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30 de abril de 2026

Sustentabilidade

Em fevereiro, IBGE estima que a safra nacional chegará a 344,1 milhões de toneladas em 2026 – MAIS SOJA

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A estimativa de fevereiro de 2026 para a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas é de 344,1 milhões de toneladas, 0,6% menor (dois milhões de toneladas a menos) que a obtida em 2025 (346,1 milhões de toneladas). A estimativa de fevereiro foi 0,4% maior que a de janeiro (aumento de 1,4 milhão de toneladas). Os dados estão no Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), produzido pelo IBGE.

A área a ser colhida foi de 82,9 milhões de hectares, com aumento de 1,6% (ou 1,3 milhão de hectares) frente a 2025. Em relação à estimativa de janeiro, a área a ser colhida cresceu 0,3% (aumento de 213.075 hectares).

A soja, o arroz e o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que, somados, representaram 92,8% da estimativa da produção e respondem por 87,5% da área a ser colhida. Para a soja, a estimativa de produção foi de 173,3 milhões de toneladas (4,3% de alta em relação a 2025); para o arroz (em casca) a estimativa foi de 11,6 milhões (8,0% inferior) e para o milho a estimativa foi de 134,3 milhões de toneladas (5,3% menor). A estimativa do milho foi de 28,9 milhões para a primeira safra (12,2% acima de 2025) e 105,4 milhões na segunda (9,1% menor).

Para o trigo, a estimativa de produção para 2026 em fevereiro foi de 7,7 milhões de toneladas (1,6% de baixa em relação a 2025). A produção do algodão herbáceo (em caroço) foi estimada em 8,8 milhões de toneladas (10,5% menor que no ano passado). O sorgo teve a safra estimada em 4,9 milhões de toneladas (9,5% menor) enquanto para o feijão, estima-se 3,0 milhões (0,2% a menos).

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Quanto à área a ser colhida, em relação ao ano anterior, em fevereiro, estimou-se crescimentos de 0,8% na área da soja; de 2,4% na do milho (aumentos de 9,5% no milho 1ª safra e de 0,6% no milho 2ª safra) e de 0,5% na do sorgo, ocorrendo declínios de 5,8% na área a ser colhida do algodão herbáceo (em caroço); de 6,3% na do arroz em casca; e de 2,5% na do feijão.

Centro-Oeste lidera a produção em fevereiro de 2026, com 167,9 milhões de toneladas

Entre as Grandes Regiões, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou a seguinte distribuição: Centro-Oeste, 167,9 milhões de toneladas (48,8%); Sul, 95,2 milhões de toneladas (27,7%); Sudeste, 30,5 milhões de toneladas (8,9%), Nordeste, 28,9 milhões de toneladas (8,4%) e Norte, 21,5 milhões de toneladas (6,2%).

Em relação à produção de 2025, a estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas variou positivamente para as regiões Sul (10,3%) e Nordeste (4,2%), e negativamente para as regiões Centro-Oeste (-6,0%), Norte (-3,5%) e Sudeste (-1,9%). Quanto à variação mensal da estimativa, em fevereiro cresceu o esperado na produção das regiões Nordeste (2,3%), Sudeste (1,1%), Centro-Oeste (0,3%) e Norte (0,2%). No Sul a estimativa de fevereiro foi 0,1% menor que a de janeiro.

Na distribuição da produção pelas unidades da Federação, o Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos, com participação de 30,2% na safra nacional, seguido por Paraná (13,9%), Rio Grande do Sul (11,7%), Goiás (10,7%), Mato Grosso do Sul (7,6%) e Minas Gerais (5,5%). Juntos, estes estados representaram 79,6% da estimativa de produção brasileira para 2026.

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As principais variações positivas nas estimativas da produção, em relação a janeiro, ocorreram na Bahia (alta de 652.211 toneladas), em Goiás (424.068 t), em Minas Gerais (321.243 t), no Paraná (306.400 t), em Rondônia (49.323 t), no Maranhão (6.474 t) e no Ceará (42 t). Já as variações negativas maiores ocorreram no Rio Grande do Sul (-359.430 t), no Amapá (-124 t), no Rio de Janeiro (-84 t) e em Roraima (-65 t).

Culturas

Frente a janeiro, houve aumentos nas estimativas da produção do café arábica (+5,6% ou +140.318 t), do sorgo (+5,1% ou +238.602 t), do feijão 1ª safra (+2,6% ou +25.511 t), do milho 1ª safra (+0,8% ou +240.531 t), da soja (+0,4% ou +718.684 t), do café canephora (+0,4% ou +4.447 t) e do milho 2ª safra (+0,2% ou +221.757 t). Houve queda nas estimativas para o feijão 2ª safra (-4,5% ou -57.775 t) e para a cana-de-açúcar (-0,9% ou -6.581.058 t).

CAFÉ (em grão) – A produção brasileira, considerando-se as duas espécies, arábica e canephora, foi estimada em 3,8 milhões de toneladas (64,1 milhões de sacas de 60 kg), acréscimos de 3,9% em relação a janeiro e de 11,5% em relação ao volume produzido em 2025, um recorde na série histórica da pesquisa, comparável desde 2002.

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Para o café arábica, a produção estimada foi de 2,6 milhões de toneladas (43,9 milhões de sacas), alta de 5,6% em relação a janeiro. Na safra de 2026, aguarda-se um crescimento natural da produção em função das características da espécie, que nos anos pares tende a produzir mais. O clima tem beneficiado as lavouras do Centro-Sul e os problemas climáticos nas principais unidades da Federação produtoras, por enquanto, mostraram-se pontuais.

Em fevereiro, Minas Gerais reavaliou suas estimativas, elevando em 5,5% o rendimento médio e em 2,6% na área plantada. Em relação a 2025, o rendimento médio foi elevado em 18,4% e a área a ser colhida em 5,3%. Preços compensadores nos últimos anos incentivam os produtores a ampliarem as áreas de plantio, os investimentos e os tratos nos cafeeiros. O Estado é o maior produtor de café arábica, com 1,9 milhão de toneladas (31,9 milhões de sacas), alta de 8,2% em relação a janeiro e de 24,7% em relação a 2025, devendo participar com 72,6% da produção nacional dessa espécie.

Para o café canephora, a estimativa da produção foi de 1,2 milhão de toneladas (20,2 milhões de sacas), acréscimo de 0,4% em relação a janeiro e queda de 3,7% em relação ao produzido em 2025. A área a ser colhida avançou 1,3% e o rendimento médio caiu 4,9% frente o ano passado. Embora o clima esteja favorecendo as lavouras, a base comparativa impacta na variação, já que a produção do café canephora, em 2025, foi recorde da série histórica do IBGE. Todavia, incertezas em relação ao volume e à frequência das chuvas no primeiro quadrimestre do ano ainda permanecem.

Em fevereiro, houve crescimentos de 1,4% na estimativa da produção em Rondônia e de 6,8% em Minas Gerais, devido aos crescimentos da área colhida (3,7%) e do rendimento médio (3,1%). Em Rondônia, a produção estimada foi de 182,6 mil toneladas (3,0 milhões de sacas), e a participação deve ser de 15,1% do total produzido no Brasil. Em Minas Gerais, a produção deve alcançar 31,6 mil toneladas (526,0 mil sacas), 7,4% maior que em 2025. O maior produtor do conilon, com participação estimada em 69,4% do total, é o Espírito Santo, com 841,3 mil toneladas esperadas para 2026 (14,0 milhões de sacas).

CANA-DE-AÇÚCAR – A estimativa da produção foi de 700,4 milhões de toneladas, redução de 0,9% em relação a janeiro. Em relação a 2025, a produção deve ser 0,4% menor. As estimativas iniciais apontam para uma maior produtividade esse ano (1,6%), atingindo 74.717 kg/ha.

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O clima chuvoso deve favorecer os canaviais. São Paulo, responsável por metade da produção nacional, não reavaliou suas estimativas em fevereiro (352,1 milhões de toneladas). A maior reavaliação no mês foi em Goiás, com queda 6,7% na produção, devido a menor área plantada (-10,1%). Mesmo assim, a produtividade no estado deve crescer 3,8%, com as condições climáticas melhores. Na Região Nordeste, as maiores variações mensais de produção ocorreram em Alagoas (-2,7%) – redução de 2,5% na área plantada – e no Maranhão (-1,0%), que apontou queda de 2,6% na produtividade.

CANOLA (em grão) – A produção da canola foi estimada em 298,9 mil toneladas, crescimento de 13,0% em relação a janeiro. O Rio Grande do Sul é a única unidade da Federação que produz comercialmente o grão no Brasil. O IBGE passou a levantar as estimativas da canola em 2026, já que a produção cresceu muito no estado nos últimos anos, substituindo cultivos tradicionais, como trigo, aveia e coberturas vegetais, consolidando-se como uma cultura de inverno estratégica. Na região noroeste do estado, alguns produtores acumulam mais de sete anos de experiência com o cultivo.

FEIJÃO (em grão) – A estimativa de fevereiro para as três safras do feijão alcançou 3,0 milhões de toneladas, redução de 1,1% em relação a janeiro e de 0,2% em relação a 2025. A produção deve ser suficiente para o abastecimento interno, dispensando a importação. O Paraná, maior produtor nacional de feijão, prevê 688,4 mil toneladas (22,9% de participação), seguido por Minas Gerais com 514,1 mil toneladas (17,1% de participação), Goiás com 364,9 mil toneladas e Mato Grosso com 363,4 mil toneladas.

A estimativa da produção da primeira safra de feijão cresceu 2,6% em fevereiro e chegou a 1,0 milhão toneladas, representando 33,3% de participação no ano. Em relação às regiões geográficas, em fevereiro houve queda na estimativa da primeira safra nas regiões Norte (-1,1%) e Centro-Oeste (-0,7%), que tiveram redução na área a ser colhida de 0,6% e 0,2%, respectivamente. As regiões Nordeste e Sul apresentaram aumento de 4,7% e 3,6% na produção estimada. No Sul, que concentra 30,3% da produção estimada para a 1ª safra, houve aumento de 3,3% na estimativa do rendimento médio. Na Região Sudeste não houve variação significativa.

segunda safra de feijão foi estimada em 1,2 milhão de toneladas, o que corresponde a 41,2% do total. Em fevereiro, a estimativa caiu 4,5%, reflexo da menor produção esperada na região Sul (-9,3%), que detém 45,4% da segunda safra. O Paraná, maior produtor do Brasil, espera 496,1 mil toneladas, 40% do total da safra. Os preços em baixa estão desestimulando os produtores paranaenses.

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Em relação à terceira safra de feijão, a estimativa de fevereiro foi de 766,7 mil toneladas, mesmo volume de janeiro. Frente a 2025, espera-se retração de 0,8% na produção em função das reduções na área (-0,3%) e do rendimento médio (-0,6%). Os maiores produtores da terceira safra são Goiás (258,5 mil toneladas), Minas Gerais (177,2 mil toneladas), Mato Grosso (176,3 mil toneladas) e São Paulo (122 mil toneladas).

MILHO (em grão) – A estimativa de produção foi de 134,3 milhões de toneladas em fevereiro, crescimento de 0,3% em relação a janeiro. A região Sul, segunda maior produtora nacional, obteve um crescimento na produção de 377 mil toneladas (1,3%), o que influenciou os dados nacionais, enquanto a região Centro-Oeste, maior produtora do Brasil, manteve relativamente estável sua estimativa.

milho primeira safra apresentou uma estimativa de produção de 28,9 milhões de toneladas, aumento de 0,8% em relação ao mês anterior e 12,2% em relação a 2025. A produção no Rio Grande do Sul (22,5% da produção nacional) deve ser de 6,5 milhões de toneladas (22,5% maior que em 2025). No segundo maior produtor nacional, Minas Gerais (17,4% da produção), a estimativa manteve-se estável em 5,0 milhões de toneladas (13,8% acima de 2025).

A estimativa da segunda safra foi de 105,4 milhões de toneladas, 9,1% menor que a safra de 2025. Em comparação com janeiro, houve crescimento de 0,2% na produção e de 0,1% na área e no rendimento médio. As regiões Nordeste, Sudeste e Centro Oeste, mantiveram estabilidade em relação ao mês anterior, e as regiões Norte e Sul apresentaram crescimento de 1,4% e 0,6%, respectivamente. Em relação à safra anterior, todas as regiões apresentaram retrações significativas, associadas às quedas na produtividade.

O maior produtor de milho na segunda safra, o Mato Grosso (47,4% da produção nacional), estimou 50,0 milhões de toneladas, queda de 8,5% em relação a 2025; com retração de 9,9% no rendimento médio (6.732 kg/ha). O Paraná (16,6% de participação), segundo maior produtor nacional, manteve a redução de 0,8% na estimativa anual, apesar do crescimento de 1,6% na área, totalizando 17,5 milhões de toneladas e um rendimento médio de 6 125 kg/ha (-2,3%). Goiás (12,7% de participação), é o terceiro maior produtor nacional do milho segunda safra. A produção mensal teve aumento de 0,2%, alcançando 13,4 milhões de toneladas, associada ao crescimento de 1,4% no rendimento médio (6.171 kg/ha).

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SOJA (em grão) – A estimativa da produção alcançou novo recorde na série histórica em 2026, totalizando 173,3 milhões de toneladas, 0,4% acima de janeiro 4,3% maior que o produzido em 2025. A área cultivada deve crescer 0,8% e alcançar 48,2 milhões de hectares, enquanto o rendimento médio, de 3 600 kg/ha, deve crescer 3,5% em relação ao ano anterior.

As projeções indicam uma safra histórica, impulsionada por condições climáticas favoráveis na maior parte das unidades da Federação produtoras e pela recuperação da safra gaúcha. Maior produtor nacional, o Mato Grosso estimou safra de 48,5 milhões de toneladas, queda de 3,3% em relação a 2025, sendo que a área plantada apresentou um crescimento de 1,9% e o rendimento médio caiu em 5,0%. Goiás deve produzir 19,5 milhões de toneladas, queda de 3,8% em relação a 2025, com alta de 0,9% na área e decréscimo de 4,7% no rendimento médio.

O Mato Grosso do Sul aguarda uma produção de 15,0 milhões de toneladas, crescimento de 14,0% em relação ao volume colhido em 2025, havendo crescimentos de 3,2% na área a ser colhida e de 10,5% no rendimento médio. O Paraná, com 22,3 milhões de toneladas, deve ter o segundo maior volume colhido do País, com crescimento de 4,3% em relação ao volume colhido em 2025, havendo declínio de 0,2% na área plantada e crescimento de 4,5% no rendimento médio. O Rio Grande do Sul estimou uma produção de 20,8 milhões de toneladas, declínio de 2,1% em relação ao mês anterior, em decorrência da queda de 2,0% no rendimento médio. Em 2025, a produção gaúcha foi prejudicada pelo clima, notadamente pela falta de chuvas durante o ciclo da cultura, o que faz da safra de 2026, uma recuperação.

SORGO (em grão) – A estimativa da produção do sorgo para fevereiro foi de 4,9 milhões de toneladas, aumento de 5,1% sobre janeiro, com a área plantada 3,4% maior, assim como o rendimento médio, 1,6% maior. No comparativo anual, espera-se por queda de 9,5% na produção. A área plantada pelo sorgo deve ficar em torno de 1,5 milhão de hectares ou 1,9% do total ocupado com cereais, leguminosas e oleaginosas, representando 1,4% da produção desse grupo. O rendimento médio deve alcançar 3.162 kg/ha, indicando aumento de 1,6% sobre janeiro de 2026.

No comparativo mensal com janeiro de 2026, as variações de produção foram alavancadas pelo Sudeste com incremento de 12,4%, ocorrido sobretudo em Minas Gerais, o segundo estado em importância. A produção mineira deve ser de 1,4 milhão de toneladas, aumento de 17,8% no mês. São Paulo, com participação de 10,4% no total nacional manteve as estimativas em fevereiro em 508,0 mil toneladas. No Sul, o Rio Grande do Sul mantém o ritmo de recuperação de suas lavouras, com expectativa de aumento de 5,2%. No Centro-Oeste, responsável por mais da metade da produção nacional, a produção deve aumentar 1,1%, vindo essa variação de Goiás, o maior produtor de sorgo, com cerca de 1,7 milhão de toneladas do produto. O incremento produtivo deve ser de 1,6%, praticamente vindo do ganho de áreas, uma vez que o rendimento médio deve cair marginalmente. As Regiões Norte e Nordeste não variaram ou variaram pouco as estimativas no mês. Restam as expectativas quanto ao clima e domínio do El Niño, previsto para 2026, o que pode afetar as lavouras de soja e de milho de forma diferenciada nas regiões produtoras, tendo impactos também sobre a decisão de plantio do sorgo.

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Fonte: IBGE



 

FONTE

Autor:IBGE

Site: IBGE

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Sustentabilidade

Lançamentos na Agrishow 2026 miram irrigante que busca tecnologia sem estourar o investimento – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

Em um agro mais seletivo para investir, cresce a demanda por soluções que entreguem eficiência prática, mais previsibilidade operacional e atualização tecnológica sem exigir a troca completa de sistemas já instalados. Na irrigação, esse movimento ganha força entre produtores que estão iniciando projetos, ampliando área irrigada ou buscando modernizar a operação com mais racionalidade no uso dos recursos.

É nesse contexto que a Valley apresenta na Agrishow 2026 três lançamentos voltados a ampliar conectividade, reduzir paradas e melhorar a relação entre investimento e desempenho no campo: o painel ICON+, o Machine Diagnostics e o redutor de rodas VG252. As soluções poderão ser vistas em funcionamento no estande da marca, conectadas ao ecossistema digital liderado pelo AgSense 365, um dos principais focos da empresa nesta edição da feira.

“Num mercado mais seletivo, o produtor quer tecnologia que caiba no investimento e reduza custo de operação. Os lançamentos de 2026 foram desenvolvidos justamente para atender esse momento, ajudando o irrigante a operar com mais eficiência, racionalizar recursos e ampliar a disponibilidade do pivô”, afirma Saulo Gare Ginak, gerente de produto da Valmont Brasil.

Entre as novidades, o ICON+ chega como uma solução pensada para conectar pivôs da Valley ou de outras marcas já instalados e ainda sem acesso remoto. Trabalhando em conjunto com o painel originalmente instalado, ele permite levar o equipamento para o ambiente do AgSense 365 sem exigir uma atualização completa do sistema. Com tela touch de 7 polegadas, acesso remoto, GPS e integração com diferentes soluções da marca, o painel foi desenhado para simplificar a entrada na irrigação conectada e tornar mais viável a modernização de equipamentos já em campo. O próprio AgSense reúne monitoramento remoto, alertas, visualização em lista ou mapa, clima, sensores e controle de pivôs, além de bombas e tanques em uma única plataforma.

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Na mesma linha, o Machine Diagnostics amplia a capacidade operacional do pivô ao monitorar continuamente parâmetros mecânicos e hidráulicos que impactam diretamente a disponibilidade e performance da máquina. Integrado ao AgSense 365, o sistema centraliza dados em tempo real sobre alinhamento, pressão dos pneus, pressão de aplicação de água por lance e tempo de funcionamento de componentes como redutores de roda e motoredutores. Com isso, o produtor consegue identificar anomalias antes que elas se transformem em falhas, direcionando a manutenção de forma preventiva, reduzindo custos e evitando paradas desnecessárias durante a safra.

Fechando o trio de lançamentos, o VG252 amplia o portfólio de soluções de movimento com foco em confiabilidade e custo-benefício. Desenvolvido para operação contínua, o redutor reúne eixos de liga de aço de alta resistência, rolamentos cônicos, eixo longo e câmara de expansão externa ventilada, conjunto construtivo que contribui para maior durabilidade, melhor transmissão de potência e desempenho consistente em campo. Nos materiais técnicos da empresa, o produto aparece como opção indicada para pivôs, aplicações para reposição e projetos com custo competitivo.

Segundo Saulo, o VG252 foi pensado especialmente para ampliar o acesso a uma solução tecnicamente eficiente e alinhada à realidade de quem está entrando na irrigação ou busca otimizar o investimento inicial sem abrir mão de qualidade e confiabilidade. Além do apelo de custo-benefício, o lançamento chega ao mercado com uma evidência concreta de desempenho: em testes internos de laboratório, o modelo apresentou torque final de saída superior ao de um redutor concorrente, reforçando seu posicionamento como alternativa confiável para aplicações de campo.

Ao reunir atualização de pivôs instalados, monitoramento inteligente da operação e uma nova alternativa de movimento com foco em custo-benefício, os lançamentos apresentados na Agrishow 2026 refletem um movimento mais amplo da irrigação: a busca por soluções que combinam tecnologia, disponibilidade operacional e uso racional dos recursos disponíveis.

Sobre a Valley

Líder global em irrigação inteligente, a Valley® é uma marca da norte-americana Valmont Industries, grupo com 80 anos de história e presença em mais de 100 países. Com a fabricação de pivôs centrais, lineares e corners, a Valley entrega soluções para diferentes realidades produtivas, reunindo alta durabilidade, eficiência operacional e desempenho no campo. A marca oferece ao produtor rural um ecossistema completo de tecnologia e suporte técnico, com ampla rede de distribuidores e uma equipe de consultoria agronômica com cerca de 95 profissionais distribuídos por todas as regiões do Brasil. Soluções como AgSense 365 e Scheduling ampliam o controle da operação, o monitoramento remoto e a precisão na tomada de decisão. Mais informações em valleyirrigation.com.br.

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Fonte: Assessoria



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Sustentabilidade

Michelin destaca produtividade e sustentabilidade na Agrishow 2026 – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

A Michelin leva à Agrishow 2026 um portfólio integrado de soluções inovadoras e sustentáveis, oferecendo eficiência operacional e menor impacto para o meio ambiente, para o setor agrícola e de transporte. Em um cenário que apresenta desafios como: lucros afetados pela volatilidade das taxas de juros, custos dos insumos e preço das commodities, a marca apresenta tecnologias que reduzem o consumo de combustível, diminuem a compactação do solo e elevam a produtividade e, consequentemente, a rentabilidade.

“A Michelin tem produtos para as mais distintas situações de uso, temos um portfólio amplo. A Agrishow é o palco ideal para demonstrarmos essa versatilidade. Temos pneus para equipamentos agrícolas, para os caminhões que transportam esses insumos, assim como para caminhonetes e motos, que fazem parte do dia a dia dos agricultores, e até pneus para aviões, que também estão presentes no campo”, explica Daniel Braz, Diretor de Marketing da Michelin.

A presença na Agrishow reforça o posicionamento da Michelin como empresa que apresenta uma oferta completa e como parceira estratégica dos produtores rurais, em todos os momentos da sua jornada. “Para além dos produtos oferecidos, temos um atendimento especializado e personalizado para os nossos clientes, com o objetivo de impulsionar modelos produtivos mais eficientes e ambientalmente responsáveis”, explica, Walter Ugozzoli, Diretor Comercial para veículos fora de estrada da Michelin, Soluções robustas para operações pesadas: desempenho superior para caminhões A Michelin lança na Agrishow os novos MICHELIN X WORKS Z2 e MICHELIN X WORKS D2, desenvolvidos para aplicações de uso misto e condições severas, como operações relacionadas ao transporte de cana-de-açúcar, madeira, construção e ambientes abrasivos. Os modelos priorizam a disponibilidade da frota, a redução do custo operacional e a durabilidade da sua estrutura.

Com o MICHELIN X WORKS D2, verificamos que é possível chegar em até 25% mais quilometragem (em comparação ao modelo anterior), em terrenos muito agressivos. Já no modelo MICHELIN X WORKS Z2 é possível chegar a 10% mais de quilometragem. O acréscimo de até 800 kg de carga por eixo geminado, em ambas as ofertas, também é uma evolução.

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O design em V dos sulcos, no modelo MICHELIN X WORKS D2, e a tecnologia Redan, no modelo MICHELIN X WORKS Z2, proporcionam menor retenção de pedras e perfurações, preservando a carcaça. Os produtos contam com estrutura reforçada de lona de topo, escudos de flanco inspirados em pneus militares, tecnologia X CORE, que aumenta em até cinco vezes a resistência à propagação de fissuras, bem como a Duracoil, que protege o talão.

“Esses fatores, de forma conjunta, reduzem o custo total de operação, oferecendo maior durabilidade, menos paradas não programadas e mais eficiência energética. Essas características reforçam o compromisso da Michelin em oferecer soluções confiáveis, seguras e de alto desempenho, mesmo nas condições mais exigentes” ressalta Ruy Ferreira, Diretor Comercial para pneus de carga, urbanos e longa distância da Michelin.

  • MICHELIN X WORKS D2 – até 25% mais quilometragem em terrenos agressivos (comparação com o modelo anterior)
  • MICHELIN X WORKS Z2 – até 10% mais quilometragem (comparação com o modelo anterior)
  • 800 kg- Capacidade de carga por eixo geminado Disponibilidade, robustez, economia e sustentabilidade
Para o campo: tecnologia que impulsiona produtividade e otimiza de custos, produzida no Brasil

Entre os produtos destacados na Agrishow, está o MICHELIN AXIOBIB 2, pneu agrícola premium que agora passa a ser fabricado no Brasil, trazendo mais disponibilidade e agilidade ao mercado nacional. Desenvolvido especialmente para tratores de alta potência, o modelo incorpora a tecnologia MICHELIN ULTRAFLEX em sua versão VF, que possibilita operar com pressões significativamente menores, mantendo a capacidade de carga e ampliando a eficiência no campo. É possível operar com até 40% menos pressão, gerando maior área de contato, menos formação de sulcos e compactando menos o solo para permitir melhor desenvolvimento radicular ou a uma carga nominal 40% maior do que os pneus convencionais operando na mesma pressão.

Resultados de estudos acadêmicos1

independentes demostram um aumento de 2% a 4% em produtividade, graças à redução de compactação do solo. Além disso, estudos internos, mostram que o pneu contribui para a otimização dos custos operacionais, promovendo uma redução média de até 8,39% no consumo de combustível. A partir deste conjunto de atributos, o AXIOBIB 2 se consolida como uma solução que combina sustentabilidade, eficiência energética e maximização de rendimento por hectare, reforçando a competitividade do produtor.

Sobre a Michelin

A Michelin está construindo uma liderança mundial na fabricação de compósitos e experiências que transformam vidas. Pioneira na ciência de materiais há mais de 130 anos, a Michelin utiliza a sua expertise única para contribuir significativamente para o progresso humano e para um mundo mais sustentável. Com base no seu profundo conhecimento em compósitos de polímeros, a Michelin está constantemente inovando para fabricar pneus e componentes de alta qualidade para aplicações em variadas áreas como mobilidade, construção, aeronáutica, energias de baixo carbono e saúde.

O cuidado dedicado aos seus produtos e o profundo conhecimento do cliente inspiram a Michelin a oferecer as melhores experiências. Isto abrange desde o fornecimento de soluções conectadas baseadas em dados e IA para frotas profissionais até a recomendação de excelentes restaurantes e hotéis selecionados pelo Guia MICHELIN.

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1 Um estudo realizado pela Harper Adams University no Reino Unido em 2012, demonstra que a tecnologia MICHELIN ULTRAFLEX aumenta os rendimentos agronômicos em 4% em média. Esses resultados são confirmados por estudos semelhantes realizados nos Estados Unidos (Illinois) e no Brasil (Mato Grosso). O percentual pode variar de acordo com o trabalho desempenhado.


Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

FPT leva à agrishow motores de alta potência e conectividade para máquinas agrícolas e geração de energia – MAIS SOJA

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A FPT, marca líder em venda de motores na América Latina e pioneira em soluções de propulsão alternativa no mercado, apresenta na Agrishow 2026 um portfólio diversificado de soluções com foco nas atividades do agronegócio.

Durante o evento, realizado de 27 de abril a 1o de maio, em Ribeirão Preto (SP), a marca leva para a exposição motores para aplicação em tratores e máquinas agrícolas, geração de energia, veículos comerciais e motores remanufaturados, além do lançamento de soluções digitais para a monitoramento, gestão e manutenção de motores.

“A Agrishow é uma plataforma estratégica de relacionamento e negócios, é onde grandes clientes e parceiros da marca estão e por isso é onde a FPT está. Aproveitamos este momento para reforçar junto aos clientes o nosso compromisso com o desenvolvimento de soluções em powertrain com foco na eficiência e rentabilidade do agronegócio, segmento no qual temos forte atuação e uma posição de liderança. Este ano, além de um portfólio de motores amplo, alinhados as possibilidades da matriz energética do nosso país, trouxemos também novidades em conectividade para monitoramento, gestão e manutenção dos motores por meio do aplicativo MyFPT. Estamos na feira para reforçar nossa posição de protagonismo e liderança no setor, e apresentarmos nossas soluções únicas para o mercado off-road”, afirma Bernardo Brandão, presidente da FPT para a América Latina.

Entre os destaques estão soluções em combustíveis alternativos e menor emissão de CO2 com os motores N67 NG e CURSOR 13 NG. Movidos a gás natural e/ou biometano, os modelos apresentam alto desempenho, baixo consumo de combustível e manutenção, podendo reduzir a emissão de poluentes em até 95% se comparado com as versões diesel.

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“São motores produzidos regionalmente, na planta FPT em Córdoba, na Argentina, o que reforça o nosso compromisso com o mercado regional e os investimentos da marca em desenvolver soluções inovadoras para os segmentos em que atuamos”, complementa Brandão.

O Motor N67 NG possui seis cilindros de 6,7 litros e entrega potência de 206 kW (276 hp) a 2000 rpm e torque de 1000 Nm a 1000 rpm, com aplicação em operações on-road, off-road e estacionárias. O conjunto atende aos padrões Euro VI e apresenta redução de emissões de CO2 de até 10% no ciclo WHTC em comparação a um motor a diesel equivalente.

Já o CURSOR 13 conta com seis cilindros de 12,9 litros, injeção multiponto, atingindo 338 kW (460 hp) e torque de 2000 Nm a 1100 rpm. O modelo utiliza sistema de pós-tratamento com catalisador de três vias e atende ao padrão Euro VI, com emissões de CO2 inferiores às de motores a diesel e possibilidade de níveis próximos de zero quando abastecido com biometano. A tecnologia de combustão “lean” da FPT permite a adoção de tanques de GNL de até 900 litros, ampliando a autonomia para mais de 1500 km.

O F1C, voltado para veículos comerciais leves, é uma alternativa eficiente de deslocamento no dia a dia do campo, considerado o melhor da categoria em eficiência. Com quatro cilindros de 3 litros e sistema de injeção eletrônica common rail (ECR), movido a diesel, o modelo entrega potência entre 95 kW e 186 kW (127 hp a 230 hp) e torque de 300 Nm a 600 Nm. Além disso, atende ao padrão Euro VI e é referência na categoria em manutenção, garantindo mais disponibilidade e praticidade de uso.

Geração de Energia

Estreando na Agrishow, os modelos R24 e R38 trazem potência, confiabilidade, eficiência e baixos custos operacionais para aplicações agrícolas como irrigação, máquinas estacionárias e industriais como geração de energia e motobombas.

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O R24 possui quatro cilindros de 2,45 litros e oferece flexibilidade para aplicações em 50 Hz ou 60 Hz, com regimes de 1500 rpm ou 1800 rpm, atendendo a uma faixa de potência estimada entre 26 kVA e 46 kVA. Da mesma família, o R38 conta com quatro cilindros e 3,8 litros, entregando potência entre 55 kW e 65 kW a 2500 rpm nas versões IPU. Na aplicação G-Drive, opera de forma versátil em 50 Hz ou 60 Hz, com regimes de 1500 rpm ou 1800 rpm, e potência entre 60 kVA e 72 kVA. O modelo também traz conjunto com sistema de resfriamento e filtragem integrados, pensado para facilitar a manutenção no dia a dia.

“Esses lançamentos são uma resposta as necessidades do mercado por soluções confiáveis, respaldadas por uma marca de renome na região, mas que entreguem mais economia e rentabilidade para os negócios de nossos clientes. A FPT também enxerga o mercado de geração de energia como estratégico e está remodelando seu portfólio para ampliar sua presença no segmento”, completa Brandão.

Linha Reman

Na linha de remanufaturados os motores CURSOR 9 Reman e CURSOR 11 Reman são voltados a aplicações agrícolas, especialmente no segmento sucroenergético. A linha Original Reman FPT agrega sustentabilidade, redução de custos operacionais e desempenho equivalente ao de motores novos.

O CURSOR 9 Reman possui seis cilindros de 8,7 litros, sistema de injeção eletrônica common rail (ECR), com potência entre 285 hp e 388 hp a 2100 rpm e torque de 1400 Nm a 1750 Nm a 1500 rpm, atendendo ao padrão de emissões Tier 3. Já o Cursor 11 Reman possui seis cilindros de 11,1 litros, e entrega 320 kW a 2100 rpm e torque de 2037 Nm a 1500 rpm, igualmente em conformidade com Tier 3.

Marcas parceiras

A oferta de soluções para a descarbonização no campo é sustentada no estande da Case IH também com os motores N67 Etanol e CURSOR 13 Etanol aplicados nas máquinas da marca. As soluções em energia renovável integram um projeto 100% desenvolvido no Brasil em parceria com a CNH e utilizam a tecnologia ciclo Otto, contribuindo para a redução de emissões geradas no agro e menor ruído durante o funcionamento do motor.

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A FPT também está presente no estande da TMA, com o N45 e CURSOR 11 Reman; e na máquina Teston, com o modelo N67 Eletrônico.

Lançamento em Soluções Digitais

Como parte do avanço em conectividade e serviços, a FPT apresenta novas soluções digitais voltadas à gestão e manutenção de motores. A estratégia reforça o uso de dados para aumentar a disponibilidade das máquinas e reduzir o tempo de parada.

Com demonstrações práticas no estande, a marca apresenta a Telemetria FPT, solução de monitoramento contínuo dos parâmetros do motor por meio da transmissão de dados. O sistema permite acompanhamento remoto e atuação proativa do suporte técnico, antecipando possíveis falhas e agilizando diagnósticos. Com funcionamento via satélite ou rede 4G, a tecnologia transforma dados operacionais em informações estratégicas para otimização da performance das máquinas.

Outra solução é o Dongle, dispositivo de diagnóstico remoto conectado ao motor. A ferramenta permite monitoramento em tempo real por meio do aplicativo MyFPT e disponibiliza informações como pressão, temperatura, desempenho e códigos de falha, ampliando a assertividade no diagnóstico e no suporte técnico junto à rede de concessionários. Compatível com motores eletrônicos da marca, o sistema opera via Bluetooth em dispositivos Android e iOS.

Peças e pós-venda

No pós-venda, a novidade é o lançamento exclusivo do Lubrificante FPT que agrega à oferta de peças por meio da campanha “FPT mantendo sua máquina funcionando”. A iniciativa contempla a disposição de componentes para motores N67, CURSOR 9 e CURSOR 11, amplamente utilizados em tratores e máquinas do setor sucroenergético.

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Com opções de motores desenvolvidos exclusivamente para o campo, a FPT Industrial já entregou mais de 250 mil unidades para máquinas agrícolas na América Latina. Cerca de 1 a cada 3 tratores e colheitadeiras vendidos no Brasil são equipados com o motor da marca. O portfólio abrange uma gama de motores de 2,3 a 20 litros, projetados para garantir desempenho consistente, alta eficiência e menores custos de manutenção.

A FPT é uma marca do Iveco Group N.V. (EXM: IVG) dedicada a projetar, fabricar e comercializar sistemas de propulsão e soluções para veículos on-road e off-road, bem como aplicações marítimas e de geração de energia. A empresa emprega mais de 8.000 pessoas em 10 plantas de produção industrial e 10 centros de P&D ao redor do mundo. Ativa em quase 100 países, sua rede global de vendas e seu departamento de assistência ao cliente dão apoio a todos os clientes da marca.

A ampla oferta de produtos inclui seis linhas de motores, com potência de 30 CV até mais de 1.000 CV, transmissões com torques de até 500 Nm e eixos dianteiros e traseiros com peso bruto por eixo de 2,45 a 32 toneladas. A FPT oferece a mais completa linha de motores a gás natural disponível no mercado para aplicações industriais, com potência de 50 CV a 520 CV. A exclusiva divisão ePowertrain está acelerando o caminho na direção da mobilidade com emissões líquidas zero, com transmissões elétricas, pacotes de baterias e sistemas de gerenciamento de baterias. Essa vasta oferta e um forte enfoque em atividades de P&D fazem da FPT líder mundial em sistemas de propulsão e soluções industriais. Para mais informações, clique aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa


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