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19 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Produzir um hectare de milho custa mais de R$ 4,8 mil em MS – MAIS SOJA

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Produzir um hectare de milho em Mato Grosso do Sul na safra 2025/2026 custa, em média, R$ 4.837,11. O dado é do boletim técnico da Aprosoja/MS, elaborado pela equipe técnica e econômica, que analisou os custos de produção considerando uma produtividade média estimada em 84 sacas por hectare. O levantamento mostra que o custo total equivale a 89,58 sacas por hectare, acima da produtividade esperada, indicando um cenário de prejuízo primário para produtores que cultivam milho como safra única.

O estudo utilizou como referência o preço médio de R$ 51 por saca de milho, calculado a partir de dados coletados semanalmente pela Aprosoja/MS em cooperativas, cerealistas e tradings do Estado.

Entre os itens que mais pesam no bolso do produtor estão os fertilizantes, responsáveis por 40,88% do custeio da lavoura, seguidos pelas sementes de milho, que representam 26,13% das despesas de custeio.

O boletim também mostra que produtores que utilizam o milho em sucessão à soja apresentam melhor viabilidade financeira. Nesse sistema, parte dos custos fixos é amortizada pela safra de soja, reduzindo o custo para 66,17 sacas por hectare. Com isso, a margem produtiva positiva pode chegar a 17,83 sacas por hectare.

Segundo o analista de Economia, da Aprosoja/MS, Linneu Borges Filho, o momento exige cautela e gestão eficiente da propriedade rural. “O produtor de safra única enfrenta um cenário de custos acima da produtividade média esperada, o que compromete diretamente a rentabilidade. Já o produtor que trabalha com o milho em sucessão à soja consegue diluir parte dos custos e obter uma margem mais favorável. Ainda assim, a volatilidade das variáveis globais e os riscos climáticos exigem planejamento rigoroso e gestão financeira eficiente para reduzir possíveis impactos econômicos”, avalia.

O comparativo entre as safras 2024/2025 e 2025/2026 aponta estabilidade relativa nos custos de produção, apesar do aumento em praticamente todas as variáveis analisadas. A análise reforça que produtores com planejamento financeiro estruturado tendem a estar mais preparados para enfrentar oscilações do mercado e custos elevados.

Acesse o boletim completo clicando aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



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Agro Mato Grosso

UPL obtém registro de novo inseticida para soja, milho e algodão

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Sucessor utiliza tecnologia de formulação desenvolvida pela empresa e promete ação rápida contra percevejos e bicudo-do-algodoeiro

A UPL Brasil obteve o registro de Sucessor, novo inseticida destinado às culturas de soja, milho e algodão. O produto incorpora a tecnologia Blast, desenvolvida pela companhia, que permite combinar ingredientes ativos originalmente incompatíveis em uma mesma formulação.

Segundo a UPL, a tecnologia possibilita uma nova alternativa para o manejo do complexo de percevejos nas culturas de soja e milho e do bicudo-do-algodoeiro. Entre os principais diferenciais do produto está a velocidade de ação. Em testes realizados a campo no Brasil, a empresa observou a eliminação dos alvos, em média, entre 30 minutos e uma hora após a aplicação.

Além do efeito de choque, Sucessor combina velocidade de ação com efeito residual e consistência de controle, segundo a companhia. O produto também pode ser aplicado por via aérea, conforme as orientações estabelecidas em bula.

Para Cristiano Figueiredo, CEO da UPL Brasil, o desenvolvimento do inseticida representa um avanço na tecnologia de formulação. “A ciência aplicada ao desenvolvimento dessa solução transformadora possibilita avançar em uma fronteira da tecnologia de formulação e transformar conhecimento em uma opção real para o manejo de insetos de alto impacto em culturas estratégicas para o Brasil”, afirma.

O lançamento amplia o portfólio da UPL voltado ao controle de insetos de importância agrícola e faz parte da estratégia da empresa de desenvolver ferramentas de manejo para diferentes sistemas produtivos.

De acordo com Figueiredo, o desenvolvimento do produto também considerou as demandas apresentadas pelos produtores. “O produto resulta de pesquisas orientadas pela escuta dos produtores rurais, o que nos permite compreender melhor suas dores e os desafios do campo, direcionando nossos esforços para necessidades reais”, conclui.

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Baixa oferta sustenta cotações no RS – MAIS SOJA

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 A disponibilidade restrita de arroz em casca segue dando suporte às cotações no Rio Grande do Sul. Segundo o Cepea, a necessidade de compra das indústrias e as dificuldades de carregamento provocadas pelas chuvas reforçam esse cenário.

De acordo com o Centro de Pesquisas, produtores permanecem retraídos, diante da expectativa de valores mais elevados. Embora a diferença entre os preços ofertados pelos compradores e os pretendidos pelos vendedores tenha diminuído, a liquidez segue limitada. Neste cenário, algumas indústrias elevaram as ofertas de compra nos últimos dias e, em casos pontuais, chegaram a suspender temporariamente as vendas de arroz beneficiado por não conseguirem adquirir matéria-prima suficiente para atender novos pedidos.

Pesquisadores do Cepea ressaltam ainda que as chuvas dificultaram o carregamento do cereal em algumas regiões, aumentando a preferência por lotes já depositados nas unidades de beneficiamento.

Fonte: CEPEA

FONTE

Autor:CEPEA

Site: CEPEA

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Sustentabilidade

IPPA/CEPEA: Índice registra alta impulsionado pelos IPPA-Cana-Café e IPPA- Grãos – MAIS SOJA

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O Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários (IPPA/CEPEA) registrou alta nominal de 1,53% em julho frente a junho. Segundo o Cepea, o resultado mensal foi impulsionado, sobretudo, pelas altas do IPPA-Cana-Café (6,61%) e do IPPA-Grãos (5,24%), que mais do que compensaram as quedas observadas no IPPA-Hortifrutícolas (-11,50%) e no IPPA-Pecuária (-3,00%).

 

De acordo com o Centro de   Pesquisas, entre os produtos, destacaram-se as altas de café, arroz, milho, soja, trigo, leite, laranja e uva, enquanto cana-de-açúcar, algodão, boi gordo, frango vivo, suíno vivo, ovos, batata, tomate e banana exerceram influência baixista sobre seus respectivos grupos.

 

No cenário internacional, os preços dos alimentos em dólares avançaram 2,59%. Com isso, mesmo perante a valorização de 0,27% do Real frente ao dólar, os preços internacionais dos alimentos medidos em reais registraram alta de 2,32%, apontam pesquisadores do Cepea.

 

Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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