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5 de outubro de 2026

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Gefron apreende 26 kg de pasta base de cocaína e causa prejuízo de R$ 500 mil às facções criminosas

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Entorpecente foi localizado com apoio de cães farejadores durante fiscalização no Posto do Limão, em Cáceres

O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu, nesta sexta-feira (15.5), um veículo que transportava 25 tabletes de substância análoga à pasta base de cocaína, durante ação realizada na fronteira do município de Cáceres (220 km de Cuiabá)

O veículo, que fazia o transporte de passageiros e tem placas da Bolívia, seguia sentido Bolívia/Brasil, e foi fiscalizado pelas equipes do Gefron, que identificaram indícios de adulterações estruturais no automóvel, levantando suspeitas sobre a existência de compartimentos ocultos para transporte de ilícitos.

Com apoio dos cães farejadores, foi realizada vistoria detalhada no veículo. Os animais indicaram a presença de entorpecentes na região frontal interna e externa do automóvel.

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Durante a inspeção, os policiais localizaram 25 tabletes de pasta base de cocaína escondidos em compartimento oculto do veículo, totalizando aproximadamente 26 kg da droga.

O suspeito, de nacionalidade boliviana, foi preso e encaminhado juntamente com o entorpecente e o veículo à Delegacia da Polícia Federal em Cáceres para as providências legais cabíveis.

A apreensão ocorreu durante a Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, em continuidade às ações da Operação Olhos da Fronteira, na região de fronteira entre Brasil e Bolívia.

A ação integra os trabalhos coordenados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), com apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT).

Com Assessoria 

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Abilio prevê eleição de Ilde Taques para presidência da Câmara de Cuiabá

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, afirmou nesta segunda-feira (5) que o vereador Ilde Taques (Podemos) deverá ser eleito presidente da Câmara Municipal na sessão desta terça-feira (6).

“Não há dúvida de que Ilde será o novo presidente, seja em duas chapas, seja em chapa única. Não tenho nenhuma dúvida quanto a isso”, declarou.

A eleição da nova Mesa Diretora está prevista para ocorrer no início da manhã desta terça-feira. Ilde Taques chega à disputa com o maior grupo de apoio e, até o momento, contabiliza 16 votos favoráveis.

Dois grupos na disputa

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Do outro lado está o grupo que inicialmente era liderado pela atual presidente da Câmara, vereadora Paula Calil (PL), e que passou a ser comandado pelo vereador Dilemário Alencar (União Brasil).

Paula desistiu da disputa após divergências entre os vereadores em relação aos pedidos apresentados à Justiça para reduzir o quórum necessário à votação da Mesa Diretora.

Apesar da divisão, Ilde Taques ainda tenta reunir os dois grupos em uma chapa única. A articulação busca reduzir a resistência à sua candidatura e facilitar a composição política para o eventual mandato à frente do Legislativo cuiabano.

A eleição deverá definir não apenas o próximo presidente, mas também os demais integrantes da Mesa Diretora que conduzirão os trabalhos da Câmara Municipal no próximo período.

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Preços nada atrativos? Confira os dados do mercado da soja em meio à queda de até R$ 7

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O mercado brasileiro de soja registrou forte queda nas cotações nesta segunda-feira (5), em uma sessão completamente travada em termos de comercialização. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que o recuo brusco do dólar pressionou fortemente as ofertas dos compradores, enquanto os vendedores permaneceram fora do mercado.

Os bids chegaram a ficar entre R$ 6,00 e R$ 7,00 por saca abaixo dos níveis da última sexta-feira. Apesar da forte pressão sobre as indicações, a liquidez foi praticamente nula, com ofertas apenas nominais.

“O dólar teve uma queda brusca, enquanto os prêmios ficaram estáveis no spot e Chicago subiu pouco. Com isso, as cotações no físico derreteram”, resume Silveira.

Ao mesmo tempo, a chegada de boas chuvas ao Centro-Oeste e a partes do Sudeste, incluindo regiões de Goiás e Minas Gerais, direciona as atenções dos produtores para o campo. Segundo o analista, as condições devem permitir um avanço mais firme dos trabalhos.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 152,50 para R$ 147,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 153,50 para R$ 148,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 149,00 para R$ 143,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 147,00 para R$ 141,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 147,00 para R$ 145,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 147,00 para R$ 141,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 160,00 para R$ 154,00
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 161,50 para R$ 156,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta segunda-feira. O mercado foi sustentado por compras técnicas, recuperando parte das perdas acumuladas nas três sessões anteriores.

O clima e o avanço da colheita seguem no foco do mercado. O excesso de chuvas registrado recentemente no Meio Oeste dos Estados Unidos aumentou as preocupações com a qualidade das lavouras.

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Em relação à colheita, a expectativa é que o relatório de avanço dos trabalhos indique 29% de área já colhida nos Estados Unidos. Os participantes também começam a se posicionar frente aos dados mensais do USDA, que serão divulgados na sexta-feira (9).

A valorização do óleo de soja e o fortalecimento do real brasileiro frente ao dólar também davam sustentação às cotações da soja. O real mais forte tira competitividade do produto brasileiro.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 104.000 toneladas de soja para destinos não revelados, a serem disponibilizadas na temporada 2026/27.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 2,50 centavos de dólar ou 0,19%, a US$ 12,80 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,97 1/2 por bushel, com elevação de 3,00 centavos de dólar ou 0,23%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 0,40 ou 0,11%, a US$ 347,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 69,35 centavos de dólar, com ganho de 0,73 centavo ou 1,06%.

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Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 4,11%, sendo negociado a R$ 5,0018 para venda e a R$ 4,9998 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9525 e a máxima de R$ 5,0075.

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Mercado dispara no pós-eleição: Ibovespa supera 200 mil pontos e dólar despenca para R$ 5,00

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Principal índice da Bolsa brasileira avança 7,85% e renova máxima histórica; queda do dólar reflete redução do prêmio de risco após 1º turno

O mercado financeiro brasileiro reagiu com forte alta nesta segunda-feira (5) ao resultado do primeiro turno das eleições presidenciais. O dólar caiu para a casa dos R$ 5, enquanto o Ibovespa avançou quase 8% e ultrapassou pela primeira vez os 200 mil pontos.

No exterior, ativos brasileiros também registraram forte valorização, em meio à percepção de redução do prêmio de risco do país.

Principais números
•    Dólar: R$ 5,0022 (-4,12%);
•    Mínima do dólar: R$ 4,95, por volta das 10h30;
•    Ibovespa: 207.190,44 pontos (+7,85%);
•    Máxima do Ibovespa: 209.605,70 pontos;
•    Mínima do Ibovespa: 192.137,63 pontos;
•    Petróleo Brent: US$ 100,32 (-1,89%);
•    Petróleo WTI: US$ 89,43 (-1,84%).

Dólar em queda

O dólar à vista encerrou o pregão com baixa de 4,12%, cotado a R$ 5,0022 na venda. Foi a menor cotação de fechamento desde 21 de maio, quando a moeda havia terminado o dia em R$ 5,0004.

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Na sexta-feira (2), o dólar havia subido quase 1% e fechado a R$ 5,2175, em meio à cautela dos investidores antes da divulgação do resultado eleitoral.

Com o desempenho desta segunda, a moeda norte-americana passou a acumular queda de 8,87% no ano.

A reação do câmbio ocorreu após o senador Flávio Bolsonaro (PL) terminar o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dois candidatos disputarão o segundo turno em 25 de outubro.

A leitura inicial dos investidores foi de redução do prêmio de risco dos ativos brasileiros, o que favoreceu o real e também pressionou para baixo as taxas futuras de juros.

Bolsa bate recorde

O Ibovespa disparou nesta segunda-feira e renovou máximas históricas. O principal índice da Bolsa brasileira fechou em 207.190,44 pontos, alta de 7,85%.

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Durante a sessão, o indicador chegou a 209.605,70 pontos, maior nível intradiário já registrado, e teve mínima de 192.137,63 pontos.

O volume financeiro somava R$ 97,58 bilhões antes dos ajustes finais.

A alta ampliou o movimento observado na sexta-feira, quando o Ibovespa já havia avançado 2,63%, encerrando o pregão aos 192.137,63 pontos. Parte dos investidores havia antecipado, nos últimos dias, uma reação positiva ao resultado eleitoral.

No exterior, o principal fundo de ações brasileiras negociado em Nova York, o ETF EWZ, avançava 12,57% no fim da tarde, sinalizando forte demanda por ativos brasileiros.

Petróleo recua

Apesar da forte valorização dos ativos brasileiros, o petróleo fechou o dia em queda.

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O barril do tipo Brent, referência internacional, para dezembro recuou 1,89%, a US$ 100,32.

Já o WTI, referência no mercado norte-americano, com contrato para novembro, caiu 1,84%, para US$ 89,43 por barril.

Nos mercados internacionais, as bolsas asiáticas começaram a semana em alta, influenciadas pela menor expectativa de novos aumentos de juros nos Estados Unidos.

Em Nova York, os índices operavam em baixa na pré-abertura, enquanto as principais bolsas europeias apresentavam comportamento misto.

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