Sustentabilidade
Soja/Ceema: Soja sobe em Chicago e supera US$ 12 com impacto da guerra no Oriente Médio – MAIS SOJA

Comentários referentes ao período entre 06/03/2026 e 12/03/2026
As cotações da soja continuaram subindo em Chicago, puxadas pela guerra no Oriente Médio, a qual se mantém. O aumento do grão se dá, especialmente, pela forte alta do óleo de soja, puxada pelo petróleo, com a libra-peso do subproduto da soja atingindo a 67,34 centavos de dólar no dia 12/03.
Com isso, o próprio farelo sobe de preço (US$ 319,90/tonelada curta no dia 12) e o grão se eleva, superando os US$ 12,00/bushel durante esta semana. O fechamento desta quinta-feira (12) ficou em US$ 12,13/bushel, contra US$ 11,63 uma semana antes. A última vez que Chicago, para o primeiro mês cotado, havia registrado valores nos patamares de US$ 12,00 foi em 06/06/2024.
Ao mesmo tempo, o relatório de oferta e demanda do USDA, anunciado no dia 10/03, não trouxe novidades para a soja, mantendo a última colheita dos EUA em 116 milhões de toneladas, assim como a expectativa de colheita final no Brasil em 180 milhões de toneladas. Houve apenas uma pequena redução na estimativa de produção da Argentina, com a mesma passando, agora, para 48 milhões de toneladas, e no volume mundial final, para 2025/26, com o mesmo recuando um milhão de toneladas, para 427,2 milhões de toneladas. Os estoques finais mundiais permanecem em 125 milhões de toneladas e as importações chinesas de soja em 112 milhões.
Dito isso, o Paraguai confirma sua superssafra, com a mesma devendo atingir a 11,8 milhões de toneladas neste ano comercial (cf. StoneX).
Por sua vez, na China as importações de soja recuaram nos dois primeiros meses do ano, “refletindo a maioria dos embarques dos EUA que ainda não chegaram, por colheitas mais lentas do Brasil e pela demora no desembaraço aduaneiro”. A queda no primeiro bimestre foi de 7,8% em relação ao ano anterior, ficando o volume em 12,6 milhões de toneladas. Espera-se uma recuperação desta performance já a partir deste mês de março, pois aguarda-se a chegada de 6,4 milhões de toneladas da oleaginosa nos portos chineses no corrente mês, contra 3,5 milhões em março do ano passado (cf. Reuters).
E no Brasil, embora o câmbio continue estável ao redor de R$ 5,15 por dólar, os preços da soja finalmente subiram um pouco, puxados por Chicago. As principais praças gaúchas trabalharam com R$ 119,00/saco nesta semana, enquanto nas demais regiões do país os preços oscilaram entre R$ 100,00 e R$ 117,00/saco.
A colheita, no país, avança, tendo chegado a 90% da área no Mato Grosso (cf. Imea) e a 47,4% no início da presente semana no conjunto do Brasil (cf. Pátria AgroNegócios). Em ambos os casos, ainda atrasada, sendo que no caso do país, no ano passado, nesta época, a colheita atingia a 58,7% da área e a média histórica é de 47,8%.
Por outro lado, a Emater/RS divulgou que, por enquanto, a quebra da safra de soja gaúcha, em relação ao esperado, é de 11,3%, o que levaria a colheita final a 19 milhões de toneladas. Em algumas regiões, como a Noroeste do Estado, a quebra chega a 30% efetivamente. Todavia, é preciso esperar para se ter o número final, pois a quebra pode ser maior, já que as chuvas minguaram em março.
No caso gaúcho em particular e outros locais do país, a preocupação é com as dificuldades para a obtenção de óleo diesel para a colheita, já que, diante da iminência de uma alta de preços, devido aos efeitos da guerra no Oriente Médio, as distribuidoras estão segurando o produto e os importadores, enquanto o preço local não se ajustar à forte alta internacional, deixam de abastecer o país (o Brasil importa ao redor de 30% do óleo diesel que consome). Hoje a diferença de preço do diesel, em relação ao exterior, estaria em torno de 50% (e da gasolina em 20%) diante da disparada dos preços internacionais do petróleo, os quais voltaram a se aproximar de US$ 100,00/barril no final desta semana. Assim, mesmo com a Petrobrás ainda não aumentando os combustíveis, na prática, em alguns locais do Estado gaúcho o produtor já estaria pagando um real a mais pelo litro de diesel e muitos estão indo com suas máquinas aos postos de combustível para abastecer já que os TRRs estão sem o produto.
Enfim, causa preocupação, igualmente, o anúncio de que a Cargill, um dos cinco gigantes do comércio internacional de soja, “suspendeu operações de exportação de soja do Brasil para a China devido a mudanças na inspeção fitossanitária pelo governo brasileiro. O Brasil estaria adotando uma inspeção mais rigorosa para a soja destinada à China, após solicitação do governo chinês, e a nova fiscalização está dificultando cumprimento de normas pelos comerciantes e a obtenção da autorização para o embarque do produto”. Com isso a multinacional suspendeu a compra do produto no mercado brasileiro, por conta das dificuldades de enviar o grão ao principal importador global da oleaginosa.
Consta que o Ministério da Agricultura brasileiro “em vez de usar amostra padrão para inspeção que o mercado usa, está fazendo a própria amostragem, gerando diferenças, fato que leva o Ministério a não emitir os certificados fitossanitários. E sem tais certificados o navio não pode descarregar na China. Se tal situação não for logo resolvida poderemos ter a paralisação dos embarques para a China. Por enquanto, o que se sabe é que há negociações em andamento para solucionar o problema.” (cf. Reuters). A quinta-feira (12) iniciou com várias tradings fora do mercado de exportação no Brasil devido a este problema, havendo somente negócios com o mercado interno. Isso tende a reduzir o preço interno da oleaginosa se o problema não for logo solucionado.
Fonte: Ceema

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ
Site: CEEMA
Sustentabilidade
Agrishow 2026: Valtra apresenta o PTx FarmENGAGE, nova ferramenta que quebra barreiras de conectividade no campo – MAIS SOJA

Foto de capa: Assessoria
Durante a Agrishow 2026, que acontece de 27 de abril a 1º de maio, a Valtra apresentará pela primeira vez no país a plataforma digital FarmENGAGE. A ferramenta foi desenvolvida pela PTx Trimble, marca do grupo AGCO voltada para a agricultura de precisão. A nova plataforma de gerenciamento de dados irá integrar o portfólio da marca, revolucionando o compartilhamento remoto de informações entre a fazenda e o escritório.
A grande inovação da ferramenta é o fim da restrição de marcas e da intervenção humana para realizar a transferência de dados manualmente. “O FarmENGAGE chega ao mercado como uma plataforma digital amigável para qualquer máquina, permitindo que o produtor administre todas elas em um único ambiente digital, ampliando a eficiência. A ideia é que esse software sirva para conectar toda a frota, independente da marca, ano ou modelo”, explica Elizeu dos Santos, gerente de Marketing de Produto da Valtra.
Atuando como uma central de dados, o FarmENGAGE é compatível com as plataformas de gestão das máquinas por meio de conexões via API e suporta os principais formatos de arquivos utilizados na agricultura de precisão. No campo, a solução se conecta diretamente aos monitores e equipamentos de qualquer marca que utilize os monitores PTx Trimble da série GFX. Além disso, oferece conectividade com o sistema de documentação TaskDocPro, presente nos equipementos embarcados com os monitores Valtra SmartTouch.
SmartTouch da Valtra no trator S6
A plataforma atua diretamente na transferência e no compartilhamento simplificado de dados, com o envio remoto de informações entre o escritório e os tratores. Dessa forma, ele permite o acompanhamento em tempo real do uso do equipamento e do progresso do trabalho, além de automatizar a coleta e o envio de registros de aplicação. Com os recursos de sincronização, que reúnem automaticamente as informações à medida que são coletadas, o agricultor consegue economizar tempo e reduzir desperdícios na produção.
Adicionalmente à gestão da operação, a plataforma é sobretudo uma ferramenta de gestão em que o produtor rural pode planejar sua safra integrando as informações dos insumos com o planejamento da lavoura. Nela, as prescrições agronômicas são atreladas às ordens de serviço em um sistema unificado, reduzindo tarefas manuais e aproveitando as conclusões obtidas através do histórico dados para a prática da agricultura de precisão e otimização de resultados futuros.
Com a introdução do FarmENGAGE, a Valtra reforça seu compromisso em entregar inovações tecnológicas que alavancam a produtividade, a eficiência e a agricultura de precisão nas lavouras brasileiras.
Valtra
A linha de produtos Valtra inclui tratores de 57 a 425 cavalos, colheitadeiras, plantadeiras e pulverizadores. No Brasil desde 1960, foi a primeira empresa do setor a se instalar no País. A Valtra conta hoje com uma rede de mais de 220 pontos de venda e assistência técnica na América Latina, dos quais 156 estão no Brasil. A Valtra é uma das principais marcas pertencentes ao grupo AGCO. Para saber mais sobre a Valtra: visite o site.
Sobre a AGCO
A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão. Guiada por uma estratégia que prioriza o agricultor, a AGCO entrega valor por meio de suas marcas líderes e diferenciadas, como Fendt™, Massey Ferguson™, PTx™ e Valtra™. Seus equipamentos de alto desempenho e soluções inteligentes para o campo — incluindo tecnologias de retrofit independentes de marca e ofertas autônomas — capacitam os produtores a aumentar a produtividade, enquanto alimentam o mundo de forma sustentável. Para mais informações, clique aqui.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Época de semeadura e vazio sanitário da soja para a safra 2026/2027 – MAIS SOJA

A época de semeadura é um dos principais fatores relacionados a produtividade da soja. Ainda que varie em função do grupo de maturidade relativa, a latitude desempenha um papel crucial no aumento do potencial produtivo devido ao maior comprimento do dia e à maior disponibilidade de radiação solar, sendo assim, a época de semeadura interfere diretamente no potencial produtivo da cultura (Pegoraro, 2024).
Estudos regionalizados permitem definir com maior precisão o período ideal de semeadura da soja, contribuindo para a redução de perdas de produtividade. Para a região Sul do Brasil (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e metade do Paraná), trabalhos da equipe FieldCrops indicam que cultivares com GMR ≤ 5,5 apresentam uma janela de semeadura mais restrita, entre 20 de setembro e 3 de novembro. A partir desse período, observa-se redução média de 30 kg ha⁻¹ por dia de atraso (Figura 1A).
Para cultivares com GMR entre 5,6 e 6,4, a janela ótima se estende até 15 de novembro, com perdas estimadas em 25 kg ha⁻¹ dia⁻¹ em semeaduras tardias (Figura 1B). Já cultivares com GMR ≥ 6,5 mantêm altas produtividades até 20 de novembro, passando então a apresentar reduções da ordem de 25 kg ha⁻¹ por dia de atraso (Figura 1C).
Figura 1. Produtividade (t ha-1) de soja no Sul do Brasil em relação à época de semeadura (dias após 20 de setembro) para diferentes faixas de GMR. GMR ≤ 5.5 (A), GMR 5.6 a 6.4 (B) e GMR ≥ 6.5 (C). Círculos azuis representam experimentos irrigados e círculos amarelos experimentos sem irrigação. A linha sólida preta representa a função limite.
No entanto, definir a época de semeadura não é apenas uma questão relacionada ao aumento do rendimento da soja, mas também, a manutenção do potencial produtivo, manejo de pragas e doenças, assim como redução dos riscos relacionados ao clima. Para isso, anualmente são definidas as portarias que estabelecem os períodos de vazio sanitário e calendário de semeadura da soja.
O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) tem como objetivo reduzir os riscos climáticos ao orientar o produtor na definição da melhor época de semeadura, considerando a região, a cultura e o tipo de solo. Para a soja, são estabelecidas áreas e janelas de plantio com base em probabilidades de perdas de rendimento (20%, 30% e 40%) associadas a eventos meteorológicos adversos, contribuindo para a redução de perdas, maior estabilidade produtiva e expansão das áreas agrícolas (MAPA, 2024). Além disso, vale destacar que alguns agentes financeiros condicionam a concessão do crédito rural à observância aos indicativos do ZARC (MAPA, 2017)
Para a safra 2026/2027, a PORTARIA SDA/MAPA Nº 1.579, DE 9 DE ABRIL DE 2026 estabelece os períodos de vazio sanitário e épocas de semeadura nas diferentes unidades da federação, subdividindo essas unidades em regiões de cultivo (Tabela 1). Além de minimizar os riscos relacionados a eventos climáticos, seguir as orientações do ZARC, respeitando o período de vazio sanitário é crucial para o manejo de doenças expressivas da soja como a ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi).
Tabela 1. Períodos de vazio sanitário e de calendário de semeadura para a cultura da soja na safra 2026/2027.

Confira a PORTARIA SDA/MAPA Nº 1.579, DE 9 DE ABRIL DE 2026 completa clicando aqui!
Atualização
O MAPA em parceria com a Embrapa, avançou ao aprovar a segunda fase do Zarc Níveis de Manejo (ZARCNM). Como uma evolução do ZARC, o ZARCNM incorpora a qualidade do manejo agrícola, especialmente do solo, como fator adicional na avaliação dos riscos produtivos. Diferentemente do modelo tradicional, que considera principalmente variáveis climáticas, essa abordagem classifica os sistemas produtivos em diferentes níveis de manejo, levando em conta práticas como conservação do solo, rotação de culturas e uso de tecnologias. Com isso, produtores que adotam manejos mais eficientes passam a ter janelas de semeadura mais amplas e menores riscos estimados, tornando o zoneamento mais preciso e alinhado à realidade das lavouras (MAPA, 2026).
Nesse contexto, por meio da Resolução nº 111, o MAPA ampliou o ZARC Níveis de Manejo, fortalecendo essa abordagem. A nova fase do projeto expande sua cobertura para mais estados, inclui culturas como o milho safrinha e reforça os incentivos às boas práticas agrícolas, além de elevar os percentuais de subvenção ao seguro rural, que podem chegar a até 40% para soja, e prever a inclusão de novas culturas a partir de 2026 (MAPA, 2026).
Confira a Resolução nº 111 clicando aqui!
Referências:
MAPA. PORTARIA SDA/MAPA Nº 1.579, DE 9 DE ABRIL DE 2026. Diário Oficial da União, 2026. Disponível em: < https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-sda/mapa-n-1.579-de-9-de-abril-de-2026-698696654 >, acesso em: 29/04/2026.
MAPA. RESOLUÇÃO Nº 111, DE 28 DE ABRIL DE 2026. Diário Oficial da União, 2026. Disponível em: < https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-n-111-de-28-de-abril-de-2026-702094797 >, acesso em: 29/04/2026.
MAPA. ZARC: MAPA PUBLICA ZONEAMENTO AGRÍCOLA DE RISCO CLIMÁTICO DA SOJA PARA SAFRA 2024/2025. Ministério da Agricultura e Pecuária, 2024. Disponível em: < https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/2024/mapa-publica-zoneamento-agricola-de-risco-climatico-da-soja-para-safra-2024-2025 >, acesso em: 29/04/2026.
MAPA. ZONEAMENTO AGRÍCOLA DE RISCO CLIMÁTICO. Ministério da Agricultura e Pecuária, 2017. Disponível em: < https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/riscos-seguro/programa-nacional-de-zoneamento-agricola-de-risco-climatico/zoneamento-agricola >, acesso em: 29/04/2026.
MAPA. ZONEAMENTO: MAPA AMPLIA ZARC NÍVEIS DE MANEJO E ELEVA SUBVENÇÃO DO SEGURO RURAL PARA ATÉ 50%. Ministério da Agricultura e Pecuária, 2026. Disponível em: < https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/mapa-amplia-zarc-niveis-de-manejo-e-eleva-subvencao-do-seguro-rural-para-ate-50 >, acesso em: 29/04/2026.
ORDOÑEZ, M. A. G. ÉPOCA DE SEMEDAURA DA SOJA NO SUL DO BRASIL. Mais Soja, 2025. Disponível em: < https://maissoja.com.br/epoca-de-semeadura-da-soja-no-sul-do-brasil/ >, acesso em: 29/04/2026.
PEGORARO, C. P. QUAL A MELHORA ÉPOCA DE SEMEADURA DE SOJA NO BRASIL? Mais Soja, 2024. Disponível em: < https://maissoja.com.br/semeadura-epoca/ >, acesso em: 29/04/2026.
WINCK, J. E. M. et al. Ecofisiologia da soja: visando altas produtividades. Santa Maria, ed. 3, 2025.

Sustentabilidade
Sicredi reforça protagonismo na Agrishow 2026 como maior financiador privado do agronegócio brasileiro – MAIS SOJA

Foto de capa: Assessoria
O Sicredi apresentou, durante coletiva de imprensa realizada na Agrishow 2026 no dia 24 de abril, os resultados mais recentes do ciclo agrícola e reforçou seu papel estratégico no apoio ao produtor rural. A instituição destacou o crescimento da carteira agro, a ampliação do crédito e a evolução do portfólio de produtos cada vez mais voltados para as necessidades do campo, reforçando sua atuação como maior financiador privado do agronegócio brasileiro.
Nos nove primeiros meses do Plano Safra 2025/2026, o Sicredi liberou R$ 52,8 bilhões em crédito, crescimento de 16,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. As operações de custeio, investimento, comercialização e industrialização seguem como principais motores desse avanço, evidenciando a consistência da atuação no setor. A carteira de crédito agro da instituição já ultrapassa R$ 123 bilhões (dados de março de 2026).
“Os números apresentados refletem a força do modelo cooperativo e, principalmente, a nossa proximidade com o produtor rural. Seguimos ampliando o acesso ao crédito de forma responsável, apoiando tanto o custeio quanto os investimentos que impulsionam a produtividade e a sustentabilidade no campo”, afirmou o superintendente de Agronegócio do Sicredi, Vitor Moraes.
Outro destaque foi o avanço das soluções financeiras complementares ao crédito tradicional. Em 2025, o Sicredi somou R$ 3,2 bilhões em consórcios destinados ao agro e alcançou mais de 479 mil hectares protegidos por seguros rurais, consolidando o avanço da gestão de risco no setor.
O diretor de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adilson de Sá, destacou a diversificação do portfólio como diferencial estratégico da instituição: “Temos ampliado nossa oferta de soluções para atender o produtor de forma completa, indo além do crédito tradicional. Produtos como consórcios, seguros e as operações em moeda estrangeira permitem mais planejamento, proteção e competitividade ao produtor rural”.
A instituição mantém saldo relevante em carteira nas modalidades atreladas à moeda estrangeira. Entre 2024 e 2025, houve um crescimento de 350% nas modalidades de proteção de NDF Dólar e NDF Commodities, mostrando a tendência de cada vez mais o produtor procurar soluções protetivas da variação de preço das commodities e da volatilidade cambial.
Liderança no Pró-Trator no estado de São Paulo
Outro destaque da atuação do Sicredi é a liderança no programa Pró-Trator, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo voltada à modernização do parque de máquinas agrícolas. A instituição financeira cooperativa responde por mais de 80% das operações do programa.
Somente na Safra 2025/2026, já foram operacionalizadas mais de 821 operações.
O Sicredi foi a primeira instituição financeira a operar o programa, reforçando seu papel pioneiro na ampliação do acesso ao crédito e no estímulo à inovação no agronegócio.
Perfil das operações
Pequenos e médios produtores rurais seguem como protagonistas, representando quase 70% das mais de 247 mil operações realizadas na safra. Em relação à finalidade do crédito, o custeio respondeu por 37% do volume liberado, enquanto os investimentos representaram 29%.
Outro dado relevante apresentado na coletiva foi o avanço do crédito para mulheres produtoras, com R$ 10,5 bilhões liberados na safra 2025/2026 e crescimento de 7,4%, indicando o avanço da inclusão e da diversidade no campo.
Parceiro do agronegócio
O agronegócio segue como um dos principais pilares estratégicos do Sicredi, refletindo um modelo cooperativo que alia a solidez financeira ao desenvolvimento regional. Por meio de suas 100 cooperativas, o Sicredi mantém uma atuação próxima às realidades locais, contribuindo para ampliar o acesso ao crédito e impulsionar a produtividade no campo, com impacto direto no desenvolvimento econômico das regiões onde atua.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras. Site do Sicredi: Clique aqui Redes Sociais: Facebook | Instagram | Twitter | LinkedIn | YouTube | TikTok
Fonte: Assessoria de imprensa
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