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30 de julho de 2026

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Condenado por homicídio brutal na Praça dos Colonizadores volta para o regime fechado

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Homem de 59 anos foi preso pela Polícia Civil em Juara nesta terça (28); ele ainda possui mais de oito anos de pena a cumprir

A Polícia Civil cumpriu, nesta terça-feira (28.4), em Juara, um mandado de prisão de regressão cautelar em desfavor de um homem, de 59 anos, condenado pela prática do crime de homicídio qualificado em Juara.

O preso foi localizado na área urbana do município após diligências realizadas pela equipe de investigadores da Delegacia de Juara.

A ação ocorreu em cumprimento ao mandado de prisão expedido pelo Juízo da Terceira Vara Criminal da Comarca de Juara. A ordem judicial determinou a regressão cautelar do regime semiaberto para o fechado. O condenado tem pena restante a cumprir de oito anos, três meses e dois dias.

O preso foi conduzido à unidade policial para as providências cabíveis e formalização do cumprimento da ordem judicial. Após os procedimentos de praxe, ele foi colocado à disposição do Poder Judiciário para audiência de custódia e posterior encaminhamento ao sistema prisional, onde deverá cumprir a pena em regime fechado.

O crime

O homicídio ocorreu no dia 10 de dezembro de 2017, na Praça dos Colonizadores, no Centro de Juara, e teve como vítima Adinael Amaro de Sales, 45 anos.

A vítima foi encontrada morta e com o rosto deformado. Foi constatado que ele havia levado vários golpes no lado esquerdo da cabeça com um cano metálico.

O crime foi cometido por dois homens e ocorreu após a vítima e os agressores consumirem bebidas alcoólicas. Um dos condenados afirma ter sido esbofeteado pela vítima 10 horas antes do homicídio.

Ambos agrediram a vítima com um cano metálico. Adinael morreu no local.

Com Assessoria 

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Avião agrícola cai em mata e Bombeiros usam drone para achar e socorrer piloto ferido

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Aeronave de pequeno porte sofreu possível pane elétrica na manhã desta quarta-feira (29). Vítima foi resgatada pelo Samu com vida

Um grave acidente aéreo mobilizou as equipes de socorro na manhã desta quarta-feira (29) em Tangará da Serra (a 242 km de Cuiabá). Um avião de pequeno porte, modelo agrícola de asa fixa, caiu em uma área de mata após apresentar sinais de uma possível pane elétrica durante o voo.

O acidente aconteceu nas proximidades do Condomínio Ipanema, em um trecho de vegetação rasteira localizado entre a Avenida Brasil e o Anel Viário do município.

Buscas e Resgate Tecnológico

A dinâmica do socorro não foi simples. Assim que o Corpo de Bombeiros Militar foi acionado, a equipe de resgate se deslocou para a região, mas esbarrou em um grande obstáculo visual.

  • Dificuldade: Como o avião caiu no meio da vegetação, os militares tiveram muita dificuldade para localizar o ponto exato da fuselagem a partir do solo.

  • Apoio aéreo: Diante da urgência em socorrer a vítima, os bombeiros utilizaram um drone para realizar o reconhecimento aéreo de toda a área.

  • Localização: A estratégia funcionou rapidamente, e a aeronave acidentada foi avistada pelas câmeras do equipamento.

As equipes de solo conseguiram, então, acessar o local exato do impacto. O piloto foi encontrado com vida, retirado da aeronave e entregue aos cuidados do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ele recebeu os primeiros socorros no local e foi encaminhado imediatamente para uma unidade hospitalar da cidade.

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Jayme Campos perde batalha interna e União Brasil vai apoiar Pivetta ao governo de MT

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O União Brasil decidiu nesta quarta-feira (30) apoiar a pré-candidatura do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Governo de Mato Grosso em 2026. A decisão representa uma derrota política para o senador Jayme Campos, que defendia candidatura própria e foi vencido na votação realizada durante a convenção estadual do partido.

A aliança com o Republicanos foi aprovada após cerca de cinco horas de debates e votação entre 50 convencionais habilitados. A proposta recebeu 30 votos favoráveis, enquanto a tese defendida por Jayme Campos obteve 19 votos. Houve ainda um voto nulo e a ausência de um convencional.

O resultado será encaminhado à Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP. Mais cedo, o Progressistas já havia aprovado, em convenção própria, o apoio à candidatura de Pivetta. Na prática, a deliberação da federação tende a ser apenas uma formalização da decisão, já que os dois partidos passam a atuar conjuntamente na definição da chapa majoritária.

A convenção do União Brasil, realizada em Cuiabá, começou por volta das 11h e só foi encerrada perto das 18h, marcada por discussões e divergências entre as alas do partido.

Logo no início da reunião, o deputado estadual Júlio Campos questionou a validade da proposta de aliança com o Republicanos, alegando que ela não teria sido regularmente apresentada. O presidente estadual da sigla, ex-governador Mauro Mendes, rejeitou o questionamento. Em seguida, um pedido para que a admissibilidade da proposta fosse submetida à votação dos convencionais também foi negado.

Após a confirmação do resultado, filiados presentes à convenção, em sua maioria apoiadores de Jayme Campos, protestaram contra a decisão, gritando palavras de ordem e acusando a direção do partido de “traição” por rejeitar a candidatura própria. A reunião foi encerrada em clima de forte divisão interna.

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Acabou! União Brasil rejeita Jayme Campos

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A convenção do União Brasil em Mato Grosso rejeitou, por 31 votos a 19, a candidatura de Jayme Campos. Com a derrota interna, o partido formalizou a coligação com o Republicanos, que tem como principal nome o pré-candidato Mauro Pivetta. A decisão encerra a possibilidade de Campos disputar o cargo sob a legenda e realinha as forças políticas no estado às vésperas do período eleitoral.

O resultado surpreendeu parte da base do partido, que esperava a aprovação da chapa. Campos, nome tradicional da política mato-grossense, ficou formalmente fora da disputa sob a sigla do União Brasil. A partir de agora, a legenda caminha junto com o Republicanos, concentrando esforços na candidatura de Pivetta e nas alianças regionais que a coligação possa atrair.

A recusa da candidatura muda o cenário das articulações para 2026. Enquanto o União Brasil e o Republicanos se unem, outras legendas devem reavaliar suas estratégias e possíveis apoios. A decisão dos convencionais reforça o peso das bases partidárias e mostra que o controle das legendas continua sendo fator decisivo na montagem das chapas.

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