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Valtra aposta em menor consumo de combustível e maior eficiência com pulverizadores da série R

Com foco em mecanização de alta performance, a Valtra, fabricante finlandesa de máquinas agrícolas, abriu seu portfólio nesta terça-feira (3), em Londrina (PR), durante o evento “Eu Sou + Valtra”. O encontro reuniu modelos que combinam eficiência operacional, economia de combustível, tecnologia e robustez para atender diferentes demandas do campo.
Durante a programação, especialistas detalharam as características técnicas dos equipamentos, enquanto no campo foram realizadas demonstrações práticas, evidenciando o desempenho das máquinas em condições reais de operação.
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Pulverizadores da Série R
Um dos destaques apresentados foram os pulverizadores da Série R Valtra. O coordenador de marketing da empresa, Leonardo Casali, destacou a amplitude da linha. “São dois modelos: o R560, com tanque de 3.000 litros, e o R565, com 3.500 litros, além de opções de barras de 24, 30, 32, 36 e 42 metros, para atender diferentes necessidades no campo”, afirmou.
Segundo ele, o conceito tecnológico é um dos principais diferenciais. “Trabalhamos com o conceito Liquid Logic, no qual a água entra pelo abastecimento frontal diretamente no tanque, com agitação proporcional que evita formação de espuma e garante melhor mistura do produto. A máquina também conta com sistema de recirculação, que reduz a deposição ao longo da barra e permite o retorno do produto ao tanque. Todo o sistema de limpeza por área pode ser realizado a partir da cabine”, explicou.
A Série R dispõe ainda de controle automático de altura das barras e controle de seções, com opções de 9, 36 ou tecnologia PWM bico a bico, garantindo aplicação precisa e tamanho de gota constante, independentemente da velocidade de operação.
R560 Dry
O R560 Dry compartilha tecnologias da linha R e aposta na eficiência na distribuição de sólidos. ”Equipado com motor AGCO Power 6,6 litros de 200 cv e transmissão inteligente com atuação individual por roda, o modelo evita patinamento, mantém a velocidade correta de aplicação e reduz o consumo de combustível”, explica Casali.
Segundo o especialista, o distribuidor conta com chassi flexível totalmente parafusado (sem solda), eixo independente e quatro rodas sempre em contato com o solo, independentemente das condições do terreno. Possui caixa de 6 m³ e faixa média de aplicação de até 42 metros, dependendo da configuração.
Trator S6: relação máquina e operador
O diretor comercial da Valtra, Claudio Esteves, destacou o Série S6 como o grande lançamento da Agrishow do ano passado. “Agora disponível para o mercado brasileiro, com potência de 320 a 425 cavalos. É um produto fabricado na Finlândia, uma marca que evolui junto com o Brasil”, afirmou.
A Série S6 ocupa o topo do portfólio da marca em potência, tecnologia e robustez. É equipada com motor AGCO Power 8,4 litros (até 425 cv e 1.750 Nm de torque) e transmissão CVT, garantindo alto desempenho, operação contínua e economia de até 15% de combustível com o sistema EcoPower, mesmo em trabalhos pesados. ”Além de tudo, o modelo conquistou o Red Dot Award: Product Design 2025 – Best of the Best, com destaque para o design centrado no operador”, explicou Esteves.
Entre os diferenciais estão o apoio de braço SmartTouch com tela de 9 polegadas, automação de manobras com Auto U-Pilot e SmartTurn, conectividade via Valtra Connect e cabine AutoComfort com suspensão ativa, reforçando produtividade, conforto e gestão inteligente da operação.
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Paraná amplia exportações de peru e acompanha safra recorde de amendoim

O Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), divulgado nesta quarta-feira (3), apontou avanço nas exportações de carne de peru, perspectiva de produção recorde de amendoim no Brasil e estabilidade no milho segunda safra no estado. Os dados reúnem informações de comércio exterior, produção agrícola e condições de campo no ciclo 2025/26.
No mercado de proteína animal, o Brasil exportou 22,3 mil toneladas de carne de peru no primeiro quadrimestre de 2026, com receita cambial de US$ 90,8 milhões, segundo o Deral. O Paraná ficou na terceira posição nacional, com 4.739 toneladas embarcadas e US$ 22,6 milhões em receita.
Na comparação com igual período do ano anterior, as exportações paranaenses de carne de peru cresceram 6,9% em volume. Santa Catarina avançou 38,4% e o Rio Grande do Sul, 21,2%. O preço médio da carne de peru in natura exportada chegou a US$ 4.059,03 por tonelada, alta de 77,6% frente aos US$ 2.285,33 por tonelada registrados um ano antes. Entre os principais destinos estão México, Chile, África do Sul, Países Baixos, Peru, Guiné Equatorial, Gana, Benin, Gabão e Bahamas.
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Na agricultura, o boletim indica que a safra brasileira de amendoim 2025/26 pode atingir 1,2 milhão de toneladas, o maior volume da série, caso a estimativa se confirme. No Paraná, a previsão é de 5,6 mil toneladas. A região de Paranavaí responde por pouco mais de 50% da produção estadual, enquanto Umuarama concentra outros 23% da área cultivada.
Segundo o analista do Deral Edmar Gervásio, o volume projetado superaria o recorde anterior, alcançado na safra passada. O boletim também resgata a mudança estrutural do mercado: após perder espaço para a soja na produção de óleo vegetal, o amendoim passou a buscar novos nichos de consumo e processamento.
Para o milho segunda safra, o Deral manteve a área plantada em 2,9 milhões de hectares no Paraná. Do total, 79% das lavouras estão em boas condições, 14% em condição mediana e 7% em situação ruim. O órgão informa que o excesso de dias nublados e as temperaturas mais baixas limitam a definição do potencial produtivo, embora a previsão de ausência de geadas nos próximos 14 dias sustente o monitoramento com viés de estabilidade.
Os dados do Deral indicam, neste momento, um cenário de acompanhamento técnico para três frentes do agro paranaense: exportações de proteína animal com preços mais altos, amendoim em ambiente de expansão produtiva e milho safrinha ainda dependente da evolução climática nas próximas semanas.
Fonte: agricultura.pr.gov.br
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Cooxupé informa que colheita de café atingiu 8,9% até 29 de maio

A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) informou, nesta quarta-feira (3), que a colheita de café em sua área de atuação alcançou 8,9% até quinta-feira (29). A cooperativa, que atua em cerca de 370 municípios de Minas Gerais e São Paulo, também anunciou que passará a divulgar semanalmente o andamento dos trabalhos. Segundo a entidade, a colheita está em fase inicial e, no momento, não há atraso.
O levantamento reúne informações das regiões do Sul de Minas, Cerrado Mineiro, média mogiana do Estado de São Paulo e Matas de Minas, áreas relevantes para a produção brasileira de café. Na abertura da série semanal, a Cooxupé informou que o ritmo de retirada do grão ainda é de começo de safra, sem indicação de atraso operacional até o momento.
Por região, o avanço da colheita até quinta-feira (29) era de 11,1% no Sul de Minas Gerais, 3,5% no Cerrado Mineiro, 14,8% em São Paulo e 14% nas Matas de Minas. Os números mostram diferença no estágio dos trabalhos entre as praças acompanhadas, o que pode refletir características locais de clima, maturação e calendário operacional.
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Na comparação com anos anteriores para o mesmo período, a colheita da área monitorada pela cooperativa estava em 6,9% em 2025, 8,5% em 2024, 9,1% em 2023 e 4,5% em 2022. O dado atual, de 8,9%, coloca o início da safra próximo ao observado nos dois últimos ciclos mais adiantados da série apresentada.
A divulgação semanal tende a oferecer referência mais frequente ao mercado e aos produtores sobre o ritmo da safra em uma das principais origens de café do país. O material divulgado pela cooperativa, no entanto, não detalha volume colhido em sacas, produtividade estimada ou perfil por variedade nesta atualização inicial.
Com a colheita ainda em estágio inicial, os próximos boletins semanais da Cooxupé devem indicar se o ritmo será mantido nas principais regiões produtoras. Até esta atualização, a cooperativa informa que não há atraso considerado nos trabalhos, mas ainda não apresentou estimativas adicionais de produção ou produtividade.
Fonte: Estadão Conteúdo
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Agro Mato Grosso
Custos de transporte pressionam preços de frete no agro, aponta Conab

Cotações do diesel e de outros insumos logísticos contribuem para sustentar os níveis de valores em patamares mais elevados no mercado de fretes
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