Sustentabilidade
Panorama do Trigo: Oscilações em Chicago, Alerta Climático e a Tendência de Alta para 2027 – MAIS SOJA

A cotação do trigo, em Chicago, após ensaiar um recuo no dia 15, quando o primeiro mês cotado fechou em US$ 6,35/bushel, voltou a subir no restante dos dias, batendo em US$ 6,67 no dia 19 (uma das mais altas cotações desde maio de 2024). Entretanto, na sequência houve novas baixas e o fechamento da quinta-feira (21) acabou ficando em US$ 6,47/bushel, o mesmo valor de uma semana antes.
Dito isso, nos EUA, no dia 17/05 as condições das lavouras de trigo de inverno se apresentavam com 43% entre ruins a muito ruins, 30% regulares e 27% entre boas a excelentes. Já o trigo de primavera, na mesma data, havia sido plantado em 73% da área esperada, contra 66% na média histórica. Do total semeado, 39% havia germinado, contra 34% na média histórica.
O mercado externo reage à continuidade da guerra no Oriente Médio e ao relatório do USDA de oferta e demanda, anunciado no dia 12/05, que projetou a menor safra estadunidense de trigo desde 1972. Além disso, operadores acompanham a competitividade do trigo do Mar Negro e das regiões europeias.
Nos EUA houve seca importante que atingiu as plantações de trigo naquele país, onde os agricultores cultivam o trigo vermelho duro de inverno usado para fazer pão. E aqui no Brasil, os preços continuam melhorando lentamente. Nas principais praças gaúchas o saco de 60 quilos foi cotado a R$ 65,00 na média da semana, enquanto no Paraná o mesmo ficou em R$ 68,00.
De forma geral, o mercado nacional segue travado, atento ao plantio da nova safra e preocupado com a concreta possibilidade de que o país colha bem menos trigo no final do ano (a colheita começa pelo Paraná a partir de setembro). A tendência de preços mais elevados no final do ano e início de 2027 é bastante clara, especialmente se houver uma desvalorização do Real a partir da proximidade das eleições de outubro, fato que irá encarecer o produto importado. Vale ainda lembrar que a oferta interna de trigo de qualidade superior é, hoje, bastante pequena, além de grandes indefinições quanto ao comportamento climático durante o ciclo produtivo do cereal, na medida em que, cada vez mais, se fala em um super-El Niño para os próximos meses (neste último caso, é preciso muita cautela, pois as informações meteorológicas ainda não são definitivas).
Assim, no curto prazo, o “mercado de trigo no Sul do país segue marcado por oferta restrita de produto de qualidade, preços firmes e negociações pontuais entre moinhos e vendedores. No Rio Grande do Sul, os moinhos continuam em busca de trigo de melhor qualidade, produto que não está fácil de encontrar. Para lotes considerados bons, os preços chegaram a R$ 1.500,00 por tonelada CIF, com pagamento em 45 dias, embora esse valor tenha sido apontado como o máximo negociado na semana, e não como uma referência ampla de mercado.
A avaliação é que, diante da dúvida sobre parte do trigo argentino, alguns compradores preferem pagar mais por um produto nacional com qualidade mais garantida.Também houve aumento na procura por trigo branqueador, com bons volumes negociados. As coberturas de maio estão completas, enquanto junho é estimado em 50% coberto. Na safra nova, foram ouvidas referências pontuais de R$ 1.250,00/tonelada CIF porto e R$ 1.100,00 no interior, mas sem aceitação dos vendedores. Em Santa Catarina, o mercado segue como o mais estável da região Sul, recebendo ofertas do próprio estado, do Rio Grande do Sul e do Paraná.
O trigo catarinense subiu para o mínimo de R$ 1.350,00 por tonelada FOB, enquanto ofertas paranaenses ficaram entre R$ 1.320,00 e R$ 1.350,00/tonelada, e o trigo gaúcho entre R$ 1.350,00 e R$ 1.400,00/tonelada. E no Paraná, o mercado permanece firme, mas lento. Os negócios da semana variaram de R$ 1.330,00 a R$ 1.400,00/tonelada FOB, com embarques entre maio e julho. As novas ideias de venda chegaram a R$ 1.400,00 e R$ 1.500,00/tonelada FOB, enquanto há comprador a R$ 1.450,00/tonelada, no moinho, para junho” (TF Agronômica).
Enfim, nos três primeiros meses do corrente ano o Brasil já exportou 1,054 milhão de toneladas de trigo, a um valor médio de US$ 225,43/tonelada. Deste total exportado, 87,9% foi de trigo gaúcho. Os principais compradores de nosso trigo foram o Vietnã, com 257.353 toneladas; Quênia, com 141.616 toneladas; Arábia Saudita, com 138.802 toneladas; Nigéria, com 117.480 toneladas; e Bangladesh, com 111.430 toneladas.
Lembrando que, enquanto importamos grandes quantidades de trigo de qualidade superior, nos tornamos exportadores do cereal de qualidade inferior, resultante das constantes frustrações de safra que o Sul do país vem registrando.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹
1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ
Site: Ceema/Unijuí
Sustentabilidade
CMN flexibiliza uso de recursos para renegociar dívidas rurais – MAIS SOJA

Em vigor desde o fim de julho, a renegociação especial de dívidas dos produtores rurais será facilitada. Nesta segunda-feira (24), o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma resolução que flexibiliza o uso de recursos obrigatórios pelos bancos e cooperativas de crédito para quitar ou reduzir débitos contratados originalmente com outras fontes de financiamento.
A medida está relacionada à renegociação de dívidas rurais autorizada pela Medida Provisória 1.376/2026 e busca resolver uma dificuldade que vinha limitando a atuação das instituições financeiras.
O que mudou
Os bancos são obrigados a destinar uma parcela dos recursos captados em depósitos à vista para determinadas finalidades. Atualmente, 31,5% dos depósitos à vista são destinados ao crédito rural.
Antes da decisão do CMN, esses recursos só poderiam ser usados para renegociar operações que tivessem sido contratadas originalmente com a mesma fonte de recursos. Na prática, isso restringia a quantidade de dívidas que cada instituição financeira conseguia renegociar.
Com a mudança, os recursos obrigatórios poderão ser utilizados para liquidar ou amortizar operações contratadas originalmente com outras fontes. A exceção são as operações vinculadas aos fundos constitucionais.
Dessa forma, um banco passa a ter mais liberdade para usar os recursos obrigatórios disponíveis para ajudar na renegociação de dívidas rurais, mesmo quando o financiamento original não veio daquela mesma fonte.
A regra anterior determinava que as instituições considerassem os saldos das fontes de recursos apurados em 22 de julho. Segundo o Ministério da Fazenda, esse mecanismo dificultava a operacionalização e o controle das renegociações.
Limite de 40%
A flexibilização, porém, tem um limite. Os agentes financeiros poderão usar até 40% da exigibilidade do ano-safra em renegociações.
A exigibilidade é, de forma simplificada, a parcela dos recursos que as instituições financeiras são obrigadas a destinar a determinadas modalidades de crédito.
O teto de 40% foi estabelecido para evitar que os recursos destinados ao crédito rural sejam consumidos em grande parte pelo refinanciamento de dívidas. A intenção é preservar dinheiro também para novos empréstimos aos produtores.
Juros das operações
Poderão ser utilizados recursos direcionados não controlados ou recursos livres não controlados, respeitando as taxas de juros previstas para as renegociações. Os juros ficarão entre 5% e 12% ao ano, conforme o nível de perdas comprovado pelo produtor rural. A taxa, portanto, não será necessariamente a mesma para todos. A situação de cada produtor e a comprovação das perdas influenciarão as condições da renegociação.
Mais bancos
A medida também pode ampliar o número de instituições financeiras capazes de participar da renegociação das dívidas rurais.
Em 14 de agosto, o Ministério da Fazenda distribuiu R$ 25,8 bilhões em limites de equalização entre dez instituições financeiras.
A equalização é um mecanismo usado pelo governo para compensar instituições financeiras pela diferença entre o custo de captação dos recursos e os juros cobrados em determinadas operações.
Com a nova regra, bancos que não receberam limites de equalização naquela distribuição também poderão participar das renegociações usando os recursos obrigatórios.
Quem recebeu menos
A mudança também beneficia instituições que receberam um limite de equalização menor do que o necessário para atender à demanda de seus clientes. Esses bancos poderão usar até 40% das exigibilidades dos recursos obrigatórios para complementar os valores destinados à renegociação.
Na prática, a medida amplia a capacidade das instituições financeiras de atender produtores que buscam reorganizar suas dívidas, sem retirar totalmente os recursos que precisam continuar disponíveis para novos financiamentos rurais.
Efeito esperado
O objetivo central da decisão do CMN é destravar as renegociações de dívidas rurais.
Ao permitir que mais fontes de recursos sejam utilizadas e ao ampliar a quantidade de instituições que podem participar das operações, o governo espera facilitar a repactuação dos débitos.
Ao mesmo tempo, o limite de 40% procura equilibrar os dois objetivos: ajudar produtores endividados a reorganizar suas dívidas e preservar recursos para que o sistema financeiro continue concedendo novos créditos rurais.
Fonte: Agência Brasil
Sustentabilidade
Plano Safra: Canola amplia alternativas de produção no inverno – MAIS SOJA

O amarelo que toma conta das lavouras durante a floração da canola tem ganhado cada vez mais espaço no campo e também na estratégia dos produtores rurais. Em Crissiumal, no Noroeste do Rio Grande do Sul, a cultura vem sendo uma alternativa para diversificar a produção durante o inverno e aproveitar melhor as áreas agrícolas.
Os cooperados Janiel Frasson Helfenstein e sua esposa, Luana Unser Prediger, iniciaram o cultivo da canola em 2025. Na propriedade, localizada na comunidade de Vila Planalto, são destinados aproximadamente 30 hectares para a cultura nesta safra.
A escolha pela canola está relacionada principalmente à possibilidade de diversificação e à adaptação da cultura ao sistema produtivo da região. Além de ser uma oleaginosa cultivada no período de inverno, a canola pode participar da rotação de culturas, contribuindo para a quebra de ciclos de doenças e para o melhor aproveitamento da área agrícola. Estudos da Embrapa destacam esse potencial da cultura no Noroeste do Rio Grande do Sul.
Uma nova alternativa para a lavoura
Para os produtores, apostar na canola também significa buscar novas possibilidades de renda e aproveitar um período em que a propriedade poderia ter parte de sua área com menor utilização.
Janiel conta que decidiu investir na cultura principalmente pela maior resistência da canola às chuvas. Antes, durante o inverno, a área era destinada ao cultivo de trigo. A mudança trouxe uma nova alternativa para a propriedade, com a expectativa de um retorno financeiro maior devido à valorização da canola no mercado. Para esta safra, a previsão é colher entre 25 e 30 sacas por hectare.
O cultivo exige atenção desde o planejamento da lavoura até a colheita. Entre os principais cuidados estão a escolha da cultivar, a época de semeadura, o manejo do solo, a adubação e o acompanhamento das condições climáticas. No Rio Grande do Sul, a canola é cultivada durante o outono e o inverno, e o planejamento da semeadura é um dos fatores importantes para o desempenho da lavoura.
Crédito para o cultivo
Para garantir os recursos necessários ao desenvolvimento da cultura, os cooperados buscaram na Cresol o apoio do Plano Safra. Por meio da linha de custeio, puderam contar com recursos para as despesas ao longo do ciclo produtivo, contribuindo para um melhor planejamento e desenvolvimento da lavoura.
“A Cresol facilitou a nossa produção pela agilidade na liberação do crédito e pela praticidade na contratação. E também tem o atendimento próximo, porque a gente sabe que pode contar com eles quando precisa. Com o tempo, acaba criando até uma amizade”, comenta Janiel.
Mais do que disponibilizar o crédito, a proximidade com o associado faz parte da atuação da Cresol no campo. A cooperativa busca compreender a realidade de cada propriedade para oferecer soluções que estejam de acordo com as necessidades do produtor.
Canola ganha espaço no Rio Grande do Sul
A experiência dos produtores de Crissiumal acompanha um movimento de expansão da cultura no Rio Grande do Sul. De acordo com a projeção da Emater/RS-Ascar para a safra 2026, o Estado deve cultivar 353.397 hectares de canola, um crescimento de 102,64% em relação à área cultivada em 2025. O avanço reforça a cultura como uma das principais alternativas entre os cultivos de inverno.
No Noroeste gaúcho, a cultura já possui histórico de adaptação e vem sendo estudada como alternativa para os sistemas de produção da região. Além da possibilidade de geração de renda no inverno, a canola contribui para a diversificação e pode ser inserida em sistemas de rotação com outras culturas.
Para Christian Renz, gerente da agência da Cresol em Crissiumal, apoiar atividades como a produção de canola faz parte do compromisso da cooperativa com o desenvolvimento das propriedades e da economia local. “Sabemos que diversificar a produção também é uma forma de buscar novas oportunidades no campo. A Cresol está ao lado dos agricultores para apoiar essas decisões e incentivar que conheçam e avaliem novas alternativas de cultivo, sempre considerando a realidade e os objetivos de cada propriedade”, destaca.
A expectativa dos associados para os próximos ciclos é seguir investindo na canola como alternativa para diversificar a produção. Com planejamento, conhecimento e acesso aos recursos necessários, a cultura passa a ocupar um espaço cada vez mais estratégico na propriedade.
Série especial Plano Safra
Desde 2003, o Plano Safra é uma das principais políticas de incentivo ao desenvolvimento da agropecuária brasileira, oferecendo linhas de crédito para custeio, investimento e modernização das propriedades rurais.
Nesta série especial, a Cresol apresenta histórias de produtores que utilizam esses recursos para investir em tecnologia, ampliar a produção e fortalecer a sucessão familiar. A cada reportagem, uma atividade mostra como o cooperativismo contribui para o desenvolvimento do campo em diferentes regiões do Brasil.
Sobre a Cresol
Com 31 anos de história, mais de 1,2 milhão de cooperados e 1.060 agências de relacionamento no Brasil, a Cresol é uma das principais instituições financeiras cooperativas do país. Com foco no atendimento personalizado, fornece soluções financeiras para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Milho ganha força, enquanto soja espera por novos sinais de demanda no mercado internacional – MAIS SOJA

Enquanto o milho começa a encontrar espaço para uma recuperação no mercado internacional, a soja ainda enfrenta um obstáculo conhecido: a demanda. Os dados de oferta e demanda divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em agosto mostram uma mudança importante no equilíbrio entre os dois grãos. No milho, estoques menores aumentam a sensibilidade do mercado a novas perdas de produção ou surpresas na demanda. Na soja, o aumento da oferta americana mantém os preços mais dependentes de novos estímulos, especialmente das compras chinesas.
No Brasil, porém, o comportamento das bolsas internacionais é apenas parte da formação dos preços, que também depende de câmbio, prêmios e demanda.
Soja ainda depende da demanda
Na soja, a produtividade americana foi revisada de 59,40 para 59,07 sacas por hectare, mas a área colhida aumentou 1,7%, para 34,72 milhões de hectares. Com isso, a produção chegou a 122,99 milhões de toneladas, acima das 121,8 milhões esperadas pelo mercado. Os estoques finais ficaram em 8,71 milhões de toneladas, enquanto a previsão de importação da China permaneceu em 115 milhões de toneladas.
Para Isabella Pliego, analista de inteligência e estratégia da Biond Agro, o aumento da oferta americana reduz o espaço para uma alta mais consistente. “O que trava a soja hoje é demanda. O esmagamento maior sustenta farelo e óleo, mas não resolve o excedente de grão que precisa sair dos Estados Unidos”, afirma.
A produção brasileira de soja para 2026/27 permanece projetada em 186 milhões de toneladas. Nesse cenário, o mercado passa a depender de novos sinais de demanda chinesa ou de perdas mais significativas nas lavouras americanas para ganhar sustentação.
Milho tem estoques mais apertados
No milho, a combinação entre exportações maiores e estoques menores mudou a percepção do mercado. As exportações americanas para 2025/26 subiram de 84,46 milhões para 86,36 milhões de toneladas, enquanto os estoques de passagem recuaram de 51,31 milhões para 49,40 milhões. Para 2026/27, os estoques finais foram projetados em 41,98 milhões de toneladas, queda de 7,65%.
“A relação estoque/uso americana saiu do cenário mais confortável e entrou em patamar justo, e assim o mercado começa a precificar risco: com pouco colchão, qualquer problema de clima ou surpresa de demanda gera reação de preço desproporcional ao tamanho do dado”, explica Isabella.
Apesar da produção americana continuar elevada, em 406,75 milhões de toneladas, o menor volume disponível reduz a margem para novas perdas de produtividade ou aumento das exportações. A relação estoque/uso caiu de 11,01% para 10,12%, reforçando a mudança no balanço do cereal.
Câmbio segue decisivo para o produtor
No mercado brasileiro, os efeitos desse cenário ainda dependem de fatores domésticos. A projeção de estoques finais de milho para 2026/27 caiu de 11,1 milhões para 10,1 milhões de toneladas, enquanto o consumo interno subiu de 98 milhões para 100 milhões de toneladas.
Para Isabella, a movimentação internacional precisa ser analisada em conjunto com as condições do mercado brasileiro. “Câmbio, prêmios da soja e exportações brasileiras de grãos continuam definindo quanto do movimento externo chega ao produtor. No milho, o consumo doméstico brasileiro também ganha importância”, afirma.
O cenário desenhado pelos dados do USDA coloca milho e soja em momentos distintos. Enquanto o cereal passa a operar com menor margem de segurança nos estoques americanos e fica mais sensível a fatores como clima e demanda, a soja ainda precisa de novos estímulos para reduzir a pressão provocada pela oferta. Para o mercado brasileiro, a combinação entre esses fatores externos e as condições domésticas será determinante para definir os próximos movimentos de preços.
Sobre a Biond Agro
Empresa especializada em gestão e comercialização de grãos para o produtor brasileiro, originária de um grupo de companhias com 25 anos de experiência (Fyo, CRESUD e Brasil Agro). Compreendendo os números e especificidades do negócio e como interagir com os mercados. A Biond Agro desenha estratégias de comercialização e execução de negócios, profissionalizando a gestão de riscos para tornar o agronegócio sustentável no longo prazo. Saiba mais em https://www.biondagro.com/
Fonte: Assessoria de imprensa
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