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14 de setembro de 2026

Sustentabilidade

OCP Brasil apresenta o Selo de Qualidade do Fósforo, com foco na origem e nos atributos do fósforo – MAIS SOJA

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A OCP Brasil, parte do ecossistema da OCP Nutricrops, líder global em soluções de nutrição de solos e plantas, anuncia o lançamento do Selo de Qualidade do Fósforo, uma iniciativa criada para identificar fertilizantes formulados exclusivamente com fósforo proveniente de rocha fosfática marroquina e para oferecer aos produtores rurais informações técnicas mais claras sobre a origem e o desempenho do nutriente.

Foto: OCP

O selo funciona como o endosso técnico e institucional da OCP Brasil, oferecendo aos produtores rurais referências adicionais na hora de escolher fertilizantes fosfatados. Ele foi desenvolvido a partir de uma pesquisa interna com produtores rurais e consultores técnicos de diferentes regiões do Brasil, garantindo que a iniciativa fosse reconhecível, relevante e alinhada à realidade do campo.

“O Selo de Qualidade do Fósforo traduz um pilar estratégico da OCP Brasil: a qualidade na agricultura começa na origem. Ao sinalizar de forma clara a procedência e o padrão do fósforo utilizado nos fertilizantes, apoiamos a transparência e ajudamos parceiros e produtores rurais a fazer escolhas mais conscientes em relação a fertilizantes”, explica Ronaldo Giorgi, vice-presidente de Marketing, Inovação e Estratégia da OCP Brasil. “Essa iniciativa reforça nosso compromisso com a inovação, a transparência e a criação de valor de longo prazo para todo o ecossistema agrícola”.

Ao estampar o selo, os fertilizantes indicam que o fósforo é obtido por meio da cadeia de suprimentos da OCP Nutricrops e produzido em conformidade com os padrões de controle de qualidade e de pesquisa agronômica da empresa, que demonstram eficiência especialmente em função da solubilidade.

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A rocha fosfática difere em composição conforme a origem geológica. A rocha fosfática marroquina origina-se de formações sedimentares marinhas, resultando em um perfil mineral que favorece a solubilidade e a disponibilidade do fósforo nos solos. O nutriente é absorvido de forma eficiente pelas plantas, favorecendo um desenvolvimento radicular mais robusto e contribuindo para um desempenho mais confiável das lavouras ao longo de todo o ciclo de cultivo.

“A qualidade do fósforo tem impacto direto no desempenho das culturas. As características do fósforo de origem OCP Nutricrops, como alta solubilidade e disponibilidade eficiente no solo, resultam em sistemas radiculares mais vigorosos, melhor aproveitamento de nutrientes e um desenvolvimento mais equilibrado das plantas. O Selo de Qualidade do Fósforo assegura aos produtores rurais que o produto que estão utilizando oferece garantia de origem, contribuindo para o desempenho agronômico”, explica Marcelo Zanchi, diretor Técnico Agronômico da OCP Brasil.

O fósforo é um dos três macronutrientes primários para as plantas e desempenha um papel central na transferência de energia, no desenvolvimento das raízes e na fotossíntese. Em regiões tropicais como o Brasil, onde os solos naturalmente apresentam baixa disponibilidade de fósforo, aplicar a fonte certa de fósforo, na dose, no momento e no local corretos é fundamental para melhorar a eficiência de uso do nutriente, aumentar a produtividade e apoiar a sustentabilidade.

Com acesso a cerca de 70% das reservas conhecidas de fosfato no mundo, a OCP Nutricrops aplica padrões e práticas rigorosas de qualidade para entregar fósforo de alta solubilidade, que reduz as perdas do nutriente. Além de identificar o produto, o Selo de Qualidade do Fósforo incentiva padrões técnicos mais elevados e maior conscientização sobre as características do fósforo no mercado brasileiro de fertilizantes.

Sobre a OCP Brasil

A OCP Brasil faz parte da OCP Nutricrops e atua no Brasil desde 2010, oferecendo soluções de nutrição de solos e plantas com foco em sustentabilidade e aumento de produtividade.

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Seu portfólio inovador é construído com base em dados, tecnologia e uma forte abordagem centrada no agricultor, para atender às necessidades de cada cliente. Como principal fornecedora de fertilizantes fosfatados para a agricultura brasileira, a OCP Brasil também desempenha um papel essencial na melhoria da saúde do solo e em ajudar o mundo a enfrentar o desafio da segurança alimentar.

Para saber mais, visite o site clicando aqui.

Sobre a OCP Nutricrops

A OCP Nutricrops é uma subsidiária do Grupo OCP, responsável por desenvolver soluções de nutrição do solo para enfrentar desafios globais relacionados à produção de alimentos e à sustentabilidade.

A OCP Nutricrops oferece aosprodutores rurais uma ampla gama de soluções de alta qualidade, à base de fosfato, para nutrição de plantas e saúde do solo, produzidas de forma sustentável e adaptadas a necessidades específicas. A empresa promove a adoção de práticas agronômicas avançadas por meio da colaboração com agrônomos e especialistas em todo o mundo. A OCP Nutricrops ajuda os produtores rurais a acessar produtos eficazes e sustentáveis, personalizados às exigências específicas de seus solos, para todas as culturas e em qualquer lugar do mundo.

Além de suas equipes agronômicas dedicadas, a OCP Nutricrops se beneficia da expertise da Mohammed VI Polytechnic University (UM6P) e de seus parceiros internacionais, aproveitando os mais recentes avanços tecnológicos e os dados agrícolas mais precisos. Por meio de mapeamento avançado de solos e do desenvolvimento de produtos personalizados, a OCP Nutricrops promove a saúde do solo e ajuda os produtores rurais a maximizar a produtividade, ao mesmo tempo em que protege o meio ambiente e combate as mudanças climáticas.

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Para mais informações, visite o site clicando aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa OCP


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Sustentabilidade

Exportações de soja avançam e milho ganha espaço no mercado interno – MAIS SOJA

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As exportações de soja de Mato Grosso do Sul mantiveram desempenho positivo em agosto de 2026. O Estado embarcou 530,5 mil toneladas, volume 36,7% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. Em valores, as vendas externas chegaram a US$ 239,1 milhões, alta de 48,9% na comparação anual. O resultado ficou acima do desempenho nacional, que registrou queda de 3,2% no volume exportado e crescimento de 5% em valores no mesmo período.

O desempenho confirma a importância da soja para o comércio exterior sul-mato-grossense. A China permanece como principal destino, concentrando 81,2% das exportações do produto, seguida por Vietnã e Paquistão.

Embora agosto tenha apresentado redução de 43,1% no volume embarcado em relação a julho, o resultado anual permanece positivo e coloca a soja entre os principais produtos da pauta exportadora do Estado.

“A soja continua apresentando um desempenho bastante relevante nas exportações de Mato Grosso do Sul, com crescimento superior ao observado no cenário nacional”, aponta o analista de Economia da Aprosoja/MS, Linneu Borges Filho.

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Milho muda de destino e fortalece o processamento dentro de MS

Em agosto, Mato Grosso do Sul exportou 100,1 mil toneladas de milho, ante 498 mil toneladas no mesmo período de 2025. Em valores, os embarques passaram de US$ 99 milhões para US$ 21,7 milhões.

Apesar da redução nas exportações, o movimento revela uma transformação na dinâmica do cereal dentro da economia estadual. O boletim econômico da Aprosoja/MS aponta que o milho está apresentando atraso no período de exportação, mas também destaca uma mudança: o grão passa a ser direcionado como matéria-prima para transformação dentro do Estado.

Na avaliação de Linneu, esse processo representa uma oportunidade de agregação de valor à produção sul-mato-grossense.

“Parte da produção que antes poderia seguir diretamente para outros países passa a encontrar demanda em Mato Grosso do Sul, como matéria-prima para processos de transformação. Isso fortalece o mercado interno, movimenta a indústria e agrega valor à produção estadual”.

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O cenário também ajuda a explicar por que os números de exportação precisam ser analisados em conjunto com a evolução da atividade industrial.

“O milho está deixando de ser visto somente como um produto para exportação e passa a ocupar uma posição importante como insumo para a indústria. É um movimento positivo porque cria novas possibilidades de mercado para o produtor e aproxima a produção agrícola das cadeias de transformação que estão se desenvolvendo no Estado”, destaca o analista.

Celulose assume liderança nas exportações

A mudança na dinâmica dos grãos ocorre em um cenário de diversificação da pauta exportadora de Mato Grosso do Sul. Em agosto, a celulose assumiu pela primeira vez a liderança entre os produtos exportados pelo Estado, com participação de 32,3% do total. Soja e resíduos ficaram em segundo lugar, com 28%, seguidos pela carne bovina, com 15,5%.

Balança comercial mantém superávit

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O desempenho das exportações contribuiu para que Mato Grosso do Sul mantivesse um saldo positivo na balança comercial. Em agosto, o Estado registrou superávit de US$ 801 milhões, resultado de US$ 978 milhões em exportações ante US$ 176 milhões em importações.

Entre os produtos importados, o gás natural liderou, seguido por cobre e equipamentos industriais. A ureia apareceu na quarta posição, representando 3,2% das importações. O boletim destaca que a presença do fertilizante entre os principais produtos importados sinaliza a busca do Estado por atender à demanda de insumos necessária à produção agrícola.

Os dados integram os boletins de Exportações e Balança Comercial de Mato Grosso do Sul, elaborados pela equipe econômica da Aprosoja/MS com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e do ComexStat.

Acesse os boletins clicando aqui e depois aqui.

Fonte: Aprosoja/MS

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FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Falta de lotes de qualidade de trigo sustenta preços no Paraná e no Rio Grande do Sul – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de trigo atravessou a semana sob negociações pontuais e preços pouco homogêneos. A dificuldade para encontrar lotes aumentou, especialmente de qualidade adequada à moagem.

No Paraná, o mercado permaneceu praticamente travado ao longo da semana, com poucas ofertas e compradores em busca de trigo. O tempo abriu na segunda e na terça-feira, mas a previsão de novas chuvas até domingo manteve as incertezas sobre a qualidade dos próximos lotes, parte do cereal já colhido apresentou problemas associados a doenças como a brusone.

No início da semana, a pressão de curto prazo no Norte do estado estava ligada à falta de espaço para armazenagem, depois que a safra recorde de milho safrinha ocupou parte relevante da capacidade disponível. “Produtores com necessidade de liberar estruturas encontram menor poder de negociação, enquanto moinhos capazes de receber trigo diretamente da lavoura pressionam por melhores condições de compra”, explicou o analista de Safras & Mercado Elcio Bento.

Ao longo da semana, porém, essa leitura foi cedendo lugar a um discurso diferente: a pressão pela necessidade de armazenagem foi tratada como pontual, e o principal entrave passou a ser a falta de oferta, sobretudo de trigo com qualidade. “A avaliação é de que os moinhos poderão precisar elevar as ofertas para atrair vendedores”, disse o analista Thiago Oleto na quinta-feira (10).

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Nos preços, negócios no Norte do Paraná foram fechados próximos de R$ 1.500/t FOB, com vendedores pedindo valores acima desse patamar. Nos Campos Gerais, moinhos indicaram R$ 1.550/t CIF, equivalente a cerca de R$ 1.480 a R$ 1.500/t FOB. Para entrega imediata, as indicações giravam em torno de R$ 1.500/t CIF, recuando para R$ 1.450/t em outubro e R$ 1.400/t em novembro nos negócios futuros – patamares nos quais, segundo Bento, “praticamente não há interesse dos produtores nas vendas futuras”.

No Rio Grande do Sul, a liquidez seguiu reduzida diante do distanciamento entre compradores e vendedores. Moinhos sinalizaram interesse próximo de R$ 1.400/t, enquanto vendedores pediram R$ 1.500/t. “Um eventual equilíbrio poderia ocorrer ao redor de R$ 1.450 por tonelada, mas, por enquanto, não há disposição efetiva de compradores ou vendedores nesse nível”, observou Oleto.

A referência FOB interior, ainda vinculada à safra velha, avançou 5,7% na semana e 9,1% no mês, acumulando alta de 39,0% em 2026 e de 14,3% frente ao mesmo período do ano passado, reflexo, segundo os analistas, da menor disponibilidade de trigo no estado. A influência da safra nova só deve aumentar a partir de outubro, com a aproximação da colheita.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Mercado de arroz mantém firmeza, mas valorização perde intensidade com menor procura – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de arroz manteve a trajetória altista nesta semana, porém com perda de velocidade, sinalizando transição de uma fase de valorização para acomodação em patamar elevado. A afirmação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

“Na origem, produtores capitalizados permanecem firmes, restringindo ofertas e aguardando melhores condições”, explica o analista. A necessidade financeira continua sendo o principal mecanismo de abertura de lotes, fazendo surgir negócios pontuais sem caracterizar aumento estrutural da disponibilidade.

Assim, pondera o consultor, a retenção na fonte segue limitando o potencial de correção baixista. “Na ponta compradora, parte das indústrias reduziu a procura após recompor estoques nas últimas semanas”, acrescenta.

Essa postura diminui a pressão de compra e explica a desaceleração dos reajustes, mas não configura excesso de matéria-prima. “A queda de braço permanece concentrada na diferença entre as pedidas dos vendedores e a capacidade de pagamento por parte das unidades de beneficiamento”, destaca Oliveira.

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A entrada de indústrias do Centro-Oeste, por sua vez, adiciona concorrência regional e pode elevar a disputa por lotes disponíveis, especialmente onde a oferta já é restrita.

O vetor baixista está concentrado na menor necessidade industrial de reposição, enquanto os altistas permanecem na oferta restrita, retenção e concorrência interestadual. Para o analista, o ponto decisivo será a duração dessa combinação: se a indústria retornar antes de o produtor ampliar vendas, a valorização pode recuperar intensidade; se a procura permanecer contida e compromissos financeiros aumentarem a oferta, o mercado tende à estabilidade ou correção moderada.

O Indicador Safras do arroz em casca no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotado a R$ 81,56, alta de 1,22% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, o avanço foi de 11,95%. Em relação a 2025, a valorização atingiu 22,46%.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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