquistam arquitetos e decoradores no Salão do Artesanato em SP

O artesanato indígena de Mato Grosso se tornou um dos destaques da 22ª edição do Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras, realizado no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, em São Paulo, de 13 a 17 de maio. Em apenas um dia de evento, bancos esculpidos em madeira produzidos pelo artesão indígena Peti Waura movimentaram R$ 68 mil em vendas e encomendas durante uma rodada voltada a arquitetos, decoradores e lojistas de várias regiões do país.Mato Grosso participa da feira em dois espaços distintos dentro do evento, um no estande institucional dos Estados brasileiros, com apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), e outro do Sebrae/MT, que acompanha os artesãos durante toda a programação. A delegação mato-grossense reúne 11 artesãos individuais, associações e núcleos produtivos de municípios como Cuiabá, Tangará da Serra, Nova Mutum, São José do Rio Claro, Santo Antônio de Leverger, Gaúcha do Norte e Paranatinga.Além das esculturas indígenas, o Estado levou ao evento peças em cerâmica, sementes, madeira, reciclagem e outras tipologias que representam diferentes regiões e culturas mato-grossenses. Segundo a coordenadora de Artesanato da Sedec, Lourdes Josafa Sampaio, a participação no salão é estratégica para ampliar mercado, fortalecer comunidades e mostrar o potencial econômico do artesanato produzido no Estado.Ela explica que a presença de Mato Grosso em um dos maiores eventos do segmento no país também demonstra como o artesanato tem se transformado em oportunidade de negócios para comunidades indígenas e pequenos produtores do interior.“O artesanato indígena tem uma aceitação enorme. Ontem, um dos nossos artesãos vendeu sozinho R$ 68 mil em bancos diretamente da aldeia dele para arquitetos e lojistas. Isso mostra a força do artesanato mato-grossense e como essas comunidades conseguem transformar cultura em renda e empreendedorismo”, afirmou.Lourdes também destacou que o apoio do Governo do Estado é fundamental para garantir que os artesãos consigam participar de feiras nacionais, já que os custos logísticos dificultariam a presença sem suporte institucional.Segundo ela, o Governo Federal disponibiliza os espaços expositivos, mas cabe aos Estados oferecer estrutura, transporte e apoio operacional para que os artesãos consigam levar seus produtos até os grandes centros consumidores.“Sem o apoio do Governo do Estado muitos deles jamais conseguiriam estar aqui. São comunidades indígenas e artesãos de municípios distantes, que precisam dessa estrutura para apresentar seus produtos e fazer negócios em um evento nacional como esse”, ressaltou.Morador da Aldeia Álamo, em Paranatinga, Peti Waura trabalha há mais de 20 anos com esculturas em madeira. Cada banco produzido leva cerca de uma semana para ficar pronto e pode custar entre R$ 800 e R$ 5 mil. O artesão conta que começou a esculpir ainda na infância e hoje já ensina o filho a continuar o trabalho artesanal da família.A participação na feira em São Paulo, segundo ele, representa não apenas oportunidade de venda, mas também reconhecimento do trabalho produzido dentro da aldeia.“Desde criança eu trabalho esculpindo madeira. Hoje fico muito feliz vendo minhas peças sendo valorizadas aqui. Tem muitos clientes, arquitetos e decoradores comprando meu trabalho”, relatou.

A ceramista Valéria Menezes participa pela primeira vez da feira em São Paulo e também comemora os resultados obtidos durante o evento. Há 19 anos trabalhando com cerâmica, ela afirma que a presença em feiras nacionais é essencial para ampliar a visibilidade do trabalho artesanal mato-grossense.Para a artesã, o apoio institucional faz diferença justamente porque permite que os produtos cheguem a novos públicos e mercados consumidores.“Esse incentivo é muito importante porque não tem como o cliente conhecer nosso trabalho sem mostrar. Estar aqui está sendo muito importante para mim. Estou vendendo bem e sendo muito elogiada”, disse.O Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras reúne mais de 700 artesãos de 26 Estados e do Distrito Federal. A expectativa da organização é superar os R$ 4,7 milhões em negócios registrados na edição anterior.

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Mulher chega bêbada de festa, agride a mãe e acaba presa em Cuiabá

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Uma jovem de 25 anos foi presa na madrugada deste sábado (16) após agredir a própria mãe, de 52 anos, em uma residência de Cuiabá. A vítima sofreu ferimentos e precisou ser encaminhada ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC).

De acordo com informações da Polícia Militar, a equipe foi acionada por volta das 2h para atender uma ocorrência de violência doméstica envolvendo mãe e filha. Quando chegaram ao endereço, os policiais encontraram a suspeita do lado de fora da casa. Ela contou que havia discutido com a mãe e que as duas entraram em luta corporal.

Durante a checagem no imóvel, os militares localizaram a vítima deitada em uma cama, reclamando de fortes dores na cabeça e no pescoço. Aos policiais, a mulher relatou que a filha chegou em casa embriagada e ficou agressiva ao notar a presença de um vizinho na residência.

Segundo o relato da vítima, a suspeita passou a atacá-la fisicamente, chegando a derrubá-la no chão e bater diversas vezes a cabeça dela contra o piso da casa. Uma testemunha que cuidava das crianças no local afirmou ter presenciado as agressões.

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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou hematomas na cabeça, nas costelas e em um dos dedos da mão esquerda da vítima. Após os primeiros socorros, a mulher foi levada ao HMC para realização de exames complementares.

A suspeita foi encaminhada para a delegacia. Conforme o boletim de ocorrência, ela estava embriagada, bastante alterada e precisou ser contida pelos policiais.

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Adote um jogador! Lunaar transforma vira-latas em craques da amarelinha para incentivar adoções

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Theo, Bob, Ponta Preta, Melo e Manu posam como estrelas da Seleção para encontrar famílias

A Copa do Mundo de 2026 ainda nem começou, mas a torcida brasileira já tem uma seleção imbatível em campo: de quatro patas! A Associação Lunaar, ONG de Cuiabá (MT) dedicada ao resgate e adoção de animais, lançou uma campanha criativa e emocionante chamada “Adote um Jogador da Seleção”. Em vez de Neymar ou Vinicius Jr., os “convocados” são cães resgatados que ganharam cartazes no estilo das figurinhas oficiais da FIFA, completos com camisa 10 da Seleção Brasileira, nome, posição, porte e até status de castrado.

Entre os craques escalados estão Theo, um vira-lata preto e branco de porte médio com olhar pidão; Bob, o cão de pelagem clara que já posa como titular absoluto; Ponta Preta, um grandalhão marrom cheio de energia; Melo, outro talento de pelagem dourada; e Manu, a única fêmea do time, que chega derrubando corações com seu jeitão dengoso. Todos vestem a amarelinha com o escudo da CBF e posam em um estádio lotado, como verdadeiras estrelas do gramado.

A ideia é genial: usar o clima de Copa para chamar atenção para a causa animal. Enquanto muita gente acompanha a “lista de convocados” da seleção humana, a Lunaar mostra que os verdadeiros heróis podem estar esperando em um abrigo. Todos os “jogadores” já são castrados, vacinados e prontos para entrar em campo na casa nova.

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A campanha vem sendo divulgada nas redes sociais da ONG (@projetolunaar), que fica em Cuiabá e atua resgatando animais em situação de rua em Mato Grosso. Quem se interessar por algum dos craques pode entrar em contato diretamente com a Lunaar através do link na bio do Instagram.

Faltam poucos meses para a Copa e o time da Lunaar já está pronto para vencer fora das quatro linhas: com muito amor, lambidas e rabo abanando. Quer levar um campeão para casa? Adote um “jogador da seleção” e faça sua torcida particular ganhar um novo membro!

Veja fotos!



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