Connect with us
5 de outubro de 2026

Featured

Artesão indígena de MT fatura R$ 68 mil em um único dia na Bienal do Ibirapuera

Published

on


Bancos de madeira esculpidos por Peti Waura conquistam arquitetos e decoradores no Salão do Artesanato em SP

O artesanato indígena de Mato Grosso se tornou um dos destaques da 22ª edição do Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras, realizado no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, em São Paulo, de 13 a 17 de maio. Em apenas um dia de evento, bancos esculpidos em madeira produzidos pelo artesão indígena Peti Waura movimentaram R$ 68 mil em vendas e encomendas durante uma rodada voltada a arquitetos, decoradores e lojistas de várias regiões do país.Mato Grosso participa da feira em dois espaços distintos dentro do evento, um no estande institucional dos Estados brasileiros, com apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), e outro do Sebrae/MT, que acompanha os artesãos durante toda a programação. A delegação mato-grossense reúne 11 artesãos individuais, associações e núcleos produtivos de municípios como Cuiabá, Tangará da Serra, Nova Mutum, São José do Rio Claro, Santo Antônio de Leverger, Gaúcha do Norte e Paranatinga.Além das esculturas indígenas, o Estado levou ao evento peças em cerâmica, sementes, madeira, reciclagem e outras tipologias que representam diferentes regiões e culturas mato-grossenses. Segundo a coordenadora de Artesanato da Sedec, Lourdes Josafa Sampaio, a participação no salão é estratégica para ampliar mercado, fortalecer comunidades e mostrar o potencial econômico do artesanato produzido no Estado.Ela explica que a presença de Mato Grosso em um dos maiores eventos do segmento no país também demonstra como o artesanato tem se transformado em oportunidade de negócios para comunidades indígenas e pequenos produtores do interior.“O artesanato indígena tem uma aceitação enorme. Ontem, um dos nossos artesãos vendeu sozinho R$ 68 mil em bancos diretamente da aldeia dele para arquitetos e lojistas. Isso mostra a força do artesanato mato-grossense e como essas comunidades conseguem transformar cultura em renda e empreendedorismo”, afirmou.Lourdes também destacou que o apoio do Governo do Estado é fundamental para garantir que os artesãos consigam participar de feiras nacionais, já que os custos logísticos dificultariam a presença sem suporte institucional.Segundo ela, o Governo Federal disponibiliza os espaços expositivos, mas cabe aos Estados oferecer estrutura, transporte e apoio operacional para que os artesãos consigam levar seus produtos até os grandes centros consumidores.“Sem o apoio do Governo do Estado muitos deles jamais conseguiriam estar aqui. São comunidades indígenas e artesãos de municípios distantes, que precisam dessa estrutura para apresentar seus produtos e fazer negócios em um evento nacional como esse”, ressaltou.Morador da Aldeia Álamo, em Paranatinga, Peti Waura trabalha há mais de 20 anos com esculturas em madeira. Cada banco produzido leva cerca de uma semana para ficar pronto e pode custar entre R$ 800 e R$ 5 mil. O artesão conta que começou a esculpir ainda na infância e hoje já ensina o filho a continuar o trabalho artesanal da família.A participação na feira em São Paulo, segundo ele, representa não apenas oportunidade de venda, mas também reconhecimento do trabalho produzido dentro da aldeia.“Desde criança eu trabalho esculpindo madeira. Hoje fico muito feliz vendo minhas peças sendo valorizadas aqui. Tem muitos clientes, arquitetos e decoradores comprando meu trabalho”, relatou.

A ceramista Valéria Menezes participa pela primeira vez da feira em São Paulo e também comemora os resultados obtidos durante o evento. Há 19 anos trabalhando com cerâmica, ela afirma que a presença em feiras nacionais é essencial para ampliar a visibilidade do trabalho artesanal mato-grossense.Para a artesã, o apoio institucional faz diferença justamente porque permite que os produtos cheguem a novos públicos e mercados consumidores.“Esse incentivo é muito importante porque não tem como o cliente conhecer nosso trabalho sem mostrar. Estar aqui está sendo muito importante para mim. Estou vendendo bem e sendo muito elogiada”, disse.O Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras reúne mais de 700 artesãos de 26 Estados e do Distrito Federal. A expectativa da organização é superar os R$ 4,7 milhões em negócios registrados na edição anterior.

Continue Reading
Advertisement

Featured

Eleitos em MT se reúnem e articulam campanha para Flávio Bolsonaro no 2º turno

Published

on


Candidatos ligados à direita e eleitos neste domingo (4), em Mato Grosso, começaram a organizar um grupo suprapartidário para atuar na campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no segundo turno da eleição presidencial.

A articulação reúne, em sua maioria, integrantes do Partido Liberal (PL), entre eles o senador eleito José Medeiros, a deputada estadual eleita Samantha Íris e o deputado federal coronel Assis.

Também participam das conversas o governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador eleito Mauro Mendes (União Brasil).

Os políticos se reuniram nesta segunda-feira (5), em Cuiabá, para discutir as primeiras ações de mobilização para a segunda etapa da disputa presidencial.

Advertisement

Segundo José Medeiros, o resultado das urnas produziu um recado que, na avaliação dele, deve ser considerado pelos grupos políticos.

“As urnas deram um recado muito forte, os eleitores disseram: ‘Olha, resolve esse problema, porque o pessoal que está aí não está conseguindo’. Então, nós vamos nos concentrar agora na eleição do Flávio”, afirmou.

Reunião em Brasília

Parte dos políticos de Mato Grosso que participam da articulação deverá se reunir nesta terça-feira (6) com Flávio Bolsonaro, em Brasília.

O encontro terá como objetivo definir as estratégias e coordenar o apoio político de Mato Grosso à candidatura do senador no segundo turno.

Advertisement

A formação do grupo reúne representantes de diferentes partidos e deve concentrar esforços na mobilização de lideranças políticas e eleitores do Estado durante a segunda fase da campanha presidencial.

Continue Reading

Featured

Caminhoneiro morre preso às ferragens após caminhão tombar na BR-163 em Sorriso

Published

on


Veículo carregado com brita colidiu contra o meio-fio; Corpo de Bombeiros atuou no desencarceramento da vítima e no controle de vazamento de combustível

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na manhã desta segunda-feira (5.10), o desencarceramento do corpo do condutor de um caminhão após um acidente de trânsito na BR-163, em Sorriso (a 397 km de Cuiabá).

A equipe do 5º Batalhão de Bombeiros Militar (5º BBM) foi acionada por volta das 9h20 para atender à ocorrência, que envolveu um caminhão carregado com brita. Conforme as informações repassadas aos bombeiros, o veículo colidiu contra o meio-fio e tombou sobre a rodovia.

No local, as equipes encontraram duas vítimas. O passageiro do caminhão estava fora da cabine e recusou atendimento de primeiros socorros. Já o condutor ficou preso às ferragens e não apresentava sinais vitais.

Advertisement

Após os procedimentos periciais, os bombeiros realizaram o desencarceramento e a retirada do corpo do homem da estrutura do veículo. Em seguida, o corpo foi entregue à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e à Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.

Além do desencarceramento, os bombeiros fizeram a limpeza da pista, que teve derramamento de combustível após o impacto. Para evitar que o produto se espalhasse durante o atendimento, as equipes utilizaram terra para formar barreiras de contenção na área atingida.

Uma equipe da Defesa Civil Municipal e outra da concessionária responsável pela administração da rodovia também estiveram no local e prestaram apoio no atendimento da ocorrência.

 

Advertisement
Continue Reading

Featured

Figurinha e mensagens racistas em grupos da UFMT viram caso de polícia; Veja print!

Published

on


Centro Acadêmico de Economia relata mensagens, áudios e imagens discriminatórias compartilhados no fim de semana

O compartilhamento de uma figurinha que associa o filho de uma mulher negra a um macaco está entre os episódios de racismo denunciados pelo Centro Acadêmico de Ciências Econômicas (CAECO) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Segundo a entidade, grupos de WhatsApp utilizados por estudantes do curso receberam conteúdos racistas e misóginos no sábado (3) e no domingo (4).

O caso ganhou repercussão nesta segunda-feira (5), quando passou a circular uma captura de tela com uma mensagem que questionava o reconhecimento de direitos de pessoas negras. Conforme o Centro Acadêmico, a fala fazia referência à decisão de limitar o envio de mensagens em um dos grupos após os primeiros episódios.

A entidade relata que as manifestações começaram no sábado, no grupo “INFORMES-ECONOMIA”, administrado pelo CAECO. Como resposta, os participantes apontados como responsáveis foram removidos, e a publicação de mensagens passou a ficar restrita aos administradores.

Advertisement

Na madrugada de domingo, de acordo com a denúncia, novos conteúdos discriminatórios foram publicados no grupo “GERAL”, administrado pela Atlética Monopólio. Nesse espaço, teriam circulado a figurinha racista, outras mensagens e áudios com ofensas contra mulheres.

Em nota de repúdio, o Centro Acadêmico rejeitou qualquer tentativa de justificar os conteúdos como humor, opinião ou discussão política. A entidade classificou os episódios como manifestações de violência e discriminação e destacou a gravidade de terem ocorrido em espaços ligados à comunidade universitária.

O CAECO pediu a apuração dos fatos e a responsabilização dos envolvidos conforme os procedimentos institucionais aplicáveis. Também reafirmou a defesa de um ambiente universitário plural e livre de discriminação. O material divulgado não informa se houve registro de boletim de ocorrência ou abertura de investigação policial.

Veja print

(Foto: print/reprodução)
Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT