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Colheita de soja avança a 95% no Rio Grande do Sul, informa Emater

A colheita da soja no Rio Grande do Sul atingiu 95% da área cultivada, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Associação Rio-Grandense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS-Ascar) nesta quinta-feira (14). O avanço foi favorecido pelo tempo mais firme ao longo da semana. As áreas remanescentes correspondem principalmente a lavouras de semeadura tardia ou de segunda safra, ainda em maturação ou prontas para a retirada.
De acordo com a Emater/RS-Ascar, a soja apresenta produtividade média de 2.871 quilos por hectare em uma área cultivada de 6.624.988 hectares. A entidade informou que há variabilidade entre as regiões em função da distribuição de chuvas ao longo do ciclo. Também foram registradas impurezas e desuniformidade de maturação em parte das lavouras.
No aspecto fitossanitário, a umidade elevou a incidência de percevejos e doenças foliares, segundo o levantamento. No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos caiu 1,21% na semana, de R$ 115,92 para R$ 114,52.
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Para o milho grão, a colheita chegou a 94% da área no estado. As lavouras tardias ou de safrinha estão em enchimento de grãos, com 2% da área, e em maturação, com 4%. No oeste gaúcho, houve perdas pontuais associadas à irregularidade das chuvas em fases críticas. Ainda assim, as áreas remanescentes apresentam disponibilidade hídrica adequada e boa integridade de colmo e espiga. A área cultivada é de 803.019 hectares, com produtividade média de 7.424 quilos por hectare. O preço médio da saca de 60 quilos recuou 0,07%, para R$ 58,08.
No milho silagem, a colheita alcançou 93% da área de 345.299 hectares, com rendimento médio de 37.840 quilos por hectare. Já o arroz irrigado está próximo do fim, com 98% da área colhida. Segundo dados do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), a produtividade projetada é de 8.744 quilos por hectare em 891.908 hectares. O preço médio do cereal caiu 2,66% na semana, de R$ 61,37 para R$ 59,74.
Com a colheita de verão em fase final no estado, o foco técnico permanece sobre o desempenho das áreas tardias e sobre a qualidade final dos grãos, especialmente nas regiões com maior irregularidade de chuvas e pressão fitossanitária, conforme os dados da Emater/RS-Ascar e do Irga.
Fonte: Estadão Conteúdo
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Conab retoma recebimento de milho a granel em Imperatriz após reforma de armazém

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reinaugurou, nesta quinta-feira (14), a Unidade Armazenadora de Imperatriz (UAIMP), no Maranhão, após obras de recuperação iniciadas há três anos. Com investimento de R$ 4,2 milhões, a estrutura voltou a receber milho a granel depois de 11 anos e ampliou sua capacidade operacional de 3 mil toneladas de produto ensacado para 25,5 mil toneladas de grãos.
Segundo a Conab, a reativação da unidade restabelece um ponto logístico considerado estratégico para o abastecimento do Maranhão e de estados vizinhos das regiões Norte e Nordeste. Entre os equipamentos recuperados estão a moega de recepção de caminhões, os elevadores de caneca, correias transportadoras, motores, sistemas elétricos e a balança rodoviária.
A estatal informou que a unidade integra o plano de modernização de 64 armazéns da companhia. Pela localização de Imperatriz, com acesso à Ferrovia Norte-Sul, à BR-153 e à Hidrovia Tocantins-Araguaia, o armazém passa a operar como apoio à recepção, armazenagem e distribuição de milho vindo da região do Matopiba.
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De acordo com Arnoldo Campos, diretor de Operações e Abastecimento da Conab, parte da capacidade será destinada à estocagem de produtores e parte ao Programa de Venda em Balcão (ProVB). O programa comercializa milho a preços inferiores aos praticados no varejo local para pequenos criadores de aves, suínos, caprinos e outros animais.
A Conab projeta ampliar a oferta do cereal e atender mais de 3,5 mil produtores. Atualmente, cerca de 350 criadores são atendidos no Maranhão. A meta, segundo a companhia, é alcançar quase 1,6 mil produtores já cadastrados no ProVB no estado e avançar para pelo menos dez municípios do Bico do Papagaio, no Tocantins, com potencial de chegar a aproximadamente 2 mil produtores na primeira etapa.
Além da armazenagem de grãos, a unidade poderá apoiar ações de abastecimento alimentar, como guarda de cestas da Ação de Distribuição de Alimentos. A perspectiva técnica da Conab é que a estrutura reduza a dependência de armazenagem terceirizada, melhore a oferta regional de milho para ração e dê suporte ao escoamento da produção agrícola no corredor entre Maranhão, Tocantins, Pará e Piauí.
Fonte: gov.br
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Governo Federal retoma produção da Fafen-BA em Camaçari

O Governo Federal retomou as operações da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia (Fafen-BA), em Camaçari (BA), com foco na ampliação da produção nacional de fertilizantes. A agenda ocorreu nesta quinta-feira (14), com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula. Segundo o governo, a unidade tem capacidade para produzir 1,3 mil toneladas por dia de ureia, volume equivalente a cerca de 5% da demanda nacional.
De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a reativação da planta recebeu investimento de R$ 100 milhões. A estimativa oficial é de geração de 900 empregos diretos e 2,7 mil indiretos. Os fertilizantes nitrogenados são insumos usados para sustentar e elevar a produtividade agrícola, especialmente em sistemas intensivos de produção.
A Fafen-BA havia sido hibernada pela Petrobras em janeiro de 2019, após o anúncio de fechamento em 2018, no contexto do plano de desinvestimentos da companhia. Em 2020, a unidade foi arrendada à Unigel. As operações seguiram até 2023, quando foram paralisadas sob a justificativa de inviabilidade econômica ligada ao preço do gás natural. Em 2025, após acordo com a empresa, a Petrobras reassumiu as fábricas. A retomada da unidade baiana ocorreu em janeiro de 2026.
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Segundo dados apresentados pelo governo, o Brasil importa atualmente cerca de 85% dos fertilizantes que consome. Durante a visita, Lula afirmou que o país “não pode importar 90% do fertilizante de que a nossa agricultura precisa”. Já André de Paula, ministro da Agricultura e Pecuária, disse que a reativação integra uma estratégia para ampliar a autonomia produtiva. A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que, com as plantas da Bahia, Sergipe, Paraná e Mato Grosso do Sul, o país poderá produzir 35% do fertilizante nitrogenado necessário.
No mercado de ureia, a Petrobras projeta atingir cerca de 20% de participação com a Fafen-BA, a Fafen-SE e a Araucária Nitrogenados S.A. (ANSA) em operação comercial. Com a entrada da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III), em Três Lagoas (MS), a expectativa é ampliar esse percentual nos próximos anos.
O Plano Nacional de Fertilizantes (PNF), lançado pelo Mapa em 2022, estabelece como meta atender entre 45% e 50% da demanda interna até 2050. A estratégia prevê expansão da produção nacional, desenvolvimento tecnológico e uso de soluções adaptadas às condições brasileiras, incluindo alternativas com foco em sustentabilidade e reaproveitamento de resíduos.
Fonte: gov.br
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Produtores do RS iniciam plantio de inverno com avanço de canola e aveia-branca

Os produtores do Rio Grande do Sul avançam na implantação das culturas de inverno à medida que se aproxima o fim da colheita de soja, milho, arroz e feijão 2ª safra. Segundo o Informativo Conjuntural da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS-Ascar), divulgado nesta quinta-feira (14), a canola e a aveia-branca já começaram a ser semeadas, em um cenário de boa reposição hídrica no solo, mas com limitações operacionais causadas pelas chuvas.
Na canola, a semeadura começou no fim de abril e segue pelo segundo decêndio de maio. As precipitações favoreceram a umidade do solo, mas reduziram o ritmo das operações e elevaram o risco de desuniformidade na emergência em áreas recém-implantadas. Predominam lavouras em germinação e desenvolvimento vegetativo.
A Emater/RS-Ascar observa tendência de ampliação da área com canola, impulsionada pela busca de alternativas econômicas ao trigo e pela inserção da cultura em sistemas de rotação. Em 2025, o Rio Grande do Sul cultivou 174.394 hectares, com produtividade média de 1.653 quilos por hectare e produção de 285.481 toneladas, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na regional de Ijuí, cerca de 45% da área projetada já foi semeada. Em Santa Rosa, o índice chega a 30%.
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Na aveia-branca, a semeadura avança conforme são liberadas as áreas de verão. A expectativa é de intensificação na segunda quinzena de maio. A tendência é de manutenção da área cultivada em relação à safra anterior, quando o estado registrou 393.135 hectares, produtividade média de 2.394 quilos por hectare e produção de 935.664 toneladas, também segundo o IBGE. A Emater/RS-Ascar relata cautela maior dos produtores nos investimentos, em razão da alta dos fertilizantes e de outros insumos.
Para o trigo e a cevada, o quadro é de maior restrição. A Emater/RS-Ascar indica tendência de redução de área nas duas culturas, influenciada por custos elevados, restrição ao crédito, limitações do seguro rural e aumento da percepção de risco climático diante da possibilidade de atuação de El Niño no inverno e na primavera.
No curto prazo, o avanço da safra de inverno dependerá da abertura de janelas de campo para semeadura e das definições de área ainda em levantamento pela Emater/RS-Ascar. O comportamento do clima e o custo de produção devem seguir como fatores centrais para o ritmo de implantação e para a distribuição regional das lavouras.
Fonte: agricultura.rs.gov.br
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