Sustentabilidade
Sicredi reforça protagonismo na Agrishow 2026 como maior financiador privado do agronegócio brasileiro – MAIS SOJA

Foto de capa: Assessoria
O Sicredi apresentou, durante coletiva de imprensa realizada na Agrishow 2026 no dia 24 de abril, os resultados mais recentes do ciclo agrícola e reforçou seu papel estratégico no apoio ao produtor rural. A instituição destacou o crescimento da carteira agro, a ampliação do crédito e a evolução do portfólio de produtos cada vez mais voltados para as necessidades do campo, reforçando sua atuação como maior financiador privado do agronegócio brasileiro.
Nos nove primeiros meses do Plano Safra 2025/2026, o Sicredi liberou R$ 52,8 bilhões em crédito, crescimento de 16,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. As operações de custeio, investimento, comercialização e industrialização seguem como principais motores desse avanço, evidenciando a consistência da atuação no setor. A carteira de crédito agro da instituição já ultrapassa R$ 123 bilhões (dados de março de 2026).
“Os números apresentados refletem a força do modelo cooperativo e, principalmente, a nossa proximidade com o produtor rural. Seguimos ampliando o acesso ao crédito de forma responsável, apoiando tanto o custeio quanto os investimentos que impulsionam a produtividade e a sustentabilidade no campo”, afirmou o superintendente de Agronegócio do Sicredi, Vitor Moraes.
Outro destaque foi o avanço das soluções financeiras complementares ao crédito tradicional. Em 2025, o Sicredi somou R$ 3,2 bilhões em consórcios destinados ao agro e alcançou mais de 479 mil hectares protegidos por seguros rurais, consolidando o avanço da gestão de risco no setor.
O diretor de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adilson de Sá, destacou a diversificação do portfólio como diferencial estratégico da instituição: “Temos ampliado nossa oferta de soluções para atender o produtor de forma completa, indo além do crédito tradicional. Produtos como consórcios, seguros e as operações em moeda estrangeira permitem mais planejamento, proteção e competitividade ao produtor rural”.
A instituição mantém saldo relevante em carteira nas modalidades atreladas à moeda estrangeira. Entre 2024 e 2025, houve um crescimento de 350% nas modalidades de proteção de NDF Dólar e NDF Commodities, mostrando a tendência de cada vez mais o produtor procurar soluções protetivas da variação de preço das commodities e da volatilidade cambial.
Liderança no Pró-Trator no estado de São Paulo
Outro destaque da atuação do Sicredi é a liderança no programa Pró-Trator, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo voltada à modernização do parque de máquinas agrícolas. A instituição financeira cooperativa responde por mais de 80% das operações do programa.
Somente na Safra 2025/2026, já foram operacionalizadas mais de 821 operações.
O Sicredi foi a primeira instituição financeira a operar o programa, reforçando seu papel pioneiro na ampliação do acesso ao crédito e no estímulo à inovação no agronegócio.
Perfil das operações
Pequenos e médios produtores rurais seguem como protagonistas, representando quase 70% das mais de 247 mil operações realizadas na safra. Em relação à finalidade do crédito, o custeio respondeu por 37% do volume liberado, enquanto os investimentos representaram 29%.
Outro dado relevante apresentado na coletiva foi o avanço do crédito para mulheres produtoras, com R$ 10,5 bilhões liberados na safra 2025/2026 e crescimento de 7,4%, indicando o avanço da inclusão e da diversidade no campo.
Parceiro do agronegócio
O agronegócio segue como um dos principais pilares estratégicos do Sicredi, refletindo um modelo cooperativo que alia a solidez financeira ao desenvolvimento regional. Por meio de suas 100 cooperativas, o Sicredi mantém uma atuação próxima às realidades locais, contribuindo para ampliar o acesso ao crédito e impulsionar a produtividade no campo, com impacto direto no desenvolvimento econômico das regiões onde atua.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras. Site do Sicredi: Clique aqui Redes Sociais: Facebook | Instagram | Twitter | LinkedIn | YouTube | TikTok
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
“Você investe na adubação e depois perde a eficiência porque economizou no mais barato, o calcário?” – MAIS SOJA

A questão da eficiência no plantio ganhou força nos últimos anos, com a busca dos agricultores pela redução de custos operacionais, em um cenário os valores mais ajustados no mercado mundial dos principais produtos agrícolas cultivados no Brasil.
Nessa disputa, ganhou força nos últimos dias o debate sobre a prática de investir recursos na adubação, sem a devida correção da acidez do solo feita antecipadamente.
A participação do Jorge Martelli, empresário da indústria de calcário e fertilizantes no estado do Paraná, em um podcast e o comentário sobre uma de suas falas viralizaram no Instagram.
“Não vou usar o calcário”, que é a matéria-prima mais barata. Pô, mas se você não fizer a correção do pH, você vai perder 30%, 40% das vezes do fósforo que tá lá. Quanto tá custando esse fósforo? É a matéria-prima mais econômica que a gente tem e com resultado mais efetivo. Então assim, é o ano do cara… o cara não pode jamais falar um negócio desse: “esse ano eu não vou usar [calcário].”
A influencer Kerolém Cardoso, do perfil AgroMapa Mentais, fez um react disparando:
– “Presta atenção aqui, tá? Não adianta você investir em fósforo se o teu solo não permite que a tua planta aproveite esse nutriente da melhor forma. Ponto, é isso!”, afirma.
Engenheira agrônoma com doutorado na área, Kérolem tem 126 mil seguidores. Ela completa a análise:
– “Quando o pH tá muito baixo, ele aumenta a presença aqui de alumínio e ferro livres no solo. Esse fósforo então vai reagir com esses elementos e vai formar compostos de baixa solubilidade, ou seja, o fósforo continua no solo, mas uma parte dele aqui vai deixar de tá disponível pra planta, entendeu? Então pensa comigo: você investe numa adubação fosfatada e depois perde a eficiência porque economizou justamente no insumo mais barato da correção, que é o calcário, entendeu?”
Clique aqui e veja a postagem que viralizou no Instagram.
Quer assistir ao podcast na íntegra com a participação do Jorge? Clique aqui.
Fonte: Abracal
Sustentabilidade
Trigo fecha em alta em Chicago com ataques a terminal de exportação da Rússia – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta quinta-feira (30) em alta. O mercado foi impulsionado pelo agravamento das tensões na região do Mar Negro, após ataques ucranianos provocarem danos a um importante terminal russo de exportação de grãos, renovando as preocupações com a oferta global.
Segundo a Reuters, drones ucranianos atingiram um terminal de exportação de grãos no porto de Taman, na região russa de Krasnodar, causando danos significativos à estrutura. O terminal pertence à Demetra, uma das maiores empresas agrícolas da Rússia, com capacidade para movimentar 5 milhões de toneladas de grãos. Fontes também informaram que uma instalação de exportação de óleo de girassol no porto foi atingida, embora os danos tenham sido considerados limitados.
A escalada do conflito também manteve interrompida a navegação no Mar de Azov e no Estreito de Kerch, obrigando a Rússia a redirecionar os embarques para portos no Mar Negro. Analistas internacionais avaliaram que o trigo foi a commodity agrícola que mais reagiu a essa nova rodada de tensão, diante do impacto sobre a logística de exportação russa, embora os reflexos também possam atingir milho, óleos vegetais e outros grãos.
O mercado ainda repercutiu os dados semanais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As vendas líquidas de trigo da safra 2026/27 somaram 285.200 toneladas na semana encerrada em 23 de julho, com destaque para a comercialização de 70 mil toneladas ao México. O volume ficou dentro da expectativa dos analistas, que variava entre 200 mil e 500 mil toneladas.
Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,63 1/2 por bushel, com alta de 2,75 centavos de dólar, ou 0,41%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,81 1/2 por bushel, com avanço de 3,75 centavos de dólar, ou 0,55%.
Autor/Fonte: Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Agência Safras)
Sustentabilidade
Mercado de defensivos para arroz irrigado movimenta R$ 262 milhões, com ligeira queda frente à safra anterior – MAIS SOJA

Principal empresa de pesquisas para o agronegócio, a Kynetec Brasil acaba de divulgar o estudo FarmTrak Arroz Irrigado da safra 2025-26. Conforme o levantamento, o mercado de defensivos agrícolas da cultura caiu 2%, para US$ 262 milhões, contra US$ 267 milhões do período anterior. Segundo o especialista em pesquisas da consultoria, Gabriel Baracat Pedroso, o ligeiro recuo veio associado, principalmente, a reduções de 6% na área cultivada (1,146 milhão de hectares) e de 7% nos custos de aplicação.
De acordo com o executivo, a variação negativa nas transações só não foi mais representativa face ao progressivo aumento do número médio de tratamentos adotado pelos produtores. “Eram 16 em 2023-2024 e subiram para 19 em 2025-26, alta de 10% ante 2024-25, compensando demais fatores desfavoráveis”, adianta Pedroso.
O indicador PAT ou área potencial tratada – totaliza as aplicações de produtos realizadas na safra – cresceu 4%, para 21,967 milhões de hectares.Conforme o especialista, dessecação de plantio, controle das doenças brusone e manchas foliares, além de lagartas, compreenderam os manejos que mais influenciaram no resultado do mercado de defensivos para arroz irrigado em 2025-26.
Aplicações contra manchas foliares alcançaram 1/3 da área cultivada, enquanto o emprego de lagarticidas cobriu 60% do total plantado. Neste caso, o número médio de tratamentos saltou de 1,9 para 2,4 em apenas um ano, variação atribuída pelo FarmTrak, em parte, a dificuldades para o produtor manter a chamada ‘lâmina d´água’ em algumas regiões do país.
“Ano após ano, os desafios à produção se intensificam”, continua Pedroso. “Manejos se tornam mais complexos, robustos e onerosos ao agricultor, frente a pressões crescentes de pragas, doenças, plantas daninhas e da perda de eficácia de ativos químicos e biotecnologias”, ele explica. “As margens do produtor estão apertadas, pois, concomitantemente, o preço da ‘commodity’ passa pelos mais baixos valores desde 2020.”
Ranking de produtos
Por mais uma safra, os herbicidas aparecem no levantamento da Kynetec na primeira posição entre os defensivos mais demandados pelo produtor. Corresponderam a 65% do mercado ou US$ 170 milhões, comparados a US$ 175 milhões do período 2024-25. Os fungicidas vêm a seguir, com vendas de US$ 43 milhões ou 16%, ante US$ 46 milhões da temporada passada.
Inseticidas e produtos para tratamento de sementes ocupam a terceira e a quarta posições: US$ 19 milhões e US$ 15 milhões, com 7% e 6% do mercado, respectivamente, valores praticamente estáveis em relação a 2024-25. Outros produtos fecham o levantamento da Kynetec: 5% ou US$ 15 milhões.
Ainda de acordo com Gabriel Pedroso, o FarmTrak Arroz Irrigado resultou de quase 380 entrevistas, realizadas pessoalmente com rizicultores das principais regiões produtoras do país: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.
Sobre a Kynetec
A Kynetec é líder global em análises e insights de dados agrícolas, especializada em saúde animal, nutrição animal, proteção de cultivos, máquinas agrícolas, sementes-biotecnologia e fertilizantes. Possui equipes localizadas em 30 países e fornece dados provenientes de 80 países. No Brasil, a Kynetec Brasil adquiriu o controle das consultorias Spark Inteligência Estratégica e MQ Solutions. Mais informações clique aqui.
Fonte: Assessoria de imprensa

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