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4 de setembro de 2026

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MP pede soma de penas e João Arcanjo pode voltar à prisão

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Juíza determinou que o órgão se manifeste sobre indultos e livramento condicional antes de decidir possível retorno ao regime fechado

João Arcanjo Ribeiro permanece no regime aberto enquanto a Justiça analisa um novo impasse sobre o cálculo das penas impostas a ele. O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) pediu que as condenações sejam somadas, com a consequente transferência para o regime fechado e a expedição de mandado de prisão.

O requerimento surgiu após uma nova guia definitiva de execução penal ser encaminhada à 2ª Vara Criminal de Cuiabá. A juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, entretanto, ainda não decidiu sobre a regressão de regime.

Em despacho proferido em 31 de agosto, a magistrada determinou que o Ministério Público se manifeste inicialmente sobre os pedidos apresentados pela defesa. A avaliação poderá modificar a quantidade de pena que ainda falta ser cumprida e influenciar diretamente a decisão sobre uma eventual volta à prisão.

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Os advogados solicitaram que uma condenação de 44 anos e dois meses seja retirada do cálculo. Segundo a defesa, a pena vinculada a essa ação foi extinta em outubro de 2022.

A defesa também reivindicou a aplicação de indultos previstos nos decretos nº 7.648/2011 e nº 11.302/2022, inclusive sobre uma pena de 12 anos e dois meses. Pediu ainda que o dia 11 de abril de 2003 seja preservado como data-base para a concessão de benefícios.

Caso os demais pedidos sejam rejeitados, os advogados querem que Arcanjo receba livramento condicional. Também solicitaram a manutenção do regime aberto até a conclusão da análise.

A magistrada considerou necessário esclarecer primeiro quais condenações e benefícios deverão constar no cálculo definitivo. Dependendo do resultado, o pedido de regressão apresentado pelo Ministério Público poderá ser afetado ou até perder o objeto.

Somente depois da manifestação do MPMT a Justiça decidirá conjuntamente sobre os requerimentos da acusação e da defesa. Até o momento, não existe decisão determinando o retorno de João Arcanjo ao regime fechado.

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Trabalhador é mantido refém por criminosos e Polícia Militar prende dupla por sequestro e tortura

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Homem foi encontrado com as mãos para trás e cercado por três suspeitos no bairro Serrinha. Aparelhos celulares e drogas foram apreendidos na operação

Policiais militares da Força Tática do 5º Comando Regional prenderam, nesta quarta-feira (2.9), dois integrantes de facção criminosa suspeitos por sequestro, tortura e cárcere privado contra um faccionado rival, em Barra do Garças.

As equipes policiais foram acionadas, após receberem informações sobre uma ação criminosa, em uma residência localizada no bairro Serrinha. No local, os militares localizaram um homem com as mãos para trás, cercada por três indivíduos.

Neste momento, dois suspeitos foram abordados e detidos. Com eles, as equipes apreenderam aparelhos celulares e uma porção de substância análoga à maconha.

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Aos policiais militares, a vítima relatou que teria sido abordada e retirada à força de seu local de trabalho, sendo levada até o imóvel abandonado. No local, foi ameaçada de morte e agredida. Já os dois suspeitos detidos foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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Faccionados tentam descartar arma durante perseguição, mas acabam presos pela Polícia Militar

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Dupla rondava bairro em atitude suspeita e foi flagrada com revólver calibre .38 e 17 munições. Suspeitos não revelaram o alvo da ação

Policiais militares do 6º Batalhão prenderam dois homens, de 24 e 25 anos, por porte ilegal de arma de fogo, nesta quarta-feira (2.9), em Cáceres. Com os suspeitos, membros de facção criminosa, a PM apreendeu um revólver e 17 munições.

Conforme o boletim de ocorrência, a PM recebeu denúncias sobre dois homens que estavam transitando em atitude suspeita em uma motocicleta, no bairro Jardim Padre Paulo. Os militares foram ao endereço e identificaram a dupla, que fugiu em alta velocidade ao visualizar a aproximação das viaturas policiais.

Os militares iniciaram uma perseguição e viram um dos homens jogando objetos em uma área de mata. Após breve acompanhamento, os suspeitos foram detidos e abordados ainda no mesmo bairro. Os policiais viram que a dupla fazia chamada de vídeo com membros de uma facção. Questionados, eles também confessaram serem integrantes do grupo criminoso.

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Os policiais foram até o local onde a dupla jogou os objetos e localizaram um revólver de calibre .38 carregado com seis munições. Na revista a um dos homens, foram encontradas mais 11 munições.

Os suspeitos não informaram o que faziam com a arma de fogo e receberam voz de prisão. Eles foram conduzidos até a delegacia da cidade para demais providências cabíveis.

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Líder de facção criminosa de Mato Grosso é localizado e preso no Paraguai com apoio do DEA

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Foragido da Justiça usava identidade falsa em Assunção. Investigado tem histórico de tráfico, tentativa de resgate de presos e jogos ilícitos

Investigado possui histórico de envolvimento em crimes como tráfico de drogas, uso de documento falso, tentativa de resgate de presos e jogos ilícitos

Um homem apontado como uma das lideranças de uma facção criminosa investigada na Operação Raspa Brasil foi preso nesta quinta-feira (3.9), em Assunção, no Paraguai.

A prisão ocorreu em cumprimento a mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça, durante ação da Polícia Civil de Mato Grosso, com participação da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO/Draco), da Gerência de Polinter e Capturas (Gepol), da Polícia Nacional do Paraguai e da Drug Enforcement Administration (DEA), dos Estados Unidos.

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O investigado estava foragido da Justiça e foi localizado utilizando documentação falsa. A mesma prática já havia sido registrada em fevereiro de 2023, quando ele foi localizado em Pontes e Lacerda e identificado com um documento público falsificado.

Em outubro de 2025, equipes da GCCO/Draco apreenderam quase duas toneladas de maconha em uma chácara vinculada ao investigado. Na ocasião, quatro pessoas foram presas.

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