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Politica

“Essa obra está salva a vida de milhares de mato-grossenses”, diz governador sobre duplicação

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O governador Mauro Mendes, ao dar ordem de serviço para a duplicação de mais um trecho da BR-163, destacou que a obra “está salvando a vida de milhares de mato-grossenses”.

Nesta sexta-feira (18), Mauro assinou a autorização para as obras de duplicação dos 56,2 quilômetros que ligam os municípios de Várzea Grande e Jangada. 

No evento, também foram assinadas as autorizações para a construção da área de escape na Serra de São Vicente e para a implantação de conectividade nos 850,9 quilômetros da BR-163 que estão sob concessão da Nova Rota do Oeste.

“É uma obra que transforma a realidade, que gera um potencial de crescimento muito grande no estado de Mato Grosso. E é uma obra que, acima de tudo, está salvando vidas e melhorando a qualidade de vida de todos os mato-grossenses e de milhares de brasileiros que usam essa rodovia todos os dias durante 365 dias do ano”, afirmou.

De acordo com o governador, além de ser um marco na logística, desenvolvimento e escoamento da produção, a duplicação tem melhorado a fluidez na rodovia, evitando acidentes e mortes.

“A BR-163 era conhecida como a BR da morte. No primeiro trecho, que já foi duplicado, que é do posto Gil até a cidade Nova Mutum, já houve uma grande redução do índice de acidente e até do índice de morte. Então é uma rodovia que traz inúmeros resultados e benefícios, mas acima de tudo, ela salva vidas e gera qualidade de vida”, pontuou.

Mauro lembrou que, após o Governo de Mato Grosso construir uma solução e assumir a concessão da rodovia, que é federal, já foram entregues mais de 100 quilômetros de duplicação.

“E este ano iremos entregar mais 130 quilômetros. Somados aos 100 que já terminamos, serão 230 km. Nós assinamos um contrato no dia 5 de maio de 2023 para fazer todas essas obras em 8 anos. Este ano estaremos com todas as obras contratadas e iniciadas e, se Deus quiser, vamos concluir em quatro anos, que é a metade do tempo previsto e contratado”, registrou.

Também participaram da assinatura: os prefeitos Abílio Brunini (Cuiabá), Flávia Moretti (Várzea Grande), Chico Mendes (Diamantino), Rogerio Meira (Jangada) e Leandro Félix (Nova Mutum); a diretora de infraestrutura, transição energética e mudanças climáticas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciana Costa; o diretor da ANTT, Guilherme Sampaio; o superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Arthur Nogueira; os senadores Jayme Campos, Wellington Fagundes e Margareth Buzetti; os deputado estaduais Nininho e Júlio Campos; o presidente do Conselho Administrativo da Nova Rota do Oeste, Cidinho Santos; o CEO da Nova Rota do Oeste, Luciano Uchoa; os secretários de Estado Marcelo de Oliveira (Infraestrutura), Laice Souza (Comunicação) e Jordan Espindola (Gabinete de Governo); o presidente da MT Par, Wener Santos e o presidente da MT Gás, Aécio Rodrigues. 

As obras

Desde que o Governo de Mato Grosso assumiu o controle acionário da concessionária Nova Rota do Oeste, em maio de 2023, o Estado já investiu mais de R$ 2,3 bilhões para as obras de duplicação da BR-163.

Os primeiros 100 quilômetros duplicados foram entregues oficialmente em dezembro do ano passado, previstos em dois contratos: duplicação de um trecho de 86 quilômetros entre Diamantino e Nova Mutum, e outro trecho de 88 quilômetros entre Nova Mutum e Lucas do Rio Verde. 

Somente com esses primeiros quilômetros duplicados houve uma expressiva redução no número de mortes entre Diamantino e Nova Mutum, de 82%, conforme a concessionária Nova Rota do Oeste.

Outras obras da concessionária: duplicação de 16 km da Rodovia dos Imigrantes, em Cuiabá; contratação da duplicação de outros 11 km da Rodovia dos Imigrantes; duplicação de 26 km da BR-163 em Sinop.

Juntos, todos os contratos somam cerca de R$ 3 bilhões em investimentos.



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Agro Mato Grosso

Max Russi admite apoio da AL para criação de cidade: “Força do agro” MT

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), avaliou que há ambiente político favorável para a criação de um novo município em Mato Grosso, a partir de uma área localizada entre Diamantino e São José do Rio Claro.

A proposta, que ainda não foi formalizada, tem sido chamada informalmente de “Gilmarlândia”, em referência ao ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal, cuja família possui propriedades na região apontada para sediar a futura cidade.

Max Russi participou, no último domingo (22), de um encontro promovido pelo produtor rural Eraí Maggi, que reuniu lideranças políticas e representantes do setor produtivo para discutir a viabilidade do projeto. Segundo o parlamentar, caso a proposta chegue oficialmente ao Legislativo, há condições políticas para que avance.

De acordo com o presidente da Assembleia, a história de Mato Grosso mostra que muitos municípios surgiram a partir do fortalecimento do agronegócio e do aumento da população atraída pelo desenvolvimento econômico. Para ele, o movimento articulado em torno do Eraí segue esse mesmo caminho e conta com diálogo junto ao Governo do Estado, à Assembleia e a outros poderes.

A área cogitada para a implantação do município deverá ser desmembrada de Diamantino e São José do Rio Claro e fica a cerca de 150 km ao norte da cidade natal do ministro Gilmar Mendes, em um ponto estratégico no entroncamento das rodovias MT-249 e MT-010, nas proximidades de uma usina e de um rio.

Segundo Eraí Maggi, a proposta tem como foco atender famílias de trabalhadores rurais que vivem nas propriedades do entorno, levando serviços básicos como educação, saúde, infraestrutura, habitação e opções de lazer. Apesar das articulações políticas já existentes, a ideia ainda não foi apresentada formalmente às câmaras municipais nem à Assembleia Legislativa e segue em fase inicial..

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Politica

PL de autoria de Max Russi reconhece Folia de Reis como patrimônio histórico de MT

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O texto ainda reconhece a cidade de Dom Aquino como a capital mato-grossense das Folias de Reis

Em sessão ordinária desta quinta-feira (19) foi aprovado em segunda votação o Projeto de Lei 1875/2025, de autoria do deputado Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que declara a tradicional Folia de Reis como integrante do patrimônio histórico, artístico e cultural de Mato Grosso. O projeto também reconhece o município de Dom Aquino como a “Capital Mato-grossense das Folias de Reis”.

“Nós precisamos valorizar e incentivar iniciativas que fortaleçam a Folia de Reis, uma tradição cultural presente em diversos municípios de Mato Grosso. É uma manifestação que faz parte da cultura brasileira, e o nosso estado não é diferente. O objetivo é fortalecer, preservar e dar ainda mais reconhecimento a essa festa”, ressaltou Max Russi.

A tradicional festa ocorre em diversos municípios do estado e é uma das mais emblemáticas do país, trazendo à vida a passagem bíblica da visita dos Três Reis Magos ao menino Jesus.

A cidade de Dom Aquino preserva práticas, cantos, trajes, instrumentos e saberes que se mantêm vivos graças à atuação diligente de mestres e brincantes, como são chamados os festeiros.

Com a aprovação da lei, os municípios poderão adotar medidas de incentivo, como a prioridade em programas estaduais de apoio à cultura tradicional e popular, promoção de eventos, festivais e mostras anuais em parceria com o poder executivo municipal, universidades, centros culturais e entidades civis; apoio a ações que incentivem a participação de jovens e a transmissão do saber tradicional.

O projeto segue agora para a sanção do governador Mauro Mendes.

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Agro Mato Grosso

Governo de MT nega que liminar isenta empresa de Blairo Maggi de imposto

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O governador Mauro Mendes negou que o produtor rural e ex-governador Blairo Maggi tenha privilégio de isenção fiscal por decisão judicial. Segundo ele, nenhuma lei estadual ampara o benefício fiscal a exportadores por meio de liminar.

“Não existe [liminar]. A lei é muito clara com relação a isso [regras para isenção ou redução de imposto]. As pessoas desconhecem a legislação. Mato Grosso tem um regime tributário que para você exportar é preciso pagar ICMS”, disse.

A informação sobre a liminar (decisão judicial provisória) a favor da empresa de Blairo Maggi foi divulgada há alguns dias pelo senador Jayme Campos (União Brasil). Conforme ele, a tal liminar retirava a obrigação da Amaggi de pagar o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab).

O Fethab é uma taxa cobrada exclusivamente de produtores rurais em Mato Grosso. Nasceu com o objetivo de gerar fonte de investimento para a infraestrutura, mas passou por várias modificações ao longo dos anos.

Conforme o governador, existem as opções para as empresas exportadores em Mato Grosso de pagar ou o Fethab ou o ICMS. Alguns optam pelo fundo, outras criam um conta corrente fiscal para permanecer a contribuir pelo ICMS.

“Não é preciso nenhuma liminar para isso. O ICMS que é pago tem que ser devolvido pela Lei Kandir. Algumas empresas optaram por pagar o ICMS, fazer conta corrente para exportação e se ficar algum saldo, pleitear a exportação”, disse.

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