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29 de abril de 2026

Sustentabilidade

Agrishow 2026: Valtra apresenta o PTx FarmENGAGE, nova ferramenta que quebra barreiras de conectividade no campo – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

Durante a Agrishow 2026, que acontece de 27 de abril a 1º de maio, a Valtra apresentará pela primeira vez no país a plataforma digital FarmENGAGE. A ferramenta foi desenvolvida pela PTx Trimble, marca do grupo AGCO voltada para a agricultura de precisão. A nova plataforma de gerenciamento de dados irá integrar o portfólio da marca, revolucionando o compartilhamento remoto de informações entre a fazenda e o escritório. 

A grande inovação da ferramenta é o fim da restrição de marcas e da intervenção humana para realizar a transferência de dados manualmente. “O FarmENGAGE chega ao mercado como uma plataforma digital amigável para qualquer máquina, permitindo que o produtor administre todas elas em um único ambiente digital, ampliando a eficiência. A ideia é que esse software sirva para conectar toda a frota, independente da marca, ano ou modelo”, explica Elizeu dos Santos, gerente de Marketing de Produto da Valtra. 

Atuando como uma central de dados, o FarmENGAGE é compatível com as plataformas de gestão das máquinas por meio de conexões via API e suporta os principais formatos de arquivos utilizados na agricultura de precisão. No campo, a solução se conecta diretamente aos monitores e equipamentos de qualquer marca que utilize os monitores PTx Trimble da série GFX. Além disso, oferece conectividade com o sistema de documentação TaskDocPro, presente nos equipementos embarcados com os monitores Valtra SmartTouch.

SmartTouch da Valtra no trator S6

A plataforma atua diretamente na transferência e no compartilhamento simplificado de dados, com o envio remoto de informações entre o escritório e os tratores. Dessa forma, ele permite o acompanhamento em tempo real do uso do equipamento e do progresso do trabalho, além de automatizar a coleta e o envio de registros de aplicação. Com os recursos de sincronização, que reúnem automaticamente as informações à medida que são coletadas, o agricultor consegue economizar tempo e reduzir desperdícios na produção.

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Adicionalmente à gestão da operação, a plataforma é sobretudo uma ferramenta de gestão em que o produtor rural pode planejar sua safra integrando as informações dos insumos com o planejamento da lavoura. Nela, as prescrições agronômicas são atreladas às ordens de serviço em um sistema unificado, reduzindo tarefas manuais e aproveitando as conclusões obtidas através do histórico dados para a prática da agricultura de precisão e otimização de resultados futuros.

Com a introdução do FarmENGAGE, a Valtra reforça seu compromisso em entregar inovações tecnológicas que alavancam a produtividade, a eficiência e a agricultura de precisão nas lavouras brasileiras. 

Valtra

A linha de produtos Valtra inclui tratores de 57 a 425 cavalos, colheitadeiras, plantadeiras e pulverizadores. No Brasil desde 1960, foi a primeira empresa do setor a se instalar no País. A Valtra conta hoje com uma rede de mais de 220 pontos de venda e assistência técnica na América Latina, dos quais 156 estão no Brasil. A Valtra é uma das principais marcas pertencentes ao grupo AGCO. Para saber mais sobre a Valtra: visite o site.

Sobre a AGCO

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão. Guiada por uma estratégia que prioriza o agricultor, a AGCO entrega valor por meio de suas marcas líderes e diferenciadas, como Fendt™, Massey Ferguson™, PTx™ e Valtra™. Seus equipamentos de alto desempenho e soluções inteligentes para o campo — incluindo tecnologias de retrofit independentes de marca e ofertas autônomas — capacitam os produtores a aumentar a produtividade, enquanto alimentam o mundo de forma sustentável. Para mais informações, clique aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa

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Sustentabilidade

FPT leva à agrishow motores de alta potência e conectividade para máquinas agrícolas e geração de energia – MAIS SOJA

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A FPT, marca líder em venda de motores na América Latina e pioneira em soluções de propulsão alternativa no mercado, apresenta na Agrishow 2026 um portfólio diversificado de soluções com foco nas atividades do agronegócio.

Durante o evento, realizado de 27 de abril a 1o de maio, em Ribeirão Preto (SP), a marca leva para a exposição motores para aplicação em tratores e máquinas agrícolas, geração de energia, veículos comerciais e motores remanufaturados, além do lançamento de soluções digitais para a monitoramento, gestão e manutenção de motores.

“A Agrishow é uma plataforma estratégica de relacionamento e negócios, é onde grandes clientes e parceiros da marca estão e por isso é onde a FPT está. Aproveitamos este momento para reforçar junto aos clientes o nosso compromisso com o desenvolvimento de soluções em powertrain com foco na eficiência e rentabilidade do agronegócio, segmento no qual temos forte atuação e uma posição de liderança. Este ano, além de um portfólio de motores amplo, alinhados as possibilidades da matriz energética do nosso país, trouxemos também novidades em conectividade para monitoramento, gestão e manutenção dos motores por meio do aplicativo MyFPT. Estamos na feira para reforçar nossa posição de protagonismo e liderança no setor, e apresentarmos nossas soluções únicas para o mercado off-road”, afirma Bernardo Brandão, presidente da FPT para a América Latina.

Entre os destaques estão soluções em combustíveis alternativos e menor emissão de CO2 com os motores N67 NG e CURSOR 13 NG. Movidos a gás natural e/ou biometano, os modelos apresentam alto desempenho, baixo consumo de combustível e manutenção, podendo reduzir a emissão de poluentes em até 95% se comparado com as versões diesel.

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“São motores produzidos regionalmente, na planta FPT em Córdoba, na Argentina, o que reforça o nosso compromisso com o mercado regional e os investimentos da marca em desenvolver soluções inovadoras para os segmentos em que atuamos”, complementa Brandão.

O Motor N67 NG possui seis cilindros de 6,7 litros e entrega potência de 206 kW (276 hp) a 2000 rpm e torque de 1000 Nm a 1000 rpm, com aplicação em operações on-road, off-road e estacionárias. O conjunto atende aos padrões Euro VI e apresenta redução de emissões de CO2 de até 10% no ciclo WHTC em comparação a um motor a diesel equivalente.

Já o CURSOR 13 conta com seis cilindros de 12,9 litros, injeção multiponto, atingindo 338 kW (460 hp) e torque de 2000 Nm a 1100 rpm. O modelo utiliza sistema de pós-tratamento com catalisador de três vias e atende ao padrão Euro VI, com emissões de CO2 inferiores às de motores a diesel e possibilidade de níveis próximos de zero quando abastecido com biometano. A tecnologia de combustão “lean” da FPT permite a adoção de tanques de GNL de até 900 litros, ampliando a autonomia para mais de 1500 km.

O F1C, voltado para veículos comerciais leves, é uma alternativa eficiente de deslocamento no dia a dia do campo, considerado o melhor da categoria em eficiência. Com quatro cilindros de 3 litros e sistema de injeção eletrônica common rail (ECR), movido a diesel, o modelo entrega potência entre 95 kW e 186 kW (127 hp a 230 hp) e torque de 300 Nm a 600 Nm. Além disso, atende ao padrão Euro VI e é referência na categoria em manutenção, garantindo mais disponibilidade e praticidade de uso.

Geração de Energia

Estreando na Agrishow, os modelos R24 e R38 trazem potência, confiabilidade, eficiência e baixos custos operacionais para aplicações agrícolas como irrigação, máquinas estacionárias e industriais como geração de energia e motobombas.

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O R24 possui quatro cilindros de 2,45 litros e oferece flexibilidade para aplicações em 50 Hz ou 60 Hz, com regimes de 1500 rpm ou 1800 rpm, atendendo a uma faixa de potência estimada entre 26 kVA e 46 kVA. Da mesma família, o R38 conta com quatro cilindros e 3,8 litros, entregando potência entre 55 kW e 65 kW a 2500 rpm nas versões IPU. Na aplicação G-Drive, opera de forma versátil em 50 Hz ou 60 Hz, com regimes de 1500 rpm ou 1800 rpm, e potência entre 60 kVA e 72 kVA. O modelo também traz conjunto com sistema de resfriamento e filtragem integrados, pensado para facilitar a manutenção no dia a dia.

“Esses lançamentos são uma resposta as necessidades do mercado por soluções confiáveis, respaldadas por uma marca de renome na região, mas que entreguem mais economia e rentabilidade para os negócios de nossos clientes. A FPT também enxerga o mercado de geração de energia como estratégico e está remodelando seu portfólio para ampliar sua presença no segmento”, completa Brandão.

Linha Reman

Na linha de remanufaturados os motores CURSOR 9 Reman e CURSOR 11 Reman são voltados a aplicações agrícolas, especialmente no segmento sucroenergético. A linha Original Reman FPT agrega sustentabilidade, redução de custos operacionais e desempenho equivalente ao de motores novos.

O CURSOR 9 Reman possui seis cilindros de 8,7 litros, sistema de injeção eletrônica common rail (ECR), com potência entre 285 hp e 388 hp a 2100 rpm e torque de 1400 Nm a 1750 Nm a 1500 rpm, atendendo ao padrão de emissões Tier 3. Já o Cursor 11 Reman possui seis cilindros de 11,1 litros, e entrega 320 kW a 2100 rpm e torque de 2037 Nm a 1500 rpm, igualmente em conformidade com Tier 3.

Marcas parceiras

A oferta de soluções para a descarbonização no campo é sustentada no estande da Case IH também com os motores N67 Etanol e CURSOR 13 Etanol aplicados nas máquinas da marca. As soluções em energia renovável integram um projeto 100% desenvolvido no Brasil em parceria com a CNH e utilizam a tecnologia ciclo Otto, contribuindo para a redução de emissões geradas no agro e menor ruído durante o funcionamento do motor.

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A FPT também está presente no estande da TMA, com o N45 e CURSOR 11 Reman; e na máquina Teston, com o modelo N67 Eletrônico.

Lançamento em Soluções Digitais

Como parte do avanço em conectividade e serviços, a FPT apresenta novas soluções digitais voltadas à gestão e manutenção de motores. A estratégia reforça o uso de dados para aumentar a disponibilidade das máquinas e reduzir o tempo de parada.

Com demonstrações práticas no estande, a marca apresenta a Telemetria FPT, solução de monitoramento contínuo dos parâmetros do motor por meio da transmissão de dados. O sistema permite acompanhamento remoto e atuação proativa do suporte técnico, antecipando possíveis falhas e agilizando diagnósticos. Com funcionamento via satélite ou rede 4G, a tecnologia transforma dados operacionais em informações estratégicas para otimização da performance das máquinas.

Outra solução é o Dongle, dispositivo de diagnóstico remoto conectado ao motor. A ferramenta permite monitoramento em tempo real por meio do aplicativo MyFPT e disponibiliza informações como pressão, temperatura, desempenho e códigos de falha, ampliando a assertividade no diagnóstico e no suporte técnico junto à rede de concessionários. Compatível com motores eletrônicos da marca, o sistema opera via Bluetooth em dispositivos Android e iOS.

Peças e pós-venda

No pós-venda, a novidade é o lançamento exclusivo do Lubrificante FPT que agrega à oferta de peças por meio da campanha “FPT mantendo sua máquina funcionando”. A iniciativa contempla a disposição de componentes para motores N67, CURSOR 9 e CURSOR 11, amplamente utilizados em tratores e máquinas do setor sucroenergético.

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Com opções de motores desenvolvidos exclusivamente para o campo, a FPT Industrial já entregou mais de 250 mil unidades para máquinas agrícolas na América Latina. Cerca de 1 a cada 3 tratores e colheitadeiras vendidos no Brasil são equipados com o motor da marca. O portfólio abrange uma gama de motores de 2,3 a 20 litros, projetados para garantir desempenho consistente, alta eficiência e menores custos de manutenção.

A FPT é uma marca do Iveco Group N.V. (EXM: IVG) dedicada a projetar, fabricar e comercializar sistemas de propulsão e soluções para veículos on-road e off-road, bem como aplicações marítimas e de geração de energia. A empresa emprega mais de 8.000 pessoas em 10 plantas de produção industrial e 10 centros de P&D ao redor do mundo. Ativa em quase 100 países, sua rede global de vendas e seu departamento de assistência ao cliente dão apoio a todos os clientes da marca.

A ampla oferta de produtos inclui seis linhas de motores, com potência de 30 CV até mais de 1.000 CV, transmissões com torques de até 500 Nm e eixos dianteiros e traseiros com peso bruto por eixo de 2,45 a 32 toneladas. A FPT oferece a mais completa linha de motores a gás natural disponível no mercado para aplicações industriais, com potência de 50 CV a 520 CV. A exclusiva divisão ePowertrain está acelerando o caminho na direção da mobilidade com emissões líquidas zero, com transmissões elétricas, pacotes de baterias e sistemas de gerenciamento de baterias. Essa vasta oferta e um forte enfoque em atividades de P&D fazem da FPT líder mundial em sistemas de propulsão e soluções industriais. Para mais informações, clique aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Época de semeadura e vazio sanitário da soja para a safra 2026/2027 – MAIS SOJA

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A época de semeadura é um dos principais fatores relacionados a produtividade da soja. Ainda que varie em função do grupo de maturidade relativa, a latitude desempenha um papel crucial no aumento do potencial produtivo devido ao maior comprimento do dia e à maior disponibilidade de radiação solar, sendo assim, a época de semeadura interfere diretamente no potencial produtivo da cultura (Pegoraro, 2024).

Estudos regionalizados permitem definir com maior precisão o período ideal de semeadura da soja, contribuindo para a redução de perdas de produtividade. Para a região Sul do Brasil (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e metade do Paraná), trabalhos da equipe FieldCrops indicam que cultivares com GMR ≤ 5,5 apresentam uma janela de semeadura mais restrita, entre 20 de setembro e 3 de novembro. A partir desse período, observa-se redução média de 30 kg ha⁻¹ por dia de atraso (Figura 1A).

Para cultivares com GMR entre 5,6 e 6,4, a janela ótima se estende até 15 de novembro, com perdas estimadas em 25 kg ha⁻¹ dia⁻¹ em semeaduras tardias (Figura 1B). Já cultivares com GMR ≥ 6,5 mantêm altas produtividades até 20 de novembro, passando então a apresentar reduções da ordem de 25 kg ha⁻¹ por dia de atraso (Figura 1C).

Figura 1. Produtividade (t ha-1) de soja no Sul do Brasil em relação à época de semeadura (dias após 20 de setembro) para diferentes faixas de GMR. GMR ≤ 5.5 (A), GMR 5.6 a 6.4 (B) e GMR ≥ 6.5 (C). Círculos azuis representam experimentos irrigados e círculos amarelos experimentos sem irrigação. A linha sólida preta representa a função limite.
Fonte: Equipe FieldCrops

No entanto, definir a época de semeadura não é apenas uma questão relacionada ao aumento do rendimento da soja, mas também, a manutenção do potencial produtivo, manejo de pragas e doenças, assim como redução dos riscos relacionados ao clima. Para isso, anualmente são definidas as portarias que estabelecem os períodos de vazio sanitário e calendário de semeadura da soja.

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O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) tem como objetivo reduzir os riscos climáticos ao orientar o produtor na definição da melhor época de semeadura, considerando a região, a cultura e o tipo de solo. Para a soja, são estabelecidas áreas e janelas de plantio com base em probabilidades de perdas de rendimento (20%, 30% e 40%) associadas a eventos meteorológicos adversos, contribuindo para a redução de perdas, maior estabilidade produtiva e expansão das áreas agrícolas (MAPA, 2024). Além disso, vale destacar que alguns agentes financeiros condicionam a concessão do crédito rural à observância aos indicativos do ZARC (MAPA, 2017)

Para a safra 2026/2027, a PORTARIA SDA/MAPA Nº 1.579, DE 9 DE ABRIL DE 2026 estabelece os períodos de vazio sanitário e épocas de semeadura nas diferentes unidades da federação, subdividindo essas unidades em regiões de cultivo (Tabela 1). Além de minimizar os riscos relacionados a eventos climáticos, seguir as orientações do ZARC, respeitando o período de vazio sanitário é crucial para o manejo de doenças expressivas da soja como a ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi).

Tabela 1. Períodos de vazio sanitário e de calendário de semeadura para a cultura da soja na safra 2026/2027.
Fonte: MAPA (2026)

Confira a PORTARIA SDA/MAPA Nº 1.579, DE 9 DE ABRIL DE 2026 completa clicando aqui!



Atualização

O MAPA em parceria com a Embrapa, avançou ao aprovar a segunda fase do Zarc Níveis de Manejo (ZARCNM). Como uma evolução do ZARC, o ZARCNM incorpora a qualidade do manejo agrícola, especialmente do solo, como fator adicional na avaliação dos riscos produtivos. Diferentemente do modelo tradicional, que considera principalmente variáveis climáticas, essa abordagem classifica os sistemas produtivos em diferentes níveis de manejo, levando em conta práticas como conservação do solo, rotação de culturas e uso de tecnologias. Com isso, produtores que adotam manejos mais eficientes passam a ter janelas de semeadura mais amplas e menores riscos estimados, tornando o zoneamento mais preciso e alinhado à realidade das lavouras (MAPA, 2026).

Nesse contexto, por meio da Resolução nº 111, o MAPA ampliou o ZARC Níveis de Manejo, fortalecendo essa abordagem. A nova fase do projeto expande sua cobertura para mais estados, inclui culturas como o milho safrinha e reforça os incentivos às boas práticas agrícolas, além de elevar os percentuais de subvenção ao seguro rural, que podem chegar a até 40% para soja, e prever a inclusão de novas culturas a partir de 2026 (MAPA, 2026).

Confira a Resolução nº 111 clicando aqui!

Referências:

MAPA. PORTARIA SDA/MAPA Nº 1.579, DE 9 DE ABRIL DE 2026. Diário Oficial da União, 2026. Disponível em: < https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-sda/mapa-n-1.579-de-9-de-abril-de-2026-698696654 >, acesso em: 29/04/2026.

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MAPA. RESOLUÇÃO Nº 111, DE 28 DE ABRIL DE 2026. Diário Oficial da União, 2026. Disponível em: < https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-n-111-de-28-de-abril-de-2026-702094797 >, acesso em: 29/04/2026.

MAPA. ZARC: MAPA PUBLICA ZONEAMENTO AGRÍCOLA DE RISCO CLIMÁTICO DA SOJA PARA SAFRA 2024/2025. Ministério da Agricultura e Pecuária, 2024. Disponível em: < https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/2024/mapa-publica-zoneamento-agricola-de-risco-climatico-da-soja-para-safra-2024-2025 >, acesso em: 29/04/2026.

MAPA. ZONEAMENTO AGRÍCOLA DE RISCO CLIMÁTICO. Ministério da Agricultura e Pecuária, 2017. Disponível em: < https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/riscos-seguro/programa-nacional-de-zoneamento-agricola-de-risco-climatico/zoneamento-agricola >, acesso em: 29/04/2026.

MAPA. ZONEAMENTO: MAPA AMPLIA ZARC NÍVEIS DE MANEJO E ELEVA SUBVENÇÃO DO SEGURO RURAL PARA ATÉ 50%. Ministério da Agricultura e Pecuária, 2026. Disponível em: < https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/mapa-amplia-zarc-niveis-de-manejo-e-eleva-subvencao-do-seguro-rural-para-ate-50 >, acesso em: 29/04/2026.

ORDOÑEZ, M. A. G. ÉPOCA DE SEMEDAURA DA SOJA NO SUL DO BRASIL. Mais Soja, 2025. Disponível em: < https://maissoja.com.br/epoca-de-semeadura-da-soja-no-sul-do-brasil/ >, acesso em: 29/04/2026.

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PEGORARO, C. P. QUAL A MELHORA ÉPOCA DE SEMEADURA DE SOJA NO BRASIL? Mais Soja, 2024. Disponível em: < https://maissoja.com.br/semeadura-epoca/ >, acesso em: 29/04/2026.

WINCK, J. E. M. et al. Ecofisiologia da soja: visando altas produtividades. Santa Maria, ed. 3, 2025.

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Sustentabilidade

Sicredi reforça protagonismo na Agrishow 2026 como maior financiador privado do agronegócio brasileiro – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

O Sicredi apresentou, durante coletiva de imprensa realizada na Agrishow 2026 no dia 24 de abril, os resultados mais recentes do ciclo agrícola e reforçou seu papel estratégico no apoio ao produtor rural. A instituição destacou o crescimento da carteira agro, a ampliação do crédito e a evolução do portfólio de produtos cada vez mais voltados para as necessidades do campo, reforçando sua atuação como maior financiador privado do agronegócio brasileiro.

Nos nove primeiros meses do Plano Safra 2025/2026, o Sicredi liberou R$ 52,8 bilhões em crédito, crescimento de 16,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. As operações de custeio, investimento, comercialização e industrialização seguem como principais motores desse avanço, evidenciando a consistência da atuação no setor. A carteira de crédito agro da instituição já ultrapassa R$ 123 bilhões (dados de março de 2026).

“Os números apresentados refletem a força do modelo cooperativo e, principalmente, a nossa proximidade com o produtor rural. Seguimos ampliando o acesso ao crédito de forma responsável, apoiando tanto o custeio quanto os investimentos que impulsionam a produtividade e a sustentabilidade no campo”, afirmou o superintendente de Agronegócio do Sicredi, Vitor Moraes.

Outro destaque foi o avanço das soluções financeiras complementares ao crédito tradicional. Em 2025, o Sicredi somou R$ 3,2 bilhões em consórcios destinados ao agro e alcançou mais de 479 mil hectares protegidos por seguros rurais, consolidando o avanço da gestão de risco no setor.

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O diretor de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adilson de Sá, destacou a diversificação do portfólio como diferencial estratégico da instituição: “Temos ampliado nossa oferta de soluções para atender o produtor de forma completa, indo além do crédito tradicional. Produtos como consórcios, seguros e as operações em moeda estrangeira permitem mais planejamento, proteção e competitividade ao produtor rural”.

A instituição mantém saldo relevante em carteira nas modalidades atreladas à moeda estrangeira. Entre 2024 e 2025, houve um crescimento de 350% nas modalidades de proteção de NDF Dólar e NDF Commodities, mostrando a tendência de cada vez mais o produtor procurar soluções protetivas da variação de preço das commodities e da volatilidade cambial.

Liderança no Pró-Trator no estado de São Paulo

Outro destaque da atuação do Sicredi é a liderança no programa Pró-Trator, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo voltada à modernização do parque de máquinas agrícolas. A instituição financeira cooperativa responde por mais de 80% das operações do programa.

Somente na Safra 2025/2026, já foram operacionalizadas mais de 821 operações.

O Sicredi foi a primeira instituição financeira a operar o programa, reforçando seu papel pioneiro na ampliação do acesso ao crédito e no estímulo à inovação no agronegócio.

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Perfil das operações

Pequenos e médios produtores rurais seguem como protagonistas, representando quase 70% das mais de 247 mil operações realizadas na safra. Em relação à finalidade do crédito, o custeio respondeu por 37% do volume liberado, enquanto os investimentos representaram 29%.

Outro dado relevante apresentado na coletiva foi o avanço do crédito para mulheres produtoras, com R$ 10,5 bilhões liberados na safra 2025/2026 e crescimento de 7,4%, indicando o avanço da inclusão e da diversidade no campo.

Parceiro do agronegócio

O agronegócio segue como um dos principais pilares estratégicos do Sicredi, refletindo um modelo cooperativo que alia a solidez financeira ao desenvolvimento regional. Por meio de suas 100 cooperativas, o Sicredi mantém uma atuação próxima às realidades locais, contribuindo para ampliar o acesso ao crédito e impulsionar a produtividade no campo, com impacto direto no desenvolvimento econômico das regiões onde atua.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras. Site do Sicredi: Clique aqui  Redes Sociais: Facebook | Instagram | Twitter | LinkedIn | YouTube | TikTok      

Fonte: Assessoria de imprensa

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