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29 de outubro de 2026

Sustentabilidade

“Estamos fugindo da contratação”: o que tem levado o produtor a evitar Seguro Rural? – MAIS SOJA

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O ano de 2025 terminou com um marco negativo para o Seguro Rural no Brasil. O país atingiu o menor nível de área segurada dos últimos 10 anos, com apenas 3,3 milhões de hectares frente aos mais de 97,8 milhões de hectares plantados. O recuo dos últimos anos é reflexo de uma “fuga” relatada por produtores.

É o caso do agricultor de Ouro Verde do Oeste (PR), Aluir Dalposso. Ele e a família administram uma propriedade de 100 hectares e, nas últimas cinco safras, já acionaram o seguro em pelo menos três ocasiões, por perdas com trigo, soja e milho. Apesar disso, hoje ele afirma que os produtores não estão vendo vantagem na contratação devido a uma série de problemas.

“O produtor está fugindo da contratação. Porque ela acaba não trazendo nenhum benefício”, aponta à reportagem. Um dos principais motivos elencados por ele é o custo do seguro. “Hoje, mais ou menos, custa em torno de 14% a 15%. Em alguns casos, 17% do custo da lavoura. Então ela [contratação] ficou bastante cara para você manter”, explica.

Segundo ele, algumas questões ajudam a entender esse movimento de alta no custo do seguro. Uma delas foi a surpresa negativa enfrentada por produtores nos meses finais do ano passado, quando tiveram que pagar a parcela do prêmio que deveria ser coberta pelo governo federal.

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O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) estabelece limites de subvenção que variam entre 20% e 45%, dependendo da cultura e da localização. No entanto, o governo executou apenas R$ 581 milhões do montante de R$ 1,06 bilhão previsto inicialmente para o pagamento da subvenção em 2025.

A consequência é a redução do interesse do produtor na adesão ao seguro. Com menos apólices contratadas, aumenta a concentração de risco para as seguradoras e, consequentemente, o custo da proteção pode subir.

“Muitos [produtores] foram cobrados, as seguradoras repassaram a subvenção que o governo federal deveria ter pago pelo produtor. Por isso que hoje a gente acaba, eu particularmente, faço em última opção a contratação do seguro”, diz Dalposso.

Mudanças no Proagro e processos burocráticos

Outro ponto que agrava a situação da proteção das lavouras no país são as mudanças feitas nos últimos anos no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). Dalposso relata que muitos produtores ficaram desenquadrados do programa, mas não conseguiram aderir ao PSR devido aos custos do seguro.

“O Proagro, praticamente não atua mais [aqui]. E, aí, o pequeno produtor, o pronafiano [beneficiário do Pronaf], que tinha lá esse acesso ao programa, ele via aquilo como uma garantia de sobrevivência na propriedade. E, hoje, ele não consegue mais”, comenta.

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De acordo com estudo do Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Agro), as modificações no Proagro retiraram mais de 116 mil produtores do programa.

Além disso, questões operacionais no acionamento do seguro em caso de sinistro também têm afastado produtores. Dalposso cita como exemplo a atuação dos peritos responsáveis pela verificação das perdas.

“Os peritos sempre foram pessoas da nossa região, num raio bem próximo […] Mas agora estão vindo profissionais de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, de Ribeirão Preto (SP). O que isso impacta? Eu tenho colegas que comentaram que houve uma demora, porque vem de muito longe, e a soja que estava ali para ser colhida acabou indo para o chão, porque precisava esperar a perícia e passou do tempo de colheita. Então os prejuízos foram ampliados drasticamente”, conta o produtor.

Ele acrescenta que, nesses casos, o efeito pode atingir inclusive a cultura seguinte. Isso porque sementes que caem no solo podem rebrotar. Como há períodos de vazio sanitário, foi necessário um gasto adicional para eliminar essas plantas remanescentes.

Renegociação: cenário evitável

O agricultor também aborda a questão da renegociação das dívidas. Para ele, o quadro atual poderia ter sido evitado se houvesse maior compromisso com programas como o PSR e o Proagro.

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“Está se tratando da prorrogação da dívida. Isso [renegociação] não deveria acontecer. Tem que ter um seguro para que custeie, para não ficar com as contas atrasadas. Porque essas contas que nós estamos arrastando aí que muitos produtores que vêm, por exemplo, tem um relato aqui tem colegas de três safras consecutivas sem produção. Então ele tá numa insolvência de contas muito profunda, drástica e não têm a contratação de seguro”, afirma.

Dalposso não defende o fim das medidas de renegociação, mas explica que o Seguro Rural tem papel importante para evitar o acúmulo de dívidas após perdas causadas por situações como intempéries climáticas.

“São programas muito importantes que nos dão uma certa tranquilidade. Porque assim, a renda [após uma perda de safra] nós acabamos continuando não tendo. Porque o seguro não visa a renda do produtor. Ele visa o pagamento das despesas do custeio da lavoura. Então você não fica com dívidas”, complementa o produtor.

Projeto traz soluções para problemas do Seguro Rural

O agricultor do Paraná também afirma que tem acompanhado a tramitação do Projeto de Lei 2.951/2024. Na última semana de esforço concentrado antes das eleições, o Senado Federal aprovou a proposta após articulação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) para pautar o tema. Agora, a iniciativa aguarda sanção presidencial.

A proposição traz uma série de melhorias para o Seguro Rural no Brasil. Uma delas é o incentivo à ampliação da base de segurados no país. Produtores que contratarem seguro poderão ter vantagens como juros mais atrativos, financiamento do prêmio e acesso preferencial ao crédito.

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Outro ponto incluído no texto foi a obrigatoriedade dos recursos destinados ao PSR, condicionada à indicação de fontes compensatórias. A proposta também trata de questões operacionais, como a definição de prazo máximo para a liquidação dos sinistros e a inclusão do seguro entre as garantias admitidas em operações de crédito rural.

Autor/Fonte: Frente Parlamentar da Agropecuária

FONTE

Autor:https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/09/09/estamos-fugindo-da-contratacao-o-que-tem-levado-o-produtor-a-evitar-seguro-rural/

Site: FPA

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Soja sobe no mercado brasileiro, mas negócios seguem pontuais; Chicago fecha em baixa

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O mercado brasileiro de soja registrou valorização dos preços nesta quarta-feira (28), mas a comercialização permaneceu limitada a negócios pontuais. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a sessão foi marcada pela volatilidade do dólar e das cotações na Bolsa de Chicago, com algumas indicações de compra mais favoráveis, principalmente nos portos.

Apesar da melhora nas ofertas, os volumes negociados permaneceram reduzidos. Os prêmios de exportação não apresentaram alterações significativas, enquanto os produtores continuaram segurando os volumes restantes de soja.

Segundo Silveira, o foco dos produtores permanece nos trabalhos de plantio da nova safra, o que também contribui para a movimentação limitada no mercado físico.

No mercado físico, os preços da saca de 60 quilos avançaram nas principais praças brasileiras, com exceção de Dourados (MS), onde as cotações permaneceram estáveis.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 151,00 para R$ 152,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 152,00 para R$ 153,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 146,50 para R$ 148,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 140,00 para R$ 141,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 142,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 140,00 para R$ 142,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 157,50 para R$ 159,00.
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 158,00 para R$ 159,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira em baixa para o grão e o óleo, enquanto o farelo encerrou em alta.

O mercado registrou o terceiro pregão consecutivo de perdas diante da pressão do avanço da colheita nos Estados Unidos, que amplia a oferta disponível, e das preocupações com a competitividade do produto norte-americano em meio à desvalorização do real. As perdas, contudo, foram limitadas por compras de barganha e pela perspectiva de redução da safra brasileira em um cenário de El Niño forte.

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Segundo estudo da Serasa Experian, a produção brasileira de soja na temporada 2026/27 pode cair para 163,6 milhões de toneladas sob condições de El Niño forte, ante 181,2 milhões de toneladas em um cenário climático neutro.

Nos Estados Unidos, a colheita de soja atingiu 79% da área até domingo, em linha com as expectativas do mercado. A colheita de milho chegou a 60%, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Na demanda, exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 120 mil toneladas de soja para destinos não revelados, com entrega prevista para a temporada 2026/27.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam em baixa de 4,75 centavos de dólar, ou 0,38%, cotados a US$ 12,24½ por bushel. A posição janeiro encerrou a US$ 12,38 por bushel, com retração de 5 centavos de dólar, ou 0,40%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com ganho de US$ 1,10 por tonelada, ou 0,32%, a US$ 335,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro encerraram a 65,56 centavos de dólar por libra-peso, com perda de 1,15 centavo, ou 1,72%.

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Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,03%, negociado a R$ 5,3463 para venda e a R$ 5,3443 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3111 e a máxima de R$ 5,3986.

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Sustentabilidade

Sistema plantio direto contribui para reduzir perdas por seca na soja – MAIS SOJA

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Considerando que o déficit hídrico é um dos principais fatores responsáveis por limitar a produtividade da soja, adotar estratégias que aumentem a resiliência das plantas ao estresse hídrico é fundamental para mitigar os efeitos da baixa disponibilidade de água, contribuindo para a manutenção do potencial produtivo da cultura, desde que os períodos de estiagem não comprometam significativamente o crescimento e o desenvolvimento das plantas.

Uma das principais estratégias para isso consiste no manejo do solo visando aumentar a capacidade de infiltração de água no perfil, reduzir as perdas por escoamento superficial e favorecer a distribuição das raízes no solo. Além de contribuir para um melhor aproveitamento da água, o manejo conservacionista possibilita a melhoria dos atributos químicos, físicos e biológicos do solo, promovendo um ambiente mais favorável ao desenvolvimento radicular.

O sistema plantio direto contribui efetivamente para alcançar esses benefícios. Ao seguir a premissa da cobertura permanente do solo, seja por meio da palhada residual e/ou de culturas de cobertura, inúmeros benefícios são proporcionados ao sistema de produção, incluindo maiores índices de infiltração de água no solo, menores perdas por escoamento superficial e evaporação, além da redução da erosão hídrica. Dessa forma, o plantio direto contribui, de maneira direta e indireta, para mitigar os efeitos da seca na cultura da soja.

Figura 1. Palhada em cobertura do solo, em sistema plantio direto consolidado.

Avaliando o índice de satisfação da necessidade de água da soja (ISNA) na fase reprodutiva da cultura (R1 a R6), Franchini et al. (2012), observaram a partir de um experimento de longa duração (17 safras), que existe uma correção positiva entre os valores de ISNA e a produtividade da soja no sistema plantio direto.

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Os resultados observados por Franchini et al. (2012) demonstram que demonstram que a produtividade da soja no sistema plantio direto (SPD) foi menos afetada pela redução do ISNA do que no preparo convencional (PC), evidenciando maior disponibilidade de água e resiliência ao déficit hídrico. Enquanto a redução do ISNA de 0,8 para 0,6 provocou perdas de produtividade de aproximadamente 15% no SPD, no PC as perdas chegaram a 40%. Além disso, a produtividade começou a diminuir com ISNA abaixo de 0,7 no SPD, enquanto no PC essa redução ocorreu a partir de valores inferiores a 0,8, reforçando a maior tolerância da cultura ao déficit hídrico no sistema plantio direto (Debiasi; Franchini; Balbinot Junior, 2026).

O ISNA é um indicador da capacidade de oferta de água para suprir a demanda evapotranspiratória da cultura, ou seja, quando o ISNA é igual a 1 significa que a lavoura tem sua necessidade de água totalmente atendida (Debiasi; Franchini; Balbinot Junior, 2026).

Figura 2. Correlação entre a produtividade e o índice de satisfação da necessidade de água (ISNA) na fase reprodutiva (estádios: R1 a R6) da soja conduzida no sistema plantio direto (SPD) e no preparo convencional de solo (PC), a partir de dados de 17 safras de experimento de longa duração (período: 1994/1995 a 2010/2011) instalado em Londrina, PR.
Adaptado: Franchini et al. (2012), apud. Debiasi; Franchini; Balbinot Junior (2026)

Esses resultados reforçam o papel do sistema plantio direto como estratégia para mitigar os efeitos do déficit hídrico sobre a produtividade da soja, contribuindo para aumentar a resiliência das lavouras à seca em comparação ao preparo convencional do solo.



Referencias:

DEBIAISI, H.; FRANCHINI, J. C.; BALBINOT JUNIOR, A. A. MANEJO DO SOLO PARA REDUZIR PERDAS POR SECA NA SOJA. Embrapa Soja, Tópicos agronômicos sobre enfrentamento da seca na soja, Cap. 5, 2026. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1187158/1/DOC-486.pdf >, acesso em: 28/10/2026.

FRANCHINIM, J. C. et al. EVOLUTION OF CROP YIELDS IN DIFFERENT TILLAGE AND CROPPING SYSTEMS OVER TWO DECADES IN SOUTHERN BRAZIL. Field Crops Research, 2012. Disponível em: < https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/940585/1/franchini.field.crops.2012.pdf >, acesso em: 28/10/2026.

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Sustentabilidade

Como fica o tempo em novembro? Temporais, granizo e chuvas de até 70 mm chegam no país

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A previsão do tempo para os próximos dias indica o retorno das chuvas a algumas das principais regiões produtoras do país. No Centro-Oeste, a atuação de um canal de umidade favorece a ocorrência de temporais em regiões de soja, com possibilidade de rajadas de vento e queda de granizo. Já no Sul, a expectativa é de retorno das precipitações com maiores volumes na próxima semana.

Temporais atingem o Centro-Oeste

A atuação de um canal de umidade favorece o retorno das chuvas aos três estados do Centro-Oeste. Nesta quinta-feira (29), há previsão de temporais, com possibilidade de rajadas de vento e granizo em Mato Grosso do Sul, além de chuva forte no sul de Mato Grosso.

Nos próximos cinco dias, os volumes de chuva podem chegar a 80 milímetros em Goiás, enquanto Mato Grosso do Sul e Mato Grosso devem registrar acumulados de aproximadamente 30 milímetros. Em Mato Grosso, a distribuição das precipitações deve ser irregular, e áreas do norte do estado ainda precisam de mais chuva.

Na próxima semana, a tendência é de aumento das precipitações no sul de Mato Grosso do Sul. A segunda semana de novembro também deve manter as condições favoráveis à ocorrência de chuvas na região.

Com o retorno gradual das precipitações, o calorão tende a perder força. Nos próximos cinco dias, as temperaturas máximas não devem ultrapassar os 37 °C.

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Diante da previsão de temporais, a orientação é evitar a exposição em áreas abertas durante a ocorrência de chuva intensa, especialmente em atividades no campo.

Sul terá retorno da chuva na próxima semana

No Sul do país, a previsão indica a retomada das chuvas com maiores volumes na próxima semana, especialmente no Rio Grande do Sul e no Paraná. Os acumulados podem chegar a 50 milímetros nessas áreas, favorecendo a reposição da umidade do solo.

No Rio Grande do Sul, a chuva deve voltar a ganhar força ao longo da próxima semana, após um período de menor ocorrência de precipitações.

Chuva avança sobre áreas do Matopiba

No Matopiba, a previsão indica o retorno das chuvas com volumes mais expressivos entre os dias 8 e 12 de novembro. Os maiores acumulados são esperados no Tocantins e no oeste da Bahia, onde a precipitação pode alcançar 70 milímetros.

A volta das chuvas deve contribuir para a recuperação da umidade do solo, importante para o desenvolvimento das lavouras e o avanço das atividades agrícolas.

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Enquanto algumas regiões terão o retorno das precipitações, áreas do Nordeste devem continuar com pouca chuva. A previsão indica ausência de volumes significativos no agreste nordestino, mantendo o alerta para a baixa disponibilidade hídrica nessas localidades.

Norte terá chuvas passageiras

Na Região Norte, a previsão aponta chuvas passageiras em Rondônia e no Pará. Apesar da ocorrência de precipitações pontuais, os volumes ainda podem ser insuficientes para reverter os problemas relacionados à estiagem em algumas áreas.

A situação exige atenção especial na bacia do rio Tapajós, onde a falta de chuvas significativas mantém as preocupações com as condições hídricas.

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