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Sustentabilidade

OCP Brasil apresenta o Selo de Qualidade do Fósforo, com foco na origem e nos atributos do fósforo – MAIS SOJA

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A OCP Brasil, parte do ecossistema da OCP Nutricrops, líder global em soluções de nutrição de solos e plantas, anuncia o lançamento do Selo de Qualidade do Fósforo, uma iniciativa criada para identificar fertilizantes formulados exclusivamente com fósforo proveniente de rocha fosfática marroquina e para oferecer aos produtores rurais informações técnicas mais claras sobre a origem e o desempenho do nutriente.

Foto: OCP

O selo funciona como o endosso técnico e institucional da OCP Brasil, oferecendo aos produtores rurais referências adicionais na hora de escolher fertilizantes fosfatados. Ele foi desenvolvido a partir de uma pesquisa interna com produtores rurais e consultores técnicos de diferentes regiões do Brasil, garantindo que a iniciativa fosse reconhecível, relevante e alinhada à realidade do campo.

“O Selo de Qualidade do Fósforo traduz um pilar estratégico da OCP Brasil: a qualidade na agricultura começa na origem. Ao sinalizar de forma clara a procedência e o padrão do fósforo utilizado nos fertilizantes, apoiamos a transparência e ajudamos parceiros e produtores rurais a fazer escolhas mais conscientes em relação a fertilizantes”, explica Ronaldo Giorgi, vice-presidente de Marketing, Inovação e Estratégia da OCP Brasil. “Essa iniciativa reforça nosso compromisso com a inovação, a transparência e a criação de valor de longo prazo para todo o ecossistema agrícola”.

Ao estampar o selo, os fertilizantes indicam que o fósforo é obtido por meio da cadeia de suprimentos da OCP Nutricrops e produzido em conformidade com os padrões de controle de qualidade e de pesquisa agronômica da empresa, que demonstram eficiência especialmente em função da solubilidade.

A rocha fosfática difere em composição conforme a origem geológica. A rocha fosfática marroquina origina-se de formações sedimentares marinhas, resultando em um perfil mineral que favorece a solubilidade e a disponibilidade do fósforo nos solos. O nutriente é absorvido de forma eficiente pelas plantas, favorecendo um desenvolvimento radicular mais robusto e contribuindo para um desempenho mais confiável das lavouras ao longo de todo o ciclo de cultivo.

“A qualidade do fósforo tem impacto direto no desempenho das culturas. As características do fósforo de origem OCP Nutricrops, como alta solubilidade e disponibilidade eficiente no solo, resultam em sistemas radiculares mais vigorosos, melhor aproveitamento de nutrientes e um desenvolvimento mais equilibrado das plantas. O Selo de Qualidade do Fósforo assegura aos produtores rurais que o produto que estão utilizando oferece garantia de origem, contribuindo para o desempenho agronômico”, explica Marcelo Zanchi, diretor Técnico Agronômico da OCP Brasil.

O fósforo é um dos três macronutrientes primários para as plantas e desempenha um papel central na transferência de energia, no desenvolvimento das raízes e na fotossíntese. Em regiões tropicais como o Brasil, onde os solos naturalmente apresentam baixa disponibilidade de fósforo, aplicar a fonte certa de fósforo, na dose, no momento e no local corretos é fundamental para melhorar a eficiência de uso do nutriente, aumentar a produtividade e apoiar a sustentabilidade.

Com acesso a cerca de 70% das reservas conhecidas de fosfato no mundo, a OCP Nutricrops aplica padrões e práticas rigorosas de qualidade para entregar fósforo de alta solubilidade, que reduz as perdas do nutriente. Além de identificar o produto, o Selo de Qualidade do Fósforo incentiva padrões técnicos mais elevados e maior conscientização sobre as características do fósforo no mercado brasileiro de fertilizantes.

Sobre a OCP Brasil

A OCP Brasil faz parte da OCP Nutricrops e atua no Brasil desde 2010, oferecendo soluções de nutrição de solos e plantas com foco em sustentabilidade e aumento de produtividade.

Seu portfólio inovador é construído com base em dados, tecnologia e uma forte abordagem centrada no agricultor, para atender às necessidades de cada cliente. Como principal fornecedora de fertilizantes fosfatados para a agricultura brasileira, a OCP Brasil também desempenha um papel essencial na melhoria da saúde do solo e em ajudar o mundo a enfrentar o desafio da segurança alimentar.

Para saber mais, visite o site clicando aqui.

Sobre a OCP Nutricrops

A OCP Nutricrops é uma subsidiária do Grupo OCP, responsável por desenvolver soluções de nutrição do solo para enfrentar desafios globais relacionados à produção de alimentos e à sustentabilidade.

A OCP Nutricrops oferece aosprodutores rurais uma ampla gama de soluções de alta qualidade, à base de fosfato, para nutrição de plantas e saúde do solo, produzidas de forma sustentável e adaptadas a necessidades específicas. A empresa promove a adoção de práticas agronômicas avançadas por meio da colaboração com agrônomos e especialistas em todo o mundo. A OCP Nutricrops ajuda os produtores rurais a acessar produtos eficazes e sustentáveis, personalizados às exigências específicas de seus solos, para todas as culturas e em qualquer lugar do mundo.

Além de suas equipes agronômicas dedicadas, a OCP Nutricrops se beneficia da expertise da Mohammed VI Polytechnic University (UM6P) e de seus parceiros internacionais, aproveitando os mais recentes avanços tecnológicos e os dados agrícolas mais precisos. Por meio de mapeamento avançado de solos e do desenvolvimento de produtos personalizados, a OCP Nutricrops promove a saúde do solo e ajuda os produtores rurais a maximizar a produtividade, ao mesmo tempo em que protege o meio ambiente e combate as mudanças climáticas.

Para mais informações, visite o site clicando aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa OCP


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Sustentabilidade

USDA e Conab confirmam supersafra de soja; oferta recorde pode limitar reação dos preços? Saiba o que esperar do mercado

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Foto: Pixabay

Os números divulgados nesta semana pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reforçam um cenário de crescimento da oferta global de soja. As novas estimativas apontam para safras robustas tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, ampliando a disponibilidade da oleaginosa e pressionando os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago. Com isso, as cotações se aproximaram de US$ 11 por bushel, menores níveis observados em cerca de quatro meses.

No Brasil, a combinação entre Chicago em queda e produtores retraídos reduziu o ritmo dos negócios. Mesmo com o dólar apresentando momentos de maior firmeza ao longo da semana, o movimento não foi suficiente para compensar a pressão exercida pelas cotações internacionais.

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USDA

O USDA manteve sua projeção para a safra norte-americana de 2026/27 em 120,7 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais seguem estimados em 8,44 milhões de toneladas. Em âmbito global, a produção mundial foi projetada em 441,34 milhões de toneladas, confirmando um cenário de ampla disponibilidade da commodity.

Para o Brasil, o órgão norte-americano manteve a previsão de uma safra de 180 milhões de toneladas em 2025/26 e indicou um potencial de 186 milhões de toneladas para 2026/27. Já a Argentina teve sua estimativa elevada para 50 milhões de toneladas.

Conab

A Conab também revisou para cima a produção brasileira. Segundo a estatal, a safra de soja deverá alcançar 180,25 milhões de toneladas em 2025/26, crescimento de 5,1% em relação ao ciclo anterior. O volume recorde deverá permitir exportações de 116,1 milhões de toneladas e um processamento doméstico de 61,58 milhões de toneladas.

O que esperar?

Diante desse cenário, a principal dúvida do mercado passa a ser o comportamento da demanda global, especialmente da China, principal compradora da soja brasileira. Enquanto a oferta segue crescendo, investidores e produtores acompanham se o consumo será capaz de absorver volumes cada vez maiores sem provocar novas quedas nos preços.

Com estoques elevados e projeções recordes de produção, o mercado da soja entra no segundo semestre sob pressão. A tendência é que os preços continuem sensíveis a qualquer mudança no clima, na demanda chinesa e no ritmo das exportações mundiais.

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Sustentabilidade

Produtor reduz o ritmo nas negociações com a soja nesta sexta-feira; confira como ficaram os preços pelo Brasil

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Foto: Daniel Popov

O mercado brasileiro de soja encerrou esta sexta-feira (12) com pouca movimentação e queda nas cotações nas principais praças do país. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a combinação entre a desvalorização do dólar e uma Bolsa de Chicago sem força suficiente para sustentar os preços pressionou os negócios ao longo do dia.

Embora os prêmios de exportação tenham apresentado valorização e permaneçam firmes para os embarques do segundo semestre, o movimento não foi suficiente para compensar os demais fatores que influenciam a formação dos preços da oleaginosa.

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De acordo com Silveira, o produtor permaneceu afastado das negociações, elevando o spread entre compradores e vendedores. A semana foi marcada por poucos negócios no mercado físico, refletindo uma postura mais cautelosa dos agentes diante do cenário atual.

O analista destaca que o ritmo de comercialização da safra avançou significativamente nas últimas semanas. Com isso, muitos produtores passaram a preservar os volumes ainda disponíveis e começam a direcionar a atenção para as fixações da safra 2026/27, avaliando principalmente os custos de produção.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): recuou de R$ 125,50 para R$ 125,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 126,50 para R$ 126,00
  • Cascavel (PR): recuou de R$ 121,00 para R$ 120,00
  • Rondonópolis (MT): passou de R$ 111,00 para R$ 110,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 115,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 114,00 para R$ 113,00
  • Paranaguá (PR): recuou de R$ 132,50 para R$ 131,50
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 132,50 para R$ 132,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja encerraram o pregão em baixa, ampliando as perdas acumuladas durante a semana. O movimento de cobertura de posições vendidas perdeu força no final da sessão, devolvendo espaço aos fundamentos baixistas.

O clima favorável para o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos continua sendo um dos principais fatores de pressão sobre as cotações. Além disso, a forte queda do petróleo no mercado internacional e a perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã reduziram o suporte ao complexo soja.

A ampla oferta global da commodity também segue limitando qualquer tentativa de recuperação mais consistente dos preços.

Números do USDA

O relatório de junho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe poucas alterações para o mercado. A safra norte-americana de soja em 2026/27 foi mantida em 120,7 milhões de toneladas, com produtividade estimada em 53 bushels por acre.

Os estoques finais dos Estados Unidos foram projetados em 8,44 milhões de toneladas, praticamente em linha com as expectativas do mercado.

No cenário global, o USDA estimou a produção mundial de soja em 441,34 milhões de toneladas para a temporada 2026/27. Os estoques globais ficaram em 124,88 milhões de toneladas, levemente abaixo das projeções dos analistas.

Para o Brasil, o órgão manteve a estimativa da safra 2025/26 em 180 milhões de toneladas e projetou uma produção ainda maior, de 186 milhões de toneladas, para 2026/27. Já a Argentina teve sua estimativa elevada para 50 milhões de toneladas na safra atual.

Contratos futuros de soja

O contrato julho da soja fechou cotado a US$ 11,13½ por bushel, com queda de 0,13%. O vencimento agosto encerrou a US$ 11,18¾ por bushel, recuando 0,15%.

Entre os subprodutos, o farelo de soja julho caiu para US$ 301,30 por tonelada. O óleo de soja julho fechou em 74,28 centavos de dólar por libra-peso, com leve retração.

Câmbio

No mercado cambial, o dólar comercial encerrou o dia em baixa de 0,80%, cotado a R$ 5,0585 para venda. Durante a sessão, a moeda norte-americana variou entre R$ 5,0550 e R$ 5,1155, contribuindo para a pressão sobre os preços da soja no mercado brasileiro.

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Sustentabilidade

Desafios da pós-colheita ganham destaque da RPS – MAIS SOJA

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O monitoramento e o controle das pragas quarentenárias, os desafios enfrentados pelas unidades armazenadoras e as questões de logística permearam as discussões no painel sobre pós-colheita de soja, realizado hoje, 11 de junho, durante a Reunião de Pesquisa de Soja, em Londrina (PR). Fátima Parizzi, representando a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) e Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC), reforça que ações vêm sendo desenvolvidas para atender às exigências fitossanitárias da China, principal destino das exportações brasileiras de soja e milho.

Fátima diz que entre as principais medidas adotadas estão a elaboração de manuais de identificação de pragas, a conscientização dos agentes da cadeia produtiva e o reforço dos cuidados em todas as etapas do processo, desde a amostragem e classificação dos grãos até a expedição da carga. “O objetivo é garantir que os produtos exportados atendam aos requisitos fitossanitários exigidos pelos mercados internacionais, evitando problemas e rejeições nos portos de destino”, pontua.

Embora a China possua uma extensa lista de pragas quarentenárias, o foco está nas 11 espécies oficialmente reconhecidas pela China que estão presentes no Brasil. “O controle dessas pragas deve começar ainda no plantio, com manejo adequado ao longo do ciclo da cultura, reduzindo a infestação e os impactos na produtividade das lavouras”, avalia Fátima.

A palestrante afirma ainda que há um plano de ação voltado ao monitoramento e controle de pragas quarentenárias presentes nas lavouras brasileiras e  que estão sendo concluídos ajustes de uma proposta a ser encaminhada ao Ministério da Agricultura para subsidiar negociações com a China sobre procedimentos operacionais e critérios de tolerância para a presença de pragas nos lotes exportados. “Um dos avanços mais importantes é a mobilização de toda a cadeia produtiva em torno do tema, para fortalecer as negociações e garantir maior segurança às exportações brasileiras”, ressalta Fátima.

Ação fitossanitárias em unidades armazenadoras – O representante da Caramuru Alimentos, José Ronaldo Quirino, traz um panorama sobre a realidade enfrentada pelas unidades armazenadoras e destaca os controles adotados desde a recepção dos grãos até a expedição, com o objetivo de evitar devoluções de cargas e atender às exigências dos mercados internacionais. Segundo Quirino, o primeiro filtro ocorre na entrada dos produtos, quando é realizada a identificação das cargas e a avaliação dos riscos associados à presença de sementes quarentenárias. “Dependendo do nível de infestação encontrado, algumas cargas chegam a ser recusadas”, explica. “Além disso, as unidades monitoram constantemente os grãos armazenados para identificar possíveis focos de contaminação e definir os locais mais adequados para a formação de lotes destinados à exportação”, diz.

Desafios de logística – Durante o painel, a logística e a infraestrutura do setor para escoamento da safra foram abordados por Edenilson Oliveira, da cooperativa Coamo. Segundo ele, apesar dos avanços observados na melhoria dos portos e corredores de exportação, ainda existem gargalos estruturais importantes, especialmente relacionados à malha ferroviária, que podem comprometer a competitividade do setor no longo prazo.

No Porto de Paranaguá, Oliveira cita os projetos de ampliação e modernização que prometem elevar significativamente a capacidade de movimentação de grãos, reduzindo gargalos históricos e aumentando a competitividade das exportações brasileiras. Paralelamente, conta sobre a proposta de renovação da concessão da Malha Sul ferroviária. “A preocupação é que, sem investimentos mais robustos em ferrovias, o transporte rodoviário continue sobrecarregado, elevando custos e limitando o potencial de expansão do agronegócio nacional”, avalia Oliveira.

Oliveira ressalta que o momento é decisivo para discutir o futuro da infraestrutura ferroviária da região Sul, principalmente diante do processo de renovação das concessões que deverá definir investimentos e diretrizes para as próximas décadas. “Penso ser necessário pensar o sistema de forma integrada, ampliando as alternativas de transporte para as regiões produtoras e reduzindo a forte dependência do transporte rodoviário”, pontua Oliveira.

Para ele, o desafio não pode ser atribuído apenas às concessionárias ferroviárias, mas exige uma visão sistêmica e de longo prazo, com participação do poder público na construção de soluções estruturantes. “O planejamento precisa considerar horizontes de 10, 20 ou até 50 anos, garantindo que a infraestrutura acompanhe o crescimento da produção agrícola e preserve a competitividade do Brasil nos mercados internacionais”, conclui.

Fonte: Embrapa



 

FONTE

Autor:Lebna Landgraf (MTb 2903 – PR) Embrapa Soja

Site: Embrapa

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