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4 de novembro de 2026

Sustentabilidade

FPT leva à agrishow motores de alta potência e conectividade para máquinas agrícolas e geração de energia – MAIS SOJA

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A FPT, marca líder em venda de motores na América Latina e pioneira em soluções de propulsão alternativa no mercado, apresenta na Agrishow 2026 um portfólio diversificado de soluções com foco nas atividades do agronegócio.

Durante o evento, realizado de 27 de abril a 1o de maio, em Ribeirão Preto (SP), a marca leva para a exposição motores para aplicação em tratores e máquinas agrícolas, geração de energia, veículos comerciais e motores remanufaturados, além do lançamento de soluções digitais para a monitoramento, gestão e manutenção de motores.

“A Agrishow é uma plataforma estratégica de relacionamento e negócios, é onde grandes clientes e parceiros da marca estão e por isso é onde a FPT está. Aproveitamos este momento para reforçar junto aos clientes o nosso compromisso com o desenvolvimento de soluções em powertrain com foco na eficiência e rentabilidade do agronegócio, segmento no qual temos forte atuação e uma posição de liderança. Este ano, além de um portfólio de motores amplo, alinhados as possibilidades da matriz energética do nosso país, trouxemos também novidades em conectividade para monitoramento, gestão e manutenção dos motores por meio do aplicativo MyFPT. Estamos na feira para reforçar nossa posição de protagonismo e liderança no setor, e apresentarmos nossas soluções únicas para o mercado off-road”, afirma Bernardo Brandão, presidente da FPT para a América Latina.

Entre os destaques estão soluções em combustíveis alternativos e menor emissão de CO2 com os motores N67 NG e CURSOR 13 NG. Movidos a gás natural e/ou biometano, os modelos apresentam alto desempenho, baixo consumo de combustível e manutenção, podendo reduzir a emissão de poluentes em até 95% se comparado com as versões diesel.

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“São motores produzidos regionalmente, na planta FPT em Córdoba, na Argentina, o que reforça o nosso compromisso com o mercado regional e os investimentos da marca em desenvolver soluções inovadoras para os segmentos em que atuamos”, complementa Brandão.

O Motor N67 NG possui seis cilindros de 6,7 litros e entrega potência de 206 kW (276 hp) a 2000 rpm e torque de 1000 Nm a 1000 rpm, com aplicação em operações on-road, off-road e estacionárias. O conjunto atende aos padrões Euro VI e apresenta redução de emissões de CO2 de até 10% no ciclo WHTC em comparação a um motor a diesel equivalente.

Já o CURSOR 13 conta com seis cilindros de 12,9 litros, injeção multiponto, atingindo 338 kW (460 hp) e torque de 2000 Nm a 1100 rpm. O modelo utiliza sistema de pós-tratamento com catalisador de três vias e atende ao padrão Euro VI, com emissões de CO2 inferiores às de motores a diesel e possibilidade de níveis próximos de zero quando abastecido com biometano. A tecnologia de combustão “lean” da FPT permite a adoção de tanques de GNL de até 900 litros, ampliando a autonomia para mais de 1500 km.

O F1C, voltado para veículos comerciais leves, é uma alternativa eficiente de deslocamento no dia a dia do campo, considerado o melhor da categoria em eficiência. Com quatro cilindros de 3 litros e sistema de injeção eletrônica common rail (ECR), movido a diesel, o modelo entrega potência entre 95 kW e 186 kW (127 hp a 230 hp) e torque de 300 Nm a 600 Nm. Além disso, atende ao padrão Euro VI e é referência na categoria em manutenção, garantindo mais disponibilidade e praticidade de uso.

Geração de Energia

Estreando na Agrishow, os modelos R24 e R38 trazem potência, confiabilidade, eficiência e baixos custos operacionais para aplicações agrícolas como irrigação, máquinas estacionárias e industriais como geração de energia e motobombas.

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O R24 possui quatro cilindros de 2,45 litros e oferece flexibilidade para aplicações em 50 Hz ou 60 Hz, com regimes de 1500 rpm ou 1800 rpm, atendendo a uma faixa de potência estimada entre 26 kVA e 46 kVA. Da mesma família, o R38 conta com quatro cilindros e 3,8 litros, entregando potência entre 55 kW e 65 kW a 2500 rpm nas versões IPU. Na aplicação G-Drive, opera de forma versátil em 50 Hz ou 60 Hz, com regimes de 1500 rpm ou 1800 rpm, e potência entre 60 kVA e 72 kVA. O modelo também traz conjunto com sistema de resfriamento e filtragem integrados, pensado para facilitar a manutenção no dia a dia.

“Esses lançamentos são uma resposta as necessidades do mercado por soluções confiáveis, respaldadas por uma marca de renome na região, mas que entreguem mais economia e rentabilidade para os negócios de nossos clientes. A FPT também enxerga o mercado de geração de energia como estratégico e está remodelando seu portfólio para ampliar sua presença no segmento”, completa Brandão.

Linha Reman

Na linha de remanufaturados os motores CURSOR 9 Reman e CURSOR 11 Reman são voltados a aplicações agrícolas, especialmente no segmento sucroenergético. A linha Original Reman FPT agrega sustentabilidade, redução de custos operacionais e desempenho equivalente ao de motores novos.

O CURSOR 9 Reman possui seis cilindros de 8,7 litros, sistema de injeção eletrônica common rail (ECR), com potência entre 285 hp e 388 hp a 2100 rpm e torque de 1400 Nm a 1750 Nm a 1500 rpm, atendendo ao padrão de emissões Tier 3. Já o Cursor 11 Reman possui seis cilindros de 11,1 litros, e entrega 320 kW a 2100 rpm e torque de 2037 Nm a 1500 rpm, igualmente em conformidade com Tier 3.

Marcas parceiras

A oferta de soluções para a descarbonização no campo é sustentada no estande da Case IH também com os motores N67 Etanol e CURSOR 13 Etanol aplicados nas máquinas da marca. As soluções em energia renovável integram um projeto 100% desenvolvido no Brasil em parceria com a CNH e utilizam a tecnologia ciclo Otto, contribuindo para a redução de emissões geradas no agro e menor ruído durante o funcionamento do motor.

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A FPT também está presente no estande da TMA, com o N45 e CURSOR 11 Reman; e na máquina Teston, com o modelo N67 Eletrônico.

Lançamento em Soluções Digitais

Como parte do avanço em conectividade e serviços, a FPT apresenta novas soluções digitais voltadas à gestão e manutenção de motores. A estratégia reforça o uso de dados para aumentar a disponibilidade das máquinas e reduzir o tempo de parada.

Com demonstrações práticas no estande, a marca apresenta a Telemetria FPT, solução de monitoramento contínuo dos parâmetros do motor por meio da transmissão de dados. O sistema permite acompanhamento remoto e atuação proativa do suporte técnico, antecipando possíveis falhas e agilizando diagnósticos. Com funcionamento via satélite ou rede 4G, a tecnologia transforma dados operacionais em informações estratégicas para otimização da performance das máquinas.

Outra solução é o Dongle, dispositivo de diagnóstico remoto conectado ao motor. A ferramenta permite monitoramento em tempo real por meio do aplicativo MyFPT e disponibiliza informações como pressão, temperatura, desempenho e códigos de falha, ampliando a assertividade no diagnóstico e no suporte técnico junto à rede de concessionários. Compatível com motores eletrônicos da marca, o sistema opera via Bluetooth em dispositivos Android e iOS.

Peças e pós-venda

No pós-venda, a novidade é o lançamento exclusivo do Lubrificante FPT que agrega à oferta de peças por meio da campanha “FPT mantendo sua máquina funcionando”. A iniciativa contempla a disposição de componentes para motores N67, CURSOR 9 e CURSOR 11, amplamente utilizados em tratores e máquinas do setor sucroenergético.

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Com opções de motores desenvolvidos exclusivamente para o campo, a FPT Industrial já entregou mais de 250 mil unidades para máquinas agrícolas na América Latina. Cerca de 1 a cada 3 tratores e colheitadeiras vendidos no Brasil são equipados com o motor da marca. O portfólio abrange uma gama de motores de 2,3 a 20 litros, projetados para garantir desempenho consistente, alta eficiência e menores custos de manutenção.

A FPT é uma marca do Iveco Group N.V. (EXM: IVG) dedicada a projetar, fabricar e comercializar sistemas de propulsão e soluções para veículos on-road e off-road, bem como aplicações marítimas e de geração de energia. A empresa emprega mais de 8.000 pessoas em 10 plantas de produção industrial e 10 centros de P&D ao redor do mundo. Ativa em quase 100 países, sua rede global de vendas e seu departamento de assistência ao cliente dão apoio a todos os clientes da marca.

A ampla oferta de produtos inclui seis linhas de motores, com potência de 30 CV até mais de 1.000 CV, transmissões com torques de até 500 Nm e eixos dianteiros e traseiros com peso bruto por eixo de 2,45 a 32 toneladas. A FPT oferece a mais completa linha de motores a gás natural disponível no mercado para aplicações industriais, com potência de 50 CV a 520 CV. A exclusiva divisão ePowertrain está acelerando o caminho na direção da mobilidade com emissões líquidas zero, com transmissões elétricas, pacotes de baterias e sistemas de gerenciamento de baterias. Essa vasta oferta e um forte enfoque em atividades de P&D fazem da FPT líder mundial em sistemas de propulsão e soluções industriais. Para mais informações, clique aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

El Niño pode encarecer insumos e frete das empresas em 2027 – MAIS SOJA

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O impacto do El Niño na economia brasileira deve extrapolar o calendário meteorológico e pressionar os custos operacionais do setor produtivo ao longo de 2027. O quarto boletim do Painel El Niño 2026–2027, elaborado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), aponta 95% de probabilidade de o fenômeno atingir intensidade muito forte entre outubro e dezembro de 2026. A previsão indica chuva acima da média no Sul e estiagem em faixas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Apesar de o pico climático ocorrer no fim deste ano, a transmissão do choque de oferta para a planilha das empresas será defasada. Estudo do Banco Central sobre episódios anteriores mostra que o impacto na alimentação no domicílio acumula mais de 11 pontos percentuais em quatro trimestres. Já relatórios do BC e estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI) projetam alta média de até 5% nos preços internacionais das commodities agrícolas em 12 meses. No campo logístico, o desequilíbrio afeta a navegação nos rios do Norte e o tráfego rodoviário no Sul, encarecendo os fretes.

Para Dema Oliveira, CEO e fundador da Goshen Land, a maior vulnerabilidade das companhias está no descompasso entre o evento climático e o reajuste das tabelas de suprimentos. “O clima muda primeiro, e o custo chega depois, quando a quebra de safra, o frete mais caro e o reajuste dos contratos se espalham pela cadeia. Quem olha só para o calendário do clima percebe o problema tarde”, afirma.

O executivo ressalta que o risco operacional raramente está restrito ao endereço da empresa, concentrando-se na cadeia estendida de suprimentos. A falta de visibilidade sobre a origem primária das matérias-primas expõe os negócios desafios imprevisíveis. “Muitas companhias conhecem bem o fornecedor direto, mas não sabem de onde vêm os insumos dele. É nesses elos mais distantes que a dependência de uma única região aparece. Um insumo agrícola que encarece, uma estrada comprometida ou uma matéria-prima mais difícil de repor chegam ao negócio como atraso, despesa extra e aperto no caixa, mesmo para quem opera longe das áreas atingidas”, explica.

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Para conter riscos sem comprometer a liquidez, a orientação é mapear os insumos críticos, calcular o tempo de reposição (lead time) e buscar rotas e fornecedores alternativos. Formar estoques de segurança reduz a chance de parada de fábrica, mas imobiliza capital e eleva custos de armazenagem. Além disso, a recomendação é renegociar antecipadamente os contratos com transportadoras, fornecedores e seguradoras, ajustando cláusulas de reajuste e força maior antes que a volatilidade se consolide.

Na prática, a estruturação dessa blindagem operacional exige um plano de ação em três etapas imediatas. Primeiro, a auditoria da cadeia de suprimentos deve classificar os itens por grau de essencialidade e vulnerabilidade geográfica, identificando previamente matérias-primas substitutas com homologação técnica pronta para uso.

Em seguida, as empresas precisam estabelecer acordos operacionais flexíveis (SLA) e diversificar as rotas de escoamento, prevendo a migração do modal aquaviário para o rodoviário ou vice-versa em momentos de seca severa ou enchente.  Por fim, recomenda-se a criação de um comitê multifuncional de gerenciamento de riscos que monitore mensalmente indicadores pluviométricos e índices de frete, permitindo acionar compras antecipadas de oportunidade antes das escaladas de preço.

“O que a empresa precisa saber é quais itens não podem ficar sem, quais são difíceis de substituir e quanto custaria, em dias parados e em margem, reagir só depois que o problema aparecer”, conclui o especialista.

Sobre a Goshen Land

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A Goshen Land é uma empresa especializada em expansão de negócios. Fundada por Dema Oliveira, ex-executivo da Samsung e da TIM, desenvolveu a metodologia das “7 Inteligências da Expansão” para apoiar empresas em estratégias de crescimento sustentável. Apenas em 2025, mais de 600 organizações passaram por seus programas, que, segundo a empresa, contribuíram para a geração de R$ 3 bilhões em receitas entre os negócios atendidos. Entre as organizações que já participaram de suas iniciativas estão Unilever, Claro, TIM, Caixa Econômica Federal e Bradesco.

Fonte: Assessoria de imprensa



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Sustentabilidade

Glufosinato de amônio: atenção às condições de aplicação – MAIS SOJA

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O uso do glufosinato de amônio tem se expandido nos sistemas agrícolas, impulsionado por seu amplo espectro de controle e pela eficácia no manejo de espécies daninhas de difícil controle, como buva e capim-amargoso. Essas características têm consolidado o herbicida como uma importante alternativa ao glifosato na dessecação pré-semeadura de culturas como soja e milho. Além disso, diante do avanço da resistência de plantas daninhas ao glifosato, o glufosinato de amônio assume papel estratégico no manejo de espécies como caruru, capim-pé-de-galinha e capim-amargoso, contribuindo para a diversificação dos mecanismos de ação empregados nos programas de controle.

Entretanto, para alcançar resultados satisfatórios de controle, é fundamental observar alguns cuidados relacionados ao posicionamento do herbicida e às condições de aplicação. Pesquisas demonstram que a eficácia do glufosinato de amônio é maior quando as aplicações são realizadas sobre plantas daninhas pequenas, nos estádios iniciais de desenvolvimento. Nessa fase, as plantas apresentam maior suscetibilidade ao herbicida, favorecendo o controle e reduzindo o risco de escapes.

Figura 1. Planta de caruru em período recomendado para o controle pós-emergente.

Quando inserido em programas de dessecação sequencial, o glufosinato de amônio desempenha um papel importante no manejo de espécies daninhas de difícil controle. Conforme observado por Bianchi, Sturmer e Somavilla (2018), o controle da trapoeraba, por exemplo, é mais eficiente quando são realizadas aplicações sequenciais de herbicidas. Nesse caso, a primeira aplicação é composta pela associação de glifosato + 2,4-D (1.458 g e.a. + 1.340 g e.a. ha⁻¹), seguida de uma segunda aplicação com glufosinato de amônio (500 g ha⁻¹). Além de atuar sobre plantas debilitadas e em fase de rebrote, a dessecação sequencial permite atingir plantas daninhas localizadas em camadas mais inferiores do dossel, que podem sobreviver à primeira aplicação em decorrência do chamado “efeito guarda-chuva”, exercido pelas plantas maiores, que limita a interceptação e a chegada do ingrediente ativo aos alvos.

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Entretanto, para alcançar resultados satisfatórios com o uso do glufosinato de amônio na dessecação pré-semeadura, além do posicionamento adequado do herbicida em relação às espécies-alvo, é fundamental observar as condições ambientais no momento da pulverização. Fatores como intensidade luminosa, estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, condições de crescimento e horário da aplicação podem interferir na resposta ao herbicida (HRAC-BR, 2026). Isso ocorre porque o glufosinato de amônio apresenta ação fotodependente, ou seja, sua eficácia está relacionada à presença de luz. Dessa forma, recomenda-se priorizar horários de aplicação que proporcionem maior exposição das plantas à radiação solar nas horas seguintes à pulverização, favorecendo a ação do herbicida (Braz et al., 2025).

Figura 2. Mecanismo de ação do glufosinato de amônio e fatores que influenciam sua eficácia no controle de plantas daninhas.
Fonte: HRAC-BR (2026)

Quando aplicado em condições de baixa luminosidade, o glufosinato de amônio pode apresentar menor eficácia, uma vez que a inibição da enzima glutamina sintetase (GS) pode não desencadear o acúmulo expressivo de espécies reativas de oxigênio (EROs). Consequentemente, há menor comprometimento das membranas celulares e menor ocorrência de necrose dos tecidos foliares, reduzindo a eficiência de controle das plantas daninhas (Braz et al., 2025).

Vale destacar que o uso do glufosinato de amônio exige conhecimento técnico e atenção a diferentes aspectos do manejo, incluindo tecnologia de aplicação, monitoramento do desenvolvimento das plantas daninhas e avaliação das condições ambientais no momento da pulverização. Quando corretamente posicionado e aplicado sob condições adequadas, o herbicida constitui uma importante ferramenta para o manejo de espécies daninhas de difícil controle, contribuindo para diversificar as estratégias e os mecanismos de ação empregados nos programas de controle.

Referências:

BIANCHI, M. A.; STURMER, H.; SOMAVILLA, J. C. ESTRATÉGIAS DE CONTROLE PARA TRAPOERABA. CCGL. Boletim Técnica, n. 65, 2018. Disponível em: < https://upherb.com.br/ebook/boletim_t%C3%A9cnico_65.pdf >, acesso em: 03/11/2026.

BRAZ, G. B. P. et al. CAPIM-PÉ-DE-GALINHA: FUNDAMENTOS E RECOMENDAÇÕES PARA MANEJO. FEPAF, Cap. 7, Cuidados com a tecnologia de aplicação para o êxito no controle químico de capim-pé-galinha, 2025. Disponível em: < https://www.fepaf.org.br/loja/fepaf/livro-virtual-e-book/capim-pe-de-galinha-fundamentos-e-recomendacoes-para-manejo/ >, acesso em: 03/11/2026.

HRAC-BR. GLUFOSINATO: MECANISMO DE AÇÃO E CONDIÇÕES AMBIENTAIS. Comitê de Ação a Resistência aos Herbicida, 2026. Disponível em: < https://www.hrac-br.org/post/glufosinato-mecanismo-de-acao-e-condicoes-ambientais >, acesso em: 03/11/2026.

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Sustentabilidade

Plantio de verão 26/27 de milho no Centro-Sul atinge 75,2% – Safras – MAIS SOJA

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O plantio de milho da safra de verão 2026/27 no Centro-Sul do Brasil atingia 75,2% da área estimada de 3,561 milhões de hectares até sexta-feira (30), segundo levantamento de Safras & Mercado.

O cultivo de milho chegou a 97,8% da área prevista de 940 mil hectares no Rio Grande do Sul, a 96,3% dos 597 mil hectares estimados em Santa Catarina e a 92,9% dos 537 mil hectares projetados no Paraná. A semeadura atinge 56,8% da área prevista de 293 mil hectares em São Paulo, a 40,5% dos 24 mil hectares projetados em Mato Grosso do Sul, a 30,2% dos 282 mil hectares previstos em Goiás/Distrito Federal e a 49,5% dos 847 mil hectares projetados em Minas Gerais. No estado de Mato Grosso o plantio atinge 39% dos 10 mil hectares previstos.

No mesmo período do ano passado, o plantio estava concluído em 68,4% da área estimada de 3,608 milhões de hectares. Já a média de plantio dos últimos cinco anos é de 71,8%.

Fonte: Agência Safras

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FONTE

Autor:Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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