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1 de outubro de 2026

Agro Mato Grosso

StoneX mantém projeção para algodão na safra 2026/27

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Preços internacionais favoráveis devem estimular o aumento da área cultivada no Brasil na próxima safra

A produção brasileira de algodão na safra 2025/26 está estimada em 4,1 milhões de toneladas, segundo atualização de setembro da StoneX. A consultoria realizou poucas alterações nas projeções deste mês, mas revisou positivamente a produtividade esperada para a Bahia, diante dos resultados obtidos com o avanço da colheita no estado.

A produtividade baiana foi revisada para 2,21 toneladas por hectare. De acordo com Raphael Bulascoschi, analista de Inteligência de Mercado da StoneX Brasil, os rendimentos seguem surpreendendo positivamente, enquanto, no Mato Grosso, os resultados da colheita confirmam as produtividades projetadas nas estimativas anteriores.

Para a safra 2026/27, a consultoria manteve suas projeções. A expectativa de preços internacionais favoráveis deve estimular a expansão da área cultivada com algodão no Brasil, movimento que já estava incorporado às estimativas.

Exportações

No balanço de oferta e demanda, a StoneX não promoveu alterações nesta atualização. A revisão positiva da oferta na safra 2025/26 tende a contribuir para a formação dos estoques.

Com o avanço para o último trimestre do ano, a consultoria prevê uma aceleração das exportações brasileiras e destaca a necessidade de acompanhar o ritmo dos embarques. A estimativa é de 3,3 milhões de toneladas exportadas em 2026, volume considerado aderente ao cenário atual.

Para a safra seguinte, a projeção de exportações permanece em 3,12 milhões de toneladas.

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Agro Mato Grosso

Bombeiro de folga ajuda vítimas após avião cair em área rural de MT

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Um bombeiro militar que estava de folga ajudou a socorrer duas pessoas que sobreviveram à queda de uma aeronave na MT-010, na saída de São José do Rio Claro, em Mato Grosso. O militar passava pelo local no momento do acidente e iniciou os primeiros atendimentos às vítimas, com auxílio de um brigadista florestal. (VIDEO ABAIXO)

As duas pessoas envolvidas na ocorrência estavam conscientes e receberam atendimento inicial no local. O bombeiro atuou na estabilização das vítimas até a chegada da equipe de serviço do Corpo de Bombeiros, que isolou a área.

Além da queda da aeronave, o acidente provocou o rompimento de uma rede de energia elétrica nas proximidades. Por causa do risco, foi necessário acionar a concessionária responsável pelo fornecimento para realizar o desligamento da rede.

O rompimento dos cabos ainda provocou um princípio de incêndio em uma área com palha de milho próxima ao local da queda. Segundo o Corpo de Bombeiros, o fogo acabou se apagando sozinho.

Os dois sobreviventes foram encaminhados para uma unidade de atendimento médico. A identidade deles e o atual estado de saúde não foram divulgados.

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As causas do acidente estão sendo investigadas pelas autoridades competentes.

O que se sabe sobre a aeronave

Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave envolvida no acidente é do modelo PS-FLO, com capacidade para transportar duas pessoas. No registro, a situação de aeronavegabilidade consta como normal.

O avião de pequeno porte era utilizado em operações privadas e passou para um novo proprietário em abril deste ano.
VIDEO:

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Agro Mato Grosso

Lufenuron e clorfenapir mostram baixo risco de resistência

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Estudo com Spodoptera frugiperda na China avaliou populações de campo e dez gerações sob seleção

Populações chinesas de Spodoptera frugiperda apresentaram baixo risco de evolução de resistência a lufenuron e clorfenapir. O estudo avaliou insetos coletados em quatro províncias e submeteu uma linhagem suscetível de laboratório a dez gerações de seleção contínua. A resistência aumentou de forma lenta para os dois ingredientes ativos.

Os pesquisadores analisaram populações de Jiangsu, Guangxi, Guizhou e Yunnan. Todas mantiveram razão de resistência inferior a cinco para lufenuron e clorfenapir. Para lufenuron, os valores variaram de 1,13 a 2,84. Para clorfenapir, ficaram entre 1,06 e 3,68.

Após dez gerações, a concentração letal mediana do lufenuron passou de 45,83 para 132,47 miligramas por litro. A razão de resistência chegou a 2,89. No clorfenapir, a concentração letal mediana subiu de 5,84 para 19,84 miligramas por litro, com razão de resistência de 3,40.

Resistência cruzada

As linhagens selecionadas também apresentaram baixa resistência cruzada a benzoato de emamectina, clorantraniliprole e espinetoram. Todas as razões ficaram abaixo de 2,3.

A resistência trouxe custos biológicos. A linhagem selecionada com lufenuron apresentou menor sobrevivência larval, menor peso de pupas, redução na fecundidade e menor longevidade dos adultos. A aptidão relativa caiu para 0,66. Na linhagem selecionada com clorfenapir, o índice caiu para 0,73.

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O trabalho também detectou resistência moderada ao clorantraniliprole nas populações de Guangxi e Guizhou, com razões de 8,42 e 5,34, respectivamente. Os pesquisadores destacam a necessidade de monitoramento regional da resistência a diamidas e de rotação entre inseticidas com diferentes modos de ação (doi 10.3390/insects17100994).

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Agro Mato Grosso

Programa Semente Forte Aprosoja ajuda proteger falhas nas lavouras em MT

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Pelo programa Semente Forte, Aprosoja MT orienta produtores sobre falhas na lavoura, critérios para replantio e monitoramento contínuo

Com o avanço do plantio da soja em Mato Grosso, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) reforça a atenção dos produtores para uma etapa decisiva da safra: a avaliação do estande logo após a emergência das plantas. A orientação faz parte do programa Semente Forte, que na etapa anterior tratou dos cuidados com a semente na chegada à fazenda e agora acompanha o produtor no momento seguinte, o pós-plantio.

Segundo a Comissão de Defesa Agrícola da Aprosoja MT, o potencial produtivo da lavoura começa a ser definido já na emergência, e avaliar o estande com método é tão importante quanto escolher uma boa semente. Para o vice-presidente Oeste da entidade e vice-coordenador da comissão, Gilson Antunes de Melo, a distribuição das plantas no campo tem peso direto no resultado final.

“Hoje nós falamos de variedades com alto teto produtivo, e a disposição das plantas no solo é de extrema importância. Para que isso aconteça, a semente tem que germinar bem. A semente que você planta e o plantio que você faz precisam ter muita qualidade para que ela emerja bem, com distribuição bem feita e sem buracos. A planta da soja tem um potencial de compensação até uma certa distância, mas não compensa buracos”, explica.

Entre as orientações da comissão estão verificar a uniformidade da emergência, comparar a população de plantas com o que foi planejado e observar a presença de falhas ou de plantas duplas. Antes de decidir por um replantio, a recomendação é pesar critérios como a população final, a localização das falhas na área e a janela de plantio disponível. O monitoramento também deve ser feito em diferentes pontos da lavoura, com inspeções periódicas.

O cuidado ganha ainda mais importância nesta safra, marcada pela incerteza em relação ao regime de chuvas. “É uma safra de muita atenção, de muito cuidado, de muito zelo, mais do que nos outros anos, uma hora chove, outra hora não chove, então o produtor tem que estar muito atento para não ter prejuízo na sua lavoura”, afirma Gilson.

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Em Nova Mutum, o delegado do núcleo da Aprosoja MT, Arthur Favretto, conta que o plantio começou em 7 de setembro, após uma chuva de 90 milímetros. “Começamos plantando 300 hectares. Não choveu mais, mas tivemos uma boa emergência da soja, um bom estande de lavoura, e precisamos replantar só onde teve falha mecânica da plantadeira”, relata.

Por meio do Semente Forte, a Aprosoja MT reforça que a qualidade da semente verificada antes do plantio se reflete no estabelecimento da lavoura e que os produtores podem acionar os supervisores da entidade para que realizem a amostragem e a coleta dos lotes de sementes para avaliação em laboratório credenciado.

A mensagem da comissão é que uma boa safra começa com uma boa avaliação, e que decisões tomadas no momento certo ajudam a proteger o investimento e o potencial produtivo das lavouras.

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Agro MT