Sustentabilidade
Custos elevados e risco climático devem reduzir área de trigo no RS – MAIS SOJA

A cultura do trigo no Rio Grande do Sul se encontra em período de entressafra. Os produtores estão realizando as operações preparatórias para a implantação das lavouras, incluindo dessecação de plantas daninhas e manejo da cobertura vegetal do solo.
O cenário atual indica tendência de redução da área cultivada na próxima safra, influenciada por fatores econômicos, como a elevação dos custos de produção, principalmente fertilizantes, maior restrição ao crédito rural, cautela na contratação de seguro agrícola e limitação da cobertura dos instrumentos de mitigação de risco, especialmente em relação às perdas qualitativas do grão. Adicionalmente, os prognósticos de possível atuação de El Niño durante o inverno e a primavera ampliam a percepção de risco produtivo e contribuem para desestimular o plantio.
A estimativa de área a ser cultivada na Safra 2026 está em levantamento pela Emater/RS-Ascar. Na safra anterior, o Rio Grande do Sul cultivou 1.166.163 hectares de trigo, com produtividade média de 2.968 kg/ha e produção total de 3.458.083 toneladas, conforme dados do IBGE.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Ijuí, iniciou o manejo das áreas para a implantação da cultura, especialmente nas com presença de plantas daninhas resistentes a herbicidas e necessidade de controle mais eficiente de azevém, cuja emergência está baixa até o momento. Em áreas antecedidas por plantas de cobertura, observa-se adequada proteção do solo. Continua a indefinição quanto à área a ser cultivada na próxima safra.
Na de Santa Rosa, observa-se tendência de redução de área cultivada em função das dificuldades de acesso ao crédito rural, limitações do Proagro e menor expectativa de rentabilidade em comparação a outras atividades produtivas. Em Santo Antônio das Missões, estima-se redução mínima de 30% da área cultivada em relação aos 21.000 hectares implantados na safra anterior. Parte dos produtores deverá optar pela implantação de mix de plantas de cobertura para a manutenção das áreas e supressão de plantas daninhas.
Comercialização (saca de 60 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 1,37%, passando de R$ 62,24 para R$ 63,09.
Fonte: Emater/RS
Sustentabilidade
El Niño, agro e a nova agenda de previsibilidade produtiva – MAIS SOJA

Por Vinicius Bof Bufon, Pesquisador da Embrapa Meio Ambiente
O possível retorno do El Niño deve ser tratado com atenção pelo agro brasileiro, mas não apenas como um fenômeno climático. O ponto central é que ele chega em um momento no qual o setor já convive com margens mais apertadas, preços de commodities mais incertos, juros elevados, custos relevantes de produção e instabilidade global. A combinação entre clima mais volátil e ambiente econômico mais frágil torna o risco maior.
As previsões mais recentes indicam forte aumento da probabilidade de formação de El Niño em 2026. A NOAA/CPC aponta 82% de chance de El Niño entre maio e julho de 2026; o IRI/Columbia estima probabilidade de 98% para o mesmo período; e a Organização Meteorológica Mundial também indica desenvolvimento esperado do fenômeno a partir de meados de 2026, com impacto sobre padrões globais de temperatura e chuva.
No Brasil, os efeitos não são uniformes. Em parte do Sul, a preocupação costuma estar mais associada ao excesso de chuva, encharcamento, doenças e perda de janelas de plantio, manejo e colheita. Em regiões do Centro-Oeste, Sudeste, Norte e Nordeste, o risco pode estar mais ligado a calor, veranicos, atraso ou irregularidade das chuvas e estresse das lavouras em fases críticas. Para a agricultura, não basta saber se vai chover mais ou menos no ano. O que importa é quando chove, como chove e em que fase da cultura isso acontece.
O evento atual preocupa, mas preocupa ainda mais a possibilidade de sequências de eventos ruins. As projeções climáticas indicam maior exposição a extremos, incluindo secas mais frequentes ou severas em várias regiões, além do aumento de temperatura. Para a agricultura, temperatura mais alta não é detalhe: eleva a demanda de água das plantas, aumenta perdas no solo, intensifica estresse térmico e pode afetar florescimento, enchimento de grãos, qualidade, sanidade e produtividade.
Também cresce o risco de incêndios em períodos de seca e calor. Essa é uma preocupação real do produtor moderno. A visão antiga de que o agricultor usa ou se beneficia do fogo está cada vez mais distante da realidade. Hoje, o fogo é visto como destruição de patrimônio: queima palhada, pasto, lavoura, cercas, máquinas, biodiversidade, matéria orgânica e parte da própria resiliência produtiva da propriedade.
É por isso que o El Niño precisa ser analisado junto com o mercado. Quando os preços estão bons, parte de uma perda produtiva pode ser compensada por receita. Quando os preços estão pressionados, a mesma perda atinge diretamente o caixa, o crédito, a renovação das lavouras, a compra de insumos e a capacidade de investimento. O El Niño é climático, mas seu impacto no agro é também econômico.
Esse aperto ficou mais claro nos últimos anos. O índice de preços de alimentos da FAO ainda estava 18,4% abaixo do pico de março de 2022, e o Banco Mundial projeta nova queda dos preços agregados de commodities em 2026, o quarto ano consecutivo de recuo. Ao mesmo tempo, custos importantes seguiram elevados: o dólar saiu de uma média próxima de R$ 3,3 em 2015 para patamar ao redor de R$ 5,0 nos anos recentes, alta nominal superior a 50%; e o diesel S-10 chegou a R$ 7,16 em maio de 2026, valor próximo do dobro da referência média de R$ 3,62 por litro usada após maio de 2018.
Nesse ambiente, a recomendação de curto prazo não é simplesmente “cortar custo”. Reduzir despesas que protegem a lavoura pode aumentar a vulnerabilidade e sair mais caro depois. O objetivo não deve ser gastar menos por hectare a qualquer custo, mas reduzir o custo por unidade produzida. Em algumas situações, a decisão correta pode ser trocar uma prática que funciona bem em condições ideais por outra que aumente a tolerância da cultura à seca, ao calor, ao excesso de chuva ou à perda de janela operacional.
Mas a gestão emergencial tem limite. As ações realmente estruturantes exigem médio e longo prazo. O agro brasileiro se superou muitas vezes nas últimas décadas, ampliando produção, tecnologia e sustentabilidade. Agora, o momento exige um novo ciclo de decisões: mais planejamento climático, mais previsibilidade, mais eficiência no uso dos recursos e maior proteção da produção contra extremos.
Esse ponto é especialmente importante na irrigação. Sistemas irrigados eficientes não se implantam de uma safra para outra. Exigem diagnóstico, projeto, infraestrutura, energia, adequação das áreas, planejamento financeiro, treinamento de equipes e integração com a estratégia produtiva da propriedade. Irrigação eficiente não é improviso; é infraestrutura de previsibilidade.
O Brasil ainda irriga uma área relativamente pequena diante de seu potencial. O Atlas Irrigação indica 8,2 milhões de hectares equipados para irrigação no país; 35,5% desse total corresponde à fertirrigação com água de reúso, efluentes ou resíduos agroindustriais, sinal de sofisticação, circularidade e sustentabilidade já disponível no Brasil. Ainda assim, é pouco frente ao potencial sustentável estimado para o país, frequentemente apontado em torno de 55 milhões de hectares. Para comparação, China e Índia têm mais de 70 milhões de hectares equipados para irrigação cada uma, e os Estados Unidos têm cerca de 26 milhões de hectares.
A resposta, porém, não é irrigar tudo. Em muitos sistemas, o caminho mais inteligente é lastrear uma fração estrategicamente selecionada da produção com sistemas irrigados eficientes. Essa fração protegida reduz a exposição aos extremos, aumenta a estabilidade do resultado e melhora a gestão da propriedade como um todo. Também não se trata, necessariamente, de repor 100% da demanda hídrica da cultura. Em várias situações, inclusive na cana-de-açúcar, a recomendação técnica é trabalhar com irrigação suplementar ou deficitária bem manejada: aplicar a fração ótima de água, no momento certo, buscando máxima eficiência produtiva, econômica e ambiental.
Essa é uma virada importante. Sistema irrigado moderno não é simplesmente colocar água em uma lavoura conduzida como se fosse sequeiro. É outro sistema de produção. Exige solo bem preparado, escolha adequada de cultivares, nutrição equilibrada, manejo cuidadoso, monitoramento, planejamento da colheita e uso eficiente da água. A tecnologia isolada não resolve. O que resolve é o sistema.
Além da previsibilidade, sistemas mais verticais trazem ganhos econômicos e ambientais. Produzir mais na mesma área, com critério técnico, é uma alternativa objetiva à expansão horizontal sobre novas áreas, inclusive áreas de vegetação nativa. Quando conduzida com boa engenharia, bom manejo e boa agronomia, a verticalização reduz custo unitário, melhora logística, aumenta eficiência no uso da água, dos insumos e da terra, e favorece menor pegada hídrica e de carbono.
Em culturas perenes e semiperenes, há ainda um ponto adicional: o prejuízo de um evento extremo não termina necessariamente quando a chuva volta. Se a planta permanece no campo por vários anos, a perda de vigor, a morte de plantas, a redução de população ou a necessidade de replantio podem gerar efeito cascata por várias safras. Em culturas anuais, esse efeito biológico pode ser menor, mas o efeito financeiro continua: uma safra ruim reduz caixa, posterga investimentos e aumenta a vulnerabilidade do ciclo seguinte.
O El Niño, portanto, deve ser visto como um alerta importante, não como uma sentença. Ele reforça a necessidade de continuar uma trajetória que o agro brasileiro já conhece bem: responder a novos desafios com ciência, tecnologia, gestão e capacidade de adaptação. O próximo passo é ampliar investimentos estruturantes em resiliência climática, para produzir com mais previsibilidade, menor custo unitário e maior eficiência ambiental.
Em um ambiente de commodities, o produtor não controla o preço internacional. O que ele pode controlar é eficiência, risco, custo por unidade produzida e capacidade de atravessar os anos ruins. O novo patamar de competitividade do agro brasileiro será transformar informação climática em decisão produtiva e investimento de longo prazo.
Fonte: Embrapa
Autor:Por Vinicius Bof Bufon Pesquisador da Embrapa Meio Ambiente
Site: Embrapa
Sustentabilidade
Preços da soja sobem em praças brasileiras, mas semana deve terminar com poucas negociações

O mercado brasileiro de soja apresentou poucos movimentos nesta quinta-feira (13), com altas pontuais em algumas praças. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, não foram observadas grandes movimentações na Bolsa de Chicago capazes
de provocar alterações mais expressivas no mercado físico.
Os prêmios seguem em níveis elevados, enquanto Chicago e o dólar registraram pequenas altas, observa Silveira. Nos portos, o analista destaca indicações subindo cerca de R$ 1,00 por saca.
No mercado interno, o basis permanece elevado, com disputa pela originação do grão, mas sem reporte de ofertas firmes por parte dos produtores. Diante desse cenário, Silveira avalia que a semana deve terminar com pequenas negociações.
Confira as cotações de soja no Brasil:
- Passo Fundo (RS): permaneceu em R$ 140,00.
- Santa Rosa (RS): permaneceu em R$ 141,00.
- Cascavel (PR): subiu de R$ 135,00 para R$ 136,00.
- Rondonópolis (MT): permaneceu em R$ 133,00.
- Dourados (MS): subiu de R$ 130,00 para R$ 131,50
- Rio Verde (GO): subiu de R$ 130,00 para R$ 133,00.
- Paranaguá (PR): subiu de R$ 146,00 para R$ 147,00.
- Rio Grande (RS): subiu de R$ 147,00 para R$ 148,00.
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja em grão fecharam com preços mistos e em uma estreita margem de oscilação nesta quinta-feira, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O dia foi marcado por forte volatilidade.
O comportamento de outros mercados – o milho caiu forte, realizando lucros – e um movimento de correção pressionaram as cotações. Mas sinais de demanda chinesa limitaram as perdas. Nos subprodutos, farelo e óleo fecharam em queda.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 125.000 toneladas de soja para a China, para entrega na temporada 2026/27.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2025/26, com início em 1º de setembro, ficaram em 75.100 toneladas na semana encerrada em 06 de agosto.
A China liderou as compras, com 65.900 toneladas. Para a temporada 2026/27, foram mais 1.759.900 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 700 mil e 1,6 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas.
A produção brasileira de soja deverá totalizar 180,464 milhões de toneladas na temporada
2025/26, com aumento de 5,2% na comparação com a temporada anterior, quando foram colhidas 171,48 milhões de toneladas.
A projeção faz parte do 11º levantamento de acompanhamento da safra brasileira de grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na estimativa anterior, a previsão estava em 180,57 milhões de toneladas.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 1,00 centavos de dólar, ou 0,08%, a US$ 11,82 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,97 3/4 por bushel, com retração de 1,25 centavos de dólar ou 0,10%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,10 ou 0,34% a US$ 314,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 68,38 centavos de dólar, com perda de 0,38 centavo ou 0,55%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,27%, sendo negociado a R$ 5,1913 para venda e a R$ 5,1893 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1750 e a máxima de R$ 5,1985.
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Sustentabilidade
Atenção com mofo-branco deve ser redobrada no sistema canola – soja – MAIS SOJA

Com o crescimento das áreas cultivadas na região Sul do Brasil em 2026, a canola vem ampliando sua presença no território nacional, especialmente em regiões com condições edafoclimáticas favoráveis ao desenvolvimento da cultura. Além de representar uma alternativa interessante para diversificar os sistemas produtivos e integrar a rotação de culturas, o cultivo da canola também pode contribuir para a geração de renda aos produtores. Entretanto, sua inserção em áreas agrícolas, especialmente em sistemas de sucessão canola–soja, exige atenção redobrada às práticas de manejo, a fim de minimizar possíveis impactos sobre a cultura subsequente.
Embora a canola proporcione importantes benefícios ao sistema de produção, é necessário considerar que a cultura está entre as principais hospedeiras do mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum), doença que pode reduzir em até em até 70% a produtividade da soja (Meyer et al., 2020). A ocorrência da do mofo-branco e a suscetibilidade ao patógeno podem variar de acordo com o híbrido de canola, com níveis de incidência que podem alcançar 57% em materiais mais suscetíveis. Nesse contexto, a escolha adequada do híbrido, associada à adoção de estratégias eficientes de manejo, torna-se fundamental para reduzir a pressão de inóculo e minimizar os riscos de ocorrência do mofo-branco, especialmente em áreas destinadas posteriormente ao cultivo da soja (Wenglarek et al., 2019).
Figura 1. Ciclo do mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) na canola.
Além dos danos ocasionados diretamente a canola, um dos grandes problemas relacionados ao mofo-branco na cultura é a produção de escleródios (estruturas reprodutivas do fungo) na área de cultivo. Essas estruturas (figura 2) permitem ao fungo permanecer viável por um longo período até encontrar condições adequadas para a germinação e desenvolvimento da doença. Além de serem dispersos no solo, os escleródios do mofo-branco podem ser contidos nos resíduos culturais de plantas infectadas de canola.
Figura 2. Escleródios de mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) sobre o solo.

Sob condições ambientais adequadas, os escleródios germinam dando origem a apotécios, capazes de dispersar os ascósporos (esporos sexuados do patógeno), responsáveis por infectar a planta, dando origem ao mofo-branco (figura 3).
Figura 3. Germinação carpogênica de escleródios de Sclerotinia sclerotiorum, com elevada formação de apotécios.

Nesse contexto, em áreas de canola com histórico de mofo-branco, deve-se intensificar o monitoramento na soja cultivada em sucessão. Sempre que possível, recomenda-se adotar medidas preventivas, como o biocontrole na entressafra e o uso estratégico de fungicidas nos períodos de maior suscetibilidade da cultura, visando mitigar as perdas de produtividade.
Uma das principais estratégias de manejo em áreas com histórico de ocorrência do mofo-branco é reduzir a viabilidade dos escleródios via controle biológico. Estudos demonstram que dependendo do agente biológico, é possível obter uma redução de até 65% da viabilidade dos escleródios do mofo-branco, reduzindo consequentemente a incidência da doença na soja (Görgen et al., 2008). Dentre os principais bioinsumos utilizados com esse intuito, destacam-se espécies de Trichoderma spp. (dentre as principais, o T. harzianum, T. asperellum e o T. afroharzianum), assim como bactérias do gênero Bacillus, as quais podem ser associadas aos fungos do gênero Trichoderma para o biocontrole do mofo-branco.
Veja mais: Trichoderma e Bacillus: aliados no controle do mofo-branco na soja

Referências:
CANOLA COUNCIL OF CANADA. SCLEROTINIA STEM ROT. Canola Encyclopedia. Winnipeg: Canola Council of Canada, [s.d.]. Disponível em: < https://www.canolacouncil.org/canola-encyclopedia/diseases/sclerotinia-stem-rot/ >. Acesso em: 13/08/2026.
GÖRGEN, C. A. et al. CONTROLE DE Sclerotinia sclerotiorum COM O MANEJO DE Brachiaria ruziziensis E APLICAÇÃO DE Trichoderma harzianum. Embrapa, Circular Técnica, n. 81, 2008. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/216271/1/circ81.pdf >, acesso em: 13/08/2026.
LOBO JUNIOR, M.; SANTOS, P. F. MANEJO DO MOFO BRANCO. Revista Cultivar, 2013. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/busca-de-publicacoes/-/publicacao/963194/manejo-do-mofo-branco >, acesso em: 13/08/2026.
MEYER, M. C. et al. EXPERIMENTOS COOPERATIVOS DE CONTROLE BIOLÓGICO DE Sclerotinia sclerotiorum NA CULTURA DA SOJA: RESULTADOS SUMARIZADOS DA SAFRA 2019/2020. Embrapa, Circular Técnica, n. 163, 2020. Disponível em: < https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/216581/1/CIRCULAR-TECNICA-163-online.pdf >, acesso em: 13/08/2026.
WENGLAREK, A. P. et al. EVOLUÇÃO DA INCIDÊNCIA DE MOFO BRANCO EM DIFERENTES HÍBRIDOS DE CANOLA. 7° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia e Inovação de Biodiesel, 2019. Disponível em: < https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/1137944/1/2019-PA-I-Uniao-da-Vitoria-Mofo-branco-canola-Wenglarek-Resumo-congresso-Biodiesel.pdf >, acesso em: 13/08/2026.

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