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15 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Ceema: Avanço da colheita Norte-Americana e exclusão tarifária na China pressionam cotações da soja – MAIS SOJA

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A cotação da soja, para o primeiro mês cotado, voltou a ficar abaixo de US$ 13,00/bushel, com o fechamento do último dia de setembro atingindo a US$ 12,93. No dia seguinte, 1º de outubro, o fechamento caiu um pouco mais, atingindo a US$ 12,84, contra US$ 13,17/bushel uma semana antes. A média de setembro alcançou a US$ 13,06, ficando 9% acima da média de agosto. Nos últimos três meses (julho, agosto e setembro) o bushel de soja subiu 16% em Chicago. Em setembro de 2025 a média mensal havia sido de apenas US$ 10,19/bushel. Registre-se também que o farelo de soja, após atingir a US$ 376,10/tonelada curta no dia 24/09, recuou para US$ 352,10 no dia 1º de outubro, perdendo 6,4% de seu valor em cinco dias úteis.

Dentre os motivos do recuo recente está o avanço da colheita nos EUA, que chegou a 17% da área semeada no dia 27/09, para uma safra esperada um pouco acima das 123 milhões de toneladas. Por enquanto, a safra estadunidense não demonstra ter sofrido perdas em função do clima.

Ao mesmo tempo, no dia 30/09, o relatório de estoques trimestrais, na posição 1º de setembro, indicou um volume de 8,57 milhões de toneladas para os EUA, com recuo de 3% sobre a mesma data de 2025. O recuo foi considerado pouco significativo diante das expectativas do mercado.

Além disso, o USDA manteve em 58% o percentual das lavouras de soja classificadas em boas ou excelentes condições, até o dia 27/09. O resultado permanece abaixo dos 62% registrados no mesmo período de 2025. Outros 29% das lavouras foram classificados em condições médias, e 13% se encontravam em condições entre ruins a muito ruins.

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Por sua vez, o embarques semanais de soja dos EUA, na semana encerrada em 24/09, somaram 1,15 milhão de toneladas, apresentando forte avanço sobre a semana anterior, superando largamente o esperado pelo mercado. No acumulado do atual ano comercial, iniciado em 1º de setembro, as exportações chegam a 2,8 milhões de toneladas, volume 26% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Todavia, a principal notícia causadora do recuo na cotação da soja veio da China. Isso porque a tendência é que as compras da oleaginosa pela China provavelmente diminuam nos próximos meses devido à fraca demanda por ração animal e às margens negativas de esmagamento no país asiático, deixando pouco espaço para cargas dos EUA. Ao mesmo tempo, a reunião entre os presidentes dos EUA e da China, na semana passada, excluiu a soja da proposta de alívio tarifário, frustrando o mercado.

A China planeja reduzir as tarifas sobre uma ampla gama de produtos agrícolas dos EUA, mas a soja, sua maior importação agrícola do país norte-americano, foi excluída da lista de redução tarifária. Por sua vez, processadores privados de oleaginosas na China supriram a maior parte de suas necessidades até o início de fevereiro, com compras do Brasil, da Argentina e de reservas estatais. Os estoques de soja em 111 fábricas de processamento chinesas atingiram a 7,96 milhões de toneladas na semana de 25 de setembro, o maior nível em pelo menos 15 anos.

E aqui no Brasil, com o câmbio operando ao redor de R$ 5,17 por dólar e prêmio nos portos ao redor de US$ 1,80/bushel, os preços da oleaginosa ficaram entre R$ 138,00 e R$ 145,00/saco ao produtor. Um ano atrás, tais preços estavam entre R$ 116,00 a R$ 123,00/saco. No Rio Grande do Sul as principais praças praticaram R$ 140,00/saco.

Enquanto isso, as exportações brasileiras de soja chegaram a 6,53 milhões de toneladas até a quarta semana de setembro (cf. Secex). Assim, pela média diária, o ritmo dos embarques brasileiros está 8,7% acima do registrado em setembro de 2025. Já a Anec estima que em todo o mês de setembro o Brasil deve ter exportado 7,24 milhões de toneladas. Em se confirmando, este volume exportado será o menor do ano desde janeiro, à medida que a oferta tem sido reduzida após elevados embarques nos meses anteriores. Em setembro, as exportações foram prejudicadas pelo excesso de chuva, o qual atrapalhou as atividades portuárias.

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De janeiro a setembro, a Anec projeta exportações de 101,5 milhões de toneladas de soja. A entidade também reduziu a exportação de milho brasileiro, em setembro, para 5,4 milhões de toneladas, contra quase 7 milhões em setembro de 2025.

Por outro lado, o plantio da safra brasileira de soja 2026/27 ganhou ritmo na última semana e alcançou 3,9% da área prevista até 25 de setembro, segundo a Conab. O índice atual supera os 3,5% registrados no mesmo período de 2025 e supera igualmente a média de 3,6% das últimas cinco safras. Especificamente no Paraná, o plantio da soja da safra 2026/27 chegou a 28% da área prevista. O excesso de chuva tem atrapalhado em algumas regiões, assim como também houve danos pontuais provocados por granizo. A umidade elevada tem favorecido ainda a proliferação de plantas daninhas, aumentando a necessidade de manejo nas áreas que ainda não foram semeadas (cf. Deral).

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


FONTE

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

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Site: CEEMA

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Sustentabilidade

Em dia de alta do dólar, soja apresenta reação? Saiba os preços e o cenário da oleaginosa

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O mercado brasileiro de soja teve mais uma sessão de baixa movimentação nesta quinta-feira (15), com poucos negócios e preços sem alterações significativas. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que a forte valorização do dólar compensou a queda firme na Bolsa de Chicago, evitando mudanças estruturais nas cotações do mercado físico.

Nos portos, as indicações permaneceram bastante nominais, sem ofertas efetivas. Já os esmagadores tentaram realizar compras, mas os bids ficaram bem abaixo dos valores pedidos pelos vendedores, mantendo as negociações travadas.

“Os esmagadores tentaram comprar, mas as ofertas ficaram bem abaixo do que o vendedor está pedindo”, observa Silveira. Segundo o analista, os produtores seguem concentrados nos trabalhos de plantio, enquanto o mercado permanece lento.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 147,50
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 148,50
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 144,50 para R$ 145,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 142,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 140,50
  • Rio Verde (GO): recuou de R$ 140,00 para R$ 139,00

Nos portos, em Paranaguá (PR), a saca passou de R$ 155,50 para R$ 156,00. Em Rio Grande (RS), as referências permaneceram em R$ 156,50.

Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta quinta-feira, acumulando quatro sessões consecutivas de perdas. O avanço da colheita nos Estados Unidos e o fraco desempenho do esmagamento americano em setembro colocaram os preços nos menores níveis em sete semanas, apesar da demanda chinesa.

O cenário fundamental combina aumento da oferta de uma safra que promete ser recorde nos Estados Unidos com a perspectiva de ampla produção esperada também no Brasil.

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta uma produção brasileira de 181,616 milhões de toneladas em 2026/27. A safra deve crescer 0,7% em relação à temporada anterior, com aumento de 1,4% na área plantada, para 49,3 milhões de hectares.

Além disso, a Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (Nopa) informou que o esmagamento de soja atingiu 196,3 milhões de bushels em setembro, ante 205,456 milhões no mês anterior. A expectativa do mercado era de 203,74 milhões. Em setembro de 2025, foram 197,863 milhões de bushels. O número de setembro foi o menor em 13 meses.

Compradores estatais da China adquiriram entre 10 e 13 cargas de soja dos Estados Unidos durante a noite, na segunda rodada de compras em grande escala desde o encontro entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, em setembro, disseram três fontes comerciais à Reuters nesta quinta-feira (15).

As compras desta semana somam entre 18 e 23 cargas, equivalentes a aproximadamente 1,2 milhão a 1,5 milhão de toneladas de soja norte-americana, segundo cálculos da Reuters. Com as novas compras, a China se aproxima da meta de adquirir 25 milhões de toneladas de soja dos Estados Unidos no ano comercial 2026/27, anunciada pela Casa Branca. Até o momento, as aquisições somam cerca de 15 milhões de toneladas.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 14,25 centavos de dólar ou 1,11%, a US$ 12,63 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,77 3/4 por bushel, com retração de 14,25 centavos de dólar ou 1,10%.

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Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 4,70 ou 1,28%, a US$ 359,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,15 centavos de dólar, com ganho de 0,09 centavo ou 0,13%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 1,15%, negociado a R$ 5,0884 para venda e a R$ 5,0864 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0375 e a máxima de R$ 5,0990.

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Sustentabilidade

Produção brasileira de grãos deve aumentar apesar do El Niño – MAIS SOJA

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A produção brasileira de grãos da safra 2026/2027 deve superar 367 milhões de toneladas, um aumento de 1,4% em relação à safra anterior. A projeção foi divulgada nesta quinta-feira pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a partir de dados reunidos no 1º Levantamento de Safra de Grãos 2026/2027.

O crescimento se dá pelo aumento da área cultivada, que deve crescer 2,3% em relação à última safra e chegar a 85,4 milhões de hectares.

A colheita da soja deve ter um pequeno aumento, de 0,7%, chegando a 181,6 milhões de toneladas. A área a ser semeada deverá ter um crescimento de 1,4%, com destaque para os estados de Mato Grosso e Paraná que, juntos, concentram mais de 60% da área de cultivo do grão.

No caso do milho, o aumento da produção deve ser de 2,4%, com volume total de grãos podendo chegar a 148 milhões de toneladas. O crescimento é puxado pelo aumento da área plantada, que deve crescer 4,9% em relação ao ciclo de 2025/2026.

A produção de feijão deve permanecer estável com volume estimado em 2,9 milhões de toneladas. A projeção para a área semeada na primeira safra é de 808,2 mil hectares, aumento de 1,9% em relação ao último ciclo. E na segunda safra, 963,1 mil toneladas, 1,1% inferior em relação à safra passada. O Brasil colhe, anualmente, três safras de feijão.

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Arroz

A Conab prevê uma queda na produção do arroz de 2,9%, apesar de um aumento na área semeada. O plantio em sequeiro deve aumentar 7,1%. Já o plantio em área alagada, que é a maior parte da produção nacional, deverá permanecer estável, com pequeno aumento de 0,4%.

O motivo da queda de produtividade é o impacto do El Niño, que deverá afetar o volume de chuvas na Região Sul, onde fica a maior parte da produção nacional de arroz.

Segundo o Painel do El Niño, o fenômeno meteorológico atingirá o Brasil de forma severa neste segundo semestre de 2026 e início de 2027. Como consequência, a previsão é que a Região Sul tenha chuvas acima da média histórica, com riscos de inundações, temporais e enchentes no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

As regiões Norte e Nordeste terão o problema oposto, uma seca severa e estiagem. O Centro-Oeste e o Sudeste serão afetados principalmente pelo calor extremo.

A produção prevista para o trigo é de 5,7 milhões de toneladas este ano. O volume equivale a uma redução aproximada de 27,2% em comparação à safra anterior. A queda está associada à diminuição da área plantada e também à queda na produtividade do cereal.

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Exportações

As exportações de soja em grãos estão estimadas em 117,97 milhões de toneladas, um crescimento de 1,5% em relação à safra anterior. No caso do milho, as exportações devem alcançar 43,9 milhões de toneladas. Mas o destaque do cereal será o crescimento do mercado interno em 6,6% por causa da produção de etanol.

O arroz deverá ter as exportações reduzidas em 17,4%. Isso porque, como a previsão é de produção menor, os grãos devem ser consumidos pelo mercado interno, que ficará estável.

Fonte: Agência Brasil



 

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Sustentabilidade

Vassourinha-de-botão apresenta elevado potencial de dano e difícil controle em pós-emergência – MAIS SOJA

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Com crescente expensão no território brasileiro, a vassourinha-de-botão, espécies Borreria verticillata (L.) G.Mey. (sinonímia Spermacoce verticillata), Borreria spinosa Cham. & Schltdl. (sinonímia Spermacoce spinosa) e Mitracarpus hirtus (L.) DC., têm integrado o grupo das principais e mais complexas plantas daninhas das lavouras agrícolas.

No sistema soja–milho, plantas que permanecem na área podem rebrotar após a colheita e chegar à dessecação da cultura seguinte em estádio avançado, dificultando o manejo (HRAC-BR, 2026). Mesmo sem apresentar relatos de resistência a herbicidas no Brasil, é consenso que algumas espécies da vassourinha-de-botão apresentam certo nível de tolerância ao herbicida glifosato (Correia, 2024). Essas características dificultam ainda mais o controle efetivo da vassourinha-de-botão na pós-emergência das culturas, tornado indispensável a adoção de ferramentas integradas para um controle mais eficiente dessa planta daninha.

Figura 1. Vassourinha-de-botão (Borreria spinosa).
Fonte: Ikeda et al. (2025)

Quando não controlada adequadamente, a vassourinha-de-botão pode causar perdas expressivas na produtividade da soja em decorrência da matocompetição, com reduções de até 4,4% para cada planta daninha por metro quadrado. Os prejuízos tendem a se intensificar com o aumento da densidade da infestação, comprometendo significativamente o rendimento da cultura (Lourenço, 2018).

A eficiência do controle pós-emergente da vassourinha-de-botão depende da escolha do herbicida e do momento de aplicação. Os melhores resultados têm sido observados quando as pulverizações são realizadas nos estádios iniciais de desenvolvimento da planta daninha, preferencialmente entre duas e quatro folhas. À medida que a planta avança para os estádios de quatro a oito folhas, a eficácia dos herbicidas pode diminuir drasticamente, com reduções de até 25% na eficiência de controle (Ikeda et al., 2025).

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Para aumentar a eficácia do controle da vassourinha-de-botão e reduzir a população dessa planta daninha, uma estratégia é inserir herbicidas pré-emergentes no programa fitossanitário da cultura. Esse grupo de herbicidas atua diretamente no banco de sementes do solo, reduzindo os fluxos de emergência da vassourinha-de-botão, possibilitando a ampliação do período anterior a interferência e o estabelecimento da cultura do limpo (livre da matocompetição inicial).

Na cultura da soja, as principais opções registradas para o controle pré-emergente da vassourinha-de-botão B. verticillata (sinonímia Spermacoce verticillata),  contemplam  herbicidas a base de misturas comerciais de metribuzin + S-metolachlor, fomesafen + S-metolachlor, pyroxasulfone + flumioxazin, diclosulam + halauxifen  e pyroxasulfone  (princípio ativo isolado) (Ikeda et al., 2025).

Vale destacar que, além de reduzir os fluxos de emergência da vassourinha-de-botão, os herbicidas pré-emergentes, especialmente os de amplo espectro, contribuem para suprimir a emergência de outras espécies daninhas, favorecendo o desenvolvimento inicial da soja. Essa estratégia é particularmente importante nos estádios iniciais da cultura, quando as plantas apresentam menor capacidade competitiva. Dessa forma, os pré-emergentes assumem papel central no manejo de plantas daninhas, sobretudo de espécies de difícil controle em pós-emergência, como a vassourinha-de-botão.



Referências:

CORREIA, N. M. TOLERÂNCIA DIFERENCIAL DE ESPÉCIES DE VASSOURINHA-DE-BOTÃO AO HERBICIDA GLYPHOSATE. XXXIII Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas e XXV Congresso Latinoamericano de Malezas, 2024. Disponível em: < https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/1168752/1/Tolerancia-diferencial-de-especies.pdf >, acesso em: 15/10/2026.

IKEDA, F. S. et al. MANEJO DE VASSOURINHA-DE-BOTÃO (Borreria spinosa) NA SUCESSÃO SOJA-MILHO. Embrapa Agrossilvipastoril, Documentos, n. 11, 2025. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1174732/1/2025-cpamt-doc-11-fsi-manejo-vassourinha-de-botao-sucessao-soja-milho.pdf >, acesso em: 15/10/2026.

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LOURENÇO, M. F. C. MANEJO QUÍMICO DE VASSOURINHA-DE-BOTÃO (Spermacoce sp.) NA CULTURA DA SOJA. Dissertação de Mestrado, Instituto Federal Goiano Campus Urutaí, 2018. Disponível em: < https://sistemas.ifgoiano.edu.br/sgcursos/uploads/anexos_1/2019-02-06-11-32-38MARCOS%20FELIPE%20DE%20CASTRO%20LOUREN%C3%87O.pdf >, acesso em: 15/10/2026.

 

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