Sustentabilidade
Na Agrishow, Bayer apresenta soluções que aproximam o produtor da agricultura do futuro – MAIS SOJA

Na 31ª edição da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), uma das principais feiras de tecnologia agrícola da América Latina, a Bayer apresenta a sua jornada digital para conectar o produtor ao futuro da agricultura, por meio da assistência inteligente, recomendações agronômicas e sustentabilidade para transformar dados em valor real no campo. Entre as novidades, está a estratégia de integração com empresas do setor de máquinas agrícolas, ampliando a conectividade entre o assistente de agricultura digital FieldView e os equipamentos utilizados no campo, para facilitar o dia a dia do produtor; além do novo hardware dessa ferramenta, mais rápido e ágil do que o dispositivo atual.
No pilar de Assistência Inteligente, o FieldView, que auxilia no gerenciamento das operações agrícolas para dar mais controle e clareza às decisões dos produtores, ganhará um novo hardware com transferência de dados até 12 vezes mais rápida do que a versão atual, o FieldView Drive 2.0. Esse dispositivo, que estará disponível na safra 2026/27, é encaixado no maquinário do produtor para coletar informações do talhão e da máquina para facilitar o mapeamento das operações via aplicativo e a integração dessas informações ao ecossistema digital do agricultor.
“Esse assistente digital da Bayer reúne dados de campo, imagens de satélite, previsões por talhão, mapas e ferramentas de análise de produtividade em uma plataforma simples e segura. A solução ajuda o agricultor a transformar dados em inteligência para a tomada de decisão ao longo da safra. Hoje, temos 31 milhões de hectares conectados ao FieldView. E dados de campo indicam que as propriedades que utilizam essa gestão digital apresentaram médias de produtividade 30% superiores no milho e 20% na soja em comparação com a média nacional da Conab”, afirma o líder de Soluções Agrícolas Digitais da Bayer para a América Latina, Abdalah Novaes.
No eixo de Recomendações Agronômicas, a Bayer tem acelerado a oferta de soluções em seu portfólio que conectam dados e ciência da multinacional à realidade de cada talhão para apoiar decisões personalizadas em diferentes culturas. Exemplo desse ganho de escala é o Bayer Valora Milho, que já amplia a produtividade no campo por meio de recomendações personalizadas de híbridos, população de sementes e aplicação de nitrogênio, consolidando-se como referência de rentabilidade a cada safra.
“Para a safrinha 2026, já são mais de 650 mil hectares inscritos, reunindo agricultores das marcas de sementes de milho, Dekalb, Sementes Agroceres e Agroeste. Nas últimas safras, esses produtores obtiveram resultados expressivos, com um aumento médio de cinco sacas por hectare, o que comprova a competitividade e o potencial das soluções digitais aplicadas à cultura do milho”, explica.
Outra novidade é a estratégia de integração com empresas do setor de máquinas agrícolas, ampliando a conectividade entre o assistente de agricultura digital FieldView. Entre as empresas que passam a fazer parte dessa integração de máquinas agrícolas para conectar decisões agronômicas à operação em campo está a John Deere. A parceria, lançada inicialmente nos EUA, permite transferir prescrições do FieldView diretamente para o centro de operações das máquinas, via conexão sem fio. O recurso elimina etapas manuais e o uso de pen drives, reduzindo riscos de erros e atrasos. Disponível a partir da próxima a safra de verão, a novidade facilita a importação de prescrições do Bayer Valora Milho para o maquinário da John Deere para otimizar a operação em todo o país.
Outra ferramenta, a FieldView Advisor oferece cerca de 70% de Retorno sobre o Investimento (ROI) positivo para soja. Ela auxilia o produtor no planejamento da safra de soja ao comparar o desempenho de variedades com a biotecnologia Intacta2 Xtend e gerar recomendações personalizadas de posicionamento de sementes para potencializar a produtividade dentro de cada talhão.
Além dela, o Bayer Directo Nematoide possibilita a aplicação localizada do nematicida Verango Prime em áreas com a presença da praga, com base em mapas de infestação e dados de solo para aumentar a eficiência do controle e reduzir o uso de insumos. Estima-se que cerca de 40% das áreas de soja no Brasil estejam sob risco de danos econômicos por nematoides. Ao longo de três safras de resultados, a solução se consolidou como uma ferramenta estratégica para elevar a rentabilidade do agricultor.
Essa capacidade de entregar soluções mais precisas e adequadas à realidade do campo é apoiada pela equipe de desenvolvimento regional da Bayer no Brasil, que é única no mundo, e que desde 2025 trabalha com foco em acelerar a adaptação de tecnologias às necessidades locais. “Nosso trabalho com o produtor começa a partir do mapeamento detalhado de necessidades e oportunidades, passa pelo desenvolvimento de planos de digitalização personalizados e segue com suporte contínuo de especialistas e capacitação das equipes das fazendas. É assim que garantimos agilidade na resposta às mudanças do setor e fazemos com que a tecnologia se converta em resultado real”, explica Abdalah Novaes.
No terceiro pilar, Sustentabilidade Viabilizando Negócios, a Bayer apresenta soluções como PRO Carbono e Barter+, que conectam eficiência, sustentabilidade e competitividade. Atualmente, a plataforma de soluções regenerativas PRO Carbono reúne mais de 3,1 milhões de hectares e integra mais de três mil agricultores na América Latina. Nas fazendas participantes, a adoção de práticas regenerativas, via PRO Carbono, promoveu um ganho médio de 9% na estabilidade produtiva e 11% na produtividade anual, com uma pegada de carbono até 50% menor na soja e 55% no milho em relação à média nacional.
Já o Barter+ utiliza dados históricos de produtividade para apoiar operações de troca dos produtores com a Bayer e ampliar o poder de negociação de insumos.
Sobre a Bayer
Guiada por sua missão “saúde para todos, fome para ninguém”, a Bayer é uma empresa global que atua para desenvolver soluções inovadoras que respondam a alguns dos maiores desafios da humanidade nas áreas de saúde e agricultura. Fundada na Alemanha em 1863 e presente em mais de 80 países, está no Brasil há quase 130 anos, seu segundo maior mercado no mundo, com negócios nos segmentos de Agricultura, Farmacêutico e Saúde do Consumidor. É comprometida com a inovação, a diversidade e a sustentabilidade, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento para promover avanços que unam produtividade, preservação ambiental e acesso à saúde de qualidade. Mais informações no site.
Fonte: Assessoria
Sustentabilidade
“Você investe na adubação e depois perde a eficiência porque economizou no mais barato, o calcário?” – MAIS SOJA

A questão da eficiência no plantio ganhou força nos últimos anos, com a busca dos agricultores pela redução de custos operacionais, em um cenário os valores mais ajustados no mercado mundial dos principais produtos agrícolas cultivados no Brasil.
Nessa disputa, ganhou força nos últimos dias o debate sobre a prática de investir recursos na adubação, sem a devida correção da acidez do solo feita antecipadamente.
A participação do Jorge Martelli, empresário da indústria de calcário e fertilizantes no estado do Paraná, em um podcast e o comentário sobre uma de suas falas viralizaram no Instagram.
“Não vou usar o calcário”, que é a matéria-prima mais barata. Pô, mas se você não fizer a correção do pH, você vai perder 30%, 40% das vezes do fósforo que tá lá. Quanto tá custando esse fósforo? É a matéria-prima mais econômica que a gente tem e com resultado mais efetivo. Então assim, é o ano do cara… o cara não pode jamais falar um negócio desse: “esse ano eu não vou usar [calcário].”
A influencer Kerolém Cardoso, do perfil AgroMapa Mentais, fez um react disparando:
– “Presta atenção aqui, tá? Não adianta você investir em fósforo se o teu solo não permite que a tua planta aproveite esse nutriente da melhor forma. Ponto, é isso!”, afirma.
Engenheira agrônoma com doutorado na área, Kérolem tem 126 mil seguidores. Ela completa a análise:
– “Quando o pH tá muito baixo, ele aumenta a presença aqui de alumínio e ferro livres no solo. Esse fósforo então vai reagir com esses elementos e vai formar compostos de baixa solubilidade, ou seja, o fósforo continua no solo, mas uma parte dele aqui vai deixar de tá disponível pra planta, entendeu? Então pensa comigo: você investe numa adubação fosfatada e depois perde a eficiência porque economizou justamente no insumo mais barato da correção, que é o calcário, entendeu?”
Clique aqui e veja a postagem que viralizou no Instagram.
Quer assistir ao podcast na íntegra com a participação do Jorge? Clique aqui.
Fonte: Abracal
Sustentabilidade
Trigo fecha em alta em Chicago com ataques a terminal de exportação da Rússia – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta quinta-feira (30) em alta. O mercado foi impulsionado pelo agravamento das tensões na região do Mar Negro, após ataques ucranianos provocarem danos a um importante terminal russo de exportação de grãos, renovando as preocupações com a oferta global.
Segundo a Reuters, drones ucranianos atingiram um terminal de exportação de grãos no porto de Taman, na região russa de Krasnodar, causando danos significativos à estrutura. O terminal pertence à Demetra, uma das maiores empresas agrícolas da Rússia, com capacidade para movimentar 5 milhões de toneladas de grãos. Fontes também informaram que uma instalação de exportação de óleo de girassol no porto foi atingida, embora os danos tenham sido considerados limitados.
A escalada do conflito também manteve interrompida a navegação no Mar de Azov e no Estreito de Kerch, obrigando a Rússia a redirecionar os embarques para portos no Mar Negro. Analistas internacionais avaliaram que o trigo foi a commodity agrícola que mais reagiu a essa nova rodada de tensão, diante do impacto sobre a logística de exportação russa, embora os reflexos também possam atingir milho, óleos vegetais e outros grãos.
O mercado ainda repercutiu os dados semanais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As vendas líquidas de trigo da safra 2026/27 somaram 285.200 toneladas na semana encerrada em 23 de julho, com destaque para a comercialização de 70 mil toneladas ao México. O volume ficou dentro da expectativa dos analistas, que variava entre 200 mil e 500 mil toneladas.
Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,63 1/2 por bushel, com alta de 2,75 centavos de dólar, ou 0,41%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,81 1/2 por bushel, com avanço de 3,75 centavos de dólar, ou 0,55%.
Autor/Fonte: Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Agência Safras)
Sustentabilidade
Mercado de defensivos para arroz irrigado movimenta R$ 262 milhões, com ligeira queda frente à safra anterior – MAIS SOJA

Principal empresa de pesquisas para o agronegócio, a Kynetec Brasil acaba de divulgar o estudo FarmTrak Arroz Irrigado da safra 2025-26. Conforme o levantamento, o mercado de defensivos agrícolas da cultura caiu 2%, para US$ 262 milhões, contra US$ 267 milhões do período anterior. Segundo o especialista em pesquisas da consultoria, Gabriel Baracat Pedroso, o ligeiro recuo veio associado, principalmente, a reduções de 6% na área cultivada (1,146 milhão de hectares) e de 7% nos custos de aplicação.
De acordo com o executivo, a variação negativa nas transações só não foi mais representativa face ao progressivo aumento do número médio de tratamentos adotado pelos produtores. “Eram 16 em 2023-2024 e subiram para 19 em 2025-26, alta de 10% ante 2024-25, compensando demais fatores desfavoráveis”, adianta Pedroso.
O indicador PAT ou área potencial tratada – totaliza as aplicações de produtos realizadas na safra – cresceu 4%, para 21,967 milhões de hectares.Conforme o especialista, dessecação de plantio, controle das doenças brusone e manchas foliares, além de lagartas, compreenderam os manejos que mais influenciaram no resultado do mercado de defensivos para arroz irrigado em 2025-26.
Aplicações contra manchas foliares alcançaram 1/3 da área cultivada, enquanto o emprego de lagarticidas cobriu 60% do total plantado. Neste caso, o número médio de tratamentos saltou de 1,9 para 2,4 em apenas um ano, variação atribuída pelo FarmTrak, em parte, a dificuldades para o produtor manter a chamada ‘lâmina d´água’ em algumas regiões do país.
“Ano após ano, os desafios à produção se intensificam”, continua Pedroso. “Manejos se tornam mais complexos, robustos e onerosos ao agricultor, frente a pressões crescentes de pragas, doenças, plantas daninhas e da perda de eficácia de ativos químicos e biotecnologias”, ele explica. “As margens do produtor estão apertadas, pois, concomitantemente, o preço da ‘commodity’ passa pelos mais baixos valores desde 2020.”
Ranking de produtos
Por mais uma safra, os herbicidas aparecem no levantamento da Kynetec na primeira posição entre os defensivos mais demandados pelo produtor. Corresponderam a 65% do mercado ou US$ 170 milhões, comparados a US$ 175 milhões do período 2024-25. Os fungicidas vêm a seguir, com vendas de US$ 43 milhões ou 16%, ante US$ 46 milhões da temporada passada.
Inseticidas e produtos para tratamento de sementes ocupam a terceira e a quarta posições: US$ 19 milhões e US$ 15 milhões, com 7% e 6% do mercado, respectivamente, valores praticamente estáveis em relação a 2024-25. Outros produtos fecham o levantamento da Kynetec: 5% ou US$ 15 milhões.
Ainda de acordo com Gabriel Pedroso, o FarmTrak Arroz Irrigado resultou de quase 380 entrevistas, realizadas pessoalmente com rizicultores das principais regiões produtoras do país: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.
Sobre a Kynetec
A Kynetec é líder global em análises e insights de dados agrícolas, especializada em saúde animal, nutrição animal, proteção de cultivos, máquinas agrícolas, sementes-biotecnologia e fertilizantes. Possui equipes localizadas em 30 países e fornece dados provenientes de 80 países. No Brasil, a Kynetec Brasil adquiriu o controle das consultorias Spark Inteligência Estratégica e MQ Solutions. Mais informações clique aqui.
Fonte: Assessoria de imprensa

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