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14 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Lançamentos na Agrishow 2026 miram irrigante que busca tecnologia sem estourar o investimento – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

Em um agro mais seletivo para investir, cresce a demanda por soluções que entreguem eficiência prática, mais previsibilidade operacional e atualização tecnológica sem exigir a troca completa de sistemas já instalados. Na irrigação, esse movimento ganha força entre produtores que estão iniciando projetos, ampliando área irrigada ou buscando modernizar a operação com mais racionalidade no uso dos recursos.

É nesse contexto que a Valley apresenta na Agrishow 2026 três lançamentos voltados a ampliar conectividade, reduzir paradas e melhorar a relação entre investimento e desempenho no campo: o painel ICON+, o Machine Diagnostics e o redutor de rodas VG252. As soluções poderão ser vistas em funcionamento no estande da marca, conectadas ao ecossistema digital liderado pelo AgSense 365, um dos principais focos da empresa nesta edição da feira.

“Num mercado mais seletivo, o produtor quer tecnologia que caiba no investimento e reduza custo de operação. Os lançamentos de 2026 foram desenvolvidos justamente para atender esse momento, ajudando o irrigante a operar com mais eficiência, racionalizar recursos e ampliar a disponibilidade do pivô”, afirma Saulo Gare Ginak, gerente de produto da Valmont Brasil.

Entre as novidades, o ICON+ chega como uma solução pensada para conectar pivôs da Valley ou de outras marcas já instalados e ainda sem acesso remoto. Trabalhando em conjunto com o painel originalmente instalado, ele permite levar o equipamento para o ambiente do AgSense 365 sem exigir uma atualização completa do sistema. Com tela touch de 7 polegadas, acesso remoto, GPS e integração com diferentes soluções da marca, o painel foi desenhado para simplificar a entrada na irrigação conectada e tornar mais viável a modernização de equipamentos já em campo. O próprio AgSense reúne monitoramento remoto, alertas, visualização em lista ou mapa, clima, sensores e controle de pivôs, além de bombas e tanques em uma única plataforma.

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Na mesma linha, o Machine Diagnostics amplia a capacidade operacional do pivô ao monitorar continuamente parâmetros mecânicos e hidráulicos que impactam diretamente a disponibilidade e performance da máquina. Integrado ao AgSense 365, o sistema centraliza dados em tempo real sobre alinhamento, pressão dos pneus, pressão de aplicação de água por lance e tempo de funcionamento de componentes como redutores de roda e motoredutores. Com isso, o produtor consegue identificar anomalias antes que elas se transformem em falhas, direcionando a manutenção de forma preventiva, reduzindo custos e evitando paradas desnecessárias durante a safra.

Fechando o trio de lançamentos, o VG252 amplia o portfólio de soluções de movimento com foco em confiabilidade e custo-benefício. Desenvolvido para operação contínua, o redutor reúne eixos de liga de aço de alta resistência, rolamentos cônicos, eixo longo e câmara de expansão externa ventilada, conjunto construtivo que contribui para maior durabilidade, melhor transmissão de potência e desempenho consistente em campo. Nos materiais técnicos da empresa, o produto aparece como opção indicada para pivôs, aplicações para reposição e projetos com custo competitivo.

Segundo Saulo, o VG252 foi pensado especialmente para ampliar o acesso a uma solução tecnicamente eficiente e alinhada à realidade de quem está entrando na irrigação ou busca otimizar o investimento inicial sem abrir mão de qualidade e confiabilidade. Além do apelo de custo-benefício, o lançamento chega ao mercado com uma evidência concreta de desempenho: em testes internos de laboratório, o modelo apresentou torque final de saída superior ao de um redutor concorrente, reforçando seu posicionamento como alternativa confiável para aplicações de campo.

Ao reunir atualização de pivôs instalados, monitoramento inteligente da operação e uma nova alternativa de movimento com foco em custo-benefício, os lançamentos apresentados na Agrishow 2026 refletem um movimento mais amplo da irrigação: a busca por soluções que combinam tecnologia, disponibilidade operacional e uso racional dos recursos disponíveis.

Sobre a Valley

Líder global em irrigação inteligente, a Valley® é uma marca da norte-americana Valmont Industries, grupo com 80 anos de história e presença em mais de 100 países. Com a fabricação de pivôs centrais, lineares e corners, a Valley entrega soluções para diferentes realidades produtivas, reunindo alta durabilidade, eficiência operacional e desempenho no campo. A marca oferece ao produtor rural um ecossistema completo de tecnologia e suporte técnico, com ampla rede de distribuidores e uma equipe de consultoria agronômica com cerca de 95 profissionais distribuídos por todas as regiões do Brasil. Soluções como AgSense 365 e Scheduling ampliam o controle da operação, o monitoramento remoto e a precisão na tomada de decisão. Mais informações em valleyirrigation.com.br.

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Fonte: Assessoria



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Sustentabilidade

Exportações de soja avançam e milho ganha espaço no mercado interno – MAIS SOJA

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As exportações de soja de Mato Grosso do Sul mantiveram desempenho positivo em agosto de 2026. O Estado embarcou 530,5 mil toneladas, volume 36,7% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. Em valores, as vendas externas chegaram a US$ 239,1 milhões, alta de 48,9% na comparação anual. O resultado ficou acima do desempenho nacional, que registrou queda de 3,2% no volume exportado e crescimento de 5% em valores no mesmo período.

O desempenho confirma a importância da soja para o comércio exterior sul-mato-grossense. A China permanece como principal destino, concentrando 81,2% das exportações do produto, seguida por Vietnã e Paquistão.

Embora agosto tenha apresentado redução de 43,1% no volume embarcado em relação a julho, o resultado anual permanece positivo e coloca a soja entre os principais produtos da pauta exportadora do Estado.

“A soja continua apresentando um desempenho bastante relevante nas exportações de Mato Grosso do Sul, com crescimento superior ao observado no cenário nacional”, aponta o analista de Economia da Aprosoja/MS, Linneu Borges Filho.

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Milho muda de destino e fortalece o processamento dentro de MS

Em agosto, Mato Grosso do Sul exportou 100,1 mil toneladas de milho, ante 498 mil toneladas no mesmo período de 2025. Em valores, os embarques passaram de US$ 99 milhões para US$ 21,7 milhões.

Apesar da redução nas exportações, o movimento revela uma transformação na dinâmica do cereal dentro da economia estadual. O boletim econômico da Aprosoja/MS aponta que o milho está apresentando atraso no período de exportação, mas também destaca uma mudança: o grão passa a ser direcionado como matéria-prima para transformação dentro do Estado.

Na avaliação de Linneu, esse processo representa uma oportunidade de agregação de valor à produção sul-mato-grossense.

“Parte da produção que antes poderia seguir diretamente para outros países passa a encontrar demanda em Mato Grosso do Sul, como matéria-prima para processos de transformação. Isso fortalece o mercado interno, movimenta a indústria e agrega valor à produção estadual”.

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O cenário também ajuda a explicar por que os números de exportação precisam ser analisados em conjunto com a evolução da atividade industrial.

“O milho está deixando de ser visto somente como um produto para exportação e passa a ocupar uma posição importante como insumo para a indústria. É um movimento positivo porque cria novas possibilidades de mercado para o produtor e aproxima a produção agrícola das cadeias de transformação que estão se desenvolvendo no Estado”, destaca o analista.

Celulose assume liderança nas exportações

A mudança na dinâmica dos grãos ocorre em um cenário de diversificação da pauta exportadora de Mato Grosso do Sul. Em agosto, a celulose assumiu pela primeira vez a liderança entre os produtos exportados pelo Estado, com participação de 32,3% do total. Soja e resíduos ficaram em segundo lugar, com 28%, seguidos pela carne bovina, com 15,5%.

Balança comercial mantém superávit

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O desempenho das exportações contribuiu para que Mato Grosso do Sul mantivesse um saldo positivo na balança comercial. Em agosto, o Estado registrou superávit de US$ 801 milhões, resultado de US$ 978 milhões em exportações ante US$ 176 milhões em importações.

Entre os produtos importados, o gás natural liderou, seguido por cobre e equipamentos industriais. A ureia apareceu na quarta posição, representando 3,2% das importações. O boletim destaca que a presença do fertilizante entre os principais produtos importados sinaliza a busca do Estado por atender à demanda de insumos necessária à produção agrícola.

Os dados integram os boletins de Exportações e Balança Comercial de Mato Grosso do Sul, elaborados pela equipe econômica da Aprosoja/MS com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e do ComexStat.

Acesse os boletins clicando aqui e depois aqui.

Fonte: Aprosoja/MS

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FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Falta de lotes de qualidade de trigo sustenta preços no Paraná e no Rio Grande do Sul – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de trigo atravessou a semana sob negociações pontuais e preços pouco homogêneos. A dificuldade para encontrar lotes aumentou, especialmente de qualidade adequada à moagem.

No Paraná, o mercado permaneceu praticamente travado ao longo da semana, com poucas ofertas e compradores em busca de trigo. O tempo abriu na segunda e na terça-feira, mas a previsão de novas chuvas até domingo manteve as incertezas sobre a qualidade dos próximos lotes, parte do cereal já colhido apresentou problemas associados a doenças como a brusone.

No início da semana, a pressão de curto prazo no Norte do estado estava ligada à falta de espaço para armazenagem, depois que a safra recorde de milho safrinha ocupou parte relevante da capacidade disponível. “Produtores com necessidade de liberar estruturas encontram menor poder de negociação, enquanto moinhos capazes de receber trigo diretamente da lavoura pressionam por melhores condições de compra”, explicou o analista de Safras & Mercado Elcio Bento.

Ao longo da semana, porém, essa leitura foi cedendo lugar a um discurso diferente: a pressão pela necessidade de armazenagem foi tratada como pontual, e o principal entrave passou a ser a falta de oferta, sobretudo de trigo com qualidade. “A avaliação é de que os moinhos poderão precisar elevar as ofertas para atrair vendedores”, disse o analista Thiago Oleto na quinta-feira (10).

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Nos preços, negócios no Norte do Paraná foram fechados próximos de R$ 1.500/t FOB, com vendedores pedindo valores acima desse patamar. Nos Campos Gerais, moinhos indicaram R$ 1.550/t CIF, equivalente a cerca de R$ 1.480 a R$ 1.500/t FOB. Para entrega imediata, as indicações giravam em torno de R$ 1.500/t CIF, recuando para R$ 1.450/t em outubro e R$ 1.400/t em novembro nos negócios futuros – patamares nos quais, segundo Bento, “praticamente não há interesse dos produtores nas vendas futuras”.

No Rio Grande do Sul, a liquidez seguiu reduzida diante do distanciamento entre compradores e vendedores. Moinhos sinalizaram interesse próximo de R$ 1.400/t, enquanto vendedores pediram R$ 1.500/t. “Um eventual equilíbrio poderia ocorrer ao redor de R$ 1.450 por tonelada, mas, por enquanto, não há disposição efetiva de compradores ou vendedores nesse nível”, observou Oleto.

A referência FOB interior, ainda vinculada à safra velha, avançou 5,7% na semana e 9,1% no mês, acumulando alta de 39,0% em 2026 e de 14,3% frente ao mesmo período do ano passado, reflexo, segundo os analistas, da menor disponibilidade de trigo no estado. A influência da safra nova só deve aumentar a partir de outubro, com a aproximação da colheita.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Mercado de arroz mantém firmeza, mas valorização perde intensidade com menor procura – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de arroz manteve a trajetória altista nesta semana, porém com perda de velocidade, sinalizando transição de uma fase de valorização para acomodação em patamar elevado. A afirmação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

“Na origem, produtores capitalizados permanecem firmes, restringindo ofertas e aguardando melhores condições”, explica o analista. A necessidade financeira continua sendo o principal mecanismo de abertura de lotes, fazendo surgir negócios pontuais sem caracterizar aumento estrutural da disponibilidade.

Assim, pondera o consultor, a retenção na fonte segue limitando o potencial de correção baixista. “Na ponta compradora, parte das indústrias reduziu a procura após recompor estoques nas últimas semanas”, acrescenta.

Essa postura diminui a pressão de compra e explica a desaceleração dos reajustes, mas não configura excesso de matéria-prima. “A queda de braço permanece concentrada na diferença entre as pedidas dos vendedores e a capacidade de pagamento por parte das unidades de beneficiamento”, destaca Oliveira.

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A entrada de indústrias do Centro-Oeste, por sua vez, adiciona concorrência regional e pode elevar a disputa por lotes disponíveis, especialmente onde a oferta já é restrita.

O vetor baixista está concentrado na menor necessidade industrial de reposição, enquanto os altistas permanecem na oferta restrita, retenção e concorrência interestadual. Para o analista, o ponto decisivo será a duração dessa combinação: se a indústria retornar antes de o produtor ampliar vendas, a valorização pode recuperar intensidade; se a procura permanecer contida e compromissos financeiros aumentarem a oferta, o mercado tende à estabilidade ou correção moderada.

O Indicador Safras do arroz em casca no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotado a R$ 81,56, alta de 1,22% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, o avanço foi de 11,95%. Em relação a 2025, a valorização atingiu 22,46%.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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