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2 de setembro de 2026

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Apoiado por pescadores, Wilson Santos quer revisar o ‘Transporte Zero’ e devolver direitos à categoria

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Candidato visitou a Colônia Z-1, em Cuiabá. Atuação do deputado garantiu o pagamento de R$ 6 mil em atrasados do Seguro-Defeso para milhares de ribeirinhos

A defesa dos pescadores profissionais e artesanais se consolidou como uma das principais bandeiras da trajetória do candidato à reeleição e deputado estadual Wilson Santos (PSD). Na manhã desta terça-feira (1º), ele esteve na Colônia de Pescadores Z-1, em Cuiabá, onde reafirmou o compromisso de continuar atuando em defesa da categoria que precisa de uma representação que conheça de perto a realidade deles e cobre do poder público o cumprimento das contrapartidas pelas restrições à pesca impostas pela Lei Estadual nº 12.197/2023, conhecida como “Transporte Zero”.

Desde 2019, quando passou a participar mais diretamente das discussões sobre a atividade pesqueira em Mato Grosso, o parlamentar mantém uma relação próxima com os pescadores. Uma de suas marcas é a presença junto às comunidades, em que acompanhou o debate sobre a legislação desde antes de sua aprovação e esteve à frente do acompanhamento de seus efeitos como presidente do Observatório da Pesca e, desde então, tem defendido a revisão e o aperfeiçoamento das medidas que atingem diretamente os trabalhadores da pesca.

O trabalho não se limita aos debates realizados dentro da Assembleia Legislativa. Ao longo dos últimos anos, o deputado percorreu colônias de pescadores de diferentes regiões de Mato Grosso e manteve contato direto com profissionais e trabalhadores artesanais para conhecer as dificuldades enfrentadas no dia a dia. Ainda mais que com a restrição à pesca de 12 espécies consideradas de maior importância econômica para os pescadores, muitos passaram a enfrentar dificuldades para manter a renda.

Seguro Defeso – A defesa dos pescadores teve uma nova frente quando milhares de trabalhadores enfrentaram o atraso no pagamento do Seguro-Defeso, benefício federal destinado a garantir a subsistência durante o período em que a atividade pesqueira fica restrita em razão da Piracema. Diante da situação, Wilson Santos levou a reivindicação para Brasília.

Ao longo do mês de janeiro deste ano, participou de agendas com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o Ministério da Previdência Social (MPS) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com o objetivo de cobrar celeridade na liberação dos recursos. Ele também defendeu que os valores atrasados fossem pagos em parcela única, como forma de minimizar o impacto financeiro provocado pela demora.

Em julho deste ano, cerca de sete mil pescadores artesanais de Mato Grosso começaram a receber os valores retroativos do Seguro-Defeso. Os trabalhadores receberam aproximadamente R$ 6 mil em parcela única, referentes aos pagamentos de outubro de 2025 a janeiro de 2026.

A atuação em torno do benefício reforçou uma das principais reivindicações apresentadas pelos pescadores nas visitas às colônias que é o de garantir condições mínimas de subsistência durante o período em que a pesca fica proibida para assegurar a reprodução das espécies.

Rio Cuiabá – A defesa dos pescadores também esteve no centro da 3ª Expedição Fluvial realizada por Wilson Santos pelo rio Cuiabá, entre os dias 9 e 13 de março. A iniciativa teve como objetivo atualizar o diagnóstico ambiental do rio e, ao mesmo tempo, ampliar o diálogo com comunidades ribeirinhas, pescadores e autoridades municipais.

O percurso passou pela região da barragem de Manso e seguiu em direção ao Pantanal, envolvendo municípios como Rosário Oeste, Acorizal, Cuiabá, Várzea Grande, Santo Antônio de Leverger, Barão de Melgaço e Poconé, com encerramento em Porto Jofre.

Durante a expedição, o parlamentar voltou a ouvir os trabalhadores que vivem do rio e identificou dificuldades enfrentadas pelas comunidades ribeirinhas, reforçando a necessidade de conciliar a preservação ambiental com a garantia de condições de trabalho e renda para as famílias que dependem da pesca.

Revisão – Quase três anos após a entrada em vigor do Transporte Zero, a discussão sobre os efeitos da legislação permanece aberta. Enquanto o fortalecimento da pesca esportiva e do turismo trouxe resultados positivos para parte da cadeia econômica e há estimativas de aumento dos estoques pesqueiros, pescadores profissionais relatam dificuldades decorrentes das restrições impostas à atividade.

Como presidente do Observatório da Pesca, Wilson Santos integra o grupo de trabalho formado por representantes da Assembleia Legislativa, Governo de Mato Grosso, pescadores, empresários e outros setores envolvidos na discussão. Ele defende uma reavaliação da legislação e o aperfeiçoamento das medidas previstas, de modo a garantir que a proteção dos rios e dos estoques pesqueiros também seja acompanhada de oportunidades e dignidade para as famílias que dependem profissionalmente da pesca.

Para o candidato, a experiência acumulada desde 2019 demonstra a importância de manter uma representação permanente da categoria no Parlamento. Por isso, uma de suas principais propostas para a reeleição é continuar presente nas colônias e na Assembleia Legislativa, acompanhando de perto a realidade dos pescadores, defendendo os trabalhadores da pesca, cobrando as contrapartidas previstas na legislação e buscando novas alternativas de renda para a categoria.

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Toffoli libera campanha de Renan Santos após impor restrições

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Ministro havia suspendido repasses do Fundo Eleitoral, participação em debates e propaganda em perfis não informados ao TSE

O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), liberou a campanha de Renan Santos, candidato à Presidência da República pelo Missão. A nova decisão ocorre depois de o magistrado restringir parte das atividades eleitorais do fundador do Movimento Brasil Livre (MBL).

Na decisão anterior, Toffoli havia proibido a campanha de receber recursos do Fundo Eleitoral e de participar de debates em rádios, televisões, podcasts e outros meios. A propaganda digital também ficou suspensa nas contas que não haviam sido comunicadas à Justiça Eleitoral dentro do prazo.

As medidas foram determinadas após a campanha apresentar, em 19 de agosto, outros 16 perfis utilizados nas redes sociais. No pedido de registro protocolado no dia 7, a chapa havia informado apenas um endereço no X e um site. Toffoli classificou o atraso como uma omissão estratégica.

Com a liberação determinada pelo ministro, Renan poderá dar continuidade à campanha presidencial. A decisão também alcança o candidato a vice-presidente da chapa, Aroldo Medina.

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Novo Hospital Estadual do Alto Tapajós conclui rede de gases e prepara abertura total

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Unidade em Alta Floresta já atende em formato ambulatorial e deve receber os demais serviços médicos de alta complexidade nos próximos dias

O novo Hospital Estadual do Alto Tapajós, em Alta Floresta, está em processo de finalização da instalação de gases medicinais, essenciais para o pleno funcionamento da unidade. O sistema será responsável pelo fornecimento de gases utilizados nos atendimentos e procedimentos realizados no hospital.

A instalação representa mais uma etapa de ativação da nova unidade hospitalar, que já está funcionando desde o dia 21 de julho de 2026, exclusivamente com atendimentos ambulatoriais.

Desde o início dos atendimentos, já foram realizadas 1.260 consultas ambulatoriais na nova estrutura. A previsão é de que, com a finalização da instalação de gases medicinais, a nova unidade comece a receber os demais serviços a partir da próxima sexta-feira (4.9).

“A usina de gases medicinais atualmente utilizada pelo Hospital Regional de Alta Floresta permanecerá instalada na estrutura antiga. A medida foi definida para otimizar os trabalhos que serão realizados pela Prefeitura Municipal, que ficará responsável pela administração da unidade”, explica o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo.

O novo Hospital Estadual do Alto Tapajós integra as ações do Governo de Mato Grosso para ampliar e modernizar a rede estadual de saúde e fortalecer a oferta de atendimento de média e alta complexidade na região Norte do Estado.

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Candidatos ao Senado dizem que situação de Alexandre de Moraes é insustentável e defendem prisão

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José Medeiros, Antônio Galvan, Pedro Taques e Janaína Riva fizeram críticas ao ministro do STF durante manifestações nesta terça-feira (1º)

Candidatos ao Senado por Mato Grosso defenderam, nesta terça-feira (1º), medidas contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), diante de informações divulgadas sobre uma suposta relação do magistrado com o empresário Daniel Vorcaro, investigado em um caso de fraude financeira.

O deputado federal José Medeiros (PL) afirmou que as informações divulgadas seriam suficientes para justificar a prisão do ministro. Segundo reportagem do Estado de S. Paulo mencionada pelo candidato, Moraes teria mantido conversas de caráter íntimo com Vorcaro e supostamente o orientado sobre como agir diante de uma eventual ação da Polícia Federal.

“Eu venho aqui encarecidamente pedir ao ministro André Mendonça: o senhor precisa prender Alexandre de Moraes. Pau que bate em Chico tem que bater em Alexandre também”, afirmou Medeiros.

O deputado comparou a situação à do ex-senador Delcídio do Amaral, preso em 2015 após ser acusado de tentar ajudar o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró a escapar de uma eventual ação da Polícia Federal. Cerveró era investigado pela Operação Lava Jato.

Galvan cobra prisão

O produtor rural Antônio Galvan (Avante) também defendeu uma medida contra Moraes. Segundo ele, não existe na legislação brasileira uma proibição à prisão de ministros do Supremo e as informações envolvendo o magistrado já justificariam uma ação.

“Eles [outros ministros do Supremo] só podem ter rabo preso, por isso não fazem nada. E os senadores estão sendo covardes ao não pedir a prisão do Alexandre. Nenhuma lei no país diz que ministro do Supremo não pode ser preso”, declarou.

Taques pede investigação

O ex-governador Pedro Taques (PSB) adotou uma posição de defesa da investigação do caso. Para ele, se confirmadas, as novas informações reforçariam suspeitas que já vinham sendo levantadas em relação ao ministro.

Taques também citou o contrato firmado por Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro, com Vorcaro, e afirmou que o caso deveria ser investigado juntamente com outras suspeitas envolvendo integrantes do Supremo.

“Eu tenho defendido faz tempo que esse caso do ministro Alexandre precisa ser investigado, e do ministro [Dias] Toffoli também. É gravíssimo. Ninguém está acima da lei. Quem deve ser supremo é o tribunal e não o ministro”, afirmou.

Janaína critica atuação do Senado

A deputada estadual Janaína Riva (MDB) afirmou que o conjunto de informações envolvendo Moraes chegou a um ponto que, em sua avaliação, exige uma reação do Senado.

“É insustentável a situação do ministro Alexandre. A Constituição Federal atribuiu ao Senado a responsabilidade de processar e julgar ministro do Supremo. Isso não pode existir só no papel. O Senado precisa agir com firmeza”, disse.

As manifestações dos quatro candidatos ocorreram em meio à repercussão das informações sobre a relação entre Moraes e Vorcaro. As acusações e suspeitas mencionadas pelos candidatos, contudo, ainda dependem de apuração e confirmação pelas autoridades competentes.

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