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29 de abril de 2026

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Alta em Chicago e dólar impulsionam negócios da soja; confira as cotações do dia

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Foto: Daniel Popov/Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve um dia mais aquecido, com avanço nas cotações e maior volume de negócios, especialmente nos portos. O cenário externo foi determinante para destravar as negociações, combinando alta na Bolsa de Chicago e o dólar voltando a operar próximo de R$ 5,00.

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Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a melhora veio, principalmente, da combinação entre câmbio e mercado internacional. Ele afirma que a valorização em Chicago e o dólar mais firme trouxeram sustentação aos preços internos. Os prêmios chegaram a recuar levemente, mas sem impacto relevante, contribuindo até para um ambiente mais favorável às negociações.

Com isso, houve registro de bons volumes ao longo da sessão, ainda que com condições de pagamento mais alongadas. O destaque ficou para os negócios via porto, onde os preços reagiram com mais intensidade diante do cenário externo positivo.

No mercado físico, os preços apresentaram variações regionais:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 124,00 para R$ 125,00
  • Santa Rosa (RS): avançou de R$ 125,00 para R$ 126,00
  • Cascavel (PR): alta de R$ 120,00 para R$ 121,00
  • Rondonópolis (MT): foi registrada queda de R$ 111,00 para R$ 110,00
  • Dourados (MS): os preços permaneceram em R$ 112,00
  • Rio Verde (GO): a saca passou de R$ 110,00 para R$ 111,00
  • Paranaguá (PR): aumento de R$ 130,00 para R$ 131,00
  • Rio Grande (RS): avanço de R$ 130,00 para R$ 131,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja fecharam em alta para o grão e óleo, enquanto o farelo recuou. O mercado encontrou suporte na forte valorização do petróleo, impulsionada por tensões no Oriente Médio. O óleo de soja acompanhou esse movimento, diante da sua utilização na produção de biocombustíveis.

A demanda consistente por esmagamento nos Estados Unidos e atrasos pontuais no plantio por excesso de chuvas também contribuíram para a alta. Ainda assim, os ganhos foram limitados pela ampla oferta da América do Sul.

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O mercado também repercutiu declarações do presidente Donald Trump sobre o Irã, aumentando a cautela dos investidores. Além disso, há expectativa em torno dos dados semanais de exportação dos Estados Unidos, com projeções entre 200 mil e 600 mil toneladas.

Contratos futuros

Entre os contratos, o vencimento maio de 2026 subiu 9,25 centavos de dólar por bushel, fechando a US$ 11,82 1/4. Já o contrato julho de 2026 avançou 7,75 centavos, encerrando a US$ 11,97 por bushel. No farelo, houve queda de US$ 3,60, para US$ 323,80 por tonelada. O óleo de soja subiu 1,60 centavo, fechando a 74,12 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou o dia com alta de 0,39%, cotado a R$ 5,0014 para venda e R$ 4,9994 para compra, oscilando entre R$ 4,9793 e R$ 5,0138 ao longo da sessão.

As informações são da Safras & Mercado.

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Missão Técnica à China leva empresários ao centro da inovação energética

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Assessoria – Empresários brasileiros terão acesso direto às tecnologias que estão moldando o futuro da energia durante uma missão técnica à China, entre os dias 30 de maio e 7 de junho. Ela é organizada pelo especialista Merivaldo Britto, fundador da plataforma Tudo de Energia, que atua com projetos de armazenamento, mobilidade elétrica e estratégias para o setor.

A programação inclui visita a uma fábrica de sistemas de armazenamento de energia em bateria (BESS) e participação na SNEC, considerada a maior feira de energia solar do mundo, reunindo os principais players globais do setor. Os empresários devem ir a Xangai e regiões industriais chinesas.

“A proposta vai além de uma viagem técnica. O foco está no posicionamento estratégico, com acesso direto a tecnologias e modelos de negócio que já estão moldando o futuro do setor energético”, disse Merivaldo Britto.

A programação da missão técnica inclui ainda contato com soluções que dominam o cenário atual, como geração solar conectada à rede, armazenamento de energia, redes inteligentes, mobilidade elétrica e integração de sistemas em edificações. Também entram na agenda temas ligados à consultoria energética e à segurança de sistemas.

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O objetivo é aproximar empresários brasileiros de um mercado que hoje dita o ritmo da transição energética global, especialmente no desenvolvimento de tecnologias ligadas à eficiência, armazenamento e digitalização da energia.

As vagas para a Missão Técnica à China é limitada e os interessados em uma experiência prática e estratégica para sair do mercado local e entender, na origem, para onde caminha o setor energético, devem procurar Jairo pelo Whatspp (65) 99249-8988.

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Urgente: Senado barra Messias no STF e impõe derrota histórica a Lula

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O Senado rejeitou nesta quarta-feira (29) a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. Foram 42 votos contra e 34 a favor, com uma abstenção — placar suficiente para enterrar o nome do advogado-geral da União.

Messias não conseguiu vencer a articulação da oposição, puxada por Flávio Bolsonaro (PL-RJ), nem superar a resistência do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que nunca abraçou a indicação.

O resultado representa um revés sem precedentes para Lula: é a primeira vez, em 132 anos, que um indicado ao STF é barrado pelo Senado. O episódio mais próximo ocorreu em 1894, com Cândido Barata Ribeiro.

Agora, o Planalto terá de reabrir negociações em desvantagem para ocupar a vaga deixada por Luís Roberto Barroso, que antecipou a aposentadoria para outubro de 2025.

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Para passar, Messias precisava de pelo menos 41 votos. Ficou abaixo até do desempenho recente de outros indicados de Lula: Flávio Dino teve 47 votos favoráveis, e Cristiano Zanin, 58.

Apesar de ter sido aprovado na CCJ mais cedo, com 16 votos, o apoio não se sustentou no plenário. Na sabatina, Messias defendeu mudanças no STF, criticou decisões individuais de ministros e se posicionou contra o aborto.

Nos bastidores, Alcolumbre manteve distância o tempo todo. Insatisfeito por não ter emplacado Rodrigo Pacheco ao Supremo, o senador deixou claro que não trabalharia pela aprovação. Mesmo após uma tentativa de aproximação, limitou-se a garantir apenas uma tramitação sem turbulência — e nada além disso.

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‘Hoje, não há Plano Safra adequado e nem seguro rural efetivo’, diz Tirso Meirelles, durante a Agrishow

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Foto: Mapa

Em Ribeirão Preto (SP), o presidente da Faesp e comentarista do Canal Rural, Tirso Meirelles, destacou os principais desafios enfrentados pelo produtor rural durante a Agrishow, em meio ao avanço da tecnologia no campo.

Para ele, a feira evidencia uma nova fase da agricultura, impulsionada pela inovação. “Ao longo destes dias, observamos dois pontos centrais, a inovação e a tecnologia no campo. Há tratores movidos a etanol, a biocombustíveis e a biometano, além de soluções que ampliam a produtividade do produtor rural”, afirmou.

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Apesar desse cenário, Meirelles alertou para dificuldades econômicas que ainda limitam o desenvolvimento do setor. “O desafio é enfrentar uma taxa de juros elevada em um contexto de endividamento do produtor rural. Hoje, não contamos com um Plano Safra condizente com as necessidades do setor, nem com um seguro rural efetivo.”

Segundo ele, havia expectativa por definições mais concretas durante a abertura do evento, que contou com a presença de representantes do governo federal. O presidente pontuou que eram esperadas diretrizes claras, mas, até o momento, o que se observa são sinalizações ainda incertas sobre seguro rural e política agrícola.

Na avaliação do dirigente, a ausência de medidas práticas pode comprometer diretamente a permanência dos produtores na atividade. “Se não houver uma solução para o endividamento, torna-se difícil a permanência do homem e da mulher no campo”, conclui.

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