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14 de setembro de 2026

Sustentabilidade

New Holland destaca na Agrishow 2026 a força do agro com portfólio completo de soluções integradas – MAIS SOJA

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A New Holland, marca da CNH, apresenta na Agrishow 2026, maior feira agrícola da América Latina, que vai de 27 de abril a 1o de maio em Ribeirão Preto (SP), um portfólio completo e integrado de soluções capaz de atender a diferentes perfis de produtores, desde pequenas propriedades até grandes operações agrícolas.

“Como uma marca full-liner, que valoriza a força do agronegócio brasileiro, a New Holland oferece ao produtor acesso a tecnologias capazes de impulsionar a produtividade e a eficiência no campo, com sustentabilidade e trazendo soluções de alto desempenho, mas com simplicidade operacional. Esse posicionamento reforça a continuidade dos nossos investimentos e a nossa proximidade com os clientes”, afirma Eduardo Kerbauy, vice-presidente de Marketing da CNH para a América Latina.

Versatilidade em pulverização

Com a mais ampla, completa e versátil gama de soluções em pulverização do mercado, com capacidades que variam de 30 litros a 4.000 litros, a New Holland traz à Agrishow 2026 a nova linha de pulverizadores Defensor, representados pelos modelos Defensor 2500 Cana-de-Açúcar e Defensor 4000. Este último está equipado com a solução de aplicação seletiva SaveFarm, que realiza a leitura do campo em tempo real, à frente da operação, garantindo que o herbicida seja aplicado apenas onde é necessário, reduzindo os custos com insumos em até 90%.

Mais do que incorporar inovação aos seus produtos, a New Holland transforma a forma como o produtor se relaciona com a tecnologia. A solução é adquirida de maneira definitiva, sem a incidência de custos recorrentes ou a necessidade de assinaturas, assegurando maior autonomia, previsibilidade e pleno controle do investimento ao longo do tempo.

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Permitindo maior controle nas aplicações, a linha de pulverizadores Defensor, que é completada pelos modelos Defensor 2500 e 3500, possui abastecimento inteligente, controlado pelo monitor Smart Fill, que aliado à nova bomba de abastecimento (opcional) promove o monitoramento preciso do fluxo de calda, tornando o processo de abastecimento mais rápido e eficiente.

O IntelliSprayTM II (também opcional) realiza o controle e corte de seção bico a bico, reduzindo desperdícios e otimizando a aplicação de defensivos. Além disso, o sistema de recirculação integrado evita a sedimentação, assegurando uniformidade e máxima qualidade na pulverização. Esses recursos garantem precisão absoluta na aplicação, máxima eficiência e economia e maior qualidade e estabilidade, assegurando a melhor pulverização mesmo em condições adversas.

Como solução complementar, a New Holland dispõe do Drone de Aplicação New Holland, que é oferecido nos modelos o P60 (30 l) e P150 (70 l). Destinado principalmente a pequenos e médios produtores, o drone pode ser complementar ou até substituir pulverizadores de três pontos (montados) ou de arrasto, assim como para operações com pulverizadores autopropelidos.

Entre as vantagens está a possibilidade de uso em áreas de topografia irregular, onde um pulverizador autopropelido teria dificuldades para entrar, devido à inclinação do relevo. Em terrenos com talhões menores, que normalmente são mais recortados, o drone também traz versatilidade e ganho operacional ao agricultor. Outro uso indicado é após a ocorrência de chuvas, evitando o atolamento do pulverizador/trator, o amassamento da cultura e a compactação do solo.

Colheitadeiras: duplo rotor com IA embarcada

Com forte tradição em colheita, a New Holland é a marca que possui uma oferta completa de colheitadeiras, com todos os sistemas de debulha. A começar pela linha CR (disponível nos modelos CR6, CR7, CR7+, CR8, CR9, CR10 e CR11), que possui telemetria vitalícia e gratuita embarcada, além de tecnologia de automação baseada em inteligência artificial. O IntelliSenseTM é o sistema de automação de colheita de grãos mais inteligente e completo do mercado, abrangendo 9 culturas.

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Representando esta nova geração da linha carro-chefe de colheitadeiras da New Holland, a CR11 possui um motor FPT Cursor 16, de 15,9 litros, com 775cv de potência, e um tanque graneleiro de 20 mil litros, além de uma plataforma de 61 pés e capacidade de descarga de 210 litros/s.

Trata-se da maior colheitadeira de duplo rotor já fabricada e que foi reprojetada para proporcionar maior produtividade, com perda mínima de grãos, melhor gerenciamento de resíduos e maior automação. Esses recursos visam reduzir o custo total da colheita de grãos.

Outro destaque da linha é a CR10, maior colheitadeira produzida no Brasil, e que simboliza o alto volume de produtos de fabricação nacional da marca, reforçando a confiança e os benefícios para o cliente, como menor custo e acesso facilitado a peças de reposição, além de linhas de crédito.

Embarcado de fábrica os modelos CR9, CR10 e CR11, o sistema de automação IntelliSense é o “cérebro” da linha CR, suportando 9 culturas: arroz, feijão, aveia, sorgo, soja, milho, trigo, cevada e canola. Este sistema ajusta automaticamente a máquina para garantir máxima performance, mínimas perdas e alta qualidade de grãos. A inteligência artificial busca a melhor configuração para cada momento da colheita e a cada 20 segundos ou antes, faz os ajustes se necessário.

O IntelliSense traz uma tecnologia nova de predição de campo que permite antecipar ajustes de limpeza, com informação da passada lateral anterior. Trata-se de uma predição de colheita que ajusta o industrial da CR antecipadamente. Para a automação da velocidade, a nova linha CR possui o IntelliCruise atualizado para controle inteligente da velocidade de deslocamento conforme variações da cultura, sendo opcional na CR6 e CR7 e padrão nos demais modelos. Além das automações de trilha, limpeza e velocidade disponíveis, a nova linha CR traz o IntelliTurn, para manobra de cabeceira automática, e o IntelliField, para compartilhar dado de cobertura de colheita entre colheitadeiras. Tudo isso é padrão, vitalício e sem custos anuais nos modelos CR7, CR7+, CR8, CR9, CR10 e CR11.

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Esses modelos também contam com piloto automático com 3 anos de subscrição e nível de correção PLM3 com 2,5 cm de precisão. Com telemetria vitalícia e gratuita, sem assinaturas recorrentes, a nova linha CR introduz novos itens nos modelos fabricados a partir de abril deste ano. A CR6 e CR7 traz um novo ajuste mecânico do ângulo do alimentador, além do opcional do ajuste hidráulico, realizado por um botão dentro da cabine. E para as CR com tudo dobrável, uma ponteira pivotante maior, para facilitar o descarregamento com plataformas maiores.

Linhas TC e TX

Derivada da linha de colheitadeiras TC (modelos TC4.90 e TC5.90) – um dos ícones do maquinário agrícola brasileiro por sua confiabilidade e tradição, e que possui sistema de debulha por cilindro e separação por saca-palhas – , a New Holland também disponibiliza a linha TX (TX4.90 e TX5.90), cujo destaque é o duplo rotor de separação, entregando maior eficiência e produtividade em todos os tipos de culturas. Além da separação por duplo rotor, a TX tem sistema de limpeza de tripla cascata, aumentando a capacidade de limpeza do material colhido. A máquina conta também com o sistema Opti-Fan, ventilador que regula automaticamente a velocidade do vento, assim como os novos côncavos seccionados que permitem alta capacidade de debulha de grãos, o ultramoderno sistema de nivelamento SmartSieve das peneiras, permitindo um nivelamento automático e homogêneo do material colhido em toda a área de limpeza e um tanque graneleiro de alta capacidade.

Nova plataforma draper feita no Brasil

Com um investimento de mais de R$ 100 milhões, a New Holland e a CNH vão nacionalizar a produção da linha de plataformas de corte Draper FD2 by MacDon, em um movimento estratégico para reforçar o compromisso com o mercado brasileiro e latino-americano, ampliando a capacidade de atendimento e oferecendo um suporte ainda mais próximo e ágil aos clientes.

Com a nacionalização, a planta de Curitiba (PR) ficará responsável pela fabricação das plataformas de 25, 50 e 61 pés destinadas a atender toda a América Latina. A iniciativa posiciona a operação local como um polo estratégico para a CNH, fortalecendo a presença da marca na região.

Conectividade e telemetria

A New Holland oferece aos seus clientes, independentemente do tamanho da operação, conectividade aberta, integrada e acessível em todas as máquinas, com opções de conexão satelital (Starlink), 4G e wi-fi, garantindo acesso aos dados em qualquer lugar e a qualquer momento. Com a telemetria embarcada, e em tempo real, o agricultor pode visualizar as informações da sua operação e tomar a decisão em tempo real, garantindo economia de insumos, maior agilidade e mais produtividade.

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Il Trattore

Uma das atrações do estande da A New Holland na Agrishow deste ano é o conceito de trator T5.120 ‘Il Trattore’, que celebra o legado duradouro de pesquisa e desenvolvimento, engenharia e design iniciados com o primeiro trator da Fiat, o Fiat 702, que também será exibido ao lado do novo modelo. Trata-se de uma herança de inovação e estilo da qual a New Holland, que completou 50 anos de Brasil em 2025, faz questão de apresentar.

O nome Il Trattore (“O Trator”) reforça a importância de uma tecnologia versátil e funcional que define o trator de uso geral, capaz de desempenhar qualquer tarefa — essência presente tanto no primeiro trator Fiat quanto na atual linha T5. O conceito também destaca o compromisso da New Holland em desenvolver máquinas agrícolas que combinam estilo e inovação.

Linha renovada de tratores

A marca também possui uma ampla gama de tratores voltada a pequenos, médios e grandes produtores. Entre os destaques da Agrishow este ano estão os novos T8 e T7.300 Auto Command CVT, a nova família T5 e o T6.140, além do T6.180 Methane Power, primeiro trator movido a gás biometano do mundo.

Os modelos T5.100 e T5.110 (de 100cv e 110 cv, respectivamente) trazem mais força, eficiência e conforto para o trabalho no campo. Equipada com motor FPT S8000, a família T5 é conhecida por sua confiabilidade e eficiência que entrega alta performance.

Já o T6.140 Electro CommandTM, de 141 cavalos, além do motor eletrônico, possui nova transmissão e uma cabine que traz muito conforto e espaço para o operador, sendo um dos destaques da categoria de tratores de média potência. Produzido no Brasil, ele foi desenvolvido com a ajuda dos clientes da marca, por meio de pesquisas e testes de campo onde a palavra do agricultor ajudou a definir as melhores configurações que atendessem às suas necessidades.

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Vencedor dos importantes prêmios ESG 2025, na categoria “Inovação Tecnológica em ESG”, e Prêmio ECO de inovação e sustentabilidade, na categoria “Produtos ou Serviços – Grandes Empresas”, o T6.180 Methane Power usa a tecnologia de propulsão por biometano, que oferece inúmeras vantagens ambientais, incluindo a redução de até 80% das emissões de poluentes regulados e de 84% de CO2 em comparação com um motor diesel padrão.

Tecnologia para forrageiras

A New Holland também apresenta na Agrishow, como pré-lançamento, sua engenharia inovadora e expertise em soluções para os desafios enfrentados por agropecuaristas com a tecnologia da ForageCam, que utiliza uma câmera montada na bica da forrageira para analisar continuamente as imagens do fluxo da colheita e detectar fragmentos de grãos, avaliando a eficácia do processamento.

Essa solução foi reconhecida com a medalha de prata no Prêmio de Inovação Agritechnica, maior feira de equipamentos agrícolas do mundo, que ocorre na Alemanha. A ForageCam é pioneira na indústria e automatiza um processo-chave de colheita: mapear a quebra de grãos em tempo real. O sistema mostra como a tecnologia pode apoiar os pecuaristas ao reduzir a necessidade de compra adicional de grãos para formulação da dieta. Antes, esse ajuste era manual; agora, a interpretação automática dos dados permite otimizar os parâmetros da máquina em tempo real, melhorando também seu desempenho operacional.

A quebra e o processamento completos dos grãos de milho são cruciais para a produção de silagem de alta qualidade, pois garantem que o gado tenha acesso total à energia e aos nutrientes durante a digestão, apoiando a maior produção de leite e carne. Tradicionalmente, o ajuste do processador de grãos é feito manualmente, com base em métricas retrospectivas que não permitem influenciar a qualidade da colheita em tempo real.

Linha amarela: soluções eficientes para o campo

A New Holland Construction participa da feira apresentando equipamentos da linha amarela voltados também às necessidades do agronegócio. Na Agrishow, a marca evidencia a amplitude de seu portfólio com a exposição da pá carregadeira W130B, da retroescavadeira B95C e da minicarregadeira L320, modelos preparados para atender diferentes demandas operacionais no campo.

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Entre os destaques, a pá carregadeira W130B se consolida como uma solução robusta e produtiva para diversas operações, enquanto a retroescavadeira B95C é amplamente utilizada no meio rural por sua capacidade de atuar em atividades como preparo de solo, manutenção de áreas e apoio a tarefas gerais da propriedade. Já a minicarregadeira L320, equipada com implementos como caçamba, garra e vassoura da linha FLEETPRO, amplia as possibilidades de aplicação, garantindo eficiência em diferentes usos.

“O mercado latino-americano demanda soluções robustas e aplicáveis às diferentes realidades do produtor, e a linha amarela da New Holland Construction cumpre esse papel ao entregar produtividade, confiabilidade e facilidade de operação em aplicações que vão além da construção. Em sinergia com a New Holland, atuamos com um portfólio integrado que atende desde grandes e médios produtores até nichos específicos, como os aviários. Nesse contexto, equipamentos como as minicarregadeiras, combinadas a implementos, garantem mais agilidade e eficiência no dia a dia e reforçam nosso compromisso com soluções completas, alinhadas às necessidades do campo” afirma Pedro Silva, líder da New Holland Construction para a América Latina.

Outro diferencial da marca é a conectividade: todas as máquinas saem de fábrica com sistema de telemetria embarcado, integrado à plataforma MyNewHolland, com sete anos de assinatura inclusa. Além disso, os equipamentos produzidos no Brasil contam com três anos de garantia ou 4.500 horas de operação, garantindo produtividade, tecnologia e suporte ao cliente no campo.

Condições especiais de financiamento do Banco CNH na Agrishow O Banco CNH, principal parceiro comercial das marcas New Holland e New Holland Construction, participa da Agrishow com um portfólio completo de soluções financeiras, desenvolvido para atender diferentes perfis de produtores e as atuais demandas do agronegócio.

Como um dos principais repassadores do BNDES, o Banco CNH reforça seu protagonismo na oferta de linhas subsidiadas e segue preparado para atuar com programas com recursos do Tesouro Nacional, como o Moderfrota Pronamp e o Pronaf Mais Alimentos, iniciativas fundamentais para fomentar investimentos, modernização e competitividade no campo.

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Outra alternativa oferecida pela instituição financeira é o Crédito Rural – Taxa Fixa BNDES em Dólar (TFBD), voltado à aquisição de máquinas e equipamentos por meio de repasses do BNDES. A linha oferece condições atrativas para produtores com receitas atreladas à moeda estrangeira, com taxa pré-fixada no momento da contratação e prazos mais longos, alinhados à dinâmica do setor. Nesse modelo, o valor das parcelas em Real varia conforme a cotação do dólar no dia anterior ao pagamento.

Durante a feira, o Banco CNH contará com uma equipe especializada para atendimento a clientes e concessionários, reforçando a proximidade e a oferta de soluções personalizadas ao longo de toda a jornada do produtor. Em um ambiente cada vez mais competitivo, essa atuação consultiva se consolida como um diferencial relevante na decisão de investimento e tomada do crédito.

Serviço:
  • 31a Agrishow – de 27 de abril a 1o de maio de 2026
  • Das 8h às 18h
  • Local: Rod. Prefeito Antônio Duarte Nogueira, Km 321 – Ribeirão Preto (SP)
  • Informações: www.agrishow.com.br

A New Holland, pertencente à CNH, é uma marca próxima do cliente, que valoriza o agronegócio e possui soluções completas para todos os tipos de culturas agrícolas, seja qual for o segmento e o tamanho da operação. Os agricultores contam com uma oferta de produtos e serviços inovadores, como tratores, colheitadeiras, pulverizadores, plantadeiras, feno e forragem, além de equipamentos específicos para biomassa, silvicultura e agricultura de precisão, complementada por serviços financeiros feitos sob medida e planejados por especialistas. Com uma rede de distribuidores global altamente profissional e o compromisso com a excelência, a New Holland garante a melhor experiência para cada cliente. Para mais informações da New Holland, clique aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Exportações de soja avançam e milho ganha espaço no mercado interno – MAIS SOJA

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As exportações de soja de Mato Grosso do Sul mantiveram desempenho positivo em agosto de 2026. O Estado embarcou 530,5 mil toneladas, volume 36,7% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. Em valores, as vendas externas chegaram a US$ 239,1 milhões, alta de 48,9% na comparação anual. O resultado ficou acima do desempenho nacional, que registrou queda de 3,2% no volume exportado e crescimento de 5% em valores no mesmo período.

O desempenho confirma a importância da soja para o comércio exterior sul-mato-grossense. A China permanece como principal destino, concentrando 81,2% das exportações do produto, seguida por Vietnã e Paquistão.

Embora agosto tenha apresentado redução de 43,1% no volume embarcado em relação a julho, o resultado anual permanece positivo e coloca a soja entre os principais produtos da pauta exportadora do Estado.

“A soja continua apresentando um desempenho bastante relevante nas exportações de Mato Grosso do Sul, com crescimento superior ao observado no cenário nacional”, aponta o analista de Economia da Aprosoja/MS, Linneu Borges Filho.

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Milho muda de destino e fortalece o processamento dentro de MS

Em agosto, Mato Grosso do Sul exportou 100,1 mil toneladas de milho, ante 498 mil toneladas no mesmo período de 2025. Em valores, os embarques passaram de US$ 99 milhões para US$ 21,7 milhões.

Apesar da redução nas exportações, o movimento revela uma transformação na dinâmica do cereal dentro da economia estadual. O boletim econômico da Aprosoja/MS aponta que o milho está apresentando atraso no período de exportação, mas também destaca uma mudança: o grão passa a ser direcionado como matéria-prima para transformação dentro do Estado.

Na avaliação de Linneu, esse processo representa uma oportunidade de agregação de valor à produção sul-mato-grossense.

“Parte da produção que antes poderia seguir diretamente para outros países passa a encontrar demanda em Mato Grosso do Sul, como matéria-prima para processos de transformação. Isso fortalece o mercado interno, movimenta a indústria e agrega valor à produção estadual”.

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O cenário também ajuda a explicar por que os números de exportação precisam ser analisados em conjunto com a evolução da atividade industrial.

“O milho está deixando de ser visto somente como um produto para exportação e passa a ocupar uma posição importante como insumo para a indústria. É um movimento positivo porque cria novas possibilidades de mercado para o produtor e aproxima a produção agrícola das cadeias de transformação que estão se desenvolvendo no Estado”, destaca o analista.

Celulose assume liderança nas exportações

A mudança na dinâmica dos grãos ocorre em um cenário de diversificação da pauta exportadora de Mato Grosso do Sul. Em agosto, a celulose assumiu pela primeira vez a liderança entre os produtos exportados pelo Estado, com participação de 32,3% do total. Soja e resíduos ficaram em segundo lugar, com 28%, seguidos pela carne bovina, com 15,5%.

Balança comercial mantém superávit

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O desempenho das exportações contribuiu para que Mato Grosso do Sul mantivesse um saldo positivo na balança comercial. Em agosto, o Estado registrou superávit de US$ 801 milhões, resultado de US$ 978 milhões em exportações ante US$ 176 milhões em importações.

Entre os produtos importados, o gás natural liderou, seguido por cobre e equipamentos industriais. A ureia apareceu na quarta posição, representando 3,2% das importações. O boletim destaca que a presença do fertilizante entre os principais produtos importados sinaliza a busca do Estado por atender à demanda de insumos necessária à produção agrícola.

Os dados integram os boletins de Exportações e Balança Comercial de Mato Grosso do Sul, elaborados pela equipe econômica da Aprosoja/MS com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e do ComexStat.

Acesse os boletins clicando aqui e depois aqui.

Fonte: Aprosoja/MS

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FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Falta de lotes de qualidade de trigo sustenta preços no Paraná e no Rio Grande do Sul – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de trigo atravessou a semana sob negociações pontuais e preços pouco homogêneos. A dificuldade para encontrar lotes aumentou, especialmente de qualidade adequada à moagem.

No Paraná, o mercado permaneceu praticamente travado ao longo da semana, com poucas ofertas e compradores em busca de trigo. O tempo abriu na segunda e na terça-feira, mas a previsão de novas chuvas até domingo manteve as incertezas sobre a qualidade dos próximos lotes, parte do cereal já colhido apresentou problemas associados a doenças como a brusone.

No início da semana, a pressão de curto prazo no Norte do estado estava ligada à falta de espaço para armazenagem, depois que a safra recorde de milho safrinha ocupou parte relevante da capacidade disponível. “Produtores com necessidade de liberar estruturas encontram menor poder de negociação, enquanto moinhos capazes de receber trigo diretamente da lavoura pressionam por melhores condições de compra”, explicou o analista de Safras & Mercado Elcio Bento.

Ao longo da semana, porém, essa leitura foi cedendo lugar a um discurso diferente: a pressão pela necessidade de armazenagem foi tratada como pontual, e o principal entrave passou a ser a falta de oferta, sobretudo de trigo com qualidade. “A avaliação é de que os moinhos poderão precisar elevar as ofertas para atrair vendedores”, disse o analista Thiago Oleto na quinta-feira (10).

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Nos preços, negócios no Norte do Paraná foram fechados próximos de R$ 1.500/t FOB, com vendedores pedindo valores acima desse patamar. Nos Campos Gerais, moinhos indicaram R$ 1.550/t CIF, equivalente a cerca de R$ 1.480 a R$ 1.500/t FOB. Para entrega imediata, as indicações giravam em torno de R$ 1.500/t CIF, recuando para R$ 1.450/t em outubro e R$ 1.400/t em novembro nos negócios futuros – patamares nos quais, segundo Bento, “praticamente não há interesse dos produtores nas vendas futuras”.

No Rio Grande do Sul, a liquidez seguiu reduzida diante do distanciamento entre compradores e vendedores. Moinhos sinalizaram interesse próximo de R$ 1.400/t, enquanto vendedores pediram R$ 1.500/t. “Um eventual equilíbrio poderia ocorrer ao redor de R$ 1.450 por tonelada, mas, por enquanto, não há disposição efetiva de compradores ou vendedores nesse nível”, observou Oleto.

A referência FOB interior, ainda vinculada à safra velha, avançou 5,7% na semana e 9,1% no mês, acumulando alta de 39,0% em 2026 e de 14,3% frente ao mesmo período do ano passado, reflexo, segundo os analistas, da menor disponibilidade de trigo no estado. A influência da safra nova só deve aumentar a partir de outubro, com a aproximação da colheita.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Mercado de arroz mantém firmeza, mas valorização perde intensidade com menor procura – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de arroz manteve a trajetória altista nesta semana, porém com perda de velocidade, sinalizando transição de uma fase de valorização para acomodação em patamar elevado. A afirmação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

“Na origem, produtores capitalizados permanecem firmes, restringindo ofertas e aguardando melhores condições”, explica o analista. A necessidade financeira continua sendo o principal mecanismo de abertura de lotes, fazendo surgir negócios pontuais sem caracterizar aumento estrutural da disponibilidade.

Assim, pondera o consultor, a retenção na fonte segue limitando o potencial de correção baixista. “Na ponta compradora, parte das indústrias reduziu a procura após recompor estoques nas últimas semanas”, acrescenta.

Essa postura diminui a pressão de compra e explica a desaceleração dos reajustes, mas não configura excesso de matéria-prima. “A queda de braço permanece concentrada na diferença entre as pedidas dos vendedores e a capacidade de pagamento por parte das unidades de beneficiamento”, destaca Oliveira.

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A entrada de indústrias do Centro-Oeste, por sua vez, adiciona concorrência regional e pode elevar a disputa por lotes disponíveis, especialmente onde a oferta já é restrita.

O vetor baixista está concentrado na menor necessidade industrial de reposição, enquanto os altistas permanecem na oferta restrita, retenção e concorrência interestadual. Para o analista, o ponto decisivo será a duração dessa combinação: se a indústria retornar antes de o produtor ampliar vendas, a valorização pode recuperar intensidade; se a procura permanecer contida e compromissos financeiros aumentarem a oferta, o mercado tende à estabilidade ou correção moderada.

O Indicador Safras do arroz em casca no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotado a R$ 81,56, alta de 1,22% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, o avanço foi de 11,95%. Em relação a 2025, a valorização atingiu 22,46%.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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