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1 de outubro de 2026

Agro Mato Grosso

Programa Semente Forte Aprosoja ajuda proteger falhas nas lavouras em MT

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Pelo programa Semente Forte, Aprosoja MT orienta produtores sobre falhas na lavoura, critérios para replantio e monitoramento contínuo

Com o avanço do plantio da soja em Mato Grosso, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) reforça a atenção dos produtores para uma etapa decisiva da safra: a avaliação do estande logo após a emergência das plantas. A orientação faz parte do programa Semente Forte, que na etapa anterior tratou dos cuidados com a semente na chegada à fazenda e agora acompanha o produtor no momento seguinte, o pós-plantio.

Segundo a Comissão de Defesa Agrícola da Aprosoja MT, o potencial produtivo da lavoura começa a ser definido já na emergência, e avaliar o estande com método é tão importante quanto escolher uma boa semente. Para o vice-presidente Oeste da entidade e vice-coordenador da comissão, Gilson Antunes de Melo, a distribuição das plantas no campo tem peso direto no resultado final.

“Hoje nós falamos de variedades com alto teto produtivo, e a disposição das plantas no solo é de extrema importância. Para que isso aconteça, a semente tem que germinar bem. A semente que você planta e o plantio que você faz precisam ter muita qualidade para que ela emerja bem, com distribuição bem feita e sem buracos. A planta da soja tem um potencial de compensação até uma certa distância, mas não compensa buracos”, explica.

Entre as orientações da comissão estão verificar a uniformidade da emergência, comparar a população de plantas com o que foi planejado e observar a presença de falhas ou de plantas duplas. Antes de decidir por um replantio, a recomendação é pesar critérios como a população final, a localização das falhas na área e a janela de plantio disponível. O monitoramento também deve ser feito em diferentes pontos da lavoura, com inspeções periódicas.

O cuidado ganha ainda mais importância nesta safra, marcada pela incerteza em relação ao regime de chuvas. “É uma safra de muita atenção, de muito cuidado, de muito zelo, mais do que nos outros anos, uma hora chove, outra hora não chove, então o produtor tem que estar muito atento para não ter prejuízo na sua lavoura”, afirma Gilson.

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Em Nova Mutum, o delegado do núcleo da Aprosoja MT, Arthur Favretto, conta que o plantio começou em 7 de setembro, após uma chuva de 90 milímetros. “Começamos plantando 300 hectares. Não choveu mais, mas tivemos uma boa emergência da soja, um bom estande de lavoura, e precisamos replantar só onde teve falha mecânica da plantadeira”, relata.

Por meio do Semente Forte, a Aprosoja MT reforça que a qualidade da semente verificada antes do plantio se reflete no estabelecimento da lavoura e que os produtores podem acionar os supervisores da entidade para que realizem a amostragem e a coleta dos lotes de sementes para avaliação em laboratório credenciado.

A mensagem da comissão é que uma boa safra começa com uma boa avaliação, e que decisões tomadas no momento certo ajudam a proteger o investimento e o potencial produtivo das lavouras.

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Agro Mato Grosso

Bombeiro de folga ajuda vítimas após avião cair em área rural de MT

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Um bombeiro militar que estava de folga ajudou a socorrer duas pessoas que sobreviveram à queda de uma aeronave na MT-010, na saída de São José do Rio Claro, em Mato Grosso. O militar passava pelo local no momento do acidente e iniciou os primeiros atendimentos às vítimas, com auxílio de um brigadista florestal. (VIDEO ABAIXO)

As duas pessoas envolvidas na ocorrência estavam conscientes e receberam atendimento inicial no local. O bombeiro atuou na estabilização das vítimas até a chegada da equipe de serviço do Corpo de Bombeiros, que isolou a área.

Além da queda da aeronave, o acidente provocou o rompimento de uma rede de energia elétrica nas proximidades. Por causa do risco, foi necessário acionar a concessionária responsável pelo fornecimento para realizar o desligamento da rede.

O rompimento dos cabos ainda provocou um princípio de incêndio em uma área com palha de milho próxima ao local da queda. Segundo o Corpo de Bombeiros, o fogo acabou se apagando sozinho.

Os dois sobreviventes foram encaminhados para uma unidade de atendimento médico. A identidade deles e o atual estado de saúde não foram divulgados.

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As causas do acidente estão sendo investigadas pelas autoridades competentes.

O que se sabe sobre a aeronave

Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave envolvida no acidente é do modelo PS-FLO, com capacidade para transportar duas pessoas. No registro, a situação de aeronavegabilidade consta como normal.

O avião de pequeno porte era utilizado em operações privadas e passou para um novo proprietário em abril deste ano.
VIDEO:

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Agro Mato Grosso

Lufenuron e clorfenapir mostram baixo risco de resistência

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Estudo com Spodoptera frugiperda na China avaliou populações de campo e dez gerações sob seleção

Populações chinesas de Spodoptera frugiperda apresentaram baixo risco de evolução de resistência a lufenuron e clorfenapir. O estudo avaliou insetos coletados em quatro províncias e submeteu uma linhagem suscetível de laboratório a dez gerações de seleção contínua. A resistência aumentou de forma lenta para os dois ingredientes ativos.

Os pesquisadores analisaram populações de Jiangsu, Guangxi, Guizhou e Yunnan. Todas mantiveram razão de resistência inferior a cinco para lufenuron e clorfenapir. Para lufenuron, os valores variaram de 1,13 a 2,84. Para clorfenapir, ficaram entre 1,06 e 3,68.

Após dez gerações, a concentração letal mediana do lufenuron passou de 45,83 para 132,47 miligramas por litro. A razão de resistência chegou a 2,89. No clorfenapir, a concentração letal mediana subiu de 5,84 para 19,84 miligramas por litro, com razão de resistência de 3,40.

Resistência cruzada

As linhagens selecionadas também apresentaram baixa resistência cruzada a benzoato de emamectina, clorantraniliprole e espinetoram. Todas as razões ficaram abaixo de 2,3.

A resistência trouxe custos biológicos. A linhagem selecionada com lufenuron apresentou menor sobrevivência larval, menor peso de pupas, redução na fecundidade e menor longevidade dos adultos. A aptidão relativa caiu para 0,66. Na linhagem selecionada com clorfenapir, o índice caiu para 0,73.

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O trabalho também detectou resistência moderada ao clorantraniliprole nas populações de Guangxi e Guizhou, com razões de 8,42 e 5,34, respectivamente. Os pesquisadores destacam a necessidade de monitoramento regional da resistência a diamidas e de rotação entre inseticidas com diferentes modos de ação (doi 10.3390/insects17100994).

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Agro Mato Grosso

MAPA aprova PhytalixⓇ, uma nova molécula de proteção de cultivos que ativa a imunidade vegetal

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Ascribe Bioscience lança o Phytalix®, bioquímico com modo de ação inédito que une tecnologia e defesa natural

A Ascribe Bioscience, agtech de biotecnologia fundada em 2017 a partir de pesquisas inovadoras do prestigiado Boyce Thompson Institute na Universidade de Cornell (EUA), anuncia oficialmente o registro do Phytalix® para o mercado brasileiro. Trata-se do lançamento comercial global do produto, viabilizado após a aprovação regulatória conjunta do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

A escolha do Brasil para estrear a tecnologia reflete o protagonismo do país como plataforma estratégica global de validação e escala de bioinsumos.

“O lançamento de Phytalix® traz para o agricultor brasileiro uma nova ferramenta poderosa e sustentável para aumentar a defesa da planta contra as principais doenças da soja e do milho. Essa nova molécula revolucionária é a prova de que a proteção preventiva de cultivos e sem prejuízos ao meio ambiente pode incrementar a performance de fungicidas dentro de um programa de aplicação que o agricultor já está acostumado”, ressalta Gabriel Wilmoth, Chief Operating Officer (COO) da Ascribe.

Ciência do solo aplicada à imunidade do cultivo

Diferente dos defensivos químicos e microbiológicos tradicionais que atuam combatendo diretamente os patógenos, o Phytalix® atua de forma preventiva, induzindo as rotas metabólicas e ativando as defesas naturais do próprio vegetal.

A tecnologia utiliza um ascarosídeo — composto do microbioma do solo sintetizado em laboratório — capaz de preparar o sistema imunológico da cultura para uma resposta imediata e eficiente. A ativação real dessas barreiras só ocorre a partir do momento em que a planta detecta a presença do invasor, o que previne o gasto energético desnecessário e protege a lavoura contra severos danos econômicos.

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Devido ao seu mecanismo molecular exclusivo, o Phytalix® recebeu uma classificação própria de resistência pelo FRAC (Fungicide Resistance Action Committee). O selo consolida o produto como uma molécula nova, auxiliando o manejo integrado e a rotação de mecanismos de ação no campo.

Perfil operacional similar ao químico com alto ganho de produtividade

Um dos principais diferenciais da tecnologia é romper os gargalos logísticos históricos dos biológicos. O Phytalix® apresenta estabilidade de prateleira, resistência a variações de temperatura (calor e frio) e radiação UV, integrando-se perfeitamente às operações e maquinários já utilizados nas propriedades agrícolas.

Desenvolvido para os sistemas de produção de maior importância comercial no Brasil — com foco primário na rotação soja-milho, além de testes positivos em arroz, café e algodão — o Phytalix® chega ao mercado após cinco anos de validação rigorosa: Foram mais de 450 ensaios de campo realizados em regiões estratégicas como MT, MS, PR, RS, SP, BA, GO e MG que comprovaram a eficácia na redução de doenças de alto impacto, como mancha parda, mancha alvo e ferrugem asiática na soja; e mancha branca e mancha de bipolaris no milho. Dados apontam um significativo ganho de produtividade que será comprovado pelos agricultores já nesta safra 26/27.

“Phytalix® é fruto de ciência global atestada de forma independente por pesquisadores renomados no Brasil e no mundo. Sua versatilidade permite a integração direta ao manejo de resistência, reduzindo a fitotoxicidade e potencializando o controle fitossanitário em cada entrada”, destaca Edison Hidalgo, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Ascribe no Brasil.

Testado em larga escala sob a diversidade de climas do país, a molécula oferece segurança comprovada para o produtor, trabalhadores rurais, consumidores, polinizadores, insetos benéficos e biologia do solo, aliando alta performance ao perfil de sustentabilidade exigido pela agricultura moderna.

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Estrutura e investimento global

Fundada pelo cientista Frank Schroeder e pelo executivo Jay Farmer, a Ascribe Bioscience concluiu recentemente uma rodada de investimento no valor de US$12 milhões (R$61 milhões) liderada pela Corteva (via Corteva Catalyst) e Acre Venture Partners, com participação da Syngenta Group Ventures e outros fundos globais de agtech.

Para atender à demanda nacional, a Ascribe estabeleceu uma operação técnica local com formulação e envase realizados no Brasil por parceiros estratégicos, enquanto a fabricação do ingrediente ativo permanece centralizada nos Estados Unidos.

Sobre a Ascribe Bioscience

Com sede em Nova York e presença técnica estruturada no Brasil, a Ascribe Bioscience conta com uma equipe multidisciplinar de cientistas de plantas, químicos e agrônomos. A missão da empresa é transformar a agricultura por meio de soluções inovadoras baseadas na biologia do solo, desenvolvendo produtos acessíveis, sustentáveis e tecnicamente superiores para os agricultores de todo o mundo.

Conheça todos os benefícios do Phytalix®, clicando na imagem abaixo:

https://ascribebio.com/pt/?utm_source=revista-cultivar&utm_medium=branded-content&utm_campaign=institucional&utm_id=institucional&utm_term=agro&utm_content=memo-artigo-mapa-aprova-phytalix-uma-nova-molecula-de-protecao-de-cultivos-que-ativa-a-imunidade-vegetal
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