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14 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Michelin destaca produtividade e sustentabilidade na Agrishow 2026 – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

A Michelin leva à Agrishow 2026 um portfólio integrado de soluções inovadoras e sustentáveis, oferecendo eficiência operacional e menor impacto para o meio ambiente, para o setor agrícola e de transporte. Em um cenário que apresenta desafios como: lucros afetados pela volatilidade das taxas de juros, custos dos insumos e preço das commodities, a marca apresenta tecnologias que reduzem o consumo de combustível, diminuem a compactação do solo e elevam a produtividade e, consequentemente, a rentabilidade.

“A Michelin tem produtos para as mais distintas situações de uso, temos um portfólio amplo. A Agrishow é o palco ideal para demonstrarmos essa versatilidade. Temos pneus para equipamentos agrícolas, para os caminhões que transportam esses insumos, assim como para caminhonetes e motos, que fazem parte do dia a dia dos agricultores, e até pneus para aviões, que também estão presentes no campo”, explica Daniel Braz, Diretor de Marketing da Michelin.

A presença na Agrishow reforça o posicionamento da Michelin como empresa que apresenta uma oferta completa e como parceira estratégica dos produtores rurais, em todos os momentos da sua jornada. “Para além dos produtos oferecidos, temos um atendimento especializado e personalizado para os nossos clientes, com o objetivo de impulsionar modelos produtivos mais eficientes e ambientalmente responsáveis”, explica, Walter Ugozzoli, Diretor Comercial para veículos fora de estrada da Michelin, Soluções robustas para operações pesadas: desempenho superior para caminhões A Michelin lança na Agrishow os novos MICHELIN X WORKS Z2 e MICHELIN X WORKS D2, desenvolvidos para aplicações de uso misto e condições severas, como operações relacionadas ao transporte de cana-de-açúcar, madeira, construção e ambientes abrasivos. Os modelos priorizam a disponibilidade da frota, a redução do custo operacional e a durabilidade da sua estrutura.

Com o MICHELIN X WORKS D2, verificamos que é possível chegar em até 25% mais quilometragem (em comparação ao modelo anterior), em terrenos muito agressivos. Já no modelo MICHELIN X WORKS Z2 é possível chegar a 10% mais de quilometragem. O acréscimo de até 800 kg de carga por eixo geminado, em ambas as ofertas, também é uma evolução.

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O design em V dos sulcos, no modelo MICHELIN X WORKS D2, e a tecnologia Redan, no modelo MICHELIN X WORKS Z2, proporcionam menor retenção de pedras e perfurações, preservando a carcaça. Os produtos contam com estrutura reforçada de lona de topo, escudos de flanco inspirados em pneus militares, tecnologia X CORE, que aumenta em até cinco vezes a resistência à propagação de fissuras, bem como a Duracoil, que protege o talão.

“Esses fatores, de forma conjunta, reduzem o custo total de operação, oferecendo maior durabilidade, menos paradas não programadas e mais eficiência energética. Essas características reforçam o compromisso da Michelin em oferecer soluções confiáveis, seguras e de alto desempenho, mesmo nas condições mais exigentes” ressalta Ruy Ferreira, Diretor Comercial para pneus de carga, urbanos e longa distância da Michelin.

  • MICHELIN X WORKS D2 – até 25% mais quilometragem em terrenos agressivos (comparação com o modelo anterior)
  • MICHELIN X WORKS Z2 – até 10% mais quilometragem (comparação com o modelo anterior)
  • 800 kg- Capacidade de carga por eixo geminado Disponibilidade, robustez, economia e sustentabilidade
Para o campo: tecnologia que impulsiona produtividade e otimiza de custos, produzida no Brasil

Entre os produtos destacados na Agrishow, está o MICHELIN AXIOBIB 2, pneu agrícola premium que agora passa a ser fabricado no Brasil, trazendo mais disponibilidade e agilidade ao mercado nacional. Desenvolvido especialmente para tratores de alta potência, o modelo incorpora a tecnologia MICHELIN ULTRAFLEX em sua versão VF, que possibilita operar com pressões significativamente menores, mantendo a capacidade de carga e ampliando a eficiência no campo. É possível operar com até 40% menos pressão, gerando maior área de contato, menos formação de sulcos e compactando menos o solo para permitir melhor desenvolvimento radicular ou a uma carga nominal 40% maior do que os pneus convencionais operando na mesma pressão.

Resultados de estudos acadêmicos1

independentes demostram um aumento de 2% a 4% em produtividade, graças à redução de compactação do solo. Além disso, estudos internos, mostram que o pneu contribui para a otimização dos custos operacionais, promovendo uma redução média de até 8,39% no consumo de combustível. A partir deste conjunto de atributos, o AXIOBIB 2 se consolida como uma solução que combina sustentabilidade, eficiência energética e maximização de rendimento por hectare, reforçando a competitividade do produtor.

Sobre a Michelin

A Michelin está construindo uma liderança mundial na fabricação de compósitos e experiências que transformam vidas. Pioneira na ciência de materiais há mais de 130 anos, a Michelin utiliza a sua expertise única para contribuir significativamente para o progresso humano e para um mundo mais sustentável. Com base no seu profundo conhecimento em compósitos de polímeros, a Michelin está constantemente inovando para fabricar pneus e componentes de alta qualidade para aplicações em variadas áreas como mobilidade, construção, aeronáutica, energias de baixo carbono e saúde.

O cuidado dedicado aos seus produtos e o profundo conhecimento do cliente inspiram a Michelin a oferecer as melhores experiências. Isto abrange desde o fornecimento de soluções conectadas baseadas em dados e IA para frotas profissionais até a recomendação de excelentes restaurantes e hotéis selecionados pelo Guia MICHELIN.

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1 Um estudo realizado pela Harper Adams University no Reino Unido em 2012, demonstra que a tecnologia MICHELIN ULTRAFLEX aumenta os rendimentos agronômicos em 4% em média. Esses resultados são confirmados por estudos semelhantes realizados nos Estados Unidos (Illinois) e no Brasil (Mato Grosso). O percentual pode variar de acordo com o trabalho desempenhado.


Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Exportações de soja avançam e milho ganha espaço no mercado interno – MAIS SOJA

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As exportações de soja de Mato Grosso do Sul mantiveram desempenho positivo em agosto de 2026. O Estado embarcou 530,5 mil toneladas, volume 36,7% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. Em valores, as vendas externas chegaram a US$ 239,1 milhões, alta de 48,9% na comparação anual. O resultado ficou acima do desempenho nacional, que registrou queda de 3,2% no volume exportado e crescimento de 5% em valores no mesmo período.

O desempenho confirma a importância da soja para o comércio exterior sul-mato-grossense. A China permanece como principal destino, concentrando 81,2% das exportações do produto, seguida por Vietnã e Paquistão.

Embora agosto tenha apresentado redução de 43,1% no volume embarcado em relação a julho, o resultado anual permanece positivo e coloca a soja entre os principais produtos da pauta exportadora do Estado.

“A soja continua apresentando um desempenho bastante relevante nas exportações de Mato Grosso do Sul, com crescimento superior ao observado no cenário nacional”, aponta o analista de Economia da Aprosoja/MS, Linneu Borges Filho.

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Milho muda de destino e fortalece o processamento dentro de MS

Em agosto, Mato Grosso do Sul exportou 100,1 mil toneladas de milho, ante 498 mil toneladas no mesmo período de 2025. Em valores, os embarques passaram de US$ 99 milhões para US$ 21,7 milhões.

Apesar da redução nas exportações, o movimento revela uma transformação na dinâmica do cereal dentro da economia estadual. O boletim econômico da Aprosoja/MS aponta que o milho está apresentando atraso no período de exportação, mas também destaca uma mudança: o grão passa a ser direcionado como matéria-prima para transformação dentro do Estado.

Na avaliação de Linneu, esse processo representa uma oportunidade de agregação de valor à produção sul-mato-grossense.

“Parte da produção que antes poderia seguir diretamente para outros países passa a encontrar demanda em Mato Grosso do Sul, como matéria-prima para processos de transformação. Isso fortalece o mercado interno, movimenta a indústria e agrega valor à produção estadual”.

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O cenário também ajuda a explicar por que os números de exportação precisam ser analisados em conjunto com a evolução da atividade industrial.

“O milho está deixando de ser visto somente como um produto para exportação e passa a ocupar uma posição importante como insumo para a indústria. É um movimento positivo porque cria novas possibilidades de mercado para o produtor e aproxima a produção agrícola das cadeias de transformação que estão se desenvolvendo no Estado”, destaca o analista.

Celulose assume liderança nas exportações

A mudança na dinâmica dos grãos ocorre em um cenário de diversificação da pauta exportadora de Mato Grosso do Sul. Em agosto, a celulose assumiu pela primeira vez a liderança entre os produtos exportados pelo Estado, com participação de 32,3% do total. Soja e resíduos ficaram em segundo lugar, com 28%, seguidos pela carne bovina, com 15,5%.

Balança comercial mantém superávit

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O desempenho das exportações contribuiu para que Mato Grosso do Sul mantivesse um saldo positivo na balança comercial. Em agosto, o Estado registrou superávit de US$ 801 milhões, resultado de US$ 978 milhões em exportações ante US$ 176 milhões em importações.

Entre os produtos importados, o gás natural liderou, seguido por cobre e equipamentos industriais. A ureia apareceu na quarta posição, representando 3,2% das importações. O boletim destaca que a presença do fertilizante entre os principais produtos importados sinaliza a busca do Estado por atender à demanda de insumos necessária à produção agrícola.

Os dados integram os boletins de Exportações e Balança Comercial de Mato Grosso do Sul, elaborados pela equipe econômica da Aprosoja/MS com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e do ComexStat.

Acesse os boletins clicando aqui e depois aqui.

Fonte: Aprosoja/MS

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FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Falta de lotes de qualidade de trigo sustenta preços no Paraná e no Rio Grande do Sul – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de trigo atravessou a semana sob negociações pontuais e preços pouco homogêneos. A dificuldade para encontrar lotes aumentou, especialmente de qualidade adequada à moagem.

No Paraná, o mercado permaneceu praticamente travado ao longo da semana, com poucas ofertas e compradores em busca de trigo. O tempo abriu na segunda e na terça-feira, mas a previsão de novas chuvas até domingo manteve as incertezas sobre a qualidade dos próximos lotes, parte do cereal já colhido apresentou problemas associados a doenças como a brusone.

No início da semana, a pressão de curto prazo no Norte do estado estava ligada à falta de espaço para armazenagem, depois que a safra recorde de milho safrinha ocupou parte relevante da capacidade disponível. “Produtores com necessidade de liberar estruturas encontram menor poder de negociação, enquanto moinhos capazes de receber trigo diretamente da lavoura pressionam por melhores condições de compra”, explicou o analista de Safras & Mercado Elcio Bento.

Ao longo da semana, porém, essa leitura foi cedendo lugar a um discurso diferente: a pressão pela necessidade de armazenagem foi tratada como pontual, e o principal entrave passou a ser a falta de oferta, sobretudo de trigo com qualidade. “A avaliação é de que os moinhos poderão precisar elevar as ofertas para atrair vendedores”, disse o analista Thiago Oleto na quinta-feira (10).

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Nos preços, negócios no Norte do Paraná foram fechados próximos de R$ 1.500/t FOB, com vendedores pedindo valores acima desse patamar. Nos Campos Gerais, moinhos indicaram R$ 1.550/t CIF, equivalente a cerca de R$ 1.480 a R$ 1.500/t FOB. Para entrega imediata, as indicações giravam em torno de R$ 1.500/t CIF, recuando para R$ 1.450/t em outubro e R$ 1.400/t em novembro nos negócios futuros – patamares nos quais, segundo Bento, “praticamente não há interesse dos produtores nas vendas futuras”.

No Rio Grande do Sul, a liquidez seguiu reduzida diante do distanciamento entre compradores e vendedores. Moinhos sinalizaram interesse próximo de R$ 1.400/t, enquanto vendedores pediram R$ 1.500/t. “Um eventual equilíbrio poderia ocorrer ao redor de R$ 1.450 por tonelada, mas, por enquanto, não há disposição efetiva de compradores ou vendedores nesse nível”, observou Oleto.

A referência FOB interior, ainda vinculada à safra velha, avançou 5,7% na semana e 9,1% no mês, acumulando alta de 39,0% em 2026 e de 14,3% frente ao mesmo período do ano passado, reflexo, segundo os analistas, da menor disponibilidade de trigo no estado. A influência da safra nova só deve aumentar a partir de outubro, com a aproximação da colheita.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Mercado de arroz mantém firmeza, mas valorização perde intensidade com menor procura – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de arroz manteve a trajetória altista nesta semana, porém com perda de velocidade, sinalizando transição de uma fase de valorização para acomodação em patamar elevado. A afirmação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

“Na origem, produtores capitalizados permanecem firmes, restringindo ofertas e aguardando melhores condições”, explica o analista. A necessidade financeira continua sendo o principal mecanismo de abertura de lotes, fazendo surgir negócios pontuais sem caracterizar aumento estrutural da disponibilidade.

Assim, pondera o consultor, a retenção na fonte segue limitando o potencial de correção baixista. “Na ponta compradora, parte das indústrias reduziu a procura após recompor estoques nas últimas semanas”, acrescenta.

Essa postura diminui a pressão de compra e explica a desaceleração dos reajustes, mas não configura excesso de matéria-prima. “A queda de braço permanece concentrada na diferença entre as pedidas dos vendedores e a capacidade de pagamento por parte das unidades de beneficiamento”, destaca Oliveira.

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A entrada de indústrias do Centro-Oeste, por sua vez, adiciona concorrência regional e pode elevar a disputa por lotes disponíveis, especialmente onde a oferta já é restrita.

O vetor baixista está concentrado na menor necessidade industrial de reposição, enquanto os altistas permanecem na oferta restrita, retenção e concorrência interestadual. Para o analista, o ponto decisivo será a duração dessa combinação: se a indústria retornar antes de o produtor ampliar vendas, a valorização pode recuperar intensidade; se a procura permanecer contida e compromissos financeiros aumentarem a oferta, o mercado tende à estabilidade ou correção moderada.

O Indicador Safras do arroz em casca no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotado a R$ 81,56, alta de 1,22% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, o avanço foi de 11,95%. Em relação a 2025, a valorização atingiu 22,46%.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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