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3 de julho de 2026

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Adote um jogador! Lunaar transforma vira-latas em craques da amarelinha para incentivar adoções

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Theo, Bob, Ponta Preta, Melo e Manu posam como estrelas da Seleção para encontrar famílias

A Copa do Mundo de 2026 ainda nem começou, mas a torcida brasileira já tem uma seleção imbatível em campo: de quatro patas! A Associação Lunaar, ONG de Cuiabá (MT) dedicada ao resgate e adoção de animais, lançou uma campanha criativa e emocionante chamada “Adote um Jogador da Seleção”. Em vez de Neymar ou Vinicius Jr., os “convocados” são cães resgatados que ganharam cartazes no estilo das figurinhas oficiais da FIFA, completos com camisa 10 da Seleção Brasileira, nome, posição, porte e até status de castrado.

Entre os craques escalados estão Theo, um vira-lata preto e branco de porte médio com olhar pidão; Bob, o cão de pelagem clara que já posa como titular absoluto; Ponta Preta, um grandalhão marrom cheio de energia; Melo, outro talento de pelagem dourada; e Manu, a única fêmea do time, que chega derrubando corações com seu jeitão dengoso. Todos vestem a amarelinha com o escudo da CBF e posam em um estádio lotado, como verdadeiras estrelas do gramado.

A ideia é genial: usar o clima de Copa para chamar atenção para a causa animal. Enquanto muita gente acompanha a “lista de convocados” da seleção humana, a Lunaar mostra que os verdadeiros heróis podem estar esperando em um abrigo. Todos os “jogadores” já são castrados, vacinados e prontos para entrar em campo na casa nova.

A campanha vem sendo divulgada nas redes sociais da ONG (@projetolunaar), que fica em Cuiabá e atua resgatando animais em situação de rua em Mato Grosso. Quem se interessar por algum dos craques pode entrar em contato diretamente com a Lunaar através do link na bio do Instagram.

Faltam poucos meses para a Copa e o time da Lunaar já está pronto para vencer fora das quatro linhas: com muito amor, lambidas e rabo abanando. Quer levar um campeão para casa? Adote um “jogador da seleção” e faça sua torcida particular ganhar um novo membro!

Veja fotos!



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Tirzepatida, emagrecimento e pele: o que precisamos conversar além da balança

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Nos últimos meses, poucas medicações geraram tanta conversa quanto a tirzepatida. Ela chegou com uma reputação impressionante pelo que pode fazer no controle do diabetes e na perda de peso. Mas dentro do consultório, uma pergunta aparece com frequência cada vez maior: “Doutora, e a minha pele?”

Faz todo sentido. Quando a gente perde peso de forma significativa, e às vezes bem rápida, o corpo inteiro precisa se adaptar. A pele, que é o maior órgão que temos, não fica de fora dessa história.

A ciência começa a confirmar o que já vemos na prática. Quando a gordura vai embora rápido demais, a pele nem sempre acompanha no mesmo ritmo. Pode aparecer flacidez, o rosto pode ficar com aspecto mais cansado, os sulcos ficam mais visíveis. Não porque a medicação esteja envelhecendo a pele, mas porque aquela gordura que sumiu também sustentava os tecidos por baixo.

É uma surpresa que muita gente não espera. O paciente celebra os resultados, e com razão. Mas às vezes se depara com um reflexo no espelho que ainda não reconhece completamente. Essa sensação precisa ser acolhida, não ignorada.

É justamente por isso que, quando a tirzepatida é utilizada com o objetivo de emagrecimento, o acompanhamento dermatológico merece começar junto com o tratamento, e não apenas quando as queixas estéticas aparecem. Muitas pessoas esperam atingir o peso desejado para então procurar soluções para a flacidez ou para as mudanças no rosto. Na prática, porém, costumamos observar resultados muito melhores quando esse cuidado é iniciado desde o começo. Enquanto o organismo responde à perda de peso, já é possível investir em protocolos que estimulem o colágeno, melhorem a qualidade da pele e preservem o suporte das estruturas faciais. É muito mais eficaz acompanhar essa transformação do que esperar que ela aconteça por completo para só depois tentar corrigir seus efeitos.

Por outro lado, a tirzepatida também traz boas notícias para a pele. Um metabolismo mais equilibrado tende a melhorar a cicatrização, reduzir infecções recorrentes, fortalecer a barreira cutânea e aliviar o ressecamento e a coceira tão comuns no diabetes.

Há ainda relatos iniciais de melhora em doenças como hidradenite supurativa, psoríase e algumas formas de queda de cabelo ligadas à resistência à insulina. Ainda é cedo para transformar isso em recomendação, mas é uma janela que vale acompanhar.

Sobre reações cutâneas durante o tratamento, na maioria das vezes elas são leves, localizadas no ponto de aplicação e passageiras. Reações mais sérias são raras, mas sempre merecem avaliação médica.

A mensagem principal é que a tirzepatida não é apenas uma ferramenta de emagrecimento. Ela promove mudanças importantes no organismo e precisa ser acompanhada de forma igualmente completa, com atenção à nutrição, à preservação da massa muscular e também à saúde da pele. Cuidar da pele durante esse processo não é apenas uma questão estética. É parte de um tratamento que busca bem-estar, naturalidade e qualidade de vida. Afinal, emagrecer é importante, mas se reconhecer no espelho e se sentir bem com a própria imagem também faz parte da saúde.

Cíntia Procópio é dermatologista, especialista em rejuvenescimento com naturalidade.

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Indústria de Mato Grosso cresce 56% com ações do Governo do Estado

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Mato Grosso vem consolidando sua posição como uma das economias mais dinâmicas do país. Impulsionado pelo crescimento da produção agropecuária, pela ampliação da infraestrutura e por políticas de incentivo aos investimentos, o Estado tem registrado um avanço significativo da atividade industrial nos últimos anos.

Levantamento da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) mostra que o número de estabelecimentos industriais em atividade no Estado cresceu 56,4% entre 2019 e 2025, passando de 10,8 mil para 16,89 mil unidades. O aumento demonstra o fortalecimento do ambiente de negócios e a expansão da capacidade produtiva estadual, especialmente em segmentos ligados à transformação de matérias-primas produzidas no próprio território mato-grossense.

Segundo o Governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, o crescimento da indústria é resultado de um conjunto de ações voltadas à melhoria do ambiente de negócios, atração de investimentos e ampliação da infraestrutura do Estado. 

“Mato Grosso produz muito e tem avançado na verticalização da sua produção. O Estado tem feito a sua parte, sem atrapalhar quem quer investir, produzir e gerar empregos. Temos investido em infraestrutura, ampliado a oferta de energia, garantido segurança jurídica e criado um ambiente favorável aos negócios. O resultado é o crescimento da indústria, a agregação de valor à nossa produção e mais riqueza ficando em Mato Grosso”.

O avanço da indústria tem contribuído para diversificar a economia estadual e agregar valor à produção local, ampliando a participação do setor industrial na geração de riqueza e no desenvolvimento regional.

Incentivos impulsionam novos investimentos

Parte desse crescimento é sustentado por políticas públicas voltadas à atração de investimentos e à expansão da atividade produtiva. Entre os principais instrumentos está o Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic), gerido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

Desde 2020, o acesso aos incentivos fiscais oferecidos pelo programa passou a ocorrer por meio de adesão simplificada, reduzindo etapas burocráticas e tornando mais ágil a entrada das empresas no sistema de benefícios.

O número de empresas participantes do programa saltou de 591 em 2020 para 1.778 em 2025, crescimento de 200,8% no período.

Os investimentos realizados pelas empresas beneficiadas também avançaram. Em cinco anos, o volume aplicado no Estado passou de R$ 6,39 bilhões para R$ 10,7 bilhões, aumento de 67,4%.

Na avaliação de Anderson Lombardi, secretário adjunto de Indústria, Comércio e Incentivos Programáticos da Sedec, os resultados refletem os avanços promovidos no Prodeic, que passou a operar com um modelo mais ágil e menos burocrático para as empresas interessadas em investir no Estado. 

“Quando o empresário encontra regras claras, segurança jurídica e menos burocracia, ele investe mais. Os resultados observados nos últimos anos mostram que a simplificação do Prodeic tem contribuído para atrair novos empreendimentos e ampliar a capacidade produtiva da indústria mato-grossense”, afirmou.

Os reflexos dessa expansão também podem ser observados no mercado de trabalho. O número de empregos vinculados às empresas participantes do programa cresceu de 59.942 em 2020 para 80.483 em 2025, representando aumento de 34,3%.

Riqueza gerada pela indústria

Um dos indicadores que ajudam a medir a importância da indústria para a economia é o Valor Adicionado Bruto (VAB), que representa a riqueza efetivamente gerada pelos setores produtivos. O VAB é um dos componentes utilizados para calcular o Produto Interno Bruto (PIB).

No caso da indústria, o chamado PIB Industrial é formado pela soma da riqueza gerada por quatro grandes segmentos: indústrias extrativas, indústrias de transformação, construção civil e os serviços industriais de utilidade pública (SIUP), que incluem atividades como fornecimento de energia elétrica, gás, água, esgoto, gestão de resíduos e descontaminação.

De acordo com os dados mais recentes disponíveis, referentes a 2023, e divulgados no Anuário da Indústria de Mato Grosso 2026, do Observatório de Mato Grosso, da Fiemt, o Estado registrou um PIB industrial de R$ 36,85 bilhões. O resultado correspondeu a 1,52% da indústria nacional e colocou o Estado na 14ª posição entre as unidades da federação.

A maior parcela dessa riqueza foi gerada pelas indústrias de transformação, segmento responsável por converter matérias-primas em produtos industrializados. Em 2023, esse setor movimentou R$ 21,03 bilhões, o equivalente a 57,08% de todo o PIB industrial mato-grossense.

Em Mato Grosso, fazem parte desse segmento atividades bastante presentes no dia a dia da população, como frigoríficos, usinas de etanol de milho, indústrias de processamento de soja e fábricas do setor têxtil ligadas ao algodão. Essas empresas transformam a produção do campo em produtos com maior valor agregado, fortalecendo a economia estadual.

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, a industrialização tem papel estratégico na diversificação da economia mato-grossense, ao permitir que uma parcela cada vez maior da riqueza gerada pela produção local permaneça no Estado. 

“Mato Grosso já é uma potência na produção agropecuária, e o avanço da indústria permite que essa produção seja transformada aqui, gerando mais valor, empregos e renda para a população. Quando agregamos valor às matérias-primas dentro do Estado, fortalecemos as cadeias produtivas e ampliamos as oportunidades de desenvolvimento nos municípios”, declarou.

Na sequência aparece o setor da construção civil, com R$ 9,41 bilhões e participação de 25,54% no PIB industrial estadual. Os serviços industriais de utilidade pública responderam por R$ 5,60 bilhões, representando 15,20% do total, enquanto as indústrias extrativas registraram R$ 803,91 milhões, correspondendo a 2,18%.

Em comparação com os demais estados brasileiros, Mato Grosso ocupou a 13ª posição nacional nas indústrias de transformação, a 10ª colocação na construção civil, a 15ª nos serviços industriais de utilidade pública e a 12ª nas atividades extrativas.

Avanço no mercado de trabalho

Os reflexos da expansão industrial também podem ser observados no mercado de trabalho. Segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), sistema do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) utilizado para monitorar a geração de empregos formais no país desde 2020, o setor industrial – que engloba a indústria e a construção civil – registrou crescimento de 36% no número de empregos formais entre 2020 e 2026, consolidando-se como o segundo segmento que mais ampliou postos de trabalho no Estado nesse período.

O setor que liderou essa expansão foi o de serviços, com crescimento de 42% no mesmo intervalo: a participação passou de 33% (242.381 empregos) em 2020 para 36% (344.546 empregos) em 2026, um aumento de mais de 102 mil postos formais.

Em 2020, a indústria respondia por 155.285 empregos formais, o equivalente a 21% do total de vínculos com carteira assinada em Mato Grosso. Em 2026, o setor passou a concentrar 211.715 trabalhadores, representando 22% do emprego formal estadual.

O avanço de um ponto percentual na participação da indústria ocorreu em um cenário de crescimento do emprego formal em toda a economia mato-grossense. Ainda assim, o setor foi responsável pela criação de mais de 56 mil postos de trabalho no período, ampliando sua presença no mercado de trabalho estadual.

Entre os segmentos industriais que mais empregam em Mato Grosso estão a fabricação de produtos alimentícios, responsável por 64.910 postos de trabalho, o equivalente a 31% dos empregos do setor, seguida pela construção civil, com 57.407 trabalhadores (27%).

Também se destacam a fabricação de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis, com 12.362 empregos (6%); as indústrias extrativas, com 10.345 postos de trabalho (5%); a fabricação de produtos minerais não metálicos, com 9.351 empregos (4%); e a fabricação de produtos de madeira, com 8.389 trabalhadores (4%). Juntos, esses segmentos concentram 77% dos empregos da indústria mato-grossense.

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Com R$ 817 mi investidos, Governo de MT prepara megaedital de R$ 600 mi para a agricultura familiar

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O Governo do Estado tem consolidado uma política pública voltada ao fortalecimento da agricultura familiar, com investimentos históricos que ultrapassam R$ 817 milhões. Por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT), os recursos têm chegado aos produtores em forma de máquinas, implementos agrícolas, patrulhas mecanizadas, sistemas de irrigação, mudas, insumos, equipamentos e programas voltados ao incentivo da produção e à geração de renda no campo.

Entre os resultados recentes está a conclusão do Fundaaf Inclusão Rural 2.0, que destinou R$ 21,4 milhões para promover a inclusão produtiva de agricultores familiares. O Governo também mantém aberto, até 31 de julho, o edital de chamamento público do Fundaaf – Incentivo Produtivo, que disponibiliza R$ 76,7 milhões para fomentar projetos produtivos. Outra iniciativa estratégica é o MT Produtivo – Desenvolvimento e Sustentabilidade, que está em fase de conclusão do edital e prevê cerca de R$ 600 milhões em investimentos destinados ao fortalecimento de associações e cooperativas da agricultura familiar.

Essas ações são desenvolvidas de forma integrada entre a Seaf e a Empaer, sob a orientação do governador Otaviano Pivetta, que tem priorizado o fortalecimento da agricultura familiar. A atuação conjunta garante que as políticas públicas cheguem de forma eficiente aos produtores, contribuindo para o aumento da produtividade, da renda e da qualidade de vida das famílias rurais.

Nesta entrevista, a secretária de Estado de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, fala sobre os resultados alcançados e os próximos passos das políticas públicas voltadas ao setor.

1. A agricultura familiar vive um momento de grandes investimentos. O que esse volume de recursos representa para os produtores?

Andreia Fujioka: O Governo do Estado entende que fortalecer a agricultura familiar é investir diretamente no desenvolvimento dos municípios, na segurança alimentar e na geração de oportunidades para milhares de famílias, evitando o êxodo rural e criando condições para que os jovens permaneçam no campo. Os mais de R$ 817 milhões investidos demonstram esse compromisso. São recursos que chegam aos produtores por meio de equipamentos, implementos, sistemas de irrigação, insumos, mudas e programas que aumentam a capacidade de produção, melhoram a renda e proporcionam mais qualidade de vida no campo. Temos visto exemplos de famílias totalmente envolvidas com o trabalho na propriedade rural, o que demonstra que essas ações estão cumprindo seu propósito.

2. Como a parceria entre a Seaf e a Empaer contribui para que esses investimentos tenham resultados efetivos?

Andreia Fujioka: Essa integração é um dos pilares do sucesso das políticas públicas do Governo do Estado para a agricultura familiar. A Seaf trabalha na formulação e execução dos programas e investimentos, enquanto a Empaer leva assistência técnica e extensão rural aos produtores, acompanhando todo o processo de implantação dos projetos. Além disso, desenvolve pesquisas voltadas às necessidades da produção em Mato Grosso, como o estudo realizado para as regiões Norte e Noroeste, desenvolvido ao longo de cinco anos por pesquisadores da Empaer e apresentado durante a Rota do Café. Essa atuação conjunta garante que os recursos sejam aplicados de forma eficiente e que os agricultores tenham o suporte necessário para produzir mais e melhor.

3. O Fundaaf Inclusão Rural 2.0 foi realizado em 2025. Qual é o balanço desse programa?

Andreia Fujioka: O balanço é extremamente positivo. O programa investiu R$ 21,4 milhões para promover a inclusão produtiva de agricultores familiares em diversas regiões de Mato Grosso. Conseguimos apoiar famílias que precisavam de incentivo para ampliar suas atividades, fortalecer a produção e gerar mais renda. Essa experiência mostra que políticas públicas bem estruturadas fazem diferença na vida das pessoas e fortalecem o desenvolvimento rural. Para se ter uma ideia, 85% dos 3.589 projetos foram validados.

4. O edital do Fundaaf – Incentivo Produtivo está aberto. Qual é a expectativa da Seaf?

Andreia Fujioka: As melhores. O Governo do Estado está disponibilizando R$ 76,7 milhões para apoiar projetos que fortaleçam a produção da agricultura familiar. O edital permanece aberto até 31 de julho e representa uma oportunidade importante para fomentar o desenvolvimento do setor. Desse total, R$ 52,85 milhões serão destinados ao incentivo à produção e R$ 23,85 milhões ao fortalecimento das agroindústrias. Dessa forma, será possível ampliar a produção, agregar valor aos produtos e gerar desenvolvimento econômico nas comunidades rurais.

5. O projeto MT Produtivo – Desenvolvimento e Sustentabilidade prevê um dos maiores investimentos já realizados na agricultura familiar. O que ele representa para o Estado?

Andreia Fujioka: O MT Produtivo representa um novo patamar de investimentos na agricultura familiar. Estamos falando de aproximadamente R$ 600 milhões destinados ao fortalecimento das associações e cooperativas, promovendo o desenvolvimento sustentável, o incentivo à produção, o acesso a tecnologias e a melhoria da infraestrutura produtiva. É uma iniciativa que vai impulsionar diversas cadeias produtivas e ampliar as oportunidades para os agricultores familiares em todo o Estado. O edital está sendo elaborado por uma equipe específica do projeto. Antes do início dessa elaboração, duas equipes percorreram 23 municípios realizando palestras sobre a iniciativa, que contemplará 61 municípios. O objetivo é construir o edital de forma democrática e alinhada às necessidades dos produtores.

6. Um dos objetivos desses programas é atender públicos prioritários. Como essa inclusão será promovida?

Andreia Fujioka: Todas essas ações têm um forte compromisso com a inclusão social. Queremos ampliar as oportunidades para povos indígenas, comunidades tradicionais, quilombolas, mulheres e jovens rurais, fortalecendo seu protagonismo e sua participação nas atividades produtivas. São políticas públicas pensadas para reduzir desigualdades, promover o desenvolvimento e garantir que ninguém fique para trás.

7. Qual é a perspectiva da Seaf e do Governo do Estado para o futuro da agricultura familiar?

Andreia Fujioka: Acreditamos na força da agricultura familiar. Sob a liderança do governador Otaviano Pivetta, nosso compromisso é garantir que as  políticas de investimento avancem para fortalecer a produção, incentivar a organização dos produtores e ampliar o acesso à tecnologia, ao crédito, aos mercados e à assistência técnica. Queremos uma agricultura familiar cada vez mais forte, sustentável, competitiva e capaz de gerar renda,  e dessa maneira diminuir a evasão nas propriedades rurais. Então, nosso foco é expandir cada vez mais oportunidades e desenvolvimento para todas as regiões de Mato Grosso.

Com Assessoria 

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