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Conab: colheita de soja alcança 11,4% de área no Brasil

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A colheita de soja no Brasil alcançou 11,4% da área, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Entre os estados, o maior avanço é em Mato Grosso, onde os trabalhos chegaram a 33,2%.

Em Minas Gerais, a colheita atinge 10%, enquanto em Santa Catarina chega a 5,5%. No Paraná e no Tocantins, o índice é de 5%, seguido por Bahia e Mato Grosso do Sul, ambos com 3%, e Goiás, com 1,5%.

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Na semana anterior, a colheita nacional estava em 6,6%, o que representa um avanço de 4,8 pontos percentuais. Já em 2025, no mesmo período, a colheita somava 8%, indicando que o índice atual está 3,4 pontos percentuais acima em relação ao ano passado.

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Agro Mato Grosso

Sojicultores MT têm até 15 de fevereiro para cadastrar área no Indea: é obrigatório

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Para o cadastramento, é preciso informar o total de área plantada, localização geográfica, a variedade cultivada dentre outras informações.

Para o cadastramento, é preciso informar o total de área plantada, localização geográfica, a variedade cultivada, dentre outras informações. Quem não se cadastrar, dentro do prazo legal, fica sujeito à aplicação de multa de 10 Unidades Padrão Fiscal (UPFs), cujo valor em janeiro está R$ 2.543,60.

Na safra 2024/2025, foram cadastradas 16.319 unidades de produção de soja, o que corresponde a 8.993 produtores de soja que totalizaram mais de 11,3 milhões de hectares de área plantada. Esses dados são publicamente disponibilizados ao cidadão por meio do link “Áreas de Plantio por Safra”.

Já estão cadastradas junto ao Indea um total de 8.175 Unidades de Produção, o que corresponde a aproximadamente sete milhões de hectares já declarados por 4.697 sojicultores.

O cadastro é fundamental para o planejamento das ações de defesa sanitária vegetal, prevenindo e controlando pragas, com a ferrugem asiática.

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Agro Mato Grosso

Frete de grãos sobe em MT com avanço da colheita da soja e menor oferta de caminhões

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O avanço da safra 2025/26 de soja em Mato Grosso já começa a refletir diretamente no bolso do produtor e na dinâmica do agronegócio estadual. Na última semana, os fretes rodoviários de grãos registraram alta na maioria das rotas monitoradas, cenário típico de períodos de pico de escoamento, quando a demanda por transporte cresce mais rápido que a disponibilidade de caminhões.

Entre as rotas com maior movimentação, o trajeto entre Diamantino e Rondonópolis apresentou cotação média de R$ 173,21 por tonelada, avanço de 5,97%. Já o transporte entre Canarana e Barcarena (PA) registrou média de R$ 410,00 por tonelada, com alta de 2,50%. O movimento reforça a tendência histórica do primeiro trimestre, quando a logística fica mais pressionada pelo fluxo intenso da produção agrícola.

Safra cheia pressiona logística e encarece transporte

O aumento dos fretes ocorre em um contexto já esperado pelo setor. Relatórios logísticos apontam que grandes colheitas em Mato Grosso costumam inflacionar o mercado de transporte rodoviário, especialmente no início do ano, período em que o volume de grãos disponível cresce rapidamente e exige maior capacidade logística para escoamento.

Na prática, a equação é simples: mais soja disponível significa mais caminhões necessários. Quando a oferta de transporte não acompanha esse crescimento, os valores sobem. Esse cenário ganha ainda mais força em anos de produção robusta, como o atual ciclo agrícola.

Disputa por caminhões e gargalos mantêm pressão

Outro fator que sustenta a valorização dos fretes é a menor disponibilidade de veículos no mercado spot. Com parte da frota já comprometida com contratos e rotas fixas, sobra menos capacidade para atender demandas pontuais de transporte, elevando naturalmente os preços.

Além disso, questões logísticas regionais também influenciam o mercado. Episódios recentes que afetam corredores de exportação, como bloqueios ou limitações operacionais em rotas estratégicas do Norte, podem impactar indiretamente o fluxo e a organização do transporte de grãos no país.

Impacto direto no custo de produção e comercialização

Para o produtor, o frete é um dos principais componentes do custo final da produção. Em momentos de alta logística, a margem pode ser pressionada, especialmente para quem depende de rotas mais longas até portos exportadores.

Por outro lado, em cenários de forte demanda internacional e preços firmes das commodities, parte desse aumento pode ser absorvido pela valorização do produto, equilibrando o impacto no resultado final da safra.

Tendência segue atrelada ao ritmo da colheita

A expectativa do mercado é que o comportamento dos fretes continue diretamente ligado ao ritmo da colheita e ao volume efetivamente disponível para escoamento nas próximas semanas. Caso o fluxo da safra se intensifique e a oferta de caminhões permaneça limitada, o mercado pode seguir operando em patamares elevados no curto prazo.

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Carnaval 2026 deve ter movimentação mais discreta no comércio de Mato Grosso

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Para compreender melhor o comportamento de compra dos mato-grossenses durante o período de carnaval, o Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT) divulgou o estudo de intenção de consumo para a data em 2026. O levantamento foi realizado entre os dias 19 e 23 de janeiro, ouvindo 508 pessoas em 32 municípios do estado. A margem de erro estimada é de 4%, para mais ou para menos.

Entre os participantes, a maioria (70,87%) afirmou que não possui planos para o carnaval, enquanto 3,94% disseram ainda não ter certeza se irão realizar alguma atividade. Já 25,20% informaram que pretendem comemorar a data. Deste grupo, a maior parcela (11,81%) afirmou que deve passar o feriado em casa. Outros 3,54% disseram que pretendem ir a bares e restaurantes na cidade, enquanto 2,76% afirmaram que devem participar de eventos locais.

O presidente da Fecomércio-MT, Wenceslau Júnior, destacou que a baixa intenção de participação no carnaval reflete um comportamento mais cauteloso do consumidor neste início de ano. “A baixa intenção de participação dos mato-grossenses no carnaval está diretamente relacionada aos gastos do fim de ano e às contas típicas do início do ano”, explicou. Ele acrescentou ainda que “aspectos culturais e religiosos também contribuem para que parte da população não saia para comemorar a data”.

Turismo local surge como alternativa

Entre aqueles que pretendem aproveitar o feriado carnavalesco, 4,13% afirmaram que devem viajar para outros municípios dentro do próprio estado.

Segundo o presidente da Fecomércio-MT, o cenário é positivo para o turismo regional. “O turismo mato-grossense pode ser um dos grandes beneficiados nesse período, já que representa uma alternativa de lazer para quem decide aproveitar o feriado. Essa movimentação fortalece a economia local e estimula os moradores a conhecerem as belezas do próprio estado”, avaliou.

Formas de pagamento e nível de gastos

Em relação aos métodos de pagamento, 49,22% dos consumidores que pretendem gastar no carnaval informaram que devem utilizar o cartão de crédito, seguidos por 43,75% que pretendem usar o PIX.

Na comparação com o carnaval do ano passado, 33,59% dos entrevistados disseram que pretendem manter o nível de gastos. Outros 22,66% afirmaram não ter tido despesas no período anterior, enquanto 21,09% indicaram a intenção de gastar menos neste ano.

Mesmo com uma participação mais restrita da população, a expectativa é de impacto relevante na economia estadual. “A estimativa de movimentação de R$ 259 milhões demonstra que o carnaval ainda gera um impacto econômico significativo em Mato Grosso, especialmente nos setores de alimentação, transporte e lazer local”, destacou Wenceslau Júnior.

A pesquisa aponta ainda que a média de gastos daqueles que pretendem passar o período de carnaval no estado será de R$ 604,26, o que representa um aumento real de 22,90% em relação à média de 2025. No ano anterior, o valor médio registrado foi de R$ 471,58.

Bares e restaurantes devem sentir os efeitos

Entre os entrevistados que afirmaram que pretendem frequentar bares, restaurantes ou eventos locais durante o feriado, 50% disseram que costumam decidir o que fazer mais próximo da data. Outros 37,50% afirmaram que baseiam suas escolhas principalmente nas redes sociais.

Por fim, entre os participantes que informaram que não pretendem aproveitar o carnaval, 68,68% disseram não ter o hábito de comemorar a data. Já 8,42% apontaram a falta de condições financeiras como principal motivo, enquanto 6,58% afirmaram não ter disponibilidade de tempo.

O Sistema Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF-MT, é presidido pelo empresário Wenceslau Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), presidida por José Roberto Tadros.

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