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30 de julho de 2026

Sustentabilidade

OCP Brasil apresenta o Selo de Qualidade do Fósforo, com foco na origem e nos atributos do fósforo – MAIS SOJA

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A OCP Brasil, parte do ecossistema da OCP Nutricrops, líder global em soluções de nutrição de solos e plantas, anuncia o lançamento do Selo de Qualidade do Fósforo, uma iniciativa criada para identificar fertilizantes formulados exclusivamente com fósforo proveniente de rocha fosfática marroquina e para oferecer aos produtores rurais informações técnicas mais claras sobre a origem e o desempenho do nutriente.

Foto: OCP

O selo funciona como o endosso técnico e institucional da OCP Brasil, oferecendo aos produtores rurais referências adicionais na hora de escolher fertilizantes fosfatados. Ele foi desenvolvido a partir de uma pesquisa interna com produtores rurais e consultores técnicos de diferentes regiões do Brasil, garantindo que a iniciativa fosse reconhecível, relevante e alinhada à realidade do campo.

“O Selo de Qualidade do Fósforo traduz um pilar estratégico da OCP Brasil: a qualidade na agricultura começa na origem. Ao sinalizar de forma clara a procedência e o padrão do fósforo utilizado nos fertilizantes, apoiamos a transparência e ajudamos parceiros e produtores rurais a fazer escolhas mais conscientes em relação a fertilizantes”, explica Ronaldo Giorgi, vice-presidente de Marketing, Inovação e Estratégia da OCP Brasil. “Essa iniciativa reforça nosso compromisso com a inovação, a transparência e a criação de valor de longo prazo para todo o ecossistema agrícola”.

Ao estampar o selo, os fertilizantes indicam que o fósforo é obtido por meio da cadeia de suprimentos da OCP Nutricrops e produzido em conformidade com os padrões de controle de qualidade e de pesquisa agronômica da empresa, que demonstram eficiência especialmente em função da solubilidade.

A rocha fosfática difere em composição conforme a origem geológica. A rocha fosfática marroquina origina-se de formações sedimentares marinhas, resultando em um perfil mineral que favorece a solubilidade e a disponibilidade do fósforo nos solos. O nutriente é absorvido de forma eficiente pelas plantas, favorecendo um desenvolvimento radicular mais robusto e contribuindo para um desempenho mais confiável das lavouras ao longo de todo o ciclo de cultivo.

“A qualidade do fósforo tem impacto direto no desempenho das culturas. As características do fósforo de origem OCP Nutricrops, como alta solubilidade e disponibilidade eficiente no solo, resultam em sistemas radiculares mais vigorosos, melhor aproveitamento de nutrientes e um desenvolvimento mais equilibrado das plantas. O Selo de Qualidade do Fósforo assegura aos produtores rurais que o produto que estão utilizando oferece garantia de origem, contribuindo para o desempenho agronômico”, explica Marcelo Zanchi, diretor Técnico Agronômico da OCP Brasil.

O fósforo é um dos três macronutrientes primários para as plantas e desempenha um papel central na transferência de energia, no desenvolvimento das raízes e na fotossíntese. Em regiões tropicais como o Brasil, onde os solos naturalmente apresentam baixa disponibilidade de fósforo, aplicar a fonte certa de fósforo, na dose, no momento e no local corretos é fundamental para melhorar a eficiência de uso do nutriente, aumentar a produtividade e apoiar a sustentabilidade.

Com acesso a cerca de 70% das reservas conhecidas de fosfato no mundo, a OCP Nutricrops aplica padrões e práticas rigorosas de qualidade para entregar fósforo de alta solubilidade, que reduz as perdas do nutriente. Além de identificar o produto, o Selo de Qualidade do Fósforo incentiva padrões técnicos mais elevados e maior conscientização sobre as características do fósforo no mercado brasileiro de fertilizantes.

Sobre a OCP Brasil

A OCP Brasil faz parte da OCP Nutricrops e atua no Brasil desde 2010, oferecendo soluções de nutrição de solos e plantas com foco em sustentabilidade e aumento de produtividade.

Seu portfólio inovador é construído com base em dados, tecnologia e uma forte abordagem centrada no agricultor, para atender às necessidades de cada cliente. Como principal fornecedora de fertilizantes fosfatados para a agricultura brasileira, a OCP Brasil também desempenha um papel essencial na melhoria da saúde do solo e em ajudar o mundo a enfrentar o desafio da segurança alimentar.

Para saber mais, visite o site clicando aqui.

Sobre a OCP Nutricrops

A OCP Nutricrops é uma subsidiária do Grupo OCP, responsável por desenvolver soluções de nutrição do solo para enfrentar desafios globais relacionados à produção de alimentos e à sustentabilidade.

A OCP Nutricrops oferece aosprodutores rurais uma ampla gama de soluções de alta qualidade, à base de fosfato, para nutrição de plantas e saúde do solo, produzidas de forma sustentável e adaptadas a necessidades específicas. A empresa promove a adoção de práticas agronômicas avançadas por meio da colaboração com agrônomos e especialistas em todo o mundo. A OCP Nutricrops ajuda os produtores rurais a acessar produtos eficazes e sustentáveis, personalizados às exigências específicas de seus solos, para todas as culturas e em qualquer lugar do mundo.

Além de suas equipes agronômicas dedicadas, a OCP Nutricrops se beneficia da expertise da Mohammed VI Polytechnic University (UM6P) e de seus parceiros internacionais, aproveitando os mais recentes avanços tecnológicos e os dados agrícolas mais precisos. Por meio de mapeamento avançado de solos e do desenvolvimento de produtos personalizados, a OCP Nutricrops promove a saúde do solo e ajuda os produtores rurais a maximizar a produtividade, ao mesmo tempo em que protege o meio ambiente e combate as mudanças climáticas.

Para mais informações, visite o site clicando aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa OCP


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Sustentabilidade

“Você investe na adubação e depois perde a eficiência porque economizou no mais barato, o calcário?” – MAIS SOJA

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A questão da eficiência no plantio ganhou força nos últimos anos, com a busca dos agricultores pela redução de custos operacionais, em um cenário os valores mais ajustados no mercado mundial dos principais produtos agrícolas cultivados no Brasil.

Nessa disputa, ganhou força nos últimos dias o debate sobre a prática de investir recursos na adubação, sem a devida correção da acidez do solo feita antecipadamente.

A participação do Jorge Martelli, empresário da indústria de calcário e fertilizantes no estado do Paraná, em um podcast e o comentário sobre uma de suas falas viralizaram no Instagram.

“Não vou usar o calcário”, que é a matéria-prima mais barata. Pô, mas se você não fizer a correção do pH, você vai perder 30%, 40% das vezes do fósforo que tá lá. Quanto tá custando esse fósforo? É a matéria-prima mais econômica que a gente tem e com resultado mais efetivo. Então assim, é o ano do cara… o cara não pode jamais falar um negócio desse: “esse ano eu não vou usar [calcário].”

A influencer Kerolém Cardoso, do perfil AgroMapa Mentais, fez um react disparando:

– “Presta atenção aqui, tá? Não adianta você investir em fósforo se o teu solo não permite que a tua planta aproveite esse nutriente da melhor forma. Ponto, é isso!”, afirma.

Engenheira agrônoma com doutorado na área, Kérolem tem 126 mil seguidores. Ela completa a análise:

– “Quando o pH tá muito baixo, ele aumenta a presença aqui de alumínio e ferro livres no solo. Esse fósforo então vai reagir com esses elementos e vai formar compostos de baixa solubilidade, ou seja, o fósforo continua no solo, mas uma parte dele aqui vai deixar de tá disponível pra planta, entendeu? Então pensa comigo: você investe numa adubação fosfatada e depois perde a eficiência porque economizou justamente no insumo mais barato da correção, que é o calcário, entendeu?”

Clique aqui e veja a postagem que viralizou no Instagram.

Quer assistir ao podcast na íntegra com a participação do Jorge? Clique aqui.

Fonte: Abracal



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Sustentabilidade

Trigo fecha em alta em Chicago com ataques a terminal de exportação da Rússia – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta quinta-feira (30) em alta. O mercado foi impulsionado pelo agravamento das tensões na região do Mar Negro, após ataques ucranianos provocarem danos a um importante terminal russo de exportação de grãos, renovando as preocupações com a oferta global.

Segundo a Reuters, drones ucranianos atingiram um terminal de exportação de grãos no porto de Taman, na região russa de Krasnodar, causando danos significativos à estrutura. O terminal pertence à Demetra, uma das maiores empresas agrícolas da Rússia, com capacidade para movimentar 5 milhões de toneladas de grãos. Fontes também informaram que uma instalação de exportação de óleo de girassol no porto foi atingida, embora os danos tenham sido considerados limitados.

A escalada do conflito também manteve interrompida a navegação no Mar de Azov e no Estreito de Kerch, obrigando a Rússia a redirecionar os embarques para portos no Mar Negro. Analistas internacionais avaliaram que o trigo foi a commodity agrícola que mais reagiu a essa nova rodada de tensão, diante do impacto sobre a logística de exportação russa, embora os reflexos também possam atingir milho, óleos vegetais e outros grãos.

O mercado ainda repercutiu os dados semanais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As vendas líquidas de trigo da safra 2026/27 somaram 285.200 toneladas na semana encerrada em 23 de julho, com destaque para a comercialização de 70 mil toneladas ao México. O volume ficou dentro da expectativa dos analistas, que variava entre 200 mil e 500 mil toneladas.

Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,63 1/2 por bushel, com alta de 2,75 centavos de dólar, ou 0,41%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,81 1/2 por bushel, com avanço de 3,75 centavos de dólar, ou 0,55%.

Autor/Fonte: Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Agência Safras)

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Sustentabilidade

Mercado de defensivos para arroz irrigado movimenta R$ 262 milhões, com ligeira queda frente à safra anterior – MAIS SOJA

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Principal empresa de pesquisas para o agronegócio, a Kynetec Brasil acaba de divulgar o estudo FarmTrak Arroz Irrigado da safra 2025-26. Conforme o levantamento, o mercado de defensivos agrícolas da cultura caiu 2%, para US$ 262 milhões, contra US$ 267 milhões do período anterior. Segundo o especialista em pesquisas da consultoria, Gabriel Baracat Pedroso, o ligeiro recuo veio associado, principalmente, a reduções de 6% na área cultivada (1,146 milhão de hectares) e de 7% nos custos de aplicação.

De acordo com o executivo, a variação negativa nas transações só não foi mais representativa face ao progressivo aumento do número médio de tratamentos adotado pelos produtores. “Eram 16 em 2023-2024 e subiram para 19 em 2025-26, alta de 10% ante 2024-25, compensando demais fatores desfavoráveis”, adianta Pedroso.

O indicador PAT ou área potencial tratada – totaliza as aplicações de produtos realizadas na safra – cresceu 4%, para 21,967 milhões de hectares.Conforme o especialista, dessecação de plantio, controle das doenças brusone e manchas foliares, além de lagartas, compreenderam os manejos que mais influenciaram no resultado do mercado de defensivos para arroz irrigado em 2025-26.

Aplicações contra manchas foliares alcançaram 1/3 da área cultivada, enquanto o emprego de lagarticidas cobriu 60% do total plantado. Neste caso, o número médio de tratamentos saltou de 1,9 para 2,4 em apenas um ano, variação atribuída pelo FarmTrak, em parte, a dificuldades para o produtor manter a chamada ‘lâmina d´água’ em algumas regiões do país.

“Ano após ano, os desafios à produção se intensificam”, continua Pedroso. “Manejos se tornam mais complexos, robustos e onerosos ao agricultor, frente a pressões crescentes de pragas, doenças, plantas daninhas e da perda de eficácia de ativos químicos e biotecnologias”, ele explica. “As margens do produtor estão apertadas, pois, concomitantemente, o preço da ‘commodity’ passa pelos mais baixos valores desde 2020.”

Ranking de produtos

Por mais uma safra, os herbicidas aparecem no levantamento da Kynetec na primeira posição entre os defensivos mais demandados pelo produtor. Corresponderam a 65% do mercado ou US$ 170 milhões, comparados a US$ 175 milhões do período 2024-25. Os fungicidas vêm a seguir, com vendas de US$ 43 milhões ou 16%, ante US$ 46 milhões da temporada passada.

Inseticidas e produtos para tratamento de sementes ocupam a terceira e a quarta posições: US$ 19 milhões e US$ 15 milhões, com 7% e 6% do mercado, respectivamente, valores praticamente estáveis em relação a 2024-25. Outros produtos fecham o levantamento da Kynetec: 5% ou US$ 15 milhões.

Ainda de acordo com Gabriel Pedroso, o FarmTrak Arroz Irrigado resultou de quase 380 entrevistas, realizadas pessoalmente com rizicultores das principais regiões produtoras do país: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

Sobre a Kynetec

A Kynetec é líder global em análises e insights de dados agrícolas, especializada em saúde animal, nutrição animal, proteção de cultivos, máquinas agrícolas, sementes-biotecnologia e fertilizantes. Possui equipes localizadas em 30 países e fornece dados provenientes de 80 países. No Brasil, a Kynetec Brasil adquiriu o controle das consultorias Spark Inteligência Estratégica e MQ Solutions. Mais informações  clique aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa


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