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Sustentabilidade

Embrapa e Governo do Paraná assinam carta de intenções para inovar cadeia produtiva da soja – MAIS SOJA

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A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Governo do Estado do Paraná, por intermédio da Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial e da Fundação Araucária, assinam a carta de intenções Estratégia para Inovação, Bioeconomia e Transição Energética na Cadeia da Soja, nesta sexta-feira (06), às 8h, no Auditório da Embrapa Soja, em Londrina (Paraná), durante a abertura do Dia de Campo de Verão da Embrapa Soja.

A parceria estratégica tem como foco fortalecer a integração entre pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico e políticas públicas voltadas ao agronegócio sustentável. A carta de intenções estabelece diretrizes para a estruturação de um programa de pesquisa, desenvolvimento e inovação, a ser conduzido pela Embrapa, com aporte de R$ 5 milhões, pelo Governo do Estado do Paraná, por meio da Fundação Araucária.

A solenidade contará com a participação da presidente da Embrapa, Silvia Massruhá (em formato remoto), do secretário de Inovação e Inteligência Artificial do Paraná, Alex Canziani, do chefe-geral da Embrapa Soja Alexandre Nepomuceno e da assessora de Relações Institucionais e Inovação da Fundação Araucária Cristianne Cordeiro.

“Essa parceria com a Embrapa coloca o Paraná na fronteira da bioeconomia global. O aporte não é apenas um investimento em pesquisa, mas um salto de competitividade para o nosso produtor. Queremos transformar a soja paranaense em tecnologia de alto valor, unindo sustentabilidade, inteligência e novos mercados”, afirma o secretário da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani.

O programa está estruturado em quatro eixoscentrais: 1) Desenvolvimento de cultivares de soja com perfis proteicos e de óleo diferenciados, 2) Perfil diferenciado de aminoácidos na proteína da soja para maior eficiência de conversão alimentar, ganho de peso e redução de custos na produção de carnes 3) Biocombustíveis avançados: desenvolvimento decultivares de soja com perfil de ácidos graxos com maior qualidade para a produção de biocombustíveis e 4) Perfil para novos usos do óleo de soja, como lubrificantes, asfalto, materiais vulcanizados para fabricação de sapatos, correias de máquinas, entre outros.

“A soja representa um dos pilares da economia brasileira e paranaense e, por isso, precisamos avançar para uma nova geração de produtos, processos e aplicações industriais de base biológica”, afirma Nepomuceno. “É essencial fortalecer a competitividade do setor, promover agregação de valor, estimular a bioeconomia e contribuir para a transição energética e a descarbonização”, enfatiza o chefe da Embrapa SojaAlexandre Nepomuceno.

SERVIÇO 

Dia de campo de Verão da Embrapa Soja: assinatura de carta de intenções: Estratégica para Inovação, Bioeconomia e Transição Energética na Cadeia da Soja 

  • Data: 06 de março
  • Horário: 8h
  • Local:  Auditório da Embrapa Soja – rod Carlos João Strass, acesso Orlando Amaral, Londrina (PR)

Fonte: Embrapa



FONTE

Autor:Lebna Landgraf (MTb 2903 – PR) Embrapa Soja

Site: Embrapa

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Sustentabilidade

Chuvas concentram-se no Centro-Norte e favorecem lavouras, enquanto Sul registra menor volume e restrição à soja – MAIS SOJA

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As condições climáticas registradas entre 1º e 24 de fevereiro indicam predomínio de chuvas em grande parte do país, favorecendo o desenvolvimento dos cultivos de primeira e segunda safra. As informações constam na edição de fevereiro do Boletim de Monitoramento Agrícola, divulgado no Portal da Conab na quinta-feira (26/02). A publicação da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta maiores acumulados na região Norte e na faixa entre o Amazonas, o Centro-Oeste e o Sudeste.

De acordo com o estudo, também houve precipitações, menos significativas, no Matopiba e em áreas do Semiárido da região Nordeste, beneficiando a semeadura e o desenvolvimento das lavouras, enquanto na região Sul os volumes foram menores e restringiram o desenvolvimento da soja no Rio Grande do Sul, onde a maior parte das áreas encontrava-se em floração e enchimento de grãos.

Os dados espectrais indicam condições favoráveis de desenvolvimento dos cultivos de primeira e segunda safra em quase todas as regiões monitoradas. O índice de vegetação evoluiu acima da média histórica durante os momentos críticos do desenvolvimento da soja. Diferenças mais expressivas são observadas no sudoeste de Mato Grosso do Sul, no oeste Catarinense e no noroeste do Rio Grande do Sul, devido ao impacto da restrição hídrica nas safras passadas. No estado gaúcho, essa diferença diminuiu, e o índice da safra atual encontra-se atualmente próximo das safras passadas, que tiveram o potencial produtivo reduzido.

A distribuição das precipitações influenciou o ritmo da semeadura do milho segunda safra. Em Mato Grosso, houve progressão acentuada do plantio, acompanhando a colheita da soja. No Paraná, o plantio está atrasado e, em algumas regiões, não avançou devido à baixa umidade no solo. Em Mato Grosso do Sul, o retorno das chuvas favoreceu a evolução do plantio e as áreas já semeadas apresentam bom desenvolvimento. Em Goiás e Minas Gerais, o excesso de precipitações tem atrasado a semeadura, encurtando a janela ideal de cultivo. No Tocantins, o plantio acelerou e as áreas emergidas apresentam boas condições.

No caso da soja, a colheita manteve progressão consistente em estados como Mato Grosso. No Rio Grande do Sul, as precipitações foram irregulares, com baixos volumes e distribuição irregular, situação que já provocou redução das produtividades estimadas em grande parte do estado. Em parte do Centro-Oeste e Sudeste, as chuvas regulares e intensas contribuíram para a manutenção do armazenamento hídrico no solo, embora tenham impactado a colheita em algumas áreas.

O boletim completo, com mapas, gráficos e análises detalhadas sobre o comportamento climático e o desenvolvimento das lavouras nas principais regiões produtoras do país, está disponível no Portal da Conab.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Como o conflito EUA-Irã pode impactar a soja brasileira? Especialista responde

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Brasil exportou US$ 2,6 bilhões para o Leste Europeu e o farelo de soja foi um dos destaques

Os recentes acontecimentos no Oriente Médio, especialmente no Irã, acendem um alerta para a cadeia da soja brasileira. Segundo Igor Fernandez de Moraes, sócio do Silva Nunes Advogados e especialista em Direito do Agronegócio, o cenário de instabilidade econômica, jurídica e política global pode gerar reflexos diretos na logística e nos contratos do setor.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços indicam que, em 2025, o Brasil exportou cerca de US$ 2,9 bilhões ao Irã dentro de uma corrente de comércio de aproximadamente US$ 3 bilhões. Milho e soja representaram 87,2% desse total, sendo 19,3% referentes à soja. Embora o Irã responda por menos de 1% das exportações totais brasileiras, mantém relevância dentro da pauta agrícola.

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“A restrição ou bloqueio no Estreito de Ormuz compromete o fluxo das exportações”, afirma. A rota é estratégica para o escoamento marítimo da região e, com interrupções, a soja brasileira destinada ao mercado iraniano enfrenta atrasos, aumento de custos e necessidade de redirecionamento logístico.

Para o especialista, o momento exige cautela. “A guerra pode ser enquadrada como caso típico de força maior, um evento imprevisível e inevitável, o que pode permitir revisão de cláusulas contratuais e até de preços previamente negociados”, explica.

Ele também destaca que a alta do petróleo tende a pressionar os custos logísticos. Com fretes marítimos mais caros e possível encarecimento do transporte interno, o impacto pode atingir diretamente a rentabilidade da soja brasileira, tanto nas exportações quanto no escoamento doméstico.

Para Moraes, o conflito amplia o risco operacional e jurídico para o setor e exige acompanhamento constante do mercado internacional.

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Sustentabilidade

Fungicida para tratamento de sementes recebe extensão de bula para mais 11 culturas e 2 alvos biológicos – MAIS SOJA

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Solução consolidada no tratamento de sementes ante doenças em diversas culturas, o fungicida Torino®, da Sipcam Nichino Brasil, acaba de ter oficializada a extensão de sua bula. Torino® agora cobre mais 11 cultivos e os alvos biológicos nematoide-das-lesões (Pratylenchus zeae), em milho e nematoide-das-galhas (Meloidogyne incógnita), na soja. Algodão, amendoim, aveia, canola, centeio, cevada, ervilha, girassol, pastagem, sorgo e triticale constituem as lavouras beneficiadas pela expansão de registros.

Conforme o engenheiro agrônomo Iago Carraschi, especialista em Pesquisa & Desenvolvimento da Sipcam Nichino, Torino® vem sendo utilizado com sucesso por produtores de soja, arroz irrigado, feijão, milho e sorgo desde seu lançamento, há cerca de três anos. “Temos também a perspectiva de obter novos registros para essa solução, referenciada no tratamento de sementes, nos próximos meses”, ele adianta.

De acordo com Carraschi, trata-se de um produto estratégico à medida que protege as culturas-alvo da incidência de doenças economicamente relevantes. “Na soja, conta com recomendações no controle de podridão-da-semente, phomopsis, mancha-púrpura, antracnose, podridão aquosa e mofo-branco. No milho e no trigo, para bolor-azul e podridão-do-colmo e helmintosporiose e brusone.”

No algodoeiro, complementa Carraschi, a nova bula de Torino® mostra espectro de ação sobre algumas das mais importantes doenças da pluma, entre estas tombamento, mofo-branco e ramulose.

À base dos compostos fluazinam e tiofanato metílico, explica Carraschi, Torino® age para eliminar fungos de sementes, além de proteger as plantas frente a fungos de solo e também melhorar o potencial germinativo das lavouras.

Segundo o agrônomo, comparada a outras tecnologias, a de Torino® demanda baixo investimento. “Reduz riscos de contaminação do solo, protege sementes durante todo o processo de germinação e emergência, resulta em plantas mais vigorosas, mais resistentes a efeitos ambientais, ou climáticos, adversos e maximiza o potencial produtivo das áreas de cultivo”, ele continua.

“Além da ação sistêmica, Torino® atua eficazmente no controle de fungos dormentes ou ‘micélios’ presentes nas sementes. Impede assim que se desenvolvam e inviabilizem a emergência das plantas”, finaliza.

Criada no Brasil em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam Oxon, fundada em 1946, especialista em agroquímicos e bioestimulantes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.

Fonte: Assessoria de imprensa Sipcam Nichino



 

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